Foram encontradas 670 questões.
Pra lhes dizer a verdade, não sei onde meu pai arranjou
aquele almanaque, velharia do século passado, e que catalogava os municípios das Minas Gerais, um por um. Tenho
de confessar que, como aquele, ainda não vi outro, tão bem
arranjado e consciente das coisas que deviam ser preservadas para a posteridade. Tanto assim que, além de exaltar as
belezas do lugar e as excelências do clima, descrevia o povo,
listando os vultos mais ilustres, começando, como era de se
esperar, pelos capitalistas, fazendeiros e donos de lojas, passando então aos médicos, boticários, bacharéis e sacerdotes, sem se esquecer, ainda que no fim, dos mestres-escolas.
Lá, bem no começo, seguindo a ordem alfabética, estava Boa
Esperança, terra de meu pai, e ele ajeitou os óculos para
ver se descobria naquele registro do passado a informação
de algum antepassado ilustre, quem sabe alguma glória de
que se pudesse gabar! E o dedo indicador foi percorrendo
o rol dos importantes pelo sobrenome, pois que de primeiro
nome todas as memórias já tinham sido apagadas. Até que
parou. Lá estava. Não podia haver dúvidas. O sobrenome era
o mesmo: Espírito Santo. Profissão: tropeiro. Tropeiro? Isto
mesmo. E com a tropa de burros e o barulho imaginário dos
sinos da madrinha, pelas trilhas da serra da Boa Esperança
que o Lamartine Babo cantou, foram-se também as esperanças de um passado glorioso.
(Rubem Alves, Conversas com quem gosta de ensinar. Adaptado)
• Lá [...] estava Boa Esperança, terra de meu pai, e ele ajeitou os óculos...
• ... quem sabe alguma glória de que se pudesse gabar!
As vírgulas, na primeira passagem, e o ponto de exclamação, na segunda, são empregados, correta e respectivamente, para
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Pra lhes dizer a verdade, não sei onde meu pai arranjou
aquele almanaque, velharia do século passado, e que catalogava os municípios das Minas Gerais, um por um. Tenho
de confessar que, como aquele, ainda não vi outro, tão bem
arranjado e consciente das coisas que deviam ser preservadas para a posteridade. Tanto assim que, além de exaltar as
belezas do lugar e as excelências do clima, descrevia o povo,
listando os vultos mais ilustres, começando, como era de se
esperar, pelos capitalistas, fazendeiros e donos de lojas, passando então aos médicos, boticários, bacharéis e sacerdotes, sem se esquecer, ainda que no fim, dos mestres-escolas.
Lá, bem no começo, seguindo a ordem alfabética, estava Boa
Esperança, terra de meu pai, e ele ajeitou os óculos para
ver se descobria naquele registro do passado a informação
de algum antepassado ilustre, quem sabe alguma glória de
que se pudesse gabar! E o dedo indicador foi percorrendo
o rol dos importantes pelo sobrenome, pois que de primeiro
nome todas as memórias já tinham sido apagadas. Até que
parou. Lá estava. Não podia haver dúvidas. O sobrenome era
o mesmo: Espírito Santo. Profissão: tropeiro. Tropeiro? Isto
mesmo. E com a tropa de burros e o barulho imaginário dos
sinos da madrinha, pelas trilhas da serra da Boa Esperança
que o Lamartine Babo cantou, foram-se também as esperanças de um passado glorioso.
(Rubem Alves, Conversas com quem gosta de ensinar. Adaptado)
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Pra lhes dizer a verdade, não sei onde meu pai arranjou
aquele almanaque, velharia do século passado, e que catalogava os municípios das Minas Gerais, um por um. Tenho
de confessar que, como aquele, ainda não vi outro, tão bem
arranjado e consciente das coisas que deviam ser preservadas para a posteridade. Tanto assim que, além de exaltar as
belezas do lugar e as excelências do clima, descrevia o povo,
listando os vultos mais ilustres, começando, como era de se
esperar, pelos capitalistas, fazendeiros e donos de lojas, passando então aos médicos, boticários, bacharéis e sacerdotes, sem se esquecer, ainda que no fim, dos mestres-escolas.
