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Foram encontradas 373 questões.

3499913 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Um caminhão transporta 10 sacos de farinha, cada um pesa 25 kg. Durante a entrega, o motorista deixou 3 sacos no primeiro mercado e 2 no segundo. Qual é o peso total da farinha que ainda permanece no caminhão?
 

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3499912 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Joaquim comprou uma geladeira que custava R$ 2.400,00. Ele deu uma entrada de R$ 350,00 e dividiu o restante do valor em 2 parcelas iguais, sem juros. Qual será o valor de cada parcela?
 

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3499911 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Um número inteiro X é tal que, quando somado com 23, resulta em -6. Qual é este número?
 

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3499910 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Maria quer medir o comprimento de uma mesa retangular. Ela usou uma fita métrica e descobriu que a mesa tem 2 metros de comprimento e 1 metro de largura. Se Maria quiser cobrir a mesa com uma toalha, qual é a área que a toalha precisa cobrir?
 

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3499909 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Um vendedor possui 22 caixas, cada uma com 15 frutas. Se ele vender 13 caixas, quantas frutas ainda restarão?
 

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3499908 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Quanto à classificação das palavras, de acordo com o número de sílabas, assinale a alternativa incorreta.
 

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3499907 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Marque a alternativa, onde temos a indicação de tempo passado.
 

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3499906 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados-MS).

(Crianças batem palmas nos portões).

Tem pão velho?

Não, criança.

Tem o pão que o diabo amassou

Tem sangue de índios nas ruas

E quando é noite

A lua geme aflita

Por seus filhos mortos.

Tem pão velho?

Não, criança.

Temos comida farta em nossas mesas

Abençoada de toalhas de linho, talheres

Temos mulheres servis, geladeiras

Automóveis, fogão Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Temos asfalto, água encanada

Supermercados, edifícios

Temos pátria, pinga, prisões

Armas e ofícios

Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Tem sua fome travestida de trapos

Nas calçadas

Que tragam seus pezinhos

De anjo faminto e frágil

Pedindo pão velho pela vida

Temos luzes sem alma pelas avenidas

Temos índias suicidas

Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Temos mísseis, satélites

Computadores, radares

Temos canhões, navios, usinas nucleares

Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Tem o pão que o diabo amassou

Tem sangue de índios nas ruas

E quando é noite

A lua geme aflita

Por seus filhos mortos.

Tem pão velho?

“De anjo faminto e frágil”, as palavras grifadas neste verso têm como antônimos:
 

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3499905 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados-MS).

(Crianças batem palmas nos portões).

Tem pão velho?

Não, criança.

Tem o pão que o diabo amassou

Tem sangue de índios nas ruas

E quando é noite

A lua geme aflita

Por seus filhos mortos.

Tem pão velho?

Não, criança.

Temos comida farta em nossas mesas

Abençoada de toalhas de linho, talheres

Temos mulheres servis, geladeiras

Automóveis, fogão Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Temos asfalto, água encanada

Supermercados, edifícios

Temos pátria, pinga, prisões

Armas e ofícios

Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Tem sua fome travestida de trapos

Nas calçadas

Que tragam seus pezinhos

De anjo faminto e frágil

Pedindo pão velho pela vida

Temos luzes sem alma pelas avenidas

Temos índias suicidas

Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Temos mísseis, satélites

Computadores, radares

Temos canhões, navios, usinas nucleares

Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Tem o pão que o diabo amassou

Tem sangue de índios nas ruas

E quando é noite

A lua geme aflita

Por seus filhos mortos.

Tem pão velho?

Neste verso do poema, (A lua geme aflita), a palavra grifada tem como sinônimo:
 

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3499904 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados-MS).

(Crianças batem palmas nos portões).

Tem pão velho?

Não, criança.

Tem o pão que o diabo amassou

Tem sangue de índios nas ruas

E quando é noite

A lua geme aflita

Por seus filhos mortos.

Tem pão velho?

Não, criança.

Temos comida farta em nossas mesas

Abençoada de toalhas de linho, talheres

Temos mulheres servis, geladeiras

Automóveis, fogão Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Temos asfalto, água encanada

Supermercados, edifícios

Temos pátria, pinga, prisões

Armas e ofícios

Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Tem sua fome travestida de trapos

Nas calçadas

Que tragam seus pezinhos

De anjo faminto e frágil

Pedindo pão velho pela vida

Temos luzes sem alma pelas avenidas

Temos índias suicidas

Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Temos mísseis, satélites

Computadores, radares

Temos canhões, navios, usinas nucleares

Mas não temos pão.

Tem pão velho?

Não, criança.

Tem o pão que o diabo amassou

Tem sangue de índios nas ruas

E quando é noite

A lua geme aflita

Por seus filhos mortos.

Tem pão velho?

Ainda no poema, o verso (Por seus filhos mortos.), indica uma frase:
 

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