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Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Por PASSOS et al, 2018 (trecho de artigo adaptado).
I. O texto leva o leitor a entender que nos documentos do PNAIC a concepção de alfabetização considera a ampla produção brasileira no campo do letramento, com estudos de pesquisadoras como Angela Kleimann, Magda Soares e Roxane Rojo.
II. O texto procura deixar claro para o leitor que a BNCC, ao definir letramento como competências e habilidades, entendeo como uma capacidade individual do estudante, não uma constituição histórica e cultural.
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Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Por PASSOS et al, 2018 (trecho de artigo adaptado).
I. O texto leva o leitor a inferir que nos documentos do PNAIC a concepção de alfabetização na perspectiva do letramento se apoiava em determinações de caráter político ideológico, sem fundamentação científica.
II. O texto procura destacar que na BNCC a concepção de letramento matemático é retirada da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
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Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Por PASSOS et al, 2018 (trecho de artigo adaptado).
I. Após a análise do texto, é possível concluir que a concepção de letramento da BNCC evidencia um perfeito alinhamento com aquela do PNAIC, que toma os letramentos como práticas sociais.
II. Na parte introdutória, o texto da BNCC sinaliza para a integração das cinco unidades temáticas de Matemática: números, álgebra, geometria, grandezas e medidas e probabilidade e estatística, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.
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Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Problemas com o ensino da evolução biológica
Por TIDON, 2009 (trecho de artigo adaptado).
Nos Estados Unidos, o ensino da evolução biológica sofre a resistência de organizações criacionistas, principalmente nas regiões com altas proporções de protestantes evangélicos. Essa situação gerou debates históricos, e também o desenvolvimento de um grande número de pesquisas sobre o ensino da evolução biológica. Embora nosso país não apresente fortes tradições criacionistas, nos últimos anos foram sugeridas propostas educacionais de caráter não-científico que, se adotadas, comprometem irremediavelmente a qualidade do ensino de ciências e biologia. Dentre elas, vale ressaltar a contratação de professores de religião para ensinar sobre a origem e diversificação da vida, e a sugestão equivocada de que a teoria do “planejamento inteligente” (intelligent design) é científica. No final de 2008, o Ministério da Educação (MEC) reforçou sua posição no debate relativo ao ensino do criacionismo nas escolas do país: esse modelo não deve ser apresentado em aulas de ciências, como fazem alguns colégios privados, em geral confessionais.
As dificuldades dos professores que trabalham conteúdos de evolução biológica no Ensino Médio em Brasília (DF) foram levantadas por um de nós (R. Tidon) em 1997, e parcialmente publicadas no artigo “Teaching evolutionary biology” (Genetics and Molecular Biology, Vol. 27, 2004) por Rosana Tidon e Richard C. Lewontin. As colocações dos professores, acessadas mediante questionários, apontaram problemas com o material didático e com o currículo escolar, além da falta de preparo dos alunos para a compreensão desse assunto. Quando indagados sobre padrões e processos evolutivos, quase a metade dos professores entrevistados demonstrou concepções lamarckistas, ao afirmar que a evolução biológica é direcional, progressista, e que ocorre em indivíduos (ao invés de populações). Essas concepções equivocadas, que simplificam a complexidade da natureza, são muito difundidas em várias partes do mundo, provavelmente porque elas parecem lógicas e fáceis de compreender.
(TIDON, Rosana; VIEIRA, Eli. O ensino da evolução biológica:
um desafio para o século XXI. ComCiência, Campinas, n.
107, 2009.)
I. O texto apresenta ao leitor a ideia de que, no final de 2008, o Ministério da Educação reforçou sua posição no debate relativo ao ensino do criacionismo nas escolas do país, determinando que esse modelo não deve ser apresentado em aulas de ciências, como fazem alguns colégios privados, em geral confessionais.
II. O texto leva o leitor a concluir que o Brasil apresenta medidas educacionais de caráter não-científico, como a contratação de professores de religião para ensinar sobre a origem e diversificação da vida, e a sugestão equivocada de que a teoria do “planejamento inteligente” (intelligent design) é científica.
III. Uma das ideias presentes no texto é a de que as dificuldades dos professores que trabalham conteúdos de evolução biológica no Ensino Médio em Brasília (DF) foram levantadas em 1997, e parcialmente publicadas no artigo “Teaching evolutionary biology” (Genetics and Molecular Biology, Vol. 27, 2004) por Rosana Tidon e Richard C. Lewontin.
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Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Problemas com o ensino da evolução biológica
Por TIDON, 2009 (trecho de artigo adaptado).
