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Foram encontradas 278 questões.

1174465 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Uma parede no fundo

Entro na farmácia e peço um remédio. A moça do balcão nem vacila. Volta-se para um computador à sua frente, digita o nome do produto e me informa: "A importação desse medicamento foi descontinuada". Foi interrompida, ela quis dizer. Des + continuar = interromper. Não é uma sorte que alguns de seus clientes saibam um pouco de português?

Um dos ambientes mais desagradáveis hoje no Brasil são as farmácias. Quando se entra numa, atravessam-se longos corredores formados por estandes, os quais exibem fartas opções de xampus, sabonetes, desodorantes. Os outros setores são igualmente bem servidos. O de preservativos oferece camisinhas de todos os tipos, cores e tamanhos. Os bochechos bucais vêm em embalagens que permitem a um cidadão passar seis meses gargarejando sem parar um segundo. Mas nada supera o estoque de fraldas descartáveis - haja bebês para ensopar aquilo tudo.

Tudo isso é formidável, exceto que o setor de remédios resume-se a uma parede no fundo da farmácia, e, em 90% dos casos, está desabastecido do medicamento que você procura. Não precisa ser algo complicado, como um dentifrício especial para boca seca, um anticonvulsivante que exige receita médica ou uma pomada para hemorroidas. Remédios muito mais simples, de fabricação nacional, vivem em falta. É lógico - não há capital que chegue para manter em dia o sortimento de fraldas.

Na Europa, as farmácias ainda são lugares estreitos e largos, com três paredes de prateleiras de mogno cheias de caixinhas coloridas e, à frente delas, um senhor de branco, com os cabelos talvez idem e um jeito de quem conhece a fragilidade humana - o farmacêutico. No Brasil, as farmácias têm um visual de supermercado, inclusive nas fachadas, e empregados que parecem ter sido recrutados no McDonald's.

Ruy Castro – Folha de S.Paulo – 12/9/12

No terceiro parágrafo, o autor usa a palavra “exceto”. Assinale a alternativa em que o som de S também esteja corretamente grafado.

 

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1174464 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Leia o texto abaixo para responder à questão.

enunciado 1174464-1

Laerte – Piratas do Tietê – Folha de S.Paulo – 24/9/12

Na frase “Você acha que estou usando roupa?”, há a presença
 

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1174463 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Assinale a alternativa que classifica corretamente o sentido da preposição em destaque na frase abaixo.

O salão encontra-se ornamentado para as festas.

 

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1174462 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Leia o texto abaixo para responder à questão.

enunciado 1174462-1

Laerte – Piratas do Tietê – Folha de S.Paulo – 24/9/12

A autoridade do primeiro personagem em relação ao segundo se revela pelo(a)
 

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1174461 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Patamar de segurança


O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Historicamente, a precariedade com que a urbanização aconteceu em São Paulo tem a ver com
 

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1174460 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a frase abaixo.

A escola fica ___ esquerda do posto de saúde, ___ faculdade não; fica ___ quarenta metros depois.

 

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1174459 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Patamar de segurança


O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Assinale a alternativa que contenha palavras que, tal como em “homicídio”, também são grafadas com H.

 

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1174458 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Assinale a alternativa que classifica corretamente as conjunções em destaque na frase abaixo.

Ou escolho logo, ou fico sem presente. Portanto, vou fazer isto logo.

 

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1174457 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Uma parede no fundo

Entro na farmácia e peço um remédio. A moça do balcão nem vacila. Volta-se para um computador à sua frente, digita o nome do produto e me informa: "A importação desse medicamento foi descontinuada". Foi interrompida, ela quis dizer. Des + continuar = interromper. Não é uma sorte que alguns de seus clientes saibam um pouco de português?

Um dos ambientes mais desagradáveis hoje no Brasil são as farmácias. Quando se entra numa, atravessam-se longos corredores formados por estandes, os quais exibem fartas opções de xampus, sabonetes, desodorantes. Os outros setores são igualmente bem servidos. O de preservativos oferece camisinhas de todos os tipos, cores e tamanhos. Os bochechos bucais vêm em embalagens que permitem a um cidadão passar seis meses gargarejando sem parar um segundo. Mas nada supera o estoque de fraldas descartáveis - haja bebês para ensopar aquilo tudo.

Tudo isso é formidável, exceto que o setor de remédios resume-se a uma parede no fundo da farmácia, e, em 90% dos casos, está desabastecido do medicamento que você procura. Não precisa ser algo complicado, como um dentifrício especial para boca seca, um anticonvulsivante que exige receita médica ou uma pomada para hemorroidas. Remédios muito mais simples, de fabricação nacional, vivem em falta. É lógico - não há capital que chegue para manter em dia o sortimento de fraldas.

Na Europa, as farmácias ainda são lugares estreitos e largos, com três paredes de prateleiras de mogno cheias de caixinhas coloridas e, à frente delas, um senhor de branco, com os cabelos talvez idem e um jeito de quem conhece a fragilidade humana - o farmacêutico. No Brasil, as farmácias têm um visual de supermercado, inclusive nas fachadas, e empregados que parecem ter sido recrutados no McDonald's.

Ruy Castro – Folha de S.Paulo – 12/9/12

O autor nos informa que “descontinuar” significa também “interromper”. Um outro sinônimo para esses termos é

 

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1174456 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Patamar de segurança


O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo - constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Folha de S.Paulo – 2/9/12

Na década de 80, os homicídios
 

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