Foram encontradas 30 questões.
1051430
Ano: 2018
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Excelência
Orgão: Pref. São Carlos-SP
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Excelência
Orgão: Pref. São Carlos-SP
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- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Abstração
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Encapsulamento
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Herança
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Polimorfismo
Considerando a programação orientada a objetos e suas características ante a programação estruturada, na programação orientada a objetos podemos considerar alguns pilares, esses são necessários para considerar a linguagem orientada a objeto. Referente ao princípio pelo qual duas ou mais classes derivadas de uma mesma superclasse podem invocar métodos que têm a mesma identificação (assinatura), mas comportamentos distintos, especializados para cada classe derivada, usando para tanto uma referência a um objeto do tipo da superclasse. Qual o princípio citado acima, dentre as alternativas listadas?
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1051429
Ano: 2018
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Excelência
Orgão: Pref. São Carlos-SP
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: Excelência
Orgão: Pref. São Carlos-SP
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Considerando o desenvolvimento de software em camadas, em suas características considere se verdadeiro ou falso as afirmativas abaixo: ( ) - É possível compreender uma única camada coerentemente como um todo, sem a necessidade de muito conhecimento das outras camadas. Por exemplo, é possível compreender como construir um FTP baseado em TCP, sem conhecer os detalhes de como funciona Ethernet ( ) – As camadas não podem ser substituídas por implementações alternativas dos mesmos serviços básicos. Um serviço de FTP não pode ser executado sem alterações básicas sobre Ethernet ou sobre PPP; ( ) - A dependência de camadas é reduzida. Se um provedor de banda larga altera seu sistema físico de transmissão, desde que o IP continue funcionando, não há alterações no serviço de FTP; ( ) - Uma vez construída, a camada não pode ser utilizada por outros serviços de nível mais alto. Portanto todos essas camadas devem implementar seu próprio protocolo de nível inferior.
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1051288
Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Excelência
Orgão: Pref. São Carlos-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Excelência
Orgão: Pref. São Carlos-SP
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Foram realizadas algumas pesquisas nos
mercados sobre o preço do feijão, sendo obtido os
seguintes valores: R$ 2,30; R$ 2,57; R$ 3,50; R$ 4,10;
R$ 2,15; R$ 3,68 e R$ 4,23. Com base nesses valores,
a variação de preço foi de:
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1051285
Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Excelência
Orgão: Pref. São Carlos-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Excelência
Orgão: Pref. São Carlos-SP
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A sentença logica “Carla é babá ou Lara não é do
Brasil” equivalente a:
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Assinale a alternativa que NÃO representa um número primo.
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Encontre o MDC de 230 e 420.
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Assinale a alternativa em que as palavras sejam
acentuadas da mesma forma que felicidade, próximo e
arroz respectivamente.
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Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma
oração coordenada.
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Complete a lacuna com os pronomes corretamente. I) Ouviram- gritar muito alto. II) Não existe mais nenhum sentimento entre e você. III) Entrega o presente que sua tia mandou.
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O diamante – Crônica de Fernando Sabino
Em 1933 Jovelino, garimpeiro no interior da Bahia, concluiu que ali não havia mais nada a garimpar. Os filhos viviam da mão pra boca, Jovelino já não via jeito de conseguir com que prover o sustento da família. E resolveu se mandar para Goiás, onde Anápolis, a nova terra da promissão, atraía a cobiça dos garimpeiros de tudo quanto era parte, com seus diamantes reluzindo à flor da terra. Jovelino reuniu a filharada, e com a mulher, o genro, dois cunhados, meteu o pé na estrada.
Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andança com a sua tribo, pernoitando em paióis de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada.
Vai daí Jovelino chegou aos arredores de Anápolis depois de muitas luas e ali se estabeleceu, firme no cabo da enxada, cavando a terra e encontrando pedras que não eram diamantes. Daqui para ali, dali para lá, ano vai, ano vem, Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava. Quem me conta é o filho do fazendeiro de quem Jovelino se tornou empregado:
— Ao fim de dez anos ele concluiu que não encontraria diamante nenhum, e resolveu voltar com sua família para a Bahia onde a vida, segundo diziam, agora era melhorzinha. Não dava diamante não, mas o governo prometia emprego seguro a quem quisesse trabalhar.
Jovelino reuniu a família e botou pé na estrada, de volta à terra de nascença, onde haveria de morrer. Mais um ano palmilhado palmo a palmo em terra batida, vivendo de favor, Jovelino e sua obrigação, de vez em quando perdendo um, que isso de filho é criação que morre muito. Foi nos idos de 43:
— Chegou lá e se instalou no mesmo lugar de onde havia saído. Governo deu emprego não. Plantou sua rocinha e foi se aguentando. Até que um dia…
Até que um dia de noite Jovelino teve um sonho. Sonhou que amanhava a terra e de repente, numa enxadada certeira, a terra escorreu… A terra escorreu e aos seus olhos brilhou, reluziu, faiscou, resplandeceu um diamante soberbo, deslumbrante como uma imensa estrela no céu — como uma estrela no céu? Como o próprio olho de Deus! Jovelino olhou ao redor de seu sonho e viu que estava em Anápolis, no mesmo sítio em que tinha desenterrado a sua desilusão.
E para lá partiu, dia seguinte mesmo, arrastando sua cambada. Levou nisso um entreano, repetindo pernoites revividos, tome estrada! Deu por si em terra de novo goiana. Quem me conta é o filho do fazendeiro:
— Você precisava de ver o furor com que Jovelino procurou o diamante de seu sonho. A terra de Goiás ficou para sempre revolvida, graças à enxada dele. De vez em quando desmoronava, Jovelino ia ver, não era um diamante, era um calhau. Até que um dia…
— Encontrou? — perguntei, já aflito.
— Encontrou nada! Empregou-se na fazenda de meu pai, o tempo passou, os filhos crescidos lhe deram netos, a mulher já morta e enterrada, livre dos cunhados, os genros bem arranjados na vida. Um deles é coletor em Goiânia.
O próprio Jovelino, entrado em anos, era agora um velho sacudido e bem disposto, que tinha mais o que fazer do que cuidar de garimpagens. Mas um dia não resistiu: passou a mão na sua enxada, e sem avisar ninguém, o olhar reluzente de esperança, partiu à procura do impossível, do irreal, do inexistente diamante de seu sonho.
http://contobrasileiro.com.br/o-diamante-cronica-de-fernando-sabino/
Assinale a alternativa que contenha uma figura de linguagem de metonímia.
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