Foram encontradas 30 questões.
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
A vida de detetive é muito interessante, alguns casos necessitam de uma habilidade de observação e entendimento de padrões fora do limite usual.
O detetive O. Nesto está investigando um caso onde necessitava encontrar um código numérico para poder abrir a trava de um cofre. Procurando pistas, acidentalmente deparou-se com um livro de poesia onde uma folha específica trazia anotações numéricas na frente de cada estrofe como podemos ver abaixo:
“Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras.
4534571368
Sou irritável e firo facilmente.
?
Também sou muito calmo e perdôo logo.
6355164
Não esqueço nunca.
375
Mas há poucas coisas de que eu me lembre.”
326623226
(Clarice Lispector)
A segunda estrofe do verso estava rasurada e isso levou o detetive O. Nesto a argumentar que talvez esse seria o código necessário para abrir o cofre. Seguindo as lógicas de formação numérica observada o número que falta na segunda estrofe do poema é:
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Considere as manchetes abaixo para responder a questão.
I. “Nany People canta sucesso de Rita Lee que a parabeniza”
(Site Terra, 26/11/2020. Disponível em: https://www.ofuxico.com.br/noticias-sobre-famosos/nany-people-canta-sucesso-de-rita-lee-que-a-parabeniza/2020/11/26-390666.html)
II. “Iza ganha o primeiro lugar na lista das 100 mulheres mais sexies do mundo mantida viva por fãs”
(Jornal Extra, 08/12/2020. Disponível em: https://br.noticias.yahoo.com/iza-ganha-o-primeiro-lugar-074413377.html)
Considere as seguintes afirmativas sobre as manchetes analisadas.
I - Em I, o pronome oblíquo necessariamente tem como referente “Rita Lee”.
II - Em II, “mantida viva por fãs” pode se referir tanto a “Iza” quanto a “lista”.
III - Em I, se houvesse vírgula antes de “que”, não haveria ambiguidade decorrente de “parabeniza” na sentença.
IV - Em II, trocar a posição do trecho ambíguo na sentença não alteraria seu sentido.
Está correto apenas o que se afirma em:
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Considere as manchetes abaixo para responder a questão.
I. “Nany People canta sucesso de Rita Lee que a parabeniza”
(Site Terra, 26/11/2020. Disponível em: https://www.ofuxico.com.br/noticias-sobre-famosos/nany-people-canta-sucesso-de-rita-lee-que-a-parabeniza/2020/11/26-390666.html)
II. “Iza ganha o primeiro lugar na lista das 100 mulheres mais sexies do mundo mantida viva por fãs”
(Jornal Extra, 08/12/2020. Disponível em: https://br.noticias.yahoo.com/iza-ganha-o-primeiro-lugar-074413377.html)
A ambiguidade das manchetes manifesta-se:
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Texto para a questão.
POR QUE A ESCOLA TRATA COM OS PAIS O QUE DEVERIA SER TRATADO COM OS ALUNOS?
Por que a maioria das escolas não quer ouvir seus alunos, preferindo resolver e tratar com os pais as situações difíceis que os alunos criam ou enfrentam no espaço escolar? Por que não considera os argumentos, posições e opiniões daqueles que são o foco de seu trabalho?
O alunado não tem voz nas escolas, a não ser para dizer o que a escola quer ouvir, e apenas quando ela pede que seja dito. Exatamente como há 10, 50, 100 anos atrás. O pior é que a maioria das famílias quer que seja assim!
Quase todos esperam as inovações tecnológicas com ansiedade. Carros, celulares, computadores, aparelhos eletrônicos domésticos, móveis e peças de vestuário, por exemplo, não devem continuar a ser sempre os mesmos: esperamos que melhorem, que tragam novidades, avanços. Estamos no século 21, afinal!
Mas esse raciocínio não se aplica ao trabalho, ao funcionamento e à organização escolar. É uma minoria de pais que estranha, por exemplo, que a escola os chame para tentar resolver questões da vida de seus filhos, que são alunos da escola.
