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Foram encontradas 40 questões.

4245648 Ano: 2026
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Amélia-PR
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A via aérea artificial consiste na inserção por via aérea nasal, oral ou transtraqueal de um tubo flexível e resistente que possibilite a passagem dos gases, permitindo a troca gasosa. As vias aéreas mais utilizadas nas unidades de terapia intensiva (UTI) são os tubos endotraqueais ou cânulas de traqueostomias. E, esse mecanismo pode ser implementado por meio da ventilação mecânica sob pressão positiva. A ventilação mecânica (VM), por sua vez, é um método de tratamento para pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada, consiste no suporte ventilatório por meio do uso de uma máquina que auxilia a entrada e a saída de ar nos pulmões, permitindo a manutenção das trocas gasosas. Diante dessa afirmativa, assinale a alternativa que não apresenta indicações para o uso da ventilação mecânica invasiva.

 

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4245647 Ano: 2026
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Amélia-PR
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A síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) é uma condição clínica grave e potencialmente fatal que se caracteriza por uma insuficiência respiratória aguda, marcada por hipoxemia refratária e lesão pulmonar difusa. A gestão da SDRA é complexa e desafiadora, com uma abordagem multidisciplinar essencial para otimizar os resultados clínicos. A aplicação da posição prona em pacientes com SDRA desencadeia uma série de efeitos fisiológicos benéficos que contribuem para a melhoria da oxigenação e, por conseguinte, para a gestão da condição. Diante do exposto, são contraindicações para a aplicação da posição prona, exceto:

 

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4245646 Ano: 2026
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Amélia-PR
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A bexiga hiperativa e a bexiga neurogênica consistem em disfunções que afetam muitos indivíduos e que podem ter grande impacto em sua qualidade de vida. A correta abordagem pode melhorar bastante os sintomas e, em alguns casos, inclusive, resolver completamente o problema. Para isso, há os tratamentos medicamentoso e conservador, mas muitas pessoas não os realizam por falta de conhecimento ou por constrangimento. Várias são as técnicas dentro da abordagem fisioterapêutica e, cada técnica apresenta uma peculiaridade, adaptando-se a cada perfil de paciente. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta a respeito da fisiopatologia das bexigas hiperativa e neurogênica.

 

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4245645 Ano: 2026
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Amélia-PR
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A bursite trocantérica é uma inflamação das bolsas localizadas na região do trocanter maior do fêmur. É uma patologia que pode ocorrer por uma artropatia inflamatória ou processo degenerativo; a obesidade, associada ao aumento de idade ou à artrite, é outro fator de risco por biomecanicamente aumentar a sobrecarga na articulação coxofemoral; e, traumatismos diretos sobre o trocanter maior do fêmur também podem causar lesão e inflamação local. É importante ressaltar que quando o paciente busca o diagnóstico e o tratamento nos primeiros sintomas e sinais da doença, o prognóstico é favorável e há maior probabilidade de resolução do quadro com medidas conservadoras. Diante do exposto, analise as assertivas a respeito da avaliação fisioterapêutica de pacientes com bursite trocantérica e assinale a alternativa correta.

I. No início do processo de avaliação do paciente, algumas condições devem ser consideradas, como o índice de massa corporal, para verificar o grau de obesidade, já que este é um fator de risco para a bursite. A idade também deve ser levada em conta pela faixa etária de risco para a patologia e também pelos idosos terem um processo degenerativo progressivo das suas articulações.

II. Na coleta da história do paciente, é necessário levar em consideração que na artropatia inflamatória ou na osteoartrose, o tempo de ocorrência e a sua progressão são importantes na avaliação do paciente; patologias de coluna lombar ou cirurgia prévia de quadril podem elucidar a causa da bursite. O paciente também pode relatar, na consulta, alguma queda ou contusão sobre a região trocanteriana.

III. Durante a inspeção, a presença da inflamação latente irá demonstrar eritema local, da mesma forma que algum traumatismo será representado por uma lesão aberta ou um arroxeado sobre a pele. Também deve ser verificada qualquer desigualdade entre o comprimento dos membros inferiores. Em casos crônicos de bursite, é identificado um estado de atrofia do quadríceps e da região glútea.

IV. Na palpação, uma pressão leve sobre a bursa (anterior ao trocanter maior) desencadeia intensa dor e desconforto. Há, também, hipossensibilidade à palpação profunda sobre o trocanter maior, o que sugere tendinite do tendão do quadrado lombar.

