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1814317
Ano: 2016
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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De acordo com o Tratado de Técnica Radiológica e base anatômica (2014), é essencial que cada pessoa que planeja trabalhar como tecnólogo/radiologista compreenda claramente a terminologia comumente utilizada no posicionamento radiográfico médico.Com base das informações, marque a alternativa correta sobre terminologia radiológica:
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1814068
Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Em 1995, com a Lei n°. 8.974, de 5 de janeiro de 1995, e o Decreto nº. 1752, de 20 de dezembro de 1995, que regulamenta tal legislação, a biossegurança surgiu com a força necessária. Desde a aprovação dos referidos ditames, o Brasil tem progredido em relação ao uso de técnicas seguras em serviços de saúde. Considerando o texto, assinale a alternativa incorreta sobre a portaria nº 453/98 do Ministério da Saúde:
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1745976
Ano: 2016
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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O objetivo da proteção radiológica é o de garantir o uso das radiações ionizantes com o menor dano ao ser humano. As recomendações da Proteção Radiológica são baseadas no conhecimento dos efeitos biológicos (HELEN KHOURY, 2010). Com base nas informações, assinale a alternativa correta:
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1714072
Ano: 2016
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Anatomia é o estudo do corpo humano em vários níveis de organização estrutural, desde a microscópica (visível somente com o auxílio de um microscópio), até a macroscópica (visível sem a utilização de um microscópio). Na área da saúde é a base para a prática da medicina, conduzindo a equipe para a compreensão da doença do paciente através de exames físicos e/ ou Diagnóstico por Imagem. Para uma boa realização de exame radiológico, o tecnólogo, técnico e auxiliar de radiologia, deve ter um bom embasamento de anatomia. Considerando seus conhecimentos sobre anatomia radiológica, assinale a alternativa incorreta:
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1709421
Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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A última crônica
A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café, junto ao balcão. Na realidade, estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório, no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico.
Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete, na lembrança: “Assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço, então, um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
Ao fundo do botequim, um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore, ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás, na cadeira, e aponta, no balcão, um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e, depois, se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado, o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem, atrás do balcão, apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três: pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe, na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda, também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E, enquanto ela serve a Coca-cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente, põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois, a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las, na bolsa.
A negrinha agarra, finalmente, o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha, no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e, enfim, se abre num sorriso. Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
(Sabino, Fernando. Blog do Noblat – O Globo. Postado em 1º de janeiro de 2012)
Assinale a estrutura oracional que possui uma metáfora:
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1668299
Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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A última crônica
A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café, junto ao balcão. Na realidade, estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório, no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico.
Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete, na lembrança: “Assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço, então, um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
Ao fundo do botequim, um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore, ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás, na cadeira, e aponta, no balcão, um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e, depois, se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado, o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem, atrás do balcão, apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três: pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe, na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda, também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E, enquanto ela serve a Coca-cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente, põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois, a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las, na bolsa.
A negrinha agarra, finalmente, o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha, no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e, enfim, se abre num sorriso. Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
(Sabino, Fernando. Blog do Noblat – O Globo. Postado em 1º de janeiro de 2012)
Assinale a figura de linguagem existente, na seguinte estrutura oracional: “A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café, junto ao balcão.”
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Questão presente nas seguintes provas
1666159
Ano: 2016
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Segundo “Manual de Boas Práticas em Radiologia”, publicado pelo Despacho n.º 258/2003 de 8 de janeiro, as unidades de Radiologia requerem especiais características porque têm de responder simultaneamente às necessidades dos equipamentos, dos recursos humanos que os operam, e dos doentes que servem. Nesse contexto, a boa operação dos equipamentos radiológicas se faz essencial. Com base no texto, assinale a alternativa correta sobre equipamentos radiológicos:
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1651062
Ano: 2016
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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Os meios de contraste radiológicos são compostos introduzidos no organismo por diferentes vias, que permitem aumentar a definição das imagens radiográficas, graças ao aumento de contraste provocado por eles, possibilitando, desse modo, a obtenção de imagens de alta definição e, com isso, maior precisão em exames de diagnóstico por imagem (PINHO et al, 2009). Considerando a afirmação, marque a opção incorreta sobre meios de contraste:
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1640125
Ano: 2016
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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O termo posicionamento ou posicionamento radiográfico, refere-se à ciência ou estudo do posicionamento de um paciente em determinadas posições do corpo para demonstrar ou visualizar radiograficamente partes específicas do corpo na radiografia ou outros receptores de imagem. Em radiologia, o termo posição é usado de duas formas, primeiro como uma posição geral do corpo, e segundo como posições específicas do corpo (KENNETH, 2014). Com base nos texto, marque a opção incorreta:
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1628116
Ano: 2016
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
Disciplina: Radiologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. São Sebastião Boa Vista-PA
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A incidência, descreve a direção ou trajeto do feixe de raios X quando este atravessa o paciente, projetando uma imagem no filme radiográfico ou em outros receptores de imagem (0 feixe de raios X também pode ser descrito como o raio central ou RC) (KENNETH, 2014). Com base no texto e nos seus conhecimentos sobre técnicas radiológicas, assinale a opção correta:
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