Foram encontradas 40 questões.
Ainda sobre a regência verbal:
I – Os cargos ____________ aspiro ainda exigem muito mais estudo. II – Alguns alunos não se lembraram ___________ precisavam trazer um litro de leite como ingresso para o aulão solidário. III – Não consigo acreditar _____________ esqueci a data de inscrição para acesso à universidade via Histórico Escolar. IV – O hotel ____________ pretendo me hospedar na virada do ano fica bem no centro de Blumenau.
Para completar as lacunas e as regências dos verbos acima, é correto o que se apresenta na alternativa:
I – Os cargos ____________ aspiro ainda exigem muito mais estudo. II – Alguns alunos não se lembraram ___________ precisavam trazer um litro de leite como ingresso para o aulão solidário. III – Não consigo acreditar _____________ esqueci a data de inscrição para acesso à universidade via Histórico Escolar. IV – O hotel ____________ pretendo me hospedar na virada do ano fica bem no centro de Blumenau.
Para completar as lacunas e as regências dos verbos acima, é correto o que se apresenta na alternativa:
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Sobre o morrer
“Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem
chegar ao paraíso. Mas a morte é o destino de todos
nós.” (Steve Jobs)
Odeio a ideia de morte repentina, embora todos
achem que é a melhor. Discordo. Tremo ao pensar que
o jaguar negro possa estar à espreita na próxima esquina. Não quero que seja súbita. Quero tempo para
escrever o meu haikai.
Mallarmé tinha o sonho de escrever um livro com uma palavra só. Achei-o louco. Depois compreendi. Para escrever um livro assim, de uma palavra só, seria preciso ter-se tornado sábio, infinitamente sábio. Tão sábio que soubesse qual é a última palavra, aquela que permanece solitária depois que todas as outras se calaram. Mas isso é coisa que só a Morte ensina. Mallarmé certamente era seu discípulo.
Mallarmé tinha o sonho de escrever um livro com uma palavra só. Achei-o louco. Depois compreendi. Para escrever um livro assim, de uma palavra só, seria preciso ter-se tornado sábio, infinitamente sábio. Tão sábio que soubesse qual é a última palavra, aquela que permanece solitária depois que todas as outras se calaram. Mas isso é coisa que só a Morte ensina. Mallarmé certamente era seu discípulo.
O último haikai é isto: o esforço supremo para dizer a
beleza simples da vida que se vai. Tenho terror de ser
enganado. Se estiver para morrer, que me digam. Se
me disserem que ainda me restam dez anos, continuarei a ser tolo, mosca agitada na teia das medíocres,
mesquinhas rotinas do cotidiano. Mas se só me restam
seis meses, então tudo se torna repentinamente puro
e luminoso. Os não essenciais se despregam do corpo,
como escamas inúteis.
A Morte me informa sobre o que realmente importa. Me daria o luxo de escolher as pessoas com quem conversar. E poderia ficar em silêncio, se o desejasse. Perante a morte tudo é desculpável… Creio que não mais
leria prosa. Com algumas exceções: Nietzsche, Camus,
Guimarães Rosa. Todos eles foram aprendizes da
mesma mestra. E certo que não perderia um segundo
com filosofia. E me dedicaria à poesia com uma volúpia
que até hoje não me permiti. Porque a poesia pertence
ao clima de verdade e encanto que a Morte instaura. E
ouviria mais Bach e Beethoven. Além de usar meu
tempo no prazer de cuidar do meu jardim…
Curioso que a Morte nada tenha a dizer sobre si
mesma. A Morte me informa sobre o que realmente
importa. Quem sabe sobre a Morte são os vivos. A
Morte, ao contrário, só fala sobre a Vida, e depois do
seu olhar tudo fica com aquele ar de “ausência que se
demora, uma despedida pronta a cumprir-se” (Cecília Meireles). E ela nos faz sempre a mesma pergunta:
“Afinal, que é que você está esperando?” (...)
s vezes ela chega perto demais, o susto é infinito, e
até deixa no corpo marcas de sua passagem. Mas se
tivermos coragem para a olharmos de frente é certo
que ficaremos sábios e a vida ganhará simplicidade e a
beleza de um haikai.