V. No exame físico, a rotação interna do quadril é dolorosa e causa desconforto, mas são incomuns estes sintomas durante a rotação externa. A amplitude de movimento de adução do quadril não é restrita, sendo que a dor diminui ao realizar-se a abdução e melhora na abdução contrarresistência. Na movimentação passiva, a amplitude de movimento do quadril geralmente é incompleta. Além disso, o paciente apresenta sinal de Trendelenburg negativo e a sua marcha é normal.

VI. A baropodometria computadorizada é um recurso que pode ser aliado do fisioterapeuta na avaliação dos pacientes. É um sistema que utiliza palmilhas extremamente finas, introduzidas no interior do calçado do paciente, transmitindo informações de pressão plantar para um computador e armazenando todas as informações adquiridas em níveis estático e dinâmico. Por meio dos resultados obtidos pela unidade gramas por centímetros quadrados e a imagem fornecida pela tela do computador, podem ser verificadas alterações na marcha, pontos de maior pressão e alterações posturais, elucidando a causa da bursite trocantérica, seja ela uma alteração postural ou uma desigualdade entre comprimentos de membros.

 

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4245644 Ano: 2026
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Amélia-PR
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O trabalho de parto é um momento de significativo estresse para a gestante, tanto pelas questões emocionais e a expectativa com a chegada do bebê quanto pelas contrações uterinas que geram fortes dores. Além disso, o trabalho de parto é dividido em duas fases. Na primeira fase do trabalho de parto, ocorrem contrações uterinas que permitem a dilatação progressiva do colo uterino, enquanto na segunda fase, ocorre a expulsão fetal, na qual as contrações e a dilatação do colo uterino se tornam mais intensas. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta com relação à abordagem fisioterapêutica na primeira fase do trabalho de parto.

 

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4245643 Ano: 2026
Disciplina: Fisioterapia
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Amélia-PR
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A radiografia de tórax é um exame de imagem bem comum, principalmente devido a seu baixo custo, à possibilidade de ser realizado à beira-leito e à grande disponibilidade nos sistemas hospitalares, seja de grandes centros, periferias ou até mesmo intra-hospitalar. Sua interpretação é primordial para encontrar alterações torácicas e no campo pleuropulmonar, favorecendo tanto o diagnóstico nosológico quanto o diagnóstico cinético funcional. No entanto, para obter sucesso nessa interpretação, é imprescindível uma sistematização da avaliação da imagem, respeitando a semiologia e a terminologia radiológica. A opacidade é descrita como um termo genérico e inespecífico que indica qualquer imagem que atenua o feixe de raios X tornando a imagem radiográfica mais opaca (“branca”). Portanto, leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o nome do tipo de opacidade descrito: “Indica preenchimento do espaço aéreo, obliterando a imagem de vasos e vias aéreas, com maior densidade, de cunho homogêneo e limites imprecisos. Sua etiologia pode ser de preenchimento por: transudato (aumento da pressão hidrostática ou redução da pressão coloidosmótica), exsudato (processo infeccioso), sangue, material gástrico e neoplasia (carcinoma broncogênico). Relacionados a este tipo de opacidade, têm-se os sinais radiográficos mais clássicos: o sinal do broncograma aéreo e o sinal da silhueta.”

 

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Em 28 de outubro de 2025, o Estado do Rio de Janeiro deflagrou uma grande operação policial nos Complexos da Penha e do Alemão contra a facção Comando Vermelho, com mais de 2.500 agentes envolvidos, helicópteros, blindados e drones. A ação resultou em dezenas de mortos, entre civis suspeitos e policiais, e suscitou críticas de violações de direitos humanos por parte de moradores. Qual é o nome dado a essa operação?

 

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De acordo com o artigo nº 82 da Lei orgânica de Santa Amélia/PR, a publicação das Leis e Atos Municipais far-se-á em órgão de imprensa local ou regional, ou por afixação na sede da Prefeitura ou na Câmara Municipal, conforme o caso. Com base no parágrafo único do referido artigo, assinale a alternativa correta.

 

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Leia o texto para responder as questões.

‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video
Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00

A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-como-vivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/

Analise o período: “Alexandre Nardoni, que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024”. A oração subordinada destacada é classificada como:

 

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‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video
Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00

A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-como-vivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/

No trecho “Elize Matsunaga vive discretamente em Franca”, a palavra destacada é classificada morfologicamente como

 

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