Foram encontradas 40 questões.
3878707
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Na lógica, a partir de uma proposição p qualquer, sempre podemos construir outra denominada de negação de p, que é indicada pelo símbolo ~p, ainda, mesmo que tenhamos uma proposição composta, também podemos obter sua negação. Tendo em vista o exposto, à negação da proposição composta p ^ q é:
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3878706
Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Tendo como base a definição de uma proposição lógica, assinale a alternativa que representa uma proposição.
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3878705
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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O autor naturalista procura apreender aspectos da realidade, através dos sentidos. Verifique por meio de qual sentido a realidade está sendo percebida nestes trechos da obra O Cortiço, de Aluísio Azevedo.
Coluna I.
A- Visão.
B- Audição.
C- Olfato.
Coluna II.
1- No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas.
2- ... o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros...
3- E seu tipo baixote, socado, de cabelos à escovinha, a barba sempre por fazer, ia e vinha da pedreira para a venda, da venda às hortas e ao capinzal, sempre em mangas de camisa, de tamancos, sem meias.
Coluna I.
A- Visão.
B- Audição.
C- Olfato.
Coluna II.
1- No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas.
2- ... o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros...
3- E seu tipo baixote, socado, de cabelos à escovinha, a barba sempre por fazer, ia e vinha da pedreira para a venda, da venda às hortas e ao capinzal, sempre em mangas de camisa, de tamancos, sem meias.
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3878704
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Quanto ao correto uso do hífen, leia os itens e marque a alternativa verdadeira.
I- Na formação dos compostos, o hífen é empregado nos substantivos e adjetivos compostos por justaposição de maneira geral, mesmo sendo o primeiro elemento reduzido.
II- Nas palavras compostas, o hífen é empregado com os elementos além, aquém, recém e sem.
III- Usa-se o hífen se o elemento seguinte começar por vogal ou h.
IV- Nas formações com prefixos, não se usa o hífen, quando o segundo elemento começar por h.
I- Na formação dos compostos, o hífen é empregado nos substantivos e adjetivos compostos por justaposição de maneira geral, mesmo sendo o primeiro elemento reduzido.
II- Nas palavras compostas, o hífen é empregado com os elementos além, aquém, recém e sem.
III- Usa-se o hífen se o elemento seguinte começar por vogal ou h.
IV- Nas formações com prefixos, não se usa o hífen, quando o segundo elemento começar por h.
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3878703
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Sobre a classificação do sujeito, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correspondente.
Coluna I.
A- Sujeito simples.
B- Sujeito composto.
C- Sujeito oculto, implícito, desinencial ou elíptico.
D- Sujeito inexistente.
Coluna II.
1- Fui atencioso com ela.
2- Tênis e natação são ótimos exercícios.
3- Havia insetos na casa.
4- Todos foram ao parque.
Coluna I.
A- Sujeito simples.
B- Sujeito composto.
C- Sujeito oculto, implícito, desinencial ou elíptico.
D- Sujeito inexistente.
Coluna II.
1- Fui atencioso com ela.
2- Tênis e natação são ótimos exercícios.
3- Havia insetos na casa.
4- Todos foram ao parque.
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3878702
Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Retratando-se aos gêneros literários, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Narrador onisciente: quando conhece e revela o interior das personagens, seus pensamentos e emoções.
( ) Na obra lírica um sujeito que chamamos eu-lírico, sujeito lírico, voz lírica, voz poética, exprime suas emoções. (Por emoções entendemos todas as experiências psíquicas: sejam os mais profundos sentimentos e sensações, sejam ainda as mais variadas reflexões e concepções de mundo).
( ) Na obra dramática os fatos são apresentados diretamente ao espectador, sem intermediários. Não é necessária a voz de um narrador como na obra narrativa. Pertencem ao gênero dramático as obras escritas em versos ou em prosa para a representação teatral. Assim, embora o texto possa ser objeto de leitura, sua realização plena como obra de arte só pode ocorrer no palco, onde cada personagem é representada por um ator, que (re)vive o papel em cada novo espetáculo.
( ) Enquanto o tempo próprio da narrativa é o passado, o tempo da obra dramática é o presente. O discurso direto, (fala da personagem sem intermediação de narrador) e o diálogo, são as formas básicas da linguagem dramática. É através do diálogo que ocorre o entrechoque das personagens, realizando-se a característica essencial do gênero, que é o conflito.
( ) Narrador onisciente: quando conhece e revela o interior das personagens, seus pensamentos e emoções.
( ) Na obra lírica um sujeito que chamamos eu-lírico, sujeito lírico, voz lírica, voz poética, exprime suas emoções. (Por emoções entendemos todas as experiências psíquicas: sejam os mais profundos sentimentos e sensações, sejam ainda as mais variadas reflexões e concepções de mundo).
( ) Na obra dramática os fatos são apresentados diretamente ao espectador, sem intermediários. Não é necessária a voz de um narrador como na obra narrativa. Pertencem ao gênero dramático as obras escritas em versos ou em prosa para a representação teatral. Assim, embora o texto possa ser objeto de leitura, sua realização plena como obra de arte só pode ocorrer no palco, onde cada personagem é representada por um ator, que (re)vive o papel em cada novo espetáculo.
( ) Enquanto o tempo próprio da narrativa é o passado, o tempo da obra dramática é o presente. O discurso direto, (fala da personagem sem intermediação de narrador) e o diálogo, são as formas básicas da linguagem dramática. É através do diálogo que ocorre o entrechoque das personagens, realizando-se a característica essencial do gênero, que é o conflito.
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3878701
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Leia o texto para responder à próxima questão.
Como ensinar. (Rubem Alves).
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as
lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e
jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e
perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de
outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para
ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras,
notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os
instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela
mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas
sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas
ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir
antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as
sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no
mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela
desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em
estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta
para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e
então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e
experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de
batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das
batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos
dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que
não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e
nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do
lugar. E isso é muito bom.
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3878700
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Leia o texto para responder à próxima questão.
Como ensinar. (Rubem Alves).
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as
lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e
jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e
perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de
outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para
ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras,
notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os
instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela
mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas
sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas
ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir
antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as
sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no
mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela
desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em
estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta
para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e
então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e
experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de
batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das
batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos
dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que
não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e
nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do
lugar. E isso é muito bom.
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3878699
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
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Leia o texto para responder à próxima questão.
Como ensinar. (Rubem Alves).
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as
lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e
jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e
perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de
outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para
ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras,
notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os
instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela
mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas
sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas
ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir
antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as
sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no
mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela
desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em
estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta
para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e
então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e
experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de
batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das
batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos
dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que
não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e
nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do
lugar. E isso é muito bom.
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3878698
Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
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Disciplina: Português
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Leia o texto para responder à próxima questão.
Como ensinar. (Rubem Alves).
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as
lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e
jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e
perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de
outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para
ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar.
Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras,
notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os
instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela
mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas
sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas
ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir
antes.
Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as
sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no
mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela
desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em
estórias.
É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta
para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e
então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e
experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de
batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das
batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos
dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que
não existem ainda.
Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e
nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do
lugar. E isso é muito bom.
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