(Rubem Alves)
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Verifique os períodos seguintes sobre a necessidade ou não do acento indicativo de crase:
I – Primeiramente, agradeço a vocês pela oportunidade de trabalho nesta empresa. II – Para conseguir a declaração de frequência, vá àquela secretaria. III – Como precisamos chegar cedo para a consulta, sairemos de Laguna à meia-noite. IV – Devido à gravidade do caso, o juiz não aceitou colocar frente a frente os acusados e as vítimas.
Conforme as regras gramaticais, está correto o que se apresenta em:
I – Primeiramente, agradeço a vocês pela oportunidade de trabalho nesta empresa. II – Para conseguir a declaração de frequência, vá àquela secretaria. III – Como precisamos chegar cedo para a consulta, sairemos de Laguna à meia-noite. IV – Devido à gravidade do caso, o juiz não aceitou colocar frente a frente os acusados e as vítimas.
Conforme as regras gramaticais, está correto o que se apresenta em:
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Sobre o morrer
“Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem
chegar ao paraíso. Mas a morte é o destino de todos
nós.” (Steve Jobs)
Odeio a ideia de morte repentina, embora todos
achem que é a melhor. Discordo. Tremo ao pensar que
o jaguar negro possa estar à espreita na próxima esquina. Não quero que seja súbita. Quero tempo para
escrever o meu haikai.
Mallarmé tinha o sonho de escrever um livro com uma palavra só. Achei-o louco. Depois compreendi. Para escrever um livro assim, de uma palavra só, seria preciso ter-se tornado sábio, infinitamente sábio. Tão sábio que soubesse qual é a última palavra, aquela que permanece solitária depois que todas as outras se calaram. Mas isso é coisa que só a Morte ensina. Mallarmé certamente era seu discípulo.
Mallarmé tinha o sonho de escrever um livro com uma palavra só. Achei-o louco. Depois compreendi. Para escrever um livro assim, de uma palavra só, seria preciso ter-se tornado sábio, infinitamente sábio. Tão sábio que soubesse qual é a última palavra, aquela que permanece solitária depois que todas as outras se calaram. Mas isso é coisa que só a Morte ensina. Mallarmé certamente era seu discípulo.
O último haikai é isto: o esforço supremo para dizer a
beleza simples da vida que se vai. Tenho terror de ser
enganado. Se estiver para morrer, que me digam. Se
me disserem que ainda me restam dez anos, continuarei a ser tolo, mosca agitada na teia das medíocres,
mesquinhas rotinas do cotidiano. Mas se só me restam
seis meses, então tudo se torna repentinamente puro
e luminoso. Os não essenciais se despregam do corpo,
como escamas inúteis.
A Morte me informa sobre o que realmente importa. Me daria o luxo de escolher as pessoas com quem conversar. E poderia ficar em silêncio, se o desejasse. Perante a morte tudo é desculpável… Creio que não mais
leria prosa. Com algumas exceções: Nietzsche, Camus,
Guimarães Rosa. Todos eles foram aprendizes da
mesma mestra. E certo que não perderia um segundo
com filosofia. E me dedicaria à poesia com uma volúpia
que até hoje não me permiti. Porque a poesia pertence
ao clima de verdade e encanto que a Morte instaura. E
ouviria mais Bach e Beethoven. Além de usar meu
tempo no prazer de cuidar do meu jardim…
Curioso que a Morte nada tenha a dizer sobre si
mesma. A Morte me informa sobre o que realmente
importa. Quem sabe sobre a Morte são os vivos. A
Morte, ao contrário, só fala sobre a Vida, e depois do
seu olhar tudo fica com aquele ar de “ausência que se
demora, uma despedida pronta a cumprir-se” (Cecília Meireles). E ela nos faz sempre a mesma pergunta:
“Afinal, que é que você está esperando?” (...)
s vezes ela chega perto demais, o susto é infinito, e
até deixa no corpo marcas de sua passagem. Mas se
tivermos coragem para a olharmos de frente é certo
que ficaremos sábios e a vida ganhará simplicidade e a
beleza de um haikai.
