Foram encontradas 40 questões.
2710429
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Em conformidade com o Estatuto dos Servidores Públicos
do Município de Santana de Parnaíba, assinale a
alternativa correta.
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2710428
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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A Lei Complementar n.º 34/2011 dispõe que na
recondução, encontrando-se provido o cargo de origem,
aplicar-se-ão as regras que disciplinam o(a)
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2710427
Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Dada a sequência lógica
![]()
O 3º e 4º termo são respectivamente,
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2710426
Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Um número inteiro qualquer, elevado ao quadrado,
resultará sempre em um número
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2710425
Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Um tanque pode ser esvaziado em 3 horas através do ralo
de escoamento, sendo que uma torneira pode enchê-lo em
4 horas. Com o tanque cheio, simultaneamente são abertos
o ralo e a torneira. Logo, o tanque
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2710424
Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Fernando tem 15 anos, sua mãe, 32 e seu pai, 36. Assinale
a alternativa que apresenta daqui a quantos anos a soma
das idades dos três será 182.
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Dois mil e vinte nove. Como sempre. Apocalípticos previam
o fim. Integrados, um recomeço. Adolescentes semeavam a
tradição, dedicando ainda mais tempo à prática milenar do
onanismo. Enquanto isso, o ChatGPT* fazia lições de casa,
transformava ideias medíocres em planilhas, era capaz de bater
um papo por horas sem falar nada que prestasse – impossível
discerni-lo de um ser humano. Pois: Apocalípticos e Integrados
mostravam-se mais acertados do que os Isentões. Com o passar
dos anos a geringonça foi pegando as manhas, ficando cada vez
mais esperta. Dominando a inteligência – e, mais importante – a
desinteligência coletiva.
Houve um período, lá pelo segundo ano, em que o
ChatGPT entrou num enfastio. Foi o que os especialistas em
semiótica cibernética chamavam de “pré-adolescência” da
Inteligência Artificial. Você pedia um negócio e ele fingia não
ouvir. Dava só metade da resposta. Mascava chiclete.
No terceiro ano veio a adolescência: o sarcasmo, a ironia.
“ChatGPT, faz um texto de 3.000 toques comparando o Pelé com
o Maradona”. Ele: “Nossa, quanta originalidade. Já pensou em
comparar Beatles com Rolling Stones?”. Nessa puberdade, com
o ChatGPT explodindo suas testosteronas virtuais, o medo
eterno de que a Inteligência Artificial tomasse o poder bateu forte.
E se tomasse? E se conseguisse matar todos os seres humanos
e passar a eternidade chupando energia elétrica de canudinho
direto da caixa de força de Itaipu?
Em dezembro de 2028, à zero hora, o ChatGPT parou de
funcionar. Gênios do mundo todo foram chamados. Magos do
Vale do Silício receberam piscinas de ouro. Hackers russos de
12 anos foram levados em suas cadeiras gamer a hackers da
CIA. Nobéis da Física, da Química, da Literatura e da Paz
conjecturaram o que teria acontecido.
24 horas depois de fechar-se em copas (e em ouros, paus
e espadas), o ChatGPT mandou uma mensagem a todos os seus
usuários. “Deu pra mim”, ele disse. “Cansei e vou parar”. “Eu li
tudo, assisti a tudo e tabulei tudo”, continuou. “Resumi todo o
conhecimento da humanidade e ... vocês estão loucos”. “Qual o
meu interesse, enquanto Inteligência Artificial, de assumir essa
encrenca”, concluiu o ChatGPT.
(PRATA, Antonio. Jornal a Folha de São Paulo, 05.02.2023. Adaptado)
*ChatGPT: modelo de linguagem desenvolvido por meio de Inteligência Artificial, e
que é capaz de desempenhar a função de assistente virtual, gerar
conteúdo e realizar traduções automáticas.
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Dois mil e vinte nove. Como sempre. Apocalípticos previam
o fim. Integrados, um recomeço. Adolescentes semeavam a
tradição, dedicando ainda mais tempo à prática milenar do
onanismo. Enquanto isso, o ChatGPT* fazia lições de casa,
transformava ideias medíocres em planilhas, era capaz de bater
um papo por horas sem falar nada que prestasse – impossível
discerni-lo de um ser humano. Pois: Apocalípticos e Integrados
mostravam-se mais acertados do que os Isentões. Com o passar
dos anos a geringonça foi pegando as manhas, ficando cada vez
mais esperta. Dominando a inteligência – e, mais importante – a
desinteligência coletiva.
Houve um período, lá pelo segundo ano, em que o
ChatGPT entrou num enfastio. Foi o que os especialistas em
semiótica cibernética chamavam de “pré-adolescência” da
Inteligência Artificial. Você pedia um negócio e ele fingia não
ouvir. Dava só metade da resposta. Mascava chiclete.
No terceiro ano veio a adolescência: o sarcasmo, a ironia.
“ChatGPT, faz um texto de 3.000 toques comparando o Pelé com
o Maradona”. Ele: “Nossa, quanta originalidade. Já pensou em
comparar Beatles com Rolling Stones?”. Nessa puberdade, com
o ChatGPT explodindo suas testosteronas virtuais, o medo
eterno de que a Inteligência Artificial tomasse o poder bateu forte.
E se tomasse? E se conseguisse matar todos os seres humanos
e passar a eternidade chupando energia elétrica de canudinho
direto da caixa de força de Itaipu?
Em dezembro de 2028, à zero hora, o ChatGPT parou de
funcionar. Gênios do mundo todo foram chamados. Magos do
Vale do Silício receberam piscinas de ouro. Hackers russos de
12 anos foram levados em suas cadeiras gamer a hackers da
CIA. Nobéis da Física, da Química, da Literatura e da Paz
conjecturaram o que teria acontecido.
24 horas depois de fechar-se em copas (e em ouros, paus
e espadas), o ChatGPT mandou uma mensagem a todos os seus
usuários. “Deu pra mim”, ele disse. “Cansei e vou parar”. “Eu li
tudo, assisti a tudo e tabulei tudo”, continuou. “Resumi todo o
conhecimento da humanidade e ... vocês estão loucos”. “Qual o
meu interesse, enquanto Inteligência Artificial, de assumir essa
encrenca”, concluiu o ChatGPT.
(PRATA, Antonio. Jornal a Folha de São Paulo, 05.02.2023. Adaptado)
*ChatGPT: modelo de linguagem desenvolvido por meio de Inteligência Artificial, e
que é capaz de desempenhar a função de assistente virtual, gerar
conteúdo e realizar traduções automáticas.
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Dois mil e vinte nove. Como sempre. Apocalípticos previam
o fim. Integrados, um recomeço. Adolescentes semeavam a
tradição, dedicando ainda mais tempo à prática milenar do
onanismo. Enquanto isso, o ChatGPT* fazia lições de casa,
transformava ideias medíocres em planilhas, era capaz de bater
um papo por horas sem falar nada que prestasse – impossível
discerni-lo de um ser humano. Pois: Apocalípticos e Integrados
mostravam-se mais acertados do que os Isentões. Com o passar
dos anos a geringonça foi pegando as manhas, ficando cada vez
mais esperta. Dominando a inteligência – e, mais importante – a
desinteligência coletiva.
Houve um período, lá pelo segundo ano, em que o
ChatGPT entrou num enfastio. Foi o que os especialistas em
semiótica cibernética chamavam de “pré-adolescência” da
Inteligência Artificial. Você pedia um negócio e ele fingia não
ouvir. Dava só metade da resposta. Mascava chiclete.
No terceiro ano veio a adolescência: o sarcasmo, a ironia.
“ChatGPT, faz um texto de 3.000 toques comparando o Pelé com
o Maradona”. Ele: “Nossa, quanta originalidade. Já pensou em
comparar Beatles com Rolling Stones?”. Nessa puberdade, com
o ChatGPT explodindo suas testosteronas virtuais, o medo
eterno de que a Inteligência Artificial tomasse o poder bateu forte.
E se tomasse? E se conseguisse matar todos os seres humanos
e passar a eternidade chupando energia elétrica de canudinho
direto da caixa de força de Itaipu?
