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O carrapato-do-boi Rhipicephalus (Boophilus) microplus, endêmica em praticamente todo o território nacional, causa grandes prejuízos econômicos à cadeia produtiva de bovinos no Brasil, e o seu controle ainda é realizado predominantemente com acaricidas, e apenas quando o gado se apresenta visualmente altamente infestado por esse ectoparasita, já no final da fase parasitária. Nesse momento, a maior parte dos danos já se torna irreversível, mas há um efeito desse tratamento quanto ao impacto positivo de redução de infestações posteriores. Lesões no couro, causadas pela picada dos carrapatos, além de desvalorizar o produto, também podem favorecer a penetração de larvas de moscas causadoras das bicheiras (miíases). Por todos esses fatores, o carrapato tem sido destacado, economicamente, como o mais importante ectoparasita de bovinos do país, particularmente em raças taurinas ou seus cruzamentos. A ação baseada no conhecimento da biologia do parasita resultará em um melhor controle, menor custo, retardamento no avanço da seleção para resistência e menor impacto no ambiente pela redução da quantidade de acaricidas utilizada no controle desse ectoparasita.
Embrapa Gado de Corte - Capítulo em livro científico.
In: ANDREOTTI, R.; GARCIA, M. V.; KOLLER, W. W. (Ed.). Carrapatos na cadeia produtiva de bovinos. Brasília, DF: Embrapa, p. 123-133, 2019. 240 p.
Qual das alternativas demonstra um controle estratégico eficiente.
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Nos procedimentos de inspeção post mortem, o Auditor Fiscal Federal Agropecuário, com formação em Medicina Veterinária, pode ser assistido por Agentes de Inspeção Sanitária e Industrial de Produtos de Origem Animal e auxiliares de inspeção devidamente capacitados. A inspeção post mortem consiste no exame da carcaça, das partes da carcaça, das cavidades, dos órgãos, dos tecidos e dos linfonodos, realizado por visualização, palpação, olfação e incisão, quando necessário. Todos os órgãos e as partes das carcaças devem ser examinados na dependência de abate, imediatamente depois de removidos das carcaças, assegurada sempre a correspondência entre eles. As carcaças, as partes das carcaças e os órgãos que apresentem lesões ou anormalidades que não tenham implicações para a carcaça e para os demais órgãos podem ser condenados ou liberados nas linhas de inspeção. Toda carcaça, partes das carcaças e dos órgãos, examinados nas linhas de inspeção, que apresentem lesões ou anormalidades que possam ter implicações para a carcaça e para os demais órgãos devem ser desviados para o Departamento de Inspeção Final para que sejam examinados, julgados e tenham a devida destinação (DECRETO N.º 9.013/2017).
Em quais situações as carcaças com infecção intensa por Cysticercus bovis (cisticercose bovina) devem ser condenadas, considerando os locais de eleição examinados na linha de inspeção (músculos da mastigação, língua, coração, diafragma e seus pilares, esôfago e fígado), quarto dianteiro (músculos do pescoço, do peito e da paleta) e quarto traseiro (músculos do coxão, da alcatra e do lombo).
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Importantes zoonoses parasitárias podem ser transmitidas pelo consumo de produtos de origem animal, provocando perdas econômicas, além de um grande impacto na saúde pública. Para aprimorar a qualidade desses produtos comercializados, tornou-se importante a prevenção da ocorrência de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA). Os fatores que contribuem para as DTA são: o crescente aumento das populações, a existência de grupos populacionais vulneráveis ou mais expostos, o processo de urbanização desordenado e a necessidade da produção de alimentos em larga escala, assim como o deficiente controle dos órgãos públicos e privados no tocante à qualidade dos alimentos ofertados às populações, a utilização de novas modalidades de produção, as mudanças de hábitos alimentares, as mudanças ambientais e a globalização.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de
Vigilância em Saúde. Manual integrado de vigilância, prevenção e controle de doenças transmitidas por alimentos. 2010. p. 4.
Para que medidas profiláticas sejam adotadas corretamente, é importante o conhecimento sobre as zoonoses. A respeito da toxoplasmose, avalie as afirmações a seguir.
I - A toxoplasmose é uma zoonose causada pelo protozoário Toxoplasma gondii, parasita intracelular obrigatório. Os hospedeiros definitivos desse parasita são os felídeos, enquanto, como hospedeiros intermediários, podem ser listadas diversas espécies de vertebrados homeotérmicos, entre elas o homem.
II - Apresenta-se em três estádios principais: oocisto, taquizoíto e bradizoíto. Os taquizoítos são responsáveis pela fase aguda da infecção, enquanto os bradizoítos podem se agrupar e formar cistos teciduais intracelulares, podendo ser encontrados nas vísceras, cérebro, musculatura cardíaca e esquelética.
III - No ciclo evolutivo, os gatos eliminam, pelas fezes, os bradizoíto por até aproximadamente três semanas após a ingestão de qualquer dos estágios do parasita, em que realizará a reprodução assexuada, que dará origem ao oocisto; este terá a esporulação fora do corpo do animal, de 1 a 5 dias após a eliminação.
IV - O consumo de carnes ou derivados crus tem sido a principal via de transmissão para os humanos, sendo que as de ovinos, caprinos, suínos e equinos têm maior importância, por normalmente apresentarem maior frequência de cistos teciduais, enquanto as de bovinos e aves comerciais possuem menor relevância.
É CORRETO o que se afirma em:
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Silêncio, por favor
O ambiente é tenso. Hád muitas vozes, sons artificiais, timbres monótonos, ruídos irritantes. Hád barulhos e alertas. Também há o estrondo das redes sociais. Estamos imersos no caos sonoro. E mesmo quando procuramos lugares “silenciosos”e, levamos o barulho conosco. Aliásb, quem hoje sai de casa sem celular? Quem caminha no parque sem fones de ouvido?
Se acaso você sec entristeceu com esse cenário,a você pode estar pouco acompanhado. Há um contingente enorme de pessoas que prefere assim. Para esses o silêncio não é fácil. Precisam da confusão e do barulho, precisam falar e ouvir permanentemente, são prisioneiros do ruído físico e mental. E quem não aprecia esse cenário está na contramão. Tudo evolui no sentido contrário ao silêncio. Como se não bastasse o acesso fácil a todas as músicas do mundo, agora há os podcasts. A introspecção e a quietude necessária para ler um livro está perdendo terreno para os audiobooks. Hoje o silêncio é cada vez mais raro, uma espécie de luxo.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/silencio-por-favor/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Sobre a organização sintática do texto, assinale a alternativa CORRETA.
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Slow content: por um conteúdo desacelerado
[...] A pressa entrou por uma porta e o prazer saiu pela outra. Não há tempo para elaborar, nem para usufruir verdadeiramente. Usufruir, palavra linda, de origem latina que nasce da combinação de desfrutar e uso. Pela necessidade de sermos rápidos, na maioria das vezes, apenas usamos e deixamos de desfrutar, tirar real proveito. A velocidade mata o que valorizamos na essência.
Tudo isso também diz respeito à produção de conteúdo. As receitas que dizem o quanto você deve publicar por dia, a multiplicação dos posts, as regras impostas por algoritmos não podem ser maiores que o seu prazer de criar e de partilhar. Como quem prepara um almoço de domingo, sabendo que não é sobre o horário que a comida estará na mesa e sim sobre sua felicidade em prepará-la e a oportunidade de oferecê-la às pessoas que se reúnem ao redor dela. Faça no seu tempo e apenas garanta que o que você produz está alinhado com o que você quer realmente fazer e oferecer. Importa menos a velocidade e mais a direção [...]
Disponível em: https://vidasimples.co/transformar/page/2/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Considerando o trecho “Como quem prepara um almoço de domingo [...]”, o elemento que o autor compara metaforicamente a “um almoço de domingo” é
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Sobre as coisas importantes
Já se vão seis meses desde que a pandemia nos fixou dentro de casa. A rotina que antes exigia movimentação e deslocamento, passou a pedir planejamento dentro de limites muito bem definidos. A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro. Fomos impulsionados a olhar para ela com olhos de quem olha para um lar. A transformar o lugar de passagem do dia a dia em meio a tantas obrigações, em lugar de permanência. Uma oportunidade preciosa de observá-lo e pensar se ele nos representa.
A casa onde moramos diz muito – senão quase tudo – sobre nós. Como dividimos os ambientes, que cor têm as paredes, se entra luz natural. Que espaço ocupamos, que espaço usamos, que objetos expomos. Diz muito sobre o que consumimos, como nos alimentamos, sobre nossas prioridades.
Durante os meses de quarentena, afinal, no contato íntimo com cada uma das particularidades desse lugar, tivemos a chance de observar o que escolhemos colocar para dentro de nossas vidas, o que escolhemos consumir, como convivemos em família – se é que convivemos. Sorte de quem aproveitou essa chance. Transformar essa experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gato.
Disponível em: https://vidasimples.co/conviver/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Da afirmativa da autora “A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro.”, infere-se que o ato de ficar em casa representa:
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Sobre as coisas importantes
Já se vão seis meses desde que a pandemia nos fixou dentro de casa. A rotina que antes exigia movimentação e deslocamento, passou a pedir planejamento dentro de limites muito bem definidos. A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro. Fomos impulsionados a olhar para ela com olhos de quem olha para um lar. A transformar o lugar de passagem do dia a dia em meio a tantas obrigações, em lugar de permanência. Uma oportunidade preciosa de observá-lo e pensar se ele nos representa.
A casa onde moramos diz muitoa – senão quase tudo – sobre nós. Como dividimos os ambientes, que cor têm as paredes, se entra luz natural. Que espaço ocupamosb, que espaço usamos, que objetos expomos. Diz muito sobre o que consumimosc, como nos alimentamos, sobre nossas prioridades.
Durante os meses de quarentena, afinal, no contato íntimo com cada uma das particularidades desse lugar, tivemos a chance de observar o que escolhemos colocar para dentro de nossas vidas, o que escolhemos consumir, como convivemos em família – se é que convivemose. Sorte de quem aproveitou essa chance. Transformar essa experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gatod.
Disponível em: https://vidasimples.co/conviver/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
A alternativa que apresenta uma ressalva da autora em relação a uma afirmativa que ela própria faz é:
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Uma das opções de restauração de arquivos disponíveis no Windows 10 é lista de versões anteriores disponíveis do arquivo ou pasta. A lista incluirá os arquivos salvos em um backup (se você está usando o Backup do Windows para fazer backup de seus arquivos), bem como os pontos de restauração, se ambos estiverem disponíveis.

https://support.content.office.net/pt-br/media/a4cb8a5f-8bc1-4988-a546-4e0de6c0de7c.jpg
Sobre os procedimentos de restauração das versões anteriores de arquivo, marque a alternativa CORRETA.
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Você pode utilizar a barra de tarefas de forma a personalizá-la de várias maneiras: alterar a cor e o tamanho, fixar seus aplicativos favoritos nele, movê-lo em sua tela e reorganizar ou reorganizar botões da barra de tarefas. Entre os vários itens padrão disponíveis para personalização da barra de tarefas do Windows 10, marque a alternativa CORRETA.
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Sobre as coisas importantes
Já se vão seis meses desde que a pandemia nos fixou dentro de casa. A rotina que antes exigia movimentação e deslocamento, passou a pedir planejamento dentro de limites muito bem definidos. A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro. Fomos impulsionados a olhar para ela com olhos de quem olha para um lar. A transformar o lugar de passagem do dia a dia em meio a tantas obrigações, em lugar de permanência. Uma oportunidade preciosa de observá-lo e pensar se ele nos representa.
A casa onde moramos diz muito – senão quase tudo – sobre nós. Como dividimos os ambientes, que cor têm as paredes, se entra luz natural. Que espaço ocupamos, que espaço usamos, que objetos expomos. Diz muito sobre o que consumimos, como nos alimentamos, sobre nossas prioridades.
Durante os meses de quarentena, afinal, no contato íntimo com cada uma das particularidades desse lugar, tivemos a chance de observar o que escolhemos colocar para dentro de nossas vidas, o que escolhemos consumir, como convivemos em família – se é que convivemos. Sorte de quem aproveitou essa chance. Transformar essa experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gato.
Disponível em: https://vidasimples.co/conviver/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Na afirmativa “Transformar essa experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gato.”, a expressão “o pulo do gato” foi usada em sentido figurado. Quando se consultam dicionários da Língua Portuguesa, verifica-se que há vários significados dados para essa expressão. Tendo em vista as ideias apresentadas no texto, a expressão “o pulo do gato” pode ser adequadamente entendida como
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