(Rubem Alves)
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Sobre o morrer
“Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem
chegar ao paraíso. Mas a morte é o destino de todos
nós.” (Steve Jobs)
Odeio a ideia de morte repentina, embora todos
achem que é a melhor. Discordo. Tremo ao pensar que
o jaguar negro possa estar à espreita na próxima esquina. Não quero que seja súbita. Quero tempo para
escrever o meu haikai.
Mallarmé tinha o sonho de escrever um livro com uma palavra só. Achei-o louco. Depois compreendi. Para escrever um livro assim, de uma palavra só, seria preciso ter-se tornado sábio, infinitamente sábio. Tão sábio que soubesse qual é a última palavra, aquela que permanece solitária depois que todas as outras se calaram. Mas isso é coisa que só a Morte ensina. Mallarmé certamente era seu discípulo.
Mallarmé tinha o sonho de escrever um livro com uma palavra só. Achei-o louco. Depois compreendi. Para escrever um livro assim, de uma palavra só, seria preciso ter-se tornado sábio, infinitamente sábio. Tão sábio que soubesse qual é a última palavra, aquela que permanece solitária depois que todas as outras se calaram. Mas isso é coisa que só a Morte ensina. Mallarmé certamente era seu discípulo.
O último haikai é isto: o esforço supremo para dizer a
beleza simples da vida que se vai. Tenho terror de ser
enganado. Se estiver para morrer, que me digam. Se
me disserem que ainda me restam dez anos, continuarei a ser tolo, mosca agitada na teia das medíocres,
mesquinhas rotinas do cotidiano. Mas se só me restam
seis meses, então tudo se torna repentinamente puro
e luminoso. Os não essenciais se despregam do corpo,
como escamas inúteis.
A Morte me informa sobre o que realmente importa. Me daria o luxo de escolher as pessoas com quem conversar. E poderia ficar em silêncio, se o desejasse. Perante a morte tudo é desculpável… Creio que não mais
leria prosa. Com algumas exceções: Nietzsche, Camus,
Guimarães Rosa. Todos eles foram aprendizes da
mesma mestra. E certo que não perderia um segundo
com filosofia. E me dedicaria à poesia com uma volúpia
que até hoje não me permiti. Porque a poesia pertence
ao clima de verdade e encanto que a Morte instaura. E
ouviria mais Bach e Beethoven. Além de usar meu
tempo no prazer de cuidar do meu jardim…
Curioso que a Morte nada tenha a dizer sobre si
mesma. A Morte me informa sobre o que realmente
importa. Quem sabe sobre a Morte são os vivos. A
Morte, ao contrário, só fala sobre a Vida, e depois do
seu olhar tudo fica com aquele ar de “ausência que se
demora, uma despedida pronta a cumprir-se” (Cecília Meireles). E ela nos faz sempre a mesma pergunta:
“Afinal, que é que você está esperando?” (...)
s vezes ela chega perto demais, o susto é infinito, e
até deixa no corpo marcas de sua passagem. Mas se
tivermos coragem para a olharmos de frente é certo
que ficaremos sábios e a vida ganhará simplicidade e a
beleza de um haikai.
(Rubem Alves)
“Mas se tivermos coragem para a olharmos de frente é certo que ficaremos sábios e a vida ganhará simplicidade e a beleza de um haikai.”
I – “Coragem”: objeto direto; II – “de frente”: adjunto adverbial de modo; III – “sábios”: predicativo do sujeito; IV – “simplicidade e a beleza de um haikai”: complementos nominais.
De acordo com a gramática da Língua Portuguesa, podemos afirmar que:
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Sobre o morrer
“Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem
chegar ao paraíso. Mas a morte é o destino de todos
nós.” (Steve Jobs)
Odeio a ideia de morte repentina, embora todos
achem que é a melhor. Discordo. Tremo ao pensar que
o jaguar negro possa estar à espreita na próxima esquina. Não quero que seja súbita. Quero tempo para
escrever o meu haikai.
