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Foram encontradas 60 questões.

2003166 Ano: 2020
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: Pref. São Felipe D'Oeste-RO
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São doenças erradicadas ou nunca registradas no País, que requerem notificação imediata de caso suspeito ou diagnóstico laboratorial, segundo a IN nº 50 de 2013 do MAPA:

 

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2003165 Ano: 2020
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: Pref. São Felipe D'Oeste-RO
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Segundo o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal são alterações na planta de um estabelecimento registrado ou relacionado que requerem análise prévia do projeto pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA):
 

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2003164 Ano: 2020
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: Pref. São Felipe D'Oeste-RO
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Em relação às condições gerais básicas comuns aos estabelecimentos de produtos de origem animal, pode-se afirmar que:
 

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2003163 Ano: 2020
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: Pref. São Felipe D'Oeste-RO
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No Brasil, a Resolução da Diretoria Colegiada nº 135 de 2017 (ANVISA) define que os alimentos considerados isentos de lactose contêm quantidade de lactose:
 

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2003162 Ano: 2020
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: Pref. São Felipe D'Oeste-RO
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O Decreto nº 9013 de 2017 do MAPA dispõe sobre o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal no Brasil. Em relação a este Decreto, é CORRETO afirmar:
 

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2003161 Ano: 2020
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: Pref. São Felipe D'Oeste-RO
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A Instrução Normativa nº 20 de 2016 do MAPA estabelece ações para o controle e monitoramento de Salmonella spp. nos estabelecimentos avícolas comerciais de frangos e perus de corte, registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF). São medidas de controle de salmonelose:
 

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2003160 Ano: 2020
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: Pref. São Felipe D'Oeste-RO
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De forma a atender às Boas Práticas de Fabricação (BPF) as áreas de fabricação de produtos de uso veterinário devem possuir instalações exclusivas e separadas, com sistema independente de ar para:
 

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2003159 Ano: 2020
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: Pref. São Felipe D'Oeste-RO
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A contaminação dos alimentos pode ocorrer em qualquer etapa da cadeia de produção. São exemplos de contaminação biológica, química e física, respectivamente:
 

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2003158 Ano: 2020
Disciplina: Veterinária
Banca: IBADE
Orgão: Pref. São Felipe D'Oeste-RO
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A tabela abaixo apresenta informações sobre o sexo e o peso ao nascer (PN) de 8 animais de uma fazenda hipotética.

Enunciado 2003158-1

A média aritmética do peso, a amplitude total do peso e a frequência absoluta para o sexo macho da fazenda são:

 

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2003105 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. São Felipe D'Oeste-RO
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O PAPEL DO PAPEL

Comecei a escrever sobre o mundo da tecnologia da informação em 1987, quando ele ainda nem atendia por esse nome. Dizíamos apenas “informática”, e o termo englobava tudo, até visões opostas do que estava em jogo. Para a maioria, informática era a definição de um universo habitado por nerds e máquina, inenarravelmente chato; para a minoria que habitava o tal universo, era uma coleção de maravilhas e de possibilidades que mudariam o mundo. O tempo se encarregou de mostrar que estávamos certos. E embora a ideia do que é ou não chato seja altamente subjetiva, o fato é que mesmo quem não suportava (e ainda não suporta) computadores, hoje tem uma vida mais divertida graças ao que se cozinhava naquele caldeirão. O que ninguém poderia imaginar, porém, era quanto e como o mundo mudaria.

Era impossível, na época, prever o impacto planetário da internet. Por outro lado, muitos estavam convencidos de que caminhávamos, a passos largos, para uma sociedade sem papel. Teríamos pequenos computadores de bolso, extensão dos desktops de casa, que usaríamos para carregar nossos dados, fazer anotações e mesmo pagar as contas via IFRD (infravermelho) com aparelhos universalmente espalhados pelo comércio. Adeus dinheiro de papel, recebidos, papelada! O palm foi, até certo ponto, a materialização dessa ideia, mas nunca tomou o lugar dos cartões de credito. Os celulares, que vieram correndo por fora, começam agora a apontar nessa direção.

Todas as necessidades de comunicação, leitura e arquivamento se resolveriam eletronicamente. Na sociedade sem papel, as escrivaninhas seriam tão limpas que dariam aflição: nada de livros, bloquinhos, revistas, calhamaços diversos. Pessoalmente, eu não levava a menor Fé nessa visão. Comungava do credo oposto – até porque nunca antes, na história desse planeta, se vira tanto papel. Bastava ver o tamanho dos manuais publicados a cada nova versão de software. Além disso, como os manuais eram invariavelmente ruins, os updates davam filhotes nas livrarias, onde sólidos tomos de centenas de páginas tentavam explicar o que os engenheiros de software não conseguiam.

Ao mesmo tempo, a popularização dos computadores trouxe, na sua esteira, a disseminação das impressoras. Criava-se, aí, um cenário de calamidade, que unia a facilidade de produzir toda a espécie de, vá lá, “conteúdo” – de trabalhos escolares a planilhas e memorandos – à inédita possibilidade de reproduzi-lo ao infinito. Cansei de ver executivos que começavam o dia de trabalho lendo os e-mails... caprichosamente impressos pelas secretárias. E cansei, eu mesma, de guardar longos estudos e processos, que imprimia para ler na condução entre a minha casa e o jornal.

Fomos salvos da lenta morte por asfixia em montanhas de impressos pelo custo impraticável dos cartuchos de tinta. Estou certa de que, um dia, a humanidade saberá reconhecer este inestimável serviço prestado pelos fabricantes de impressoras.

Parte do mérito cabe também às telas, que aumentaram de resolução, tamanho, visibilidade. Um LCD com 20 polegadas, como que eu uso e que já não é nada demais, oferece indiscutivelmente uma leitura mais confortável do que os velhos monitores de fósforo verde de 10 polegadas (alguém se lembra?). As próprias telinhas dos Blackberries e dos celulares já dão para o gasto. Taí uma tecnologia que evolui com velocidade muito superior à dos e-papers, diversos tipos de papel eletrônico que há tempos vêm sendo pesquisados. Neles, em tese, poderiam circular jornais e revistas, mas estou entre os que acham seu futuro mais certo na área dos cartazes e displays.

O Kindle e outros leitores – cujos primeiros antepassados vieram ao mundo, sem sucesso, no início dos anos 1990 – prometem remover parte das montanhas de papel que ainda nos circundam. São o suporte perfeito para livros de referência e manuais que precisam de atualização, e para livros de leitura rápida, como a maioria dos best-sellers; mas não conseguirão substituir edições caprichadas das obras que amamos, livros de arte ou, no outro extremo, livros de bolso baratinhos. Ou alguém se arrisca a levar um Kindle para a praia?

Cora Rónai – Jornal O Globo, 26/09/2009

“Fomos salvos da lenta morte por asfixia em montanhas de impressos...” Quem é o agente da passiva?
 

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