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Disciplina: Serviço Social
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência SocialNOB: Norma Operacional Básica
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Disciplina: Serviço Social
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
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Disciplina: Serviço Social
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
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Disciplina: Serviço Social
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
- Assistente Social
- LegislaçãoLei 8.662/1993: Profissão de Assistente Social
- LegislaçãoResoluções do CFESS/CRESS
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Disciplina: Serviço Social
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária (arts. 19 ao 52-D)Da Família Substituta (arts. 28 ao 52-D)Da Guarda (Art. 33 a 35)
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. São João Boa Vista-SP
1 , 2 , 3 , 1 , 5 , 2 , 7 , 3 , 4 , 5 , 11 , ...
Qual número ocuparia a 20ª posição dessa sequência?
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Texto para a questão.
Leia, abaixo, uma delicada carta do escritor Caio Fernando Abreu aos pais:
A Nair e Zaél Abreu
São Paulo, 12 de agosto de 1987
Querida mãe, querido pai,
Não sei mais conviver com as pessoas. Tenho medo de uma casa cheia de pais e mães e irmãos e sobrinhos e cunhados e cunhadas. Tenho vivido tão só durante tantos — quase quarenta — anos. Devo estar acostumado.
Dormir 24 horas foi a maneira mais delicada que encontrei de não perturbar o equilíbrio de vocês — que é muito delicado. E também de não perturbar o meu próprio equilíbrio — que é tão ou mais delicado.
Estou me transformando aos poucos num ser humano meio viciado em solidão. E que só sabe escrever. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como “eu gosto de você”. Gosto de mim. Acho que é o destino dos escritores. E tenho pensado que, mais do que qualquer outra coisa, sou um escritor. Uma pessoa que escreve sobre a vida — como quem olha de uma janela — mas não consegue vivê-la.
Amo vocês como quem escreve para uma ficção: sem conseguir dizer nem mostrar isso. O que sobra é o áspero do gesto, é a secura da palavra. Por trás disso, há muito amor. Amor louco — todas as pessoas são loucas, inclusive nós; amor encabulado — nós, da fronteira com a Argentina, somos especialmente encabulados. Mas amor de verdade. Perdoem o silêncio, o sono, a rispidez, a solidão. Está ficando tarde, e eu tenho medo de ter desaprendido o jeito. É muito difícil ficar adulto.
Amo vocês,
seu filho
Caio
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