Mallarmé tinha o sonho de escrever um livro com uma palavra só. Achei-o louco. Depois compreendi. Para escrever um livro assim, de uma palavra só, seria preciso ter-se tornado sábio, infinitamente sábio. Tão sábio que soubesse qual é a última palavra, aquela que permanece solitária depois que todas as outras se calaram. Mas isso é coisa que só a Morte ensina. Mallarmé certamente era seu discípulo.
Mallarmé tinha o sonho de escrever um livro com uma palavra só. Achei-o louco. Depois compreendi. Para escrever um livro assim, de uma palavra só, seria preciso ter-se tornado sábio, infinitamente sábio. Tão sábio que soubesse qual é a última palavra, aquela que permanece solitária depois que todas as outras se calaram. Mas isso é coisa que só a Morte ensina. Mallarmé certamente era seu discípulo.
O último haikai é isto: o esforço supremo para dizer a
beleza simples da vida que se vai. Tenho terror de ser
enganado. Se estiver para morrer, que me digam. Se
me disserem que ainda me restam dez anos, continuarei a ser tolo, mosca agitada na teia das medíocres,
mesquinhas rotinas do cotidiano. Mas se só me restam
seis meses, então tudo se torna repentinamente puro
e luminoso. Os não essenciais se despregam do corpo,
como escamas inúteis.
A Morte me informa sobre o que realmente importa. Me daria o luxo de escolher as pessoas com quem conversar. E poderia ficar em silêncio, se o desejasse. Perante a morte tudo é desculpável… Creio que não mais
leria prosa. Com algumas exceções: Nietzsche, Camus,
Guimarães Rosa. Todos eles foram aprendizes da
mesma mestra. E certo que não perderia um segundo
com filosofia. E me dedicaria à poesia com uma volúpia
que até hoje não me permiti. Porque a poesia pertence
ao clima de verdade e encanto que a Morte instaura. E
ouviria mais Bach e Beethoven. Além de usar meu
tempo no prazer de cuidar do meu jardim…
Curioso que a Morte nada tenha a dizer sobre si
mesma. A Morte me informa sobre o que realmente
importa. Quem sabe sobre a Morte são os vivos. A
Morte, ao contrário, só fala sobre a Vida, e depois do
seu olhar tudo fica com aquele ar de “ausência que se
demora, uma despedida pronta a cumprir-se” (Cecília Meireles). E ela nos faz sempre a mesma pergunta:
“Afinal, que é que você está esperando?” (...)
s vezes ela chega perto demais, o susto é infinito, e
até deixa no corpo marcas de sua passagem. Mas se
tivermos coragem para a olharmos de frente é certo
que ficaremos sábios e a vida ganhará simplicidade e a
beleza de um haikai.
(Rubem Alves)
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Atenção à presença ou à ausência do acento indicativo de crase e, consequentemente, à mudança de
sentido.
I – Eu estudo a noite. Eu estudo à noite. II – Entregue a minha mãe. Entregue à minha mãe. III – A primeira vista foi um encanto. primeira vista foi um encanto. IV – Comprei a vista. Comprei à vista.
Analisadas as frases acima, temos mudança de sentido em:
I – Eu estudo a noite. Eu estudo à noite. II – Entregue a minha mãe. Entregue à minha mãe. III – A primeira vista foi um encanto. primeira vista foi um encanto. IV – Comprei a vista. Comprei à vista.
Analisadas as frases acima, temos mudança de sentido em:
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Sobre o morrer
“Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem
chegar ao paraíso. Mas a morte é o destino de todos
nós.” (Steve Jobs)
Odeio a ideia de morte repentina, embora todos
achem que é a melhor. Discordo. Tremo ao pensar que
o jaguar negro possa estar à espreita na próxima esquina. Não quero que seja súbita. Quero tempo para
escrever o meu haikai.