Nos Estados Unidos, o ensino da evolução biológica sofre a resistência de organizações criacionistas, principalmente nas regiões com altas proporções de protestantes evangélicos. Essa situação gerou debates históricos, e também o desenvolvimento de um grande número de pesquisas sobre o ensino da evolução biológica. Embora nosso país não apresente fortes tradições criacionistas, nos últimos anos foram sugeridas propostas educacionais de caráter não-científico que, se adotadas, comprometem irremediavelmente a qualidade do ensino de ciências e biologia. Dentre elas, vale ressaltar a contratação de professores de religião para ensinar sobre a origem e diversificação da vida, e a sugestão equivocada de que a teoria do “planejamento inteligente” (intelligent design) é científica. No final de 2008, o Ministério da Educação (MEC) reforçou sua posição no debate relativo ao ensino do criacionismo nas escolas do país: esse modelo não deve ser apresentado em aulas de ciências, como fazem alguns colégios privados, em geral confessionais.
As dificuldades dos professores que trabalham conteúdos de evolução biológica no Ensino Médio em Brasília (DF) foram levantadas por um de nós (R. Tidon) em 1997, e parcialmente publicadas no artigo “Teaching evolutionary biology” (Genetics and Molecular Biology, Vol. 27, 2004) por Rosana Tidon e Richard C. Lewontin. As colocações dos professores, acessadas mediante questionários, apontaram problemas com o material didático e com o currículo escolar, além da falta de preparo dos alunos para a compreensão desse assunto. Quando indagados sobre padrões e processos evolutivos, quase a metade dos professores entrevistados demonstrou concepções lamarckistas, ao afirmar que a evolução biológica é direcional, progressista, e que ocorre em indivíduos (ao invés de populações). Essas concepções equivocadas, que simplificam a complexidade da natureza, são muito difundidas em várias partes do mundo, provavelmente porque elas parecem lógicas e fáceis de compreender.
(TIDON, Rosana; VIEIRA, Eli. O ensino da evolução biológica:
um desafio para o século XXI. ComCiência, Campinas, n.
107, 2009.)
I. O texto procura destacar que, nos Estados Unidos, o ensino da evolução biológica sofre a resistência de organizações criacionistas, principalmente nas regiões com altas proporções de protestantes evangélicos.
II. O texto leva o leitor a inferir que a resistência ao ensino da evolução biológica nos EUA gerou debates históricos, e também o desenvolvimento de um grande número de pesquisas sobre o ensino da evolução biológica.
III. O texto leva o leitor a entender que, embora o Brasil não apresente fortes tradições criacionistas, nos últimos anos, foram sugeridas propostas educacionais de caráter nãocientífico que, se adotadas, comprometem irremediavelmente a qualidade do ensino de ciências e biologia.
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Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem
I. A contribuição da Psicologia da Educação à formação do educador se faz por oferecer elementos que tolhem a compreensão do aprendente e do processo de ensino-aprendizagem.
II. O conceito de gestão escolar não se relaciona com a busca pela qualidade do ensino e dos serviços prestados na instituição educacional.
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Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Por PASSOS et al, 2018 (trecho de artigo adaptado).
I. Após a análise do texto, é possível inferir que Venco e Carneiro afirmam que a BNCC é uma ferramenta para a “adoção de um projeto neoliberal para a educação, o qual persegue demandas internacionais voltadas à lógica da mensuração de resultados e padronização mundial da educação”.
II. Seja à luz da BNCC ou na perspectiva do PNAIC, a Alfabetização Matemática na perspectiva do letramento encontra-se sempre desvinculada das práticas sociais como as do mundo da criança, como os jogos e brincadeiras, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
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Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
Analise as afirmativas a seguir:
I. Os municípios brasileiros, com o apoio dos estados e da União, devem desestimular e impedir a destinação de recursos e espaços para as programações culturais, esportivas e de lazer voltadas para a infância e para a juventude, como pode ser observado no artigo 59, da Lei nº 8.069, de 1990.
II. No processo educacional, devem-se respeitar os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social das crianças e dos adolescentes, garantindo-se a esses a liberdade da criação e vedando-lhes o acesso às fontes de cultura, como pode ser observado no artigo 58, da Lei nº 8.069, de 1990.
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Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
I. O Plano Nacional de Educação estabelece diretrizes, metas e estratégias que devem reger as iniciativas na área da educação no Brasil. De acordo com o PNE, a promoção humanística e cultural, em detrimento da promoção científica e tecnológica, é a diretriz que orienta as metas e estratégias referentes à qualidade da Educação Básica brasileira. Por isso, todos os estados e municípios devem elaborar planejamentos específicos para fundamentar o alcance dos objetivos previstos – considerando a situação, as demandas e necessidades locais. II. As metas do Plano Nacional de Educação incluem a alfabetização de todas as crianças, no máximo, até o final do terceiro ano do Ensino Fundamental.
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Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Santa Maria Boa Vista-PE
I. O Plano Nacional de Educação determina diretrizes, metas e estratégias para a política educacional. O PNE é uma lei que define metas e estratégias para o desenvolvimento da educação nacional, com vigência de 20 anos. II. O Plano Nacional de Educação inclui metas estruturantes, de redução das desigualdades, de valorização da diversidade e metas de valorização dos profissionais da educação. A cada cinco anos, ao longo do período de vigência do PNE, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP) publicará estudos para aferir a evolução no cumprimento das metas estabelecidas.
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