Foram encontradas 50 questões.
Em média, para cada 4 carros esportivos vendidos, uma concessionária de veículos de Salvador vende 9 carros do tipo “sedan”. Para o próximo mês, o gerente dessa concessionária prevê uma venda de 12 carros esportivos.
O número de carros do tipo “sedan” que a concessionária espera vender no próximo mês é
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Vanessa começou uma tarefa exatamente ao meio dia. Quando terminou a tarefa, ela verificou que tinha levado 500 minutos na execução da mesma.
Vanessa terminou a tarefa às
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O estado da Bahia tem uma população aproximada de 15 milhões de pessoas, das quais aproximadamente 32% são crianças e adolescentes de até 14 anos.
O número de crianças e adolescentes de até 14 anos no estado da Bahia é, aproximadamente,
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A figura a seguir mostra um salão em forma de L. As medidas indicadas estão expressas em metros.

A área desse salão, em metros quadrados, é de
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Pedro, ao ver que não tinha mais detergente em casa, foi ao supermercado e comprou meia dúzia de detergentes. Ao chegar em casa, viu que sua mulher também tinha ido a um supermercado e comprado oito detergentes.
O número total de detergentes que Pedro e sua mulher compraram foi
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TEXTO 1
Anúncio Publicitário: o Conar
Nós adoraríamos dizer que somos perfeitos. Que somos infalíveis. Que não cometemos nem mesmo o menor deslize. E só não falamos nisso por um pequeno detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra “mentira”, como acabamos de fazer, poderíamos optar por um eufemismo. “Meia-verdade”, por exemplo, seria um termo muito menos agressivo. Mas nós não usamos esta palavra simplesmente porque não acreditamos que exista uma “meia-verdade”. Para o Conar, Conselho Nacional de Aurorregulamentação Publicitária, existem a verdade e a mentira. Existem a honestidade e a desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar nasceu há 29 anos (viu só? Não arredondamos para 30) com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não fazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de dizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos isso porque é a única forma da propaganda ter o máximo de credibilidade. E, cá entre nós, para que serviria a propaganda se o consumidor não acreditasse nela?
Qualquer pessoa que se sinta enganada por uma peça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar. Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e, quando é o caso, aplica a punição.
Veja, 8 de julho de 2009.
No texto 1, aparece a frase “Existem a honestidade e a desonestidade”, em que os termos “honestidade” e “desonestidade” aparecem como antônimos.
Assinale a opção em que as duas palavras são exemplos de antônimos.
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TEXTO 1
Anúncio Publicitário: o Conar
Nós adoraríamos dizer que somos perfeitos. Que somos infalíveis.Que não cometemos nem mesmo o menor deslize. E só nãofalamos nisso por um pequeno detalhe: seria uma mentira. Aliás,em vez de usar a palavra “mentira”, como acabamos de fazer,poderíamos optar por um eufemismo. “Meia-verdade”, porexemplo, seria um termo muito menos agressivo. Mas nós nãousamos esta palavra simplesmente porque não acreditamos queexista uma “meia-verdade”. Para o Conar, Conselho Nacional deAurorregulamentação Publicitária, existem a verdade e a mentira.Existem a honestidade e a desonestidade. Absolutamente nadano meio. O Conar nasceu há 29 anos (viu só? Não arredondamospara 30) com a missão de zelar pela ética na publicidade. Nãofazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de dizer isso,mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos isso porque é a únicaforma da propaganda ter o máximo de credibilidade. E, cá entrenós, para que serviria a propaganda se o consumidor nãoacreditasse nela?
Qualquer pessoa que se sinta enganada por uma peça publicitáriapode fazer uma reclamação ao Conar. Ele analisacuidadosamente todas as denúncias e, quando é o caso, aplica apunição.
Veja, 8 de julho de 2009.
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TEXTO 1
Anúncio Publicitário: o Conar
Nós adoraríamos dizer que somos perfeitos. Que somos infalíveis. Que não cometemos nem mesmo o menor deslize. E só não falamos nisso por um pequeno detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra “mentira”, como acabamos de fazer, poderíamos optar por um eufemismo. “Meia-verdade”, por exemplo, seria um termo muito menos agressivo. Mas nós não usamos esta palavra simplesmente porque não acreditamos que exista uma “meia-verdade”. Para o Conar, Conselho Nacional de Aurorregulamentação Publicitária, existem a verdade e a mentira. Existem a honestidade e a desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar nasceu há 29 anos (viu só? Não arredondamos para 30) com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não fazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de dizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos isso porque é a única forma da propaganda ter o máximo de credibilidade. E, cá entre nós, para que serviria a propaganda se o consumidor não acreditasse nela?
Qualquer pessoa que se sinta enganada por uma peça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar. Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e, quando é o caso, aplica a punição.
Veja, 8 de julho de 2009.
“Para o Conar, Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, ...”
Nesse segmento do texto 1, a sigla Conar aparece explicada porque
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TEXTO 1
Anúncio Publicitário: o Conar
Nós adoraríamos dizer que somos perfeitos. Que somos infalíveis. Que não cometemos nem mesmo o menor deslize. E só não falamos nisso por um pequeno detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra “mentira”, como acabamos de fazer, poderíamos optar por um eufemismo. “Meia-verdade”, por exemplo, seria um termo muito menos agressivo. Mas nós não usamos esta palavra simplesmente porque não acreditamos que exista uma “meia-verdade”. Para o Conar, Conselho Nacional de Aurorregulamentação Publicitária, existem a verdade e a mentira. Existem a honestidade e a desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar nasceu há 29 anos (viu só? Não arredondamos para 30) com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não fazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de dizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos isso porque é a única forma da propaganda ter o máximo de credibilidade. E, cá entre nós, para que serviria a propaganda se o consumidor não acreditasse nela?
Qualquer pessoa que se sinta enganada por uma peça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar. Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e, quando é o caso, aplica a punição.
Veja, 8 de julho de 2009.
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Anúncio Publicitário: o Conar
Nós adoraríamos dizer que somos perfeitos. Que somos infalíveis. Que não cometemos nem mesmo o menor deslize. E só não falamos nisso por um pequeno detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra “mentira”, como acabamos de fazer, poderíamos optar por um eufemismo. “Meia-verdade”, por exemplo, seria um termo muito menos agressivo. Mas nós não usamos esta palavra simplesmente porque não acreditamos que exista uma “meia-verdade”. Para o Conar, Conselho Nacional de Aurorregulamentação Publicitária, existem a verdade e a mentira. Existem a honestidade e a desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar nasceu há 29 anos (viu só? Não arredondamos para 30) com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não fazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de dizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos isso porque é a única forma da propaganda ter o máximo de credibilidade. E, cá entre nós, para que serviria a propaganda se o consumidor não acreditasse nela?
Qualquer pessoa que se sinta enganada por uma peça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar. Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e, quando é o caso, aplica a punição.
Veja, 8 de julho de 2009.
“E, cá entre nós, para que serviria a propaganda se o consumidor não acreditasse nela?”
A substituição respectiva dos tempos verbais sublinhados está inadequada em
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