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Foram encontradas 50 questões.

471898 Ano: 2017
Disciplina: Estatística
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA

Em média, para cada 4 carros esportivos vendidos, uma concessionária de veículos de Salvador vende 9 carros do tipo “sedan”. Para o próximo mês, o gerente dessa concessionária prevê uma venda de 12 carros esportivos.

O número de carros do tipo “sedan” que a concessionária espera vender no próximo mês é

 

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471894 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA

Vanessa começou uma tarefa exatamente ao meio dia. Quando terminou a tarefa, ela verificou que tinha levado 500 minutos na execução da mesma.

Vanessa terminou a tarefa às

 

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471891 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA

O estado da Bahia tem uma população aproximada de 15 milhões de pessoas, das quais aproximadamente 32% são crianças e adolescentes de até 14 anos.

O número de crianças e adolescentes de até 14 anos no estado da Bahia é, aproximadamente,

 

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471888 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA

A figura a seguir mostra um salão em forma de L. As medidas indicadas estão expressas em metros.

enunciado 471888-1

A área desse salão, em metros quadrados, é de

 

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471877 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA

Pedro, ao ver que não tinha mais detergente em casa, foi ao supermercado e comprou meia dúzia de detergentes. Ao chegar em casa, viu que sua mulher também tinha ido a um supermercado e comprado oito detergentes.

O número total de detergentes que Pedro e sua mulher compraram foi

 

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471873 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA

TEXTO 1

Anúncio Publicitário: o Conar

Nós adoraríamos dizer que somos perfeitos. Que somos infalíveis. Que não cometemos nem mesmo o menor deslize. E só não falamos nisso por um pequeno detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra “mentira”, como acabamos de fazer, poderíamos optar por um eufemismo. “Meia-verdade”, por exemplo, seria um termo muito menos agressivo. Mas nós não usamos esta palavra simplesmente porque não acreditamos que exista uma “meia-verdade”. Para o Conar, Conselho Nacional de Aurorregulamentação Publicitária, existem a verdade e a mentira. Existem a honestidade e a desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar nasceu há 29 anos (viu só? Não arredondamos para 30) com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não fazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de dizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos isso porque é a única forma da propaganda ter o máximo de credibilidade. E, cá entre nós, para que serviria a propaganda se o consumidor não acreditasse nela?

Qualquer pessoa que se sinta enganada por uma peça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar. Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e, quando é o caso, aplica a punição.

Veja, 8 de julho de 2009.

No texto 1, aparece a frase “Existem a honestidade e a desonestidade”, em que os termos “honestidade” e “desonestidade” aparecem como antônimos.

Assinale a opção em que as duas palavras são exemplos de antônimos.

 

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471868 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA

TEXTO 1

Anúncio Publicitário: o Conar

Nós adoraríamos dizer que somos perfeitos. Que somos infalíveis.Que não cometemos nem mesmo o menor deslize. E só nãofalamos nisso por um pequeno detalhe: seria uma mentira. Aliás,em vez de usar a palavra “mentira”, como acabamos de fazer,poderíamos optar por um eufemismo. “Meia-verdade”, porexemplo, seria um termo muito menos agressivo. Mas nós nãousamos esta palavra simplesmente porque não acreditamos queexista uma “meia-verdade”. Para o Conar, Conselho Nacional deAurorregulamentação Publicitária, existem a verdade e a mentira.Existem a honestidade e a desonestidade. Absolutamente nadano meio. O Conar nasceu há 29 anos (viu só? Não arredondamospara 30) com a missão de zelar pela ética na publicidade. Nãofazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de dizer isso,mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos isso porque é a únicaforma da propaganda ter o máximo de credibilidade. E, cá entrenós, para que serviria a propaganda se o consumidor nãoacreditasse nela?

Qualquer pessoa que se sinta enganada por uma peça publicitáriapode fazer uma reclamação ao Conar. Ele analisacuidadosamente todas as denúncias e, quando é o caso, aplica apunição.

Veja, 8 de julho de 2009.

Entre as palavras abaixo, assinale aquela que tem a separação silábica corretamente feita.
 

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471865 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA

TEXTO 1

Anúncio Publicitário: o Conar

Nós adoraríamos dizer que somos perfeitos. Que somos infalíveis. Que não cometemos nem mesmo o menor deslize. E só não falamos nisso por um pequeno detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra “mentira”, como acabamos de fazer, poderíamos optar por um eufemismo. “Meia-verdade”, por exemplo, seria um termo muito menos agressivo. Mas nós não usamos esta palavra simplesmente porque não acreditamos que exista uma “meia-verdade”. Para o Conar, Conselho Nacional de Aurorregulamentação Publicitária, existem a verdade e a mentira. Existem a honestidade e a desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar nasceu há 29 anos (viu só? Não arredondamos para 30) com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não fazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de dizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos isso porque é a única forma da propaganda ter o máximo de credibilidade. E, cá entre nós, para que serviria a propaganda se o consumidor não acreditasse nela?

Qualquer pessoa que se sinta enganada por uma peça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar. Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e, quando é o caso, aplica a punição.

Veja, 8 de julho de 2009.

“Para o Conar, Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, ...”

Nesse segmento do texto 1, a sigla Conar aparece explicada porque

 

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471851 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA

TEXTO 1

Anúncio Publicitário: o Conar

Nós adoraríamos dizer que somos perfeitos. Que somos infalíveis. Que não cometemos nem mesmo o menor deslize. E só não falamos nisso por um pequeno detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra “mentira”, como acabamos de fazer, poderíamos optar por um eufemismo. “Meia-verdade”, por exemplo, seria um termo muito menos agressivo. Mas nós não usamos esta palavra simplesmente porque não acreditamos que exista uma “meia-verdade”. Para o Conar, Conselho Nacional de Aurorregulamentação Publicitária, existem a verdade e a mentira. Existem a honestidade e a desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar nasceu há 29 anos (viu só? Não arredondamos para 30) com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não fazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de dizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos isso porque é a única forma da propaganda ter o máximo de credibilidade. E, cá entre nós, para que serviria a propaganda se o consumidor não acreditasse nela?

Qualquer pessoa que se sinta enganada por uma peça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar. Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e, quando é o caso, aplica a punição.

Veja, 8 de julho de 2009.

A frase do texto 1 em que o verbo sublinhado admitiria a forma de concordância verbal indicada entre parênteses é:
 

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471850 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. Salvador-BA

TEXTO 1

Anúncio Publicitário: o Conar

Nós adoraríamos dizer que somos perfeitos. Que somos infalíveis. Que não cometemos nem mesmo o menor deslize. E só não falamos nisso por um pequeno detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra “mentira”, como acabamos de fazer, poderíamos optar por um eufemismo. “Meia-verdade”, por exemplo, seria um termo muito menos agressivo. Mas nós não usamos esta palavra simplesmente porque não acreditamos que exista uma “meia-verdade”. Para o Conar, Conselho Nacional de Aurorregulamentação Publicitária, existem a verdade e a mentira. Existem a honestidade e a desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar nasceu há 29 anos (viu só? Não arredondamos para 30) com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não fazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de dizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos isso porque é a única forma da propaganda ter o máximo de credibilidade. E, cá entre nós, para que serviria a propaganda se o consumidor não acreditasse nela?

Qualquer pessoa que se sinta enganada por uma peça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar. Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e, quando é o caso, aplica a punição.

Veja, 8 de julho de 2009.

E, cá entre nós, para que serviria a propaganda se o consumidor não acreditasse nela?

A substituição respectiva dos tempos verbais sublinhados está inadequada em

 

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