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Foram encontradas 50 questões.

2531469 Ano: 2016
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São João Pirabas-PA
Darido e Souza Junior (2008) propõe um bloco de conteúdos que relacione a educação física às capacidades físicas enfocando vivências diversificadas em que os alunos experimentem ações que desenvolvam as capacidades físicas, mas que, para além disto, estes também possam analisar informações, registrar dados, fazer comparações e promover discussões sobre o tema. Pensando na avaliação destes alunos, os autores apontam alguns aspectos que devem ser considerados especialmente no ambiente escolar, exceto:
 

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Dez casos de racismo que envergonham o futebol.

Arouca

Em jogo do Santos contra o Mogi Morim pelo Campeonato Paulista, o volante santista marcou um golaço na vitória por 5 a 2. Mas a alegria foi substituída pela indignação. Torcedores do time rival o chamaram de macaco e um outro lhe disse que deveria procurar uma seleção africana para jogar. Arouca, no dia seguinte, clamou por punição exemplar. "A impunidade e a conivência das autoridades com as pessoas que fazem esse tipo de coisa são tão graves quanto os próprios atos em si. Somente discursos e promessas não resolvem a falta de educação e de humanidade de alguns", escreveu.

Boateng

Foi num amistoso do Milan, onde jogava, com o pequeno Pro Patria, da terceira divisão italiana. A torcida rival começou a entoar cantos racistas contra o meia Kevin Prince-Boateng. Revoltado, o jogador alemão, de origem ganesa, chutou a bola em direção aos torcedores, tirou a camisa e voltou para o vestiário, recusando-se a continuar jogando. Os demais jogadores do Milan foram solidários ao colega e também abandonaram a partida, que foi paralisada. Indignado, Boateng desabafou no Twitter: "É uma vergonha que essas coisas ainda aconteçam. O racismo tem que acabar, para sempre".

Daniel Alves

Numa das edições do clássico entre Real Madrid e Barcelona, no Santiago Bernabeu, o lateral da seleção brasileira ouviu, nos minutos finais do jogo, sons de imitações de macacos vindos das arquibancadas. A situação não foi inédita para o jogador. Ele chegara a afirmar, em outro episódio, que era uma "luta perdida".

Balotelli

Durante a Euro 2012, em jogo da Croácia contra a Itália, em Poznan, o alvo foi o atacante italiano, de origem ganesa. Uma banana foi arremessada para o campo por torcedores croatas. A rede Futebol Contra o Racismo na Europa, que trabalha junto da Uefa e tem dois "monitores internacionais" em cada partida, escreveu em sua página no Twitter que seus membros apontaram "entre 300 e 500 torcedores croatas" envolvidos em ataques raciais a Balotelli.

Márcio Chagas da Silva

O árbitro Márcio Chagas da Silva, que apitou o jogo entre Esportivo e Veranópolis, em Bento Gonçalves, encontrou seu carro danificado e com bananas no capô e no cano de descarga após a partida, válida pelo Campeonato Gaúcho. "Um grupo de torcedores se manifestou de forma racista desde o início, com gritos de 'macaco', 'teu lugar é na selva', 'volta pro circo' e coisas desse tipo", contou. Dez anos antes ele já tinha sido vítima de preconceito no mesmo estádio, na Serra gaúcha.

Tinga

Durante o jogo do Cruzeiro no Peru, contra o Real Garcilaso, o volante brasileiro foi hostilizado por uma parte do estádio, que reproduzia chiados de macacos sempre que ele pegava na bola. O caso repercutiu. A presidente Dilma Rousseff comentou no Twitter e deu todo apoio ao jogador. "Ao sair do jogo, Tinga disse que trocaria seus títulos por um mundo com igualdade entre as raças. Por isso, hoje, o Brasil inteiro está fechado com o Tinga. Acertei com a ONU e com a Fifa que a nossa Copa das Copas também será a Copa contra o racismo. Porque o esporte não deve ser jamais palco para o preconceito", escreveu a presidente, fazendo da expressão "fechado com Tinga" uma das mais retuitadas.

Fonte: http://infograficos.oglobo.globo.com/esportes/dezcasos- de-racismo-que-envergonham-o-futebol/arouca- 12082.html#description _ text

A oração: "O caso repercutiu", no sexto parágrafo, classifica-se sintaticamente como:

 

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A Carreira do Magistério tem, dentre outros, como princípios básicos, nos moldes do art. 4° da Lei Municipal n.º 874/2005 que dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração para os integrantes do Quadro do Magistério Público da Prefeitura Municipal de São João de Pirabas:
I- o aprimoramento da qualificação, através de cursos e estágios deformação, atualização, aperfeiçoamento ou especialização;
II- a remuneração condigna;
III- a progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, na avaliação de desempenho e na avaliação de conhecimentos.
Após a análise das afirmativas, é correto afirmar:
 

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Dez casos de racismo que envergonham o futebol.
Arouca
Em jogo do Santos contra o Mogi Morim pelo Campeonato Paulista, o volante santista marcou um golaço na vitória por 5 a 2. Mas a alegria foi substituída pela indignação. Torcedores do time rival o chamaram de macaco e um outro lhe disse que deveria procurar uma seleção africana para jogar. Arouca, no dia seguinte, clamou por punição exemplar. "A impunidade e a conivência das autoridades com as pessoas que fazem esse tipo de coisa são tão graves quanto os próprios atos em si. Somente discursos e promessas não resolvem a falta de educação e de humanidade de alguns", escreveu.
Boateng
Foi num amistoso do Milan, onde jogava, com o pequeno Pro Patria, da terceira divisão italiana. A torcida rival começou a entoar cantos racistas contra o meia Kevin Prince-Boateng. Revoltado, o jogador alemão, de origem ganesa, chutou a bola em direção aos torcedores, tirou a camisa e voltou para o vestiário, recusando-se a continuar jogando. Os demais jogadores do Milan foram solidários ao colega e também abandonaram a partida, que foi paralisada. Indignado, Boateng desabafou no Twitter: "É uma vergonha que essas coisas ainda aconteçam. O racismo tem que acabar, para sempre".
Daniel Alves
Numa das edições do clássico entre Real Madrid e Barcelona, no Santiago Bernabeu, o lateral da seleção brasileira ouviu, nos minutos finais do jogo, sons de imitações de macacos vindos das arquibancadas. A situação não foi inédita para o jogador. Ele chegara a afirmar, em outro episódio, que era uma "luta perdida".
Balotelli
Durante a Euro 2012, em jogo da Croácia contra a Itália, em Poznan, o alvo foi o atacante italiano, de origem ganesa. Uma banana foi arremessada para o campo por torcedores croatas. A rede Futebol Contra o Racismo na Europa, que trabalha junto da Uefa e tem dois "monitores internacionais" em cada partida, escreveu em sua página no Twitter que seus membros apontaram "entre 300 e 500 torcedores croatas" envolvidos em ataques raciais a Balotelli.
Márcio Chagas da Silva
O árbitro Márcio Chagas da Silva, que apitou o jogo entre Esportivo e Veranópolis, em Bento Gonçalves, encontrou seu carro danificado e com bananas no capô e no cano de descarga após a partida, válida pelo Campeonato Gaúcho. "Um grupo de torcedores se manifestou de forma racista desde o início, com gritos de 'macaco', 'teu lugar é na selva', 'volta pro circo' e coisas desse tipo", contou. Dez anos antes ele já tinha sido vítima de preconceito no mesmo estádio, na Serra gaúcha.
Tinga
Durante o jogo do Cruzeiro no Peru, contra o Real Garcilaso, o volante brasileiro foi hostilizado por uma parte do estádio, que reproduzia chiados de macacos sempre que ele pegava na bola. O caso repercutiu. A presidente Dilma Rousseff comentou no Twitter e deu todo apoio ao jogador. "Ao sair do jogo, Tinga disse que trocaria seus títulos por um mundo com igualdade entre as raças. Por isso, hoje, o Brasil inteiro está fechado com o Tinga. Acertei com a ONU e com a Fifa que a nossa Copa das Copas também será a Copa contra o racismo. Porque o esporte não deve ser jamais palco para o preconceito", escreveu a presidente, fazendo da expressão "fechado com Tinga" uma das mais retuitadas.
Fonte: http://infograficos.oglobo.globo.com/esportes/dezcasos- de-racismo-que-envergonham-o-futebol/arouca- 12082.html#description _ text
O efeito visado no uso da preposição "Porque" em: "Porque o esporte não deve ser jamais palco para o preconceito" é de:
 