Mallarmé tinha o sonho de escrever um livro com uma palavra só. Achei-o louco. Depois compreendi. Para escrever um livro assim, de uma palavra só, seria preciso ter-se tornado sábio, infinitamente sábio. Tão sábio que soubesse qual é a última palavra, aquela que permanece solitária depois que todas as outras se calaram. Mas isso é coisa que só a Morte ensina. Mallarmé certamente era seu discípulo.
Mallarmé tinha o sonho de escrever um livro com uma palavra só. Achei-o louco. Depois compreendi. Para escrever um livro assim, de uma palavra só, seria preciso ter-se tornado sábio, infinitamente sábio. Tão sábio que soubesse qual é a última palavra, aquela que permanece solitária depois que todas as outras se calaram. Mas isso é coisa que só a Morte ensina. Mallarmé certamente era seu discípulo.
O último haikai é isto: o esforço supremo para dizer a
beleza simples da vida que se vai. Tenho terror de ser
enganado. Se estiver para morrer, que me digam. Se
me disserem que ainda me restam dez anos, continuarei a ser tolo, mosca agitada na teia das medíocres,
mesquinhas rotinas do cotidiano. Mas se só me restam
seis meses, então tudo se torna repentinamente puro
e luminoso. Os não essenciais se despregam do corpo,
como escamas inúteis.
A Morte me informa sobre o que realmente importa. Me daria o luxo de escolher as pessoas com quem conversar. E poderia ficar em silêncio, se o desejasse. Perante a morte tudo é desculpável… Creio que não mais
leria prosa. Com algumas exceções: Nietzsche, Camus,
Guimarães Rosa. Todos eles foram aprendizes da
mesma mestra. E certo que não perderia um segundo
com filosofia. E me dedicaria à poesia com uma volúpia
que até hoje não me permiti. Porque a poesia pertence
ao clima de verdade e encanto que a Morte instaura. E
ouviria mais Bach e Beethoven. Além de usar meu
tempo no prazer de cuidar do meu jardim…
Curioso que a Morte nada tenha a dizer sobre si
mesma. A Morte me informa sobre o que realmente
importa. Quem sabe sobre a Morte são os vivos. A
Morte, ao contrário, só fala sobre a Vida, e depois do
seu olhar tudo fica com aquele ar de “ausência que se
demora, uma despedida pronta a cumprir-se” (Cecília Meireles). E ela nos faz sempre a mesma pergunta:
“Afinal, que é que você está esperando?” (...)
s vezes ela chega perto demais, o susto é infinito, e
até deixa no corpo marcas de sua passagem. Mas se
tivermos coragem para a olharmos de frente é certo
que ficaremos sábios e a vida ganhará simplicidade e a
beleza de um haikai.
(Rubem Alves)
I – Não se deve enganar as pessoas quanto ao tempo de vida que lhes resta. II – Diante da morte iminente, o tempo seria de escolhas, assim como as leituras, selecionadas. III – A morte deve ser lenta, oportunizando tempo para o “haikai” e para as despedidas. IV – É preciso coragem para olhar a morte e reavaliar a vida.
No contexto em análise, podemos dizer que:
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Questão presente nas seguintes provas
Sobre o morrer
“Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem
chegar ao paraíso. Mas a morte é o destino de todos
nós.” (Steve Jobs)
Odeio a ideia de morte repentina, embora todos
achem que é a melhor. Discordo. Tremo ao pensar que
o jaguar negro possa estar à espreita na próxima esquina. Não quero que seja súbita. Quero tempo para
escrever o meu haikai.
Mallarmé tinha o sonho de escrever um livro com uma palavra só. Achei-o louco. Depois compreendi. Para escrever um livro assim, de uma palavra só, seria preciso ter-se tornado sábio, infinitamente sábio. Tão sábio que soubesse qual é a última palavra, aquela que permanece solitária depois que todas as outras se calaram. Mas isso é coisa que só a Morte ensina. Mallarmé certamente era seu discípulo.
