Foram encontradas 40 questões.
Considere o polinômio P(x) = x⁴+2x³-8x²-8x+16. Sabe-se que o polinômio é divisível por (x-2) e por (x+2). Com isso, o polinômio também deve ser divisível por:
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Elizabeth Olsen diz que irmãs, as 'gêmeas Olsen', eram forçadas a apoiar entrada no meio artístico
Irmã caçula de Mary-Kate e Ashley Olsen, ex-atrizes mirins que fizeram sucesso nos anos 90, revelou bastidores da família e relação distante
Por redação Marie Claire — de São Paulo (SP)
30/11/2025 15h21
Elizabeth Olsen (36) deu detalhes surpreendentes sobre a relação com as irmãs, Mary-Kate e Ashley Olsen (39), gêmeas que fizeram sucesso como atrizes mirins nos anos 90, mas desistiram da carreira para focarem na indústria da moda. A irmã caçula, que fez sucesso na franquia de filmes da Marvel como Feiticeira Escarlate, revelou que as gêmeas foram "forçadas" a apoiá-la no cinema e que nunca recebeu nenhum conselho delas.
"Não recebi nenhum conselho, mas somos uma família que se apoia. Acredito que isso é irrelevante depois de 15 anos de carreira", disse ela em entrevista à revista Times.
Embora não tenha recebido conselhos, a atriz contou que Mary-Kate e Ashley sempre acompanharam sua jornada: "Elas eram forçadas a assistir todas minhas peças de teatro e ir a todas as minhas apresentações de dança".
Elizabeth é a caçula de quatro irmãos. Além dela e das gêmeas, os pais, Jarnette e David Olsen, também têm James Trent. Divorciado, o David tem outros dois filhos com a sua atual mulher, McKenzie Olsen.
Ícones mirins dos anos 90, as gêmeas Olsen desistiram da carreira após anos de atuação, já que começaram com apenas nove meses de vida. Entre os motivos, Ashley e Mary-Kate estavam cansadas da falta de privacidade e não tinha mais conexão com as artes cênicas. Em 2006, elas fundaram a marca de roupas The Row, que se tornou referência do mercado de luxo.
Disponível em: https://revistamarieclaire.globo.com/celebriedades/noticia/2025/11/elizabeth-olsen-diz-que-irmas-as-gemeas-olsen-eram-forçadas-a-apoiar-entrada-no-meio-artistico.shtml
No trecho "Elizabeth Olsen (36) deu detalhes surpreendentes sobre a relação com as irmãs", a palavra em destaque exerce a função de:
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Amélia, 64 anos, aposentada, procura atendimento relatando dor gradual nos joelhos há aproximadamente 6 anos, inicialmente intermitente e desencadeada após longos períodos em pé ou caminhadas. Nos últimos meses, a dor tornou-se mais persistente, inclusive ocasionalmente à noite, e a paciente relata rigidez matinal nos joelhos que dura cerca de 10 a 15 minutos. Ao exame físico, observa-se dor à palpação das articulações femorotibiais, crepitação ao movimento ativo e passivo, discreto aumento de volume articular por presença de osteófitos e leve limitação da amplitude de movimento. Notam-se instabilidade articular durante a marcha e sinais de insuficiência miotendínea nos músculos da coxa. Não há sinais de inflamação sistêmica. Sobre a osteoartrose, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Tem característica mecânica, isto é, tende a ser protocinética.
II. As alterações características da osteoartrite são estreitamento do espaço articular, que reflete a perda de cartilagem, esclerose óssea subcondral e o desenvolvimento de osteófitos.
III. O exame do líquido sinovial revela um aspecto amarelo citrino, com escassa celularidade (< 3.000 leucócitos), geralmente menos do que 25% de células polimorfonucleares.
IV. Casos com alterações apenas nos exames de imagem, sem sinais clínicos, não configuram o diagnóstico de osteoartrite.
V. A osteoartrite é uma condição na qual se verifica dano qualitativo e quantitativo da cartilagem articular determinando neoformação óssea subcondral.
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Augusta, 54 anos, professora, apresenta poliartralgia progressiva há 8 meses, com rigidez matinal prolongada variando entre 40 e 90 minutos. Refere inchaço em articulações das mãos e punhos, de padrão simétrico, associado a fadiga diária. No exame, identifica-se sinovite em articulações metacarpofalangianas (MCP) e interfalangianas proximais (PIP) bilateralmente, com edema palpável e sensibilidade, além de nódulos subcutâneos firmes em região olecraniana. Não há lesões cutâneas sugestivas de psoríase, mas relata fenômeno de Raynaud ocasional e queixa de secura ocular leve. Exames laboratoriais mostram anemia discreta, proteína C reativa (PCR) e velocidade de hemossedimentação (VHS) elevadas, fator reumatoide (FR) positivo e anticorpos anti-peptídeo citrulinado cíclico (anti-CCP) moderadamente elevados. Com base no quadro clínico, assinale a alternativa referente ao diagnóstico de Augusta.