A mãe de uma jovem que frequenta o ensino médio me escreveu para contar que, num dia de prova, a filha passou muito mal, com intoxicação alimentar. A garota, aluna dedicada, ligou para a escola, explicou o que estava ocorrendo e solicitou uma nova data para realizar a prova. Recebeu uma resposta negativa.
A mãe ficou zangada com a filha por ela ter decidido fazer isso sem consultá-la, foi à escola e, segundo ela mesma, "consertou" a situação, ou seja, a garota pode fazer a prova num outro dia. Depois, pensando melhor, essa mãe me escreveu perguntando se, já que a escola a tinha ouvido, não deveria ter antes ouvido sua aluna?
Outra mãe de aluna, esta já indignada, também escreveu para dizer que sua filha transgrediu uma regra do espaço escolar com outras colegas, e a direção convocou os pais de todas elas para comunicar a suspensão por três dias. Essa mãe estava ciente do ocorrido, mas pediu que as alunas estivessem presentes nessa reunião, e ouviu a direção dizer que aquela não era uma conversa para ter com as alunas, e sim com seus pais. E os demais pais presentes concordaram!
A vida escolar deveria ser tratada e resolvida entre alunos e escola. Diretamente, sem intermediações.
Por que colocar os pais no meio disso, ou melhor, por que eleger os pais como os personagens principais para tratar o que deveria ser tratado, negociado e resolvido diretamente com os alunos?
E ainda temos de ouvir discursos das escolas de que elas educam para a autonomia, o protagonismo, a cidadania, blá-blá-blá! Ora, como praticar essa educação chamando os pais para resolver os problemas?
Um grande número de crianças e jovens estão sendo criados pelas famílias e pelas escolas para que sejam dependentes, isso sim. De um lado, as escolas chamando os pais e contando tudo o que lá acontece com os alunos. Do outro, pais que esperam que seja assim mesmo e que reclamam quando isso não ocorre. Até nos cursos de graduação os pais são chamados!
Nossa sorte é que temos famílias –poucas, ainda– que não pensam assim, e crianças e jovens que não aceitam essa posição de passividade imposta e que, de um modo ou de outro, conseguem expressar que sua presença é a mais valiosa na escola, não a de seus pais.
(Rosely Sayão, Folha de S. Paulo, 11/04/2017. Disponível em: http://folha.com/no1874418)
Estão de acordo com a norma culta da língua portuguesa todos os trechos, exceto:
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Texto para a questão.
POR QUE A ESCOLA TRATA COM OS PAIS O QUE DEVERIA SER TRATADO COM OS ALUNOS?
Por que a maioria das escolas não quer ouvir seus alunos, preferindo resolver e tratar com os pais as situações difíceis que os alunos criam ou enfrentam no espaço escolar? Por que não considera os argumentos, posições e opiniões daqueles que são o foco de seu trabalho?
O alunado não tem voz nas escolas, a não ser para dizer o que a escola quer ouvir, e apenas quando ela pede que seja dito. Exatamente como há 10, 50, 100 anos atrás. O pior é que a maioria das famílias quer que seja assim!
Quase todos esperam as inovações tecnológicas com ansiedade. Carros, celulares, computadores, aparelhos eletrônicos domésticos, móveis e peças de vestuário, por exemplo, não devem continuar a ser sempre os mesmos: esperamos que melhorem, que tragam novidades, avanços. Estamos no século 21, afinal!
Mas esse raciocínio não se aplica ao trabalho, ao funcionamento e à organização escolar. É uma minoria de pais que estranha, por exemplo, que a escola os chame para tentar resolver questões da vida de seus filhos, que são alunos da escola.
A mãe de uma jovem que frequenta o ensino médio me escreveu para contar que, num dia de prova, a filha passou muito mal, com intoxicação alimentar. A garota, aluna dedicada, ligou para a escola, explicou o que estava ocorrendo e solicitou uma nova data para realizar a prova. Recebeu uma resposta negativa.
