Foram encontradas 50 questões.
Com relação ao desenvolvimento do pensamento e da linguagem, analise as afirmativas a seguir.
I. O pensamento e a linguagem têm raízes genéticas diferenciadas, isto é, não tem a mesma origem e afirma que o progresso da fala não é paralelo ao progresso do pensamento.
II. O desenvolvimento da linguagem e do pensamento distingue-se em dois momentos: uma fase pré-linguística do desenvolvimento do pensamento e uma fase pré-intelectual no desenvolvimento da fala. Um terceiro momento, quando pensamento e linguagem se entrelaçam, é a chamada linguagem simbólica ou pensamento verbal. Ambos os trechos fazem referência ao teórico:
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A ética das máquinas
[...] Imagine uma situação na qual uma máquina identifica o rosto de um terrorista internacional tentando embarcar em um voo no aeroporto de Tel Aviv. Imediatamente, um alarme soa e os embarques são suspensos. Todos os voos são, automaticamente, cancelados. Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo. O preço do barril de petróleo triplica e nas bolsas de valores há uma corrida pelas ações das empresas petrolíferas. Essa manobra faz com que o preço de outras ações desabe. A queda no valor das ações leva a uma corrida para o dólar e, em poucas horas, ele se valoriza mais de 15%. Contratos de importação e exportação são suspensos...
Essa cadeia inusitada de acontecimentos pode levar ao caos. Mas, o que significa um dia caótico na economia mundial diante da possibilidade de um ataque terrorista que poderia dizimar centenas de vidas? Os agentes da polícia portuária poderiam não ter identificado o rosto do terrorista e, nesse caso, a tragédia seria inevitável. No entanto, não é possível descartar a hipótese de que a máquina poderia ter identificado incorretamente um rosto e que, se ela não tivesse autonomia para suspender embarques e voos, um dia de caos na economia mundial poderia ter sido evitado. O que seria melhor? Tudo depende dos riscos que estamos dispostos a correr.
As máquinas estão se tornando cada vez mais autônomas. Máquinas autônomas não podem ser desligadas. Cada vez mais delegamos a elas decisões diante de situações imprevistas. Se o rosto do terrorista é identificado, o alarme soa e os embarques são automaticamente cancelados, independentemente da vontade de qualquer funcionário do aeroporto. Máquinas autônomas podem, também, alterar sua própria programação a partir de sua interação com o ambiente e, por isso, não temos controle pleno sobre elas.
Em geral, delegamos autonomia para máquinas quando, em algumas tarefas, sua performance é melhor do que a de um ser humano. Cálculos de engenharia, folhas de pagamento de grandes instituições são casos típicos nos quais a performance das máquinas ultrapassa o raciocínio e a memória humana. Em pouco tempo a identificação instantânea de rostos também integrará essa lista. [...]
Máquinas superinteligentes ainda são um sonho distante, mas não impossível. Não podemos, tampouco, descartar a possibilidade de elas serem produzidas acidentalmente. [...]
Como uma máquina autônoma não pode ser desligada, ficaríamos à mercê de seus caprichos, que poderia incluir a destruição completa da raça humana. [...]
O físico Stephen Hawking sugere que, diante desse risco, as pesquisas em inteligência artificial deveriam ser interrompidas. O filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, defende que o aumento da inteligência se refletirá em um aprimoramento ético. Daniel Dennett, um dos pioneiros da Filosofia da Mente, afirma que a superinteligência não passa de uma lenda urbana que se baseia em atribuir às máquinas podres que elas nunca terão.
Temos de aguardar, com os dedos cruzados, os próximos capítulos da história da tecnologia. E torcer para que das inteligências sem consciência possa emergir algo mais do apenas eficiência cega, a competência sem compreensão.
(TEIXEIRA, João. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Adaptado.)
Analise as alternativas a seguir.
I. “à mercê de seus caprichos”.
II. “às máquinas”.
II. “às máquinas”.
Acerca das duas ocorrências do acento grave nos segmentos anteriores, pode-se afirmar que
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A investigação histórica em educação tem sido fruto de esforços isolados, encontrando-se muito marcada pela ausência de espaços coletivos de produção e reflexão. É verdade que se trata de uma realidade extensiva ao conjunto de ciências humanas e sociais, que ganha, no entanto, contornos muito nítidos na história da educação. Acerca dos aspectos históricos da educação brasileira, é correto afirmar que:
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A ética das máquinas
[...] Imagine uma situação na qual uma máquina identifica o rosto de um terrorista internacional tentando embarcar em um voo no aeroporto de Tel Aviv. Imediatamente, um alarme soa e os embarques são suspensos. Todos os voos são, automaticamente, cancelados. Em poucos minutos, a notícia já percorre milhões de tablets e se espalha pelo mundo. O preço do barril de petróleo triplica e nas bolsas de valores há uma corrida pelas ações das empresas petrolíferas. Essa manobra faz com que o preço de outras ações desabe. A queda no valor das ações leva a uma corrida para o dólar e, em poucas horas, ele se valoriza mais de 15%. Contratos de importação e exportação são suspensos...