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2528138 Ano: 2016
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São João Pirabas-PA
A abordagem crítico superadora, proposta pelo Coletivo de Autores (1992), surge como uma das propostas dos movimentos renovadores no campo da Educação Física. De maneira geral, em relação à esta abordagem, pode-se afirmar que:
 

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2527974 Ano: 2016
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São João Pirabas-PA
Os jogos cooperativos são jogos com estrutura em que os participantes jogam uns com os outros e não contra. A competição e a cooperação são parte de um todo. O importante é a forma de abordagem. Um jogo pode ser predominantemente competitivo num momento, e em outro, cooperativo. O mais importante é o esclarecimento de ambos e não a oposição. É bom que nos tornemos capazes de não separar para excluir, e, sim, descobrir e despertar competências pessoais coletivas que colaborem para nos religar uns aos outros e vivermos em comum.
Fonte: BROTTO, Fabio Otuzi. Jogos Cooperativos: o Jogo e o esporte como um exercício de convivência. 2. Ed. Santos-SP: Projeto Cooperação 2002
Os cinco princípios básicos que estruturam o trabalho com os jogos cooperativos são:
 

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2527676 Ano: 2016
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São João Pirabas-PA
Para Kunz (2001), a escola se configura como um dos espaços de organização social onde as práticas esportivas acontecem, cabendo ao professor de Educação Física proporcionar, pela tematização do seu conteúdo específico, uma compreensão crítica das práticas esportivas, potencializando os sujeitos a estabelecer vínculos com o contexto sociocultural em que estão inseridos. Assim, o estudo do esporte na escola pode ser feito a partir de diferentes aspectos, são eles:
I- o aspecto relacionado ao esporte enquanto espetáculo;
II- o aspecto relacionado ao esporte enquanto fenômeno cultural que causa emoções e sentimentos;
III- o aspecto relacionado ao esporte enquanto mercado de trabalho e atuação profissional;
IV- o aspecto relacionado ao jogo, suas normas, regras, táticas, exigências físicas e técnicas.
Assinale a alternativa correta.
 

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2526948 Ano: 2016
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São João Pirabas-PA
Silva e Sampaio (2012) apontam para a necessidade de se romper com a lógica da "monocultura corporal" do movimento, especialmente quando se pensa no contexto da Educação Física escolar destacando a importância das ginásticas como conteúdo a serem ministrados nas aulas de educação física escolar. No âmbito escolar, sugere-se que:
 

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Dez casos de racismo que envergonham o futebol.

Arouca

Em jogo do Santos contra o Mogi Morim pelo Campeonato Paulista, o volante santista marcou um golaço na vitória por 5 a 2. Mas a alegria foi substituída pela indignação. Torcedores do time rival o chamaram de macaco e um outro lhe disse que deveria procurar uma seleção africana para jogar. Arouca, no dia seguinte, clamou por punição exemplar. "A impunidade e a conivência das autoridades com as pessoas que fazem esse tipo de coisa são tão graves quanto os próprios atos em si. Somente discursos e promessas não resolvem a falta de educação e de humanidade de alguns", escreveu.