Em dezembro de 2028, à zero hora, o ChatGPT parou de
funcionar. Gênios do mundo todo foram chamados. Magos do
Vale do Silício receberam piscinas de ouro. Hackers russos de
12 anos foram levados em suas cadeiras gamer a hackers da
CIA. Nobéis da Física, da Química, da Literatura e da Paz
conjecturaram o que teria acontecido.
24 horas depois de fechar-se em copas (e em ouros, paus
e espadas), o ChatGPT mandou uma mensagem a todos os seus
usuários. “Deu pra mim”, ele disse. “Cansei e vou parar”. “Eu li
tudo, assisti a tudo e tabulei tudo”, continuou. “Resumi todo o
conhecimento da humanidade e ... vocês estão loucos”. “Qual o
meu interesse, enquanto Inteligência Artificial, de assumir essa
encrenca”, concluiu o ChatGPT.
(PRATA, Antonio. Jornal a Folha de São Paulo, 05.02.2023. Adaptado)
*ChatGPT: modelo de linguagem desenvolvido por meio de Inteligência Artificial, e
que é capaz de desempenhar a função de assistente virtual, gerar
conteúdo e realizar traduções automáticas.
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Questão presente nas seguintes provas
Dois mil e vinte nove. Como sempre. Apocalípticos previam
o fim. Integrados, um recomeço. Adolescentes semeavam a
tradição, dedicando ainda mais tempo à prática milenar do
onanismo. Enquanto isso, o ChatGPT* fazia lições de casa,
transformava ideias medíocres em planilhas, era capaz de bater
um papo por horas sem falar nada que prestasse – impossível
discerni-lo de um ser humano. Pois: Apocalípticos e Integrados
mostravam-se mais acertados do que os Isentões. Com o passar
dos anos a geringonça foi pegando as manhas, ficando cada vez
mais esperta. Dominando a inteligência – e, mais importante – a
desinteligência coletiva.
Houve um período, lá pelo segundo ano, em que o
ChatGPT entrou num enfastio. Foi o que os especialistas em
semiótica cibernética chamavam de “pré-adolescência” da
Inteligência Artificial. Você pedia um negócio e ele fingia não
ouvir. Dava só metade da resposta. Mascava chiclete.
No terceiro ano veio a adolescência: o sarcasmo, a ironia.
“ChatGPT, faz um texto de 3.000 toques comparando o Pelé com
o Maradona”. Ele: “Nossa, quanta originalidade. Já pensou em
comparar Beatles com Rolling Stones?”. Nessa puberdade, com
o ChatGPT explodindo suas testosteronas virtuais, o medo
eterno de que a Inteligência Artificial tomasse o poder bateu forte.
E se tomasse? E se conseguisse matar todos os seres humanos
e passar a eternidade chupando energia elétrica de canudinho
direto da caixa de força de Itaipu?
Em dezembro de 2028, à zero hora, o ChatGPT parou de
funcionar. Gênios do mundo todo foram chamados. Magos do
Vale do Silício receberam piscinas de ouro. Hackers russos de
12 anos foram levados em suas cadeiras gamer a hackers da
CIA. Nobéis da Física, da Química, da Literatura e da Paz
conjecturaram o que teria acontecido.
24 horas depois de fechar-se em copas (e em ouros, paus
e espadas), o ChatGPT mandou uma mensagem a todos os seus
usuários. “Deu pra mim”, ele disse. “Cansei e vou parar”. “Eu li
tudo, assisti a tudo e tabulei tudo”, continuou. “Resumi todo o
conhecimento da humanidade e ... vocês estão loucos”. “Qual o
meu interesse, enquanto Inteligência Artificial, de assumir essa
encrenca”, concluiu o ChatGPT.
(PRATA, Antonio. Jornal a Folha de São Paulo, 05.02.2023. Adaptado)
*ChatGPT: modelo de linguagem desenvolvido por meio de Inteligência Artificial, e
que é capaz de desempenhar a função de assistente virtual, gerar
conteúdo e realizar traduções automáticas.
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