A mãe ficou zangada com a filha por ela ter decidido fazer isso sem consultá-la, foi à escola e, segundo ela mesma, "consertou" a situação, ou seja, a garota pode fazer a prova num outro dia. Depois, pensando melhor, essa mãe me escreveu perguntando se, já que a escola a tinha ouvido, não deveria ter antes ouvido sua aluna?
Outra mãe de aluna, esta já indignada, também escreveu para dizer que sua filha transgrediu uma regra do espaço escolar com outras colegas, e a direção convocou os pais de todas elas para comunicar a suspensão por três dias. Essa mãe estava ciente do ocorrido, mas pediu que as alunas estivessem presentes nessa reunião, e ouviu a direção dizer que aquela não era uma conversa para ter com as alunas, e sim com seus pais. E os demais pais presentes concordaram!
A vida escolar deveria ser tratada e resolvida entre alunos e escola. Diretamente, sem intermediações.
Por que colocar os pais no meio disso, ou melhor, por que eleger os pais como os personagens principais para tratar o que deveria ser tratado, negociado e resolvido diretamente com os alunos?
E ainda temos de ouvir discursos das escolas de que elas educam para a autonomia, o protagonismo, a cidadania, blá-blá-blá! Ora, como praticar essa educação chamando os pais para resolver os problemas?
Um grande número de crianças e jovens estão sendo criados pelas famílias e pelas escolas para que sejam dependentes, isso sim. De um lado, as escolas chamando os pais e contando tudo o que lá acontece com os alunos. Do outro, pais que esperam que seja assim mesmo e que reclamam quando isso não ocorre. Até nos cursos de graduação os pais são chamados!
Nossa sorte é que temos famílias –poucas, ainda– que não pensam assim, e crianças e jovens que não aceitam essa posição de passividade imposta e que, de um modo ou de outro, conseguem expressar que sua presença é a mais valiosa na escola, não a de seus pais.
(Rosely Sayão, Folha de S. Paulo, 11/04/2017. Disponível em: http://folha.com/no1874418)
No trecho “Depois, pensando melhor, essa mãe me escreveu perguntando se, já que a escola a tinha ouvido, não deveria ter antes ouvido sua aluna?”, a expressão destacada poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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Texto para a questão.
POR QUE A ESCOLA TRATA COM OS PAIS O QUE DEVERIA SER TRATADO COM OS ALUNOS?
Por que a maioria das escolas não quer ouvir seus alunos, preferindo resolver e tratar com os pais as situações difíceis que os alunos criam ou enfrentam no espaço escolar? Por que não considera os argumentos, posições e opiniões daqueles que são o foco de seu trabalho?
O alunado não tem voz nas escolas, a não ser para dizer o que a escola quer ouvir, e apenas quando ela pede que seja dito. Exatamente como há 10, 50, 100 anos atrás. O pior é que a maioria das famílias quer que seja assim!
Quase todos esperam as inovações tecnológicas com ansiedade. Carros, celulares, computadores, aparelhos eletrônicos domésticos, móveis e peças de vestuário, por exemplo, não devem continuar a ser sempre os mesmos: esperamos que melhorem, que tragam novidades, avanços. Estamos no século 21, afinal!
Mas esse raciocínio não se aplica ao trabalho, ao funcionamento e à organização escolar. É uma minoria de pais que estranha, por exemplo, que a escola os chame para tentar resolver questões da vida de seus filhos, que são alunos da escola.
A mãe de uma jovem que frequenta o ensino médio me escreveu para contar que, num dia de prova, a filha passou muito mal, com intoxicação alimentar. A garota, aluna dedicada, ligou para a escola, explicou o que estava ocorrendo e solicitou uma nova data para realizar a prova. Recebeu uma resposta negativa.
A mãe ficou zangada com a filha por ela ter decidido fazer isso sem consultá-la, foi à escola e, segundo ela mesma, "consertou" a situação, ou seja, a garota pode fazer a prova num outro dia. Depois, pensando melhor, essa mãe me escreveu perguntando se, já que a escola a tinha ouvido, não deveria ter antes ouvido sua aluna?