Essa cadeia inusitada de acontecimentos pode levar ao caos. Mas, o que significa um dia caótico na economia mundial diante da possibilidade de um ataque terrorista que poderia dizimar centenas de vidas? Os agentes da polícia portuária poderiam não ter identificado o rosto do terrorista e, nesse caso, a tragédia seria inevitável. No entanto, não é possível descartar a hipótese de que a máquina poderia ter identificado incorretamente um rosto e que, se ela não tivesse autonomia para suspender embarques e voos, um dia de caos na economia mundial poderia ter sido evitado. O que seria melhor? Tudo depende dos riscos que estamos dispostos a correr.
As máquinas estão se tornando cada vez mais autônomas. Máquinas autônomas não podem ser desligadas. Cada vez mais delegamos a elas decisões diante de situações imprevistas. Se o rosto do terrorista é identificado, o alarme soa e os embarques são automaticamente cancelados, independentemente da vontade de qualquer funcionário do aeroporto. Máquinas autônomas podem, também, alterar sua própria programação a partir de sua interação com o ambiente e, por isso, não temos controle pleno sobre elas.
Em geral, delegamos autonomia para máquinas quando, em algumas tarefas, sua performance é melhor do que a de um ser humano. Cálculos de engenharia, folhas de pagamento de grandes instituições são casos típicos nos quais a performance das máquinas ultrapassa o raciocínio e a memória humana. Em pouco tempo a identificação instantânea de rostos também integrará essa lista. [...]
Máquinas superinteligentes ainda são um sonho distante, mas não impossível. Não podemos, tampouco, descartar a possibilidade de elas serem produzidas acidentalmente. [...]
Como uma máquina autônoma não pode ser desligada, ficaríamos à mercê de seus caprichos, que poderia incluir a destruição completa da raça humana. [...]
O físico Stephen Hawking sugere que, diante desse risco, as pesquisas em inteligência artificial deveriam ser interrompidas. O filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford, defende que o aumento da inteligência se refletirá em um aprimoramento ético. Daniel Dennett, um dos pioneiros da Filosofia da Mente, afirma que a superinteligência não passa de uma lenda urbana que se baseia em atribuir às máquinas podres que elas nunca terão.
Temos de aguardar, com os dedos cruzados, os próximos capítulos da história da tecnologia. E torcer para que das inteligências sem consciência possa emergir algo mais do apenas eficiência cega, a competência sem compreensão.
(TEIXEIRA, João. Filosofia, Ciência e Vida. nº 121. Adaptado.)
No segmento “ Não podemos, tampouco, descartar a possibilidade de elas serem produzidas acidentalmente. [...]” o termo sublinhado pode ser substituído sem que haja prejuízo semântico por
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927922
Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
- CNEResoluções do CNE/CEBResolução CNE/CEB 05/2012 - DCN Educação Escolar Indígena na Educação Básica
As DCNs têm origem na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, que assinala ser incumbência da União “estabelecer, em colaboração com os Estados, Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, que nortearão os currículos e os seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar a formação básica comum”. São características das Diretrizes Curriculares Nacionais:
I. Buscam promover a equidade de aprendizagem, garantindo que conteúdos básicos sejam ensinados para todos os alunos, sem deixar de levar em consideração os diversos contextos nos quais eles estão inseridos.
II. São diretrizes separadas por disciplinas elaboradas pelo governo federal e não obrigatórias por lei. Elas visam subsidiar e orientar a elaboração ou revisão curricular; a formação inicial e continuada dos professores; as discussões pedagógicas internas às escolas; a produção de livros e outros materiais didáticos e a avaliação do sistema de Educação.
III. São normas obrigatórias para a Educação Básica que orientam o planejamento curricular das escolas e dos sistemas de ensino. Elas são discutidas, concebidas e fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
IV. Definem o que se espera que todos os alunos aprendam ao concluírem uma série e um nível de ensino. Contemplam recomendações explícitas sobre os conhecimentos que precisam ser abordados em cada disciplina.
Estão corretas apenas as afirmativas
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As leis estabelecem os parâmetros, mas a ação cotidiana se dá a partir das atitudes, das relações, do convívio, da diversidade, não bastando que haja regulamentação ou uma lista de atribuições para que o trabalho seja efetivo ou tenha um resultado positivo. Neste sentido, Freitas (2001, p. 203-204) faz refletir sobre a atuação de educador necessária ao supervisor que deseja romper com o paradigma tradicional. Esta concepção de supervisor- educador, ao comprometer-se com a democratização da escola, opõe-se às características restritivas da supervisão tradicional, propondo que se supere:
I. O posicionamento crítico pela neutralidade.
II. O controle pelo comprometimento.
III. As relações hierárquicas pela responsabilidade partilhada.
IV. A solidariedade pelo individualismo.
V. A reflexão coletiva pela separação do fazer e do pensar.
VI. A ajuda pela problematização.
VII. A criação pela receita.
II. O controle pelo comprometimento.
III. As relações hierárquicas pela responsