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Texto 3


Enunciado 4459125-1


Disponível em: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=4810936438951624&id=48835690 1209621&set=a.488361671209144 Acesso em 30 de jun. 2025

A figura de linguagem utilizada na tirinha para provocar humor e que gerou a indagação final do Armandinho foi:
 

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Texto 3


Enunciado 4459124-1


Disponível em: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=4810936438951624&id=48835690 1209621&set=a.488361671209144 Acesso em 30 de jun. 2025

No último quadrinho palavra “que” exerce, nesse contexto, a função de:
 

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Texto 2


Na hora do lobo

Quando um homem consome a madrugada

rabiscando umas folhas de papel

e ele sabe que a vida é tonelada

oscilando na ponta de um cordel;

ele sabe que o fim de toda estrada

não desagua no inferno nem no céu,

e ele pensa na feira, na empregada,

água e luz, condomínio e aluguel;

Quando um homem fatiga a voz cansada

com palavras da Torre de Babel

e ele entende que a coisa mais amada

se transmuda na coisa mais cruel;

Quando a taça em que bebe está quebrada,

tanto vidro a boiar em tanto fel

e no peito uma dor desatinada

essa dor que é tão nítida e fiel;

Quando um homem de boca tão calada

sente a mente girar num carrossel,

ele escreve através da madrugada

com cuidados de abelha que faz mel:

sua vida, talvez, foi destinada

a salvar estas folhas de papel.

Braulio Tavares, O homem artificial

O poema “Na hora do lobo”, de Bráulio Tavares, apresenta uma construção lírica que:
 

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Texto 2


Na hora do lobo

Quando um homem consome a madrugada

rabiscando umas folhas de papel

e ele sabe que a vida é tonelada

oscilando na ponta de um cordel;

ele sabe que o fim de toda estrada

não desagua no inferno nem no céu,

e ele pensa na feira, na empregada,

água e luz, condomínio e aluguel;

Quando um homem fatiga a voz cansada

com palavras da Torre de Babel

e ele entende que a coisa mais amada

se transmuda na coisa mais cruel;

Quando a taça em que bebe está quebrada,

tanto vidro a boiar em tanto fel

e no peito uma dor desatinada

essa dor que é tão nítida e fiel;

Quando um homem de boca tão calada

sente a mente girar num carrossel,

ele escreve através da madrugada

com cuidados de abelha que faz mel:

sua vida, talvez, foi destinada

a salvar estas folhas de papel.

Braulio Tavares, O homem artificial

Nos versos:
“ele entende que a coisa mais amada se transmuda na coisa mais cruel”, a relação no texto poético entre as expressões destacadas revela uma:
 

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Texto 2


Na hora do lobo

Quando um homem consome a madrugada

rabiscando umas folhas de papel

e ele sabe que a vida é tonelada

oscilando na ponta de um cordel;

ele sabe que o fim de toda estrada

não desagua no inferno nem no céu,

e ele pensa na feira, na empregada,

água e luz, condomínio e aluguel;

Quando um homem fatiga a voz cansada

com palavras da Torre de Babel

e ele entende que a coisa mais amada

se transmuda na coisa mais cruel;

Quando a taça em que bebe está quebrada,

tanto vidro a boiar em tanto fel

e no peito uma dor desatinada

essa dor que é tão nítida e fiel;

Quando um homem de boca tão calada

sente a mente girar num carrossel,

ele escreve através da madrugada

com cuidados de abelha que faz mel:

sua vida, talvez, foi destinada

a salvar estas folhas de papel.

Braulio Tavares, O homem artificial

Nos dois últimos versos da segunda estrofe temos uma figura de linguagem chamada de:
 

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Texto 1
'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?
As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.
Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.
“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.
“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi.
Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.
“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025

No trecho:

“De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.” (2º parágrafo)

A oração destacada nesse período é classificada como:

 

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Texto 1
'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?
As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.
Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.
“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.
“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi.
Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.
“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
No trecho:
“Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratá-los como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens.” (5º parágrafo)
A relação semântica predominante entre as orações do trecho é de:
 

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Texto 1
'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?
As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.
Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.
“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.
“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi.
Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.
“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
No trecho do texto: “Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles.” (2º parágrafo), o termo destacado é formado por meio do processo de:
 

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Texto 1
'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?
As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.
Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.
“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.
“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi.
Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.
“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
No trecho “De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos” (2º parágrafo), a expressão destacada tem sua referência estabelecida por meio de um mecanismo de coesão textual denominado:
 

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Texto 1
'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?
As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.
Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.
“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.
“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi.
Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.
“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
Ao utilizar a expressão “é ridículo” (4° parágrafo), Mariana Kerestezachi revela:
 

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