Outra mãe de aluna, esta já indignada, também escreveu para dizer que sua filha transgrediu uma regra do espaço escolar com outras colegas, e a direção convocou os pais de todas elas para comunicar a suspensão por três dias. Essa mãe estava ciente do ocorrido, mas pediu que as alunas estivessem presentes nessa reunião, e ouviu a direção dizer que aquela não era uma conversa para ter com as alunas, e sim com seus pais. E os demais pais presentes concordaram!
A vida escolar deveria ser tratada e resolvida entre alunos e escola. Diretamente, sem intermediações.
Por que colocar os pais no meio disso, ou melhor, por que eleger os pais como os personagens principais para tratar o que deveria ser tratado, negociado e resolvido diretamente com os alunos?
E ainda temos de ouvir discursos das escolas de que elas educam para a autonomia, o protagonismo, a cidadania, blá-blá-blá! Ora, como praticar essa educação chamando os pais para resolver os problemas?
Um grande número de crianças e jovens estão sendo criados pelas famílias e pelas escolas para que sejam dependentes, isso sim. De um lado, as escolas chamando os pais e contando tudo o que lá acontece com os alunos. Do outro, pais que esperam que seja assim mesmo e que reclamam quando isso não ocorre. Até nos cursos de graduação os pais são chamados!
Nossa sorte é que temos famílias –poucas, ainda– que não pensam assim, e crianças e jovens que não aceitam essa posição de passividade imposta e que, de um modo ou de outro, conseguem expressar que sua presença é a mais valiosa na escola, não a de seus pais.
(Rosely Sayão, Folha de S. Paulo, 11/04/2017. Disponível em: http://folha.com/no1874418)
Sobre os recursos de pontuação do texto é correto afirmar:
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Texto para a questão.
POR QUE A ESCOLA TRATA COM OS PAIS O QUE DEVERIA SER TRATADO COM OS ALUNOS?
Por que a maioria das escolas não quer ouvir seus alunos, preferindo resolver e tratar com os pais as situações difíceis que os alunos criam ou enfrentam no espaço escolar? Por que não considera os argumentos, posições e opiniões daqueles que são o foco de seu trabalho?
O alunado não tem voz nas escolas, a não ser para dizer o que a escola quer ouvir, e apenas quando ela pede que seja dito. Exatamente como há 10, 50, 100 anos atrás. O pior é que a maioria das famílias quer que seja assim!
Quase todos esperam as inovações tecnológicas com ansiedade. Carros, celulares, computadores, aparelhos eletrônicos domésticos, móveis e peças de vestuário, por exemplo, não devem continuar a ser sempre os mesmos: esperamos que melhorem, que tragam novidades, avanços. Estamos no século 21, afinal!
Mas esse raciocínio não se aplica ao trabalho, ao funcionamento e à organização escolar. É uma minoria de pais que estranha, por exemplo, que a escola os chame para tentar resolver questões da vida de seus filhos, que são alunos da escola.
A mãe de uma jovem que frequenta o ensino médio me escreveu para contar que, num dia de prova, a filha passou muito mal, com intoxicação alimentar. A garota, aluna dedicada, ligou para a escola, explicou o que estava ocorrendo e solicitou uma nova data para realizar a prova. Recebeu uma resposta negativa.
A mãe ficou zangada com a filha por ela ter decidido fazer isso sem consultá-la, foi à escola e, segundo ela mesma, "consertou" a situação, ou seja, a garota pode fazer a prova num outro dia. Depois, pensando melhor, essa mãe me escreveu perguntando se, já que a escola a tinha ouvido, não deveria ter antes ouvido sua aluna?
Outra mãe de aluna, esta já indignada, também escreveu para dizer que sua filha transgrediu uma regra do espaço escolar com outras colegas, e a direção convocou os pais de todas elas para comunicar a suspensão por três dias. Essa mãe estava ciente do ocorrido, mas pediu que as alunas estivessem presentes nessa reunião, e ouviu a direção dizer que aquela não era uma conversa para ter com as alunas, e sim com seus pais. E os demais pais presentes concordaram!