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Rubens, 74 anos, hipertenso e diabético tipo 2, apresenta tontura intensa, fadiga e sensação de desmaio nas últimas horas. Refere uso de losartana, hidroclorotiazida e metformina, sem histórico prévio de síncope. No exame físico, apresenta PA 85/50 mmHg, FC 32 bpm regular, paciente pálido e sudorético, sem sinais de congestão pulmonar. Ausculta cardíaca com bulhas normofonéticas. ECG evidencia bloqueio atrioventricular total, com ritmo de escape ventricular a 30 bpm. Hemograma, eletrólitos e função renal estão normais. Foi administrada atropina 0,5 mg IV, sem sucesso clínico ou eletrocardiográfico. Considerando o quadro clínico e a falha de atropina, qual é a conduta mais adequada?
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Maria, 67 anos, hipertensa e com insuficiência cardíaca, apresenta PA 80/50 mmHg, FC 160 bpm, irregularmente irregular, paciente sudorética e confusa. Ausculta cardíaca sem sopros e estertores bibasais leves. Apresentando queixa principal: palpitações súbitas, tontura e sensação de desmaio há 30 minutos. ECG mostra fibrilação atrial com resposta ventricular rápida (~160 bpm). Hemograma, eletrólitos e função renal dentro da normalidade. Levando em consideração o quadro clínico, qual a conduta mais adequada nesta paciente?
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João Carlos, 74 anos, masculino, aposentado, natural de Belo Horizonte (MG), apresentou fraqueza súbita do hemicorpo direito e dificuldade para falar há aproximadamente 90 minutos. Possui histórico de hipertensão arterial sistêmica em uso de enalapril, diabetes mellitus tipo 2 em uso de metformina e dislipidemia em uso de atorvastatina. No exame físico, a pressão arterial era 160/90 mmHg, frequência cardíaca 88 bpm, NIHSS 14 (hemiparesia direita, desvio da rima labial e afasia motora leve). As pupilas eram isocóricas e reativas, sem sinais de hemorragia meníngea, e os reflexos tendinosos estavam aumentados à direita, com Babinski positivo no hemicorpo direito. A tomografia computadorizada de crânio sem contraste mostrou área de hipodensidade precoce envolvendo mais de um terço do território da artéria cerebral média esquerda, sugestiva de isquemia aguda. Hemograma, eletrólitos, função renal e glicemia estavam dentro dos limites normais. Levando em consideração o caso clínico, qual a conduta adequada neste momento?
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Ângelo, 68 anos, masculino, pedreiro aposentado, natural e residente em São Paulo (SP). Paciente relata dispneia progressiva há 8 meses, atualmente aos mínimos esforços. Refere tosse crônica há mais de 10 anos, inicialmente matinal, com expectoração esbranquiçada, sem hemoptise. Nas últimas semanas, nota piora da dispneia e episódios de chiado, principalmente à noite. Nega febre, dor torácica ou perda de peso importante. O paciente apresenta histórico de tabagismo importante, com carga tabágica de 50 maços-ano, tendo cessado o hábito há dois anos. Durante a vida profissional, esteve exposto de forma prolongada à poeira de cimento e cal em virtude de sua atividade como pedreiro. Entre as comorbidades, destaca-se hipertensão arterial sistêmica, atualmente controlada com o uso de losartana, além de diagnóstico de osteoartrose. Quanto ao histórico vacinal, relata vacinação anual contra influenza, porém não há registro de imunização pneumocócica. Faz uso de tiotrópio inalatório e da combinação formoterol/budesonida, embora de maneira irregular. A seguir estão seus exames complementares:
Espirometria (pós-broncodilatador):
VEF1 = 42% do previsto
CVF = 80% do previsto
VEF1/CVF = 0,48
O diagnóstico de DPOC requer VEF1/CVF < 0,70 após broncodilatador — o que confirma obstrução persistente ao fluxo aéreo. Levando em consideração o caso clínico exposto, sobre a classificação de GOLD para DPOC, assinale a alternativa em que Ângelo se enquadra.
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Maurício, 50 anos, sexo masculino, sem história prévia de doença cardiovascular ou renal, com IMC normal (23 kg/m²), foi diagnosticado com diabetes mellitus tipo 2. A HbA1c encontrada foi 8,1%, sem sintomas graves de hiperglicemia. De acordo com as diretrizes atuais, qual é a conduta terapêutica inicial mais adequada para este paciente?
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Sobre o câncer de esôfago, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
“Para o estudo da etiologia do câncer de esôfago é preciso compreender sua histologia. _____ é o tipo histológico mais frequente no Brasil. O terço médio e o inferior do esôfago são as regiões mais comumente afetadas. Já o _____, que surge principalmente na parte distal do esôfago, tem relação com a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).”
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