Boateng

Foi num amistoso do Milan, onde jogava, com o pequeno Pro Patria, da terceira divisão italiana. A torcida rival começou a entoar cantos racistas contra o meia Kevin Prince-Boateng. Revoltado, o jogador alemão, de origem ganesa, chutou a bola em direção aos torcedores, tirou a camisa e voltou para o vestiário, recusando-se a continuar jogando. Os demais jogadores do Milan foram solidários ao colega e também abandonaram a partida, que foi paralisada. Indignado, Boateng desabafou no Twitter: "É uma vergonha que essas coisas ainda aconteçam. O racismo tem que acabar, para sempre".

Daniel Alves

Numa das edições do clássico entre Real Madrid e Barcelona, no Santiago Bernabeu, o lateral da seleção brasileira ouviu, nos minutos finais do jogo, sons de imitações de macacos vindos das arquibancadas. A situação não foi inédita para o jogador. Ele chegara a afirmar, em outro episódio, que era uma "luta perdida".

Balotelli

Durante a Euro 2012, em jogo da Croácia contra a Itália, em Poznan, o alvo foi o atacante italiano, de origem ganesa. Uma banana foi arremessada para o campo por torcedores croatas. A rede Futebol Contra o Racismo na Europa, que trabalha junto da Uefa e tem dois "monitores internacionais" em cada partida, escreveu em sua página no Twitter que seus membros apontaram "entre 300 e 500 torcedores croatas" envolvidos em ataques raciais a Balotelli.

Márcio Chagas da Silva

O árbitro Márcio Chagas da Silva, que apitou o jogo entre Esportivo e Veranópolis, em Bento Gonçalves, encontrou seu carro danificado e com bananas no capô e no cano de descarga após a partida, válida pelo Campeonato Gaúcho. "Um grupo de torcedores se manifestou de forma racista desde o início, com gritos de 'macaco', 'teu lugar é na selva', 'volta pro circo' e coisas desse tipo", contou. Dez anos antes ele já tinha sido vítima de preconceito no mesmo estádio, na Serra gaúcha.

Tinga

Durante o jogo do Cruzeiro no Peru, contra o Real Garcilaso, o volante brasileiro foi hostilizado por uma parte do estádio, que reproduzia chiados de macacos sempre que ele pegava na bola. O caso repercutiu. A presidente Dilma Rousseff comentou no Twitter e deu todo apoio ao jogador. "Ao sair do jogo, Tinga disse que trocaria seus títulos por um mundo com igualdade entre as raças. Por isso, hoje, o Brasil inteiro está fechado com o Tinga. Acertei com a ONU e com a Fifa que a nossa Copa das Copas também será a Copa contra o racismo. Porque o esporte não deve ser jamais palco para o preconceito", escreveu a presidente, fazendo da expressão "fechado com Tinga" uma das mais retuitadas.

Fonte: http://infograficos.oglobo.globo.com/esportes/dezcasos- de-racismo-que-envergonham-o-futebol/arouca- 12082.html#description _ text

"Ele chegara a afirmar, em outro episódio, que era uma "luta perdida"."

O verbo "chegara" sinaliza uma ação no passado, anterior a outro fato ocorrido no passado. Logo, o tempo verbal empregado foi do:

 

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2523444 Ano: 2016
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São João Pirabas-PA
Praticar estudos culturais no currículo de Educação Física é entender que a cultura corporal, objeto de estudo da área, é um campo de luta por significados que se expressam por meio de danças, lutas, ginásticas, brincadeiras, jogos eletrônicos, esportes e demais práticas corporais. É um campo em que grupos ou indivíduos veiculam, através da gestualidade, as realidades que produziram com suas narrativas e discursos, instituindo produtos culturais
Fonte: NEIRA. M. G. e NUNES. M. L. F. (Orgs.) Praticando Estudos Culturais na Educação Fisica. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2009.
A partir desta concepção, as possibilidades do trabalho com a temática das lutas deve se pautar pelos seguintes princípios, exceto:
 

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