A vida escolar deveria ser tratada e resolvida entre alunos e escola. Diretamente, sem intermediações.
Por que colocar os pais no meio disso, ou melhor, por que eleger os pais como os personagens principais para tratar o que deveria ser tratado, negociado e resolvido diretamente com os alunos?
E ainda temos de ouvir discursos das escolas de que elas educam para a autonomia, o protagonismo, a cidadania, blá-blá-blá! Ora, como praticar essa educação chamando os pais para resolver os problemas?
Um grande número de crianças e jovens estão sendo criados pelas famílias e pelas escolas para que sejam dependentes, isso sim. De um lado, as escolas chamando os pais e contando tudo o que lá acontece com os alunos. Do outro, pais que esperam que seja assim mesmo e que reclamam quando isso não ocorre. Até nos cursos de graduação os pais são chamados!
Nossa sorte é que temos famílias –poucas, ainda– que não pensam assim, e crianças e jovens que não aceitam essa posição de passividade imposta e que, de um modo ou de outro, conseguem expressar que sua presença é a mais valiosa na escola, não a de seus pais.
(Rosely Sayão, Folha de S. Paulo, 11/04/2017. Disponível em: http://folha.com/no1874418)
Considere as afirmativas abaixo a respeito das relações sintático-semânticas entre elementos do texto:
I - No 4º parágrafo, “os” refere-se a “filhos”.
II - No 4º parágrafo, se a vírgula que antecede o pronome relativo fosse suprimida, haveria alteração de sentido do trecho.
III - No 6º parágrafo, as duas ocorrências do pronome “ela” têm o mesmo referente.
IV - No último parágrafo, os pronomes relativos retomam “famílias”, “crianças e jovens” e “crianças e jovens” respectivamente.
Está correto apenas o que se afirma em:
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Texto para a questão.
POR QUE A ESCOLA TRATA COM OS PAIS O QUE DEVERIA SER TRATADO COM OS ALUNOS?
Por que a maioria das escolas não quer ouvir seus alunos, preferindo resolver e tratar com os pais as situações difíceis que os alunos criam ou enfrentam no espaço escolar? Por que não considera os argumentos, posições e opiniões daqueles que são o foco de seu trabalho?
O alunado não tem voz nas escolas, a não ser para dizer o que a escola quer ouvir, e apenas quando ela pede que seja dito. Exatamente como há 10, 50, 100 anos atrás. O pior é que a maioria das famílias quer que seja assim!
Quase todos esperam as inovações tecnológicas com ansiedade. Carros, celulares, computadores, aparelhos eletrônicos domésticos, móveis e peças de vestuário, por exemplo, não devem continuar a ser sempre os mesmos: esperamos que melhorem, que tragam novidades, avanços. Estamos no século 21, afinal!
Mas esse raciocínio não se aplica ao trabalho, ao funcionamento e à organização escolar. É uma minoria de pais que estranha, por exemplo, que a escola os chame para tentar resolver questões da vida de seus filhos, que são alunos da escola.
A mãe de uma jovem que frequenta o ensino médio me escreveu para contar que, num dia de prova, a filha passou muito mal, com intoxicação alimentar. A garota, aluna dedicada, ligou para a escola, explicou o que estava ocorrendo e solicitou uma nova data para realizar a prova. Recebeu uma resposta negativa.
A mãe ficou zangada com a filha por ela ter decidido fazer isso sem consultá-la, foi à escola e, segundo ela mesma, "consertou" a situação, ou seja, a garota pode fazer a prova num outro dia. Depois, pensando melhor, essa mãe me escreveu perguntando se, já que a escola a tinha ouvido, não deveria ter antes ouvido sua aluna?