Lá, bem no começo, seguindo a ordem alfabética, estava Boa
Esperança, terra de meu pai, e ele ajeitou os óculos para
ver se descobria naquele registro do passado a informação
de algum antepassado ilustre, quem sabe alguma glória de
que se pudesse gabar! E o dedo indicador foi percorrendo
o rol dos importantes pelo sobrenome, pois que de primeiro
nome todas as memórias já tinham sido apagadas. Até que
parou. Lá estava. Não podia haver dúvidas. O sobrenome era
o mesmo: Espírito Santo. Profissão: tropeiro. Tropeiro? Isto
mesmo. E com a tropa de burros e o barulho imaginário dos
sinos da madrinha, pelas trilhas da serra da Boa Esperança
que o Lamartine Babo cantou, foram-se também as esperanças de um passado glorioso.
(Rubem Alves, Conversas com quem gosta de ensinar. Adaptado)
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Pra lhes dizer a verdade, não sei onde meu pai arranjou
aquele almanaque, velharia do século passado, e que catalogava os municípios das Minas Gerais, um por um. Tenho
de confessar que, como aquele, ainda não vi outro, tão bem
arranjado e consciente das coisas que deviam ser preservadas para a posteridade. Tanto assim que, além de exaltar as
belezas do lugar e as excelências do clima, descrevia o povo,
listando os vultos mais ilustres, começando, como era de se
esperar, pelos capitalistas, fazendeiros e donos de lojas, passando então aos médicos, boticários, bacharéis e sacerdotes, sem se esquecer, ainda que no fim, dos mestres-escolas.
Lá, bem no começo, seguindo a ordem alfabética, estava Boa
Esperança, terra de meu pai, e ele ajeitou os óculos para
ver se descobria naquele registro do passado a informação
de algum antepassado ilustre, quem sabe alguma glória de
que se pudesse gabar! E o dedo indicador foi percorrendo
o rol dos importantes pelo sobrenome, pois que de primeiro
nome todas as memórias já tinham sido apagadas. Até que
parou. Lá estava. Não podia haver dúvidas. O sobrenome era
o mesmo: Espírito Santo. Profissão: tropeiro. Tropeiro? Isto
mesmo. E com a tropa de burros e o barulho imaginário dos
sinos da madrinha, pelas trilhas da serra da Boa Esperança
que o Lamartine Babo cantou, foram-se também as esperanças de um passado glorioso.
(Rubem Alves, Conversas com quem gosta de ensinar. Adaptado)
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Pra lhes dizer a verdade, não sei onde meu pai arranjou
aquele almanaque, velharia do século passado, e que catalogava os municípios das Minas Gerais, um por um. Tenho
de confessar que, como aquele, ainda não vi outro, tão bem
arranjado e consciente das coisas que deviam ser preservadas para a posteridade. Tanto assim que, além de exaltar as
belezas do lugar e as excelências do clima, descrevia o povo,
listando os vultos mais ilustres, começando, como era de se
esperar, pelos capitalistas, fazendeiros e donos de lojas, passando então aos médicos, boticários, bacharéis e sacerdotes, sem se esquecer, ainda que no fim, dos mestres-escolas.
Lá, bem no começo, seguindo a ordem alfabética, estava Boa
Esperança, terra de meu pai, e ele ajeitou os óculos para
ver se descobria naquele registro do passado a informação
de algum antepassado ilustre, quem sabe alguma glória de
que se pudesse gabar! E o dedo indicador foi percorrendo
o rol dos importantes pelo sobrenome, pois que de primeiro
nome todas as memórias já tinham sido apagadas. Até que
parou. Lá estava. Não podia haver dúvidas. O sobrenome era
o mesmo: Espírito Santo. Profissão: tropeiro. Tropeiro? Isto
mesmo. E com a tropa de burros e o barulho imaginário dos
sinos da madrinha, pelas trilhas da serra da Boa Esperança
que o Lamartine Babo cantou, foram-se também as esperanças de um passado glorioso.
