Foram encontradas 40 questões.
Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
Chover no molhado
1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a
2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto
3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a
4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que
5 nada poderá atingir minha família, a não ser o
6 desabastecimento de água e luz, que não se compara
7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,
8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos
9 encharca também, nós que assistimos o drama pela
10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.
11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem
12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é
13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e
14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,
15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de
16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e
17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores
18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das
19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-
20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães
21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o
22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um
23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.
24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a
25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes
26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos
27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,
28 acontecerá de novo.
29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por
30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não
31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela
32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é
33 tarefa nossa.
34 A novidade dos desastres climáticos está em sua
35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a
36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora
37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos
38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio
39 calendário de calamidades previstas pela
40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só
41 que precisão não evita o dano. O que evita é
42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,
43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos
44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores
45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas
46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a
47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.
48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A
49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há
50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem
51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E
52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem
53 esteja demorando para vir de quem está
54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder
55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas
56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.
Autora: Martha Medeiros (GZH).
O prefixo é um morfema que, ao ser anteposto a uma palavra, altera ou reforça seu sentido. Sabendo disso, em qual das palavras abaixo NÃO há um prefixo?
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
Chover no molhado
1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a
2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto
3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a
4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que
5 nada poderá atingir minha família, a não ser o
6 desabastecimento de água e luz, que não se compara
7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,
8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos
9 encharca também, nós que assistimos o drama pela
10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.
11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem
12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é
13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e
14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,
15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de
16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e
17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores
18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das
19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-
20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães
21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o
22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um
23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.
24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a
25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes
26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos
27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,
28 acontecerá de novo.
29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por
30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não
31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela
32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é
33 tarefa nossa.
34 A novidade dos desastres climáticos está em sua
35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a
36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora
37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos
38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio
39 calendário de calamidades previstas pela
40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só
41 que precisão não evita o dano. O que evita é
42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,
43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos
44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores
45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas
46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a
47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.
48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A
49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há
50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem
51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E
52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem
53 esteja demorando para vir de quem está
54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder
55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas
56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.
Autora: Martha Medeiros (GZH).
Qual das seguintes alternativas apresenta uma ideia que NÃO encontra respaldo no texto?
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
Chover no molhado
1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a
2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto
3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a
4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que
5 nada poderá atingir minha família, a não ser o
6 desabastecimento de água e luz, que não se compara
7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,
8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos
9 encharca também, nós que assistimos o drama pela
10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.
11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem
12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é
13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e
14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,
15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de
16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e
17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores
18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das
19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-
20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães
21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o
22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um
23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.
24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a
25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes
26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos
27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,
28 acontecerá de novo.
29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por
30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não
31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela
32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é
33 tarefa nossa.
34 A novidade dos desastres climáticos está em sua
35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a
36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora
37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos
38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio
39 calendário de calamidades previstas pela
40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só
41 que precisão não evita o dano. O que evita é
42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,
43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos
44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores
45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas
46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a
47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.
48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A
49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há
50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem
51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E
52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem
53 esteja demorando para vir de quem está
54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder
55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas
56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.
Autora: Martha Medeiros (GZH).
A frase Negacionismo e acomodação só nos atrasam (l.48), no contexto do texto, sugere que:
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
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1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a
2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto
3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a
4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que
5 nada poderá atingir minha família, a não ser o
6 desabastecimento de água e luz, que não se compara
7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,
8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos
9 encharca também, nós que assistimos o drama pela
10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.
11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem
12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é
13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e
14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,
15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de
16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e
17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores
18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das
19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-
20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães
21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o
22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um
23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.
24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a
25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes
26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos
27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,
28 acontecerá de novo.
29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por
30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não
31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela
32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é
33 tarefa nossa.
34 A novidade dos desastres climáticos está em sua
35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a
36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora
37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos
38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio
39 calendário de calamidades previstas pela
40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só
41 que precisão não evita o dano. O que evita é
42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,
43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos
44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores
45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas
46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a
47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.
48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A
49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há
50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem
51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E
52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem
53 esteja demorando para vir de quem está
54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder
55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas
56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.
Autora: Martha Medeiros (GZH).
A expressão A chuva não pensa. Pensar é tarefa nossa (l.32-33), no contexto do texto, reflete a ideia de que:
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
Chover no molhado
1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a
2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto
3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a
4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que
5 nada poderá atingir minha família, a não ser o
6 desabastecimento de água e luz, que não se compara
7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,
8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos
9 encharca também, nós que assistimos o drama pela
10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.
11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem
12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é
13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e
14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,
15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de
16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e
17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores
18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das
19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-
20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães
21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o
22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um
23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.
24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a
25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes
26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos
27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,
28 acontecerá de novo.
29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por
30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não
31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela
32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é
33 tarefa nossa.
34 A novidade dos desastres climáticos está em sua
35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a
36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora
37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos
38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio
39 calendário de calamidades previstas pela
40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só
41 que precisão não evita o dano. O que evita é
42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,
43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos
44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores
45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas
46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a
47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.
48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A
49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há
50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem
51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E
52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem
53 esteja demorando para vir de quem está
54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder
55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas
56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.
Autora: Martha Medeiros (GZH).
Relativamente às ideias do texto, analise as assertivas que seguem:
I. A recorrência dos desastres climáticos, como o aumento da frequência de chuvas e alagamentos, é vista como um reflexo da insensatez humana.
II. A autora sugere que, embora o governo tenha ações preventivas para os desastres, é preciso que a responsabilidade também seja individual, com atitudes conscientes dos cidadãos.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
De acordo com uma pesquisa Datafolha, 69% dos brasileiros consideram a democracia a melhor forma de governo. Qual das seguintes alternativas apresenta o princípio fundamental desse modelo?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
A respeito das características do município de São José do Inhacorá/RS, analise as assertivas:
I. A economia do município, basicamente agrícola, está concentrada na produção de grãos como soja e milho.
II. A língua alemã é preservada no município, principalmente nos dialetos Hunsrickich e Pommerana.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
Recentemente, um caso de disputa judicial envolvendo herdeiros ganhou destaque na mídia, relacionado aos direitos sobre as obras de uma renomada pintora brasileira. O caso ganhou destaque em 2019, quando a obra A Lua foi vendida por 20 milhões de dólares. Quem é a artista visual cuja herança está sendo disputada por seus familiares?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
Em dezembro de 2024, o regime de Bashar al-Assad, na Síria, entrou em colapso. Qual das opções abaixo descreve uma informação CORRETA sobre esse fato?
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
No mês de janeiro de 2024, um determinado produto estava custando exatamente R$ 522,50, pois recém havia recebido um desconto de 5% devido ao final de ano. Para o mês de fevereiro do mesmo ano, o preço voltou ao estado inicial, sem o desconto. E, para o mês de março de 2024, foi ofertado 10% de desconto sobre o preço em seu estado inicial. Qual é o preço do produto em março de 2024?
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