Outra mãe de aluna, esta já indignada, também escreveu para dizer que sua filha transgrediu uma regra do espaço escolar com outras colegas, e a direção convocou os pais de todas elas para comunicar a suspensão por três dias. Essa mãe estava ciente do ocorrido, mas pediu que as alunas estivessem presentes nessa reunião, e ouviu a direção dizer que aquela não era uma conversa para ter com as alunas, e sim com seus pais. E os demais pais presentes concordaram!
A vida escolar deveria ser tratada e resolvida entre alunos e escola. Diretamente, sem intermediações.
Por que colocar os pais no meio disso, ou melhor, por que eleger os pais como os personagens principais para tratar o que deveria ser tratado, negociado e resolvido diretamente com os alunos?
E ainda temos de ouvir discursos das escolas de que elas educam para a autonomia, o protagonismo, a cidadania, blá-blá-blá! Ora, como praticar essa educação chamando os pais para resolver os problemas?
Um grande número de crianças e jovens estão sendo criados pelas famílias e pelas escolas para que sejam dependentes, isso sim. De um lado, as escolas chamando os pais e contando tudo o que lá acontece com os alunos. Do outro, pais que esperam que seja assim mesmo e que reclamam quando isso não ocorre. Até nos cursos de graduação os pais são chamados!
Nossa sorte é que temos famílias –poucas, ainda– que não pensam assim, e crianças e jovens que não aceitam essa posição de passividade imposta e que, de um modo ou de outro, conseguem expressar que sua presença é a mais valiosa na escola, não a de seus pais.
(Rosely Sayão, Folha de S. Paulo, 11/04/2017. Disponível em: http://folha.com/no1874418)
A respeito das ideias defendidas pela autora em sua coluna na Folha de S. Paulo é correto apenas o que se afirma em:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
"Coronavírus, Covid-19, Sars, Mers… Nos últimos meses, os noticiários e as conversas do dia a dia giram em torno dos termos ligados à nova pandemia que já afeta mais de 200 países. (...). Vírus são agentes infecciosos que precisam de outros organismos para conseguir se replicar. Eles são tão pequenos que, em uma cabeça de alfinete, caberiam mais de 500 milhões de vírus da gripe comum. Em outras palavras: um vírus é um micróbio que precisa usar a estrutura das células do hospedeiro para continuar se disseminando. Sozinho, solto no ambiente, um vírus é incapaz de agir ou se multiplicar. (...). Segundo a Organização mundial de saúde, os vírus e as doenças causadas por eles costumam ter nomes diferentes – o vírus HIV, por exemplo, causa a AIDS. Os nomes dos vírus estão ligados à sua estrutura genética."
Fonte: ROTHMAN, Paula, Blog Seu dinheiro, 05 out. 2020. Disponivel em: <https://blog.nubank.com.br/o-que-e-coronavirus-de-onde-veio/>.
Indique, respectivamente, a família do vírus, o nome do vírus e o nome da doença causadores da pandemia que afeta o Brasil e o mundo:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
"O Banco Central colocou em circulação a nova cédula de R$ 200 nesta quarta-feira (2/9/20), com a imagem do animal escolhido nas cores cinza e sépia. Serão produzidas 450 milhões de unidades da nota este ano, que se junta a outras seis em uso no país. Em julho, após o anúncio de lançamento da nota pelo Banco Central, a cédula foi um dos assuntos mais compartilhados nas redes sociais no Brasil. O deputado federal Fred Costa (Patriotas-MG) também organizou uma campanha para o cão estampar nota de R$ 200. Além de um abaixo-assinado digital, ele levou o pedido da população diretamente ao BC no final de julho. Na época, segundo o deputado, o Banco Central havia prometido estudar ações contra os maus-tratos de animais."
Fonte: Adaptado de "Vira-lata caramelo é destaque em anúncio do BC sobre nova nota de R$ 200", G1, 02 set. 2020. Disponível em: <https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/09/02/vira-lata-caramelo-e-destaque-em-comercial-da-nova-nota-de-r-200.ghtml>.
Indique a alternativa com o nome do animal escolhido para a nova cédula de R$200:
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