Mallarmé tinha o sonho de escrever um livro com uma palavra só. Achei-o louco. Depois compreendi. Para escrever um livro assim, de uma palavra só, seria preciso ter-se tornado sábio, infinitamente sábio. Tão sábio que soubesse qual é a última palavra, aquela que permanece solitária depois que todas as outras se calaram. Mas isso é coisa que só a Morte ensina. Mallarmé certamente era seu discípulo.
O último haikai é isto: o esforço supremo para dizer a
beleza simples da vida que se vai. Tenho terror de ser
enganado. Se estiver para morrer, que me digam. Se
me disserem que ainda me restam dez anos, continuarei a ser tolo, mosca agitada na teia das medíocres,
mesquinhas rotinas do cotidiano. Mas se só me restam
seis meses, então tudo se torna repentinamente puro
e luminoso. Os não essenciais se despregam do corpo,
como escamas inúteis.
A Morte me informa sobre o que realmente importa. Me daria o luxo de escolher as pessoas com quem conversar. E poderia ficar em silêncio, se o desejasse. Perante a morte tudo é desculpável… Creio que não mais
leria prosa. Com algumas exceções: Nietzsche, Camus,
Guimarães Rosa. Todos eles foram aprendizes da
mesma mestra. E certo que não perderia um segundo
com filosofia. E me dedicaria à poesia com uma volúpia
que até hoje não me permiti. Porque a poesia pertence
ao clima de verdade e encanto que a Morte instaura. E
ouviria mais Bach e Beethoven. Além de usar meu
tempo no prazer de cuidar do meu jardim…
Curioso que a Morte nada tenha a dizer sobre si
mesma. A Morte me informa sobre o que realmente
importa. Quem sabe sobre a Morte são os vivos. A
Morte, ao contrário, só fala sobre a Vida, e depois do
seu olhar tudo fica com aquele ar de “ausência que se
demora, uma despedida pronta a cumprir-se” (Cecília Meireles). E ela nos faz sempre a mesma pergunta:
“Afinal, que é que você está esperando?” (...)
s vezes ela chega perto demais, o susto é infinito, e
até deixa no corpo marcas de sua passagem. Mas se
tivermos coragem para a olharmos de frente é certo
que ficaremos sábios e a vida ganhará simplicidade e a
beleza de um haikai.
(Rubem Alves)
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1257335
Ano: 2017
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. São João Batista-SC
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: FAEPESUL
Orgão: Pref. São João Batista-SC
Provas:
- Contrato de TrabalhoVínculo Pré-contratual, Contratual e Pós-contratual
- Contrato de TrabalhoDos contratos de natureza trabalhista
- Relações LaboraisRelação de Trabalho e de Emprego
Analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta em relação ao disposto na Consolidação
das Leis do Trabalho:
I- A contratação do autônomo, cumpridas por este todas as formalidades legais, de forma contínua ou não, afasta a qualidade de empregado prevista no art. 3º da CLT. II- O contrato individual de trabalho poderá ser acordado tácita ou expressamente, verbalmente ou por escrito, por prazo determinado ou indeterminado, ou para prestação de trabalho intermitente. III- Durante o período de inatividade, o empregado poderá prestar serviços de qualquer natureza a outros tomadores de serviço, que exerçam ou não a mesma atividade econômica, utilizando contrato de trabalho intermitente ou outra modalidade de contrato de trabalho.
I- A contratação do autônomo, cumpridas por este todas as formalidades legais, de forma contínua ou não, afasta a qualidade de empregado prevista no art. 3º da CLT. II- O contrato individual de trabalho poderá ser acordado tácita ou expressamente, verbalmente ou por escrito, por prazo determinado ou indeterminado, ou para prestação de trabalho intermitente. III- Durante o período de inatividade, o empregado poderá prestar serviços de qualquer natureza a outros tomadores de serviço, que exerçam ou não a mesma atividade econômica, utilizando contrato de trabalho intermitente ou outra modalidade de contrato de trabalho.
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