(Rubem Alves, Conversas com quem gosta de ensinar. Adaptado)
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Pra lhes dizer a verdade, não sei onde meu pai arranjou
aquele almanaque, velharia do século passado, e que catalogava os municípios das Minas Gerais, um por um. Tenho
de confessar que, como aquele, ainda não vi outro, tão bem
arranjado e consciente das coisas que deviam ser preservadas para a posteridade. Tanto assim que, além de exaltar as
belezas do lugar e as excelências do clima, descrevia o povo,
listando os vultos mais ilustres, começando, como era de se
esperar, pelos capitalistas, fazendeiros e donos de lojas, passando então aos médicos, boticários, bacharéis e sacerdotes, sem se esquecer, ainda que no fim, dos mestres-escolas.
Lá, bem no começo, seguindo a ordem alfabética, estava Boa
Esperança, terra de meu pai, e ele ajeitou os óculos para
ver se descobria naquele registro do passado a informação
de algum antepassado ilustre, quem sabe alguma glória de
que se pudesse gabar! E o dedo indicador foi percorrendo
o rol dos importantes pelo sobrenome, pois que de primeiro
nome todas as memórias já tinham sido apagadas. Até que
parou. Lá estava. Não podia haver dúvidas. O sobrenome era
o mesmo: Espírito Santo. Profissão: tropeiro. Tropeiro? Isto
mesmo. E com a tropa de burros e o barulho imaginário dos
sinos da madrinha, pelas trilhas da serra da Boa Esperança
que o Lamartine Babo cantou, foram-se também as esperanças de um passado glorioso.
(Rubem Alves, Conversas com quem gosta de ensinar. Adaptado)
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aquele almanaque, velharia do século passado, e que catalogava os municípios das Minas Gerais, um por um. Tenho
de confessar que, como aquele, ainda não vi outro, tão bem
arranjado e consciente das coisas que deviam ser preservadas para a posteridade. Tanto assim que, além de exaltar as
belezas do lugar e as excelências do clima, descrevia o povo,
listando os vultos mais ilustres, começando, como era de se
esperar, pelos capitalistas, fazendeiros e donos de lojas, passando então aos médicos, boticários, bacharéis e sacerdotes, sem se esquecer, ainda que no fim, dos mestres-escolas.
Lá, bem no começo, seguindo a ordem alfabética, estava Boa
Esperança, terra de meu pai, e ele ajeitou os óculos para
ver se descobria naquele registro do passado a informação
de algum antepassado ilustre, quem sabe alguma glória de
que se pudesse gabar! E o dedo indicador foi percorrendo
o rol dos importantes pelo sobrenome, pois que de primeiro
nome todas as memórias já tinham sido apagadas. Até que
parou. Lá estava. Não podia haver dúvidas. O sobrenome era
o mesmo: Espírito Santo. Profissão: tropeiro. Tropeiro? Isto
mesmo. E com a tropa de burros e o barulho imaginário dos
sinos da madrinha, pelas trilhas da serra da Boa Esperança
que o Lamartine Babo cantou, foram-se também as esperanças de um passado glorioso.
(Rubem Alves, Conversas com quem gosta de ensinar. Adaptado)
• Não sei onde meu pai arranjou aquele almanaque que catalogava os municípios das Minas Gerais, um _________ um.
• Tenho de confessar que, igual _________ , ainda não vi outro.
• O almanaque, além de exaltar as belezas do lugar e as excelências do clima, listando os vultos mais ilustres, descrevia o povo, ___________ começar, como era de se esperar, pelos capitalistas, fazendeiros e donos de lojas...
De acordo com a norma-padrão, as lacunas dos enunciados devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 01.04.2023)
(Evanildo Bechara, Moderna Gramática Portuguesa)
O conceito apresentado pelo gramático é exemplificado com o seguinte termo da tira:
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(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 01.04.2023)
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Um dos papéis da biblioteca é realizar atividades de
orientação ao usuário para o desenvolvimento de habilidades de pesquisa, seleção e o uso de fontes de informação. Tais atividades se relacionam
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