Um terapeuta ocupacional contratado por
uma empresa privada para avaliação de capacidade laboral
recebe uma proposta informal do gestor: elaborar
pareceres que priorizem o retorno rápido dos
trabalhadores, evitando afastamentos prolongados. Com
base na ética profissional, a postura adequada é:
Durante uma avaliação funcional, o
terapeuta ocupacional identifica que a instituição
empregadora está exigindo a classificação dos pacientes
em categorias de produtividade para justificar
financiamentos externos. O profissional é pressionado a
ajustar laudos para que atendam às metas administrativas.
Segundo o Código de Ética:
Em uma equipe interprofissional de
cuidados paliativos, o terapeuta ocupacional discorda da
proposta médica de restringir a participação ativa da
família no processo terapêutico, sob justificativa de “evitar
interferências inadequadas”. Considerando os princípios
éticos da Terapia Ocupacional, o profissional:
Ao atuar em um serviço de reabilitação
neurológica, o terapeuta ocupacional percebe que a
instituição passou a divulgar, em redes sociais, vídeos de
pacientes realizando atividades terapêuticas. Alguns
pacientes autorizaram a filmagem, porém não foram
informados de que os vídeos seriam utilizados para fins de
promoção comercial da clínica. À luz do Código de Ética
do Terapeuta Ocupacional, a conduta correta do
profissional diante dessa situação é:
No trecho "...na lógica da produtividade
desenfreada...", o vocábulo destacado recebe acento
gráfico por ser proparoxítono. Assinale a alternativa em
que a palavra apresentada é acentuada, rigorosamente, pela
mesma regra:
A vida moderna nos impôs uma relação paradoxal com o tempo: quanto mais
ferramentas temos para economizá-lo, menos parecemos possuí-lo. A tecnologia,
que prometia nos libertar das tarefas mecânicas para o ócio criativo,
transformou-se em uma coleira digital. O "agora" tornou-se obsoleto
antes mesmo de acontecer, atropelado pela notificação seguinte que exige
atenção imediata.
Nesse cenário, a pressa deixa de ser uma necessidade circunstancial e
passa a ser um estado de espírito, quase uma virtude corporativa. Quem para,
pensa; e quem pensa, na lógica da produtividade desenfreada, está perdendo
tempo. No entanto, é nos intervalos, no silêncio entre uma tarefa e outra, que
a vida realmente acontece e onde a saúde mental respira.
Com base na leitura do texto, infere-se
que o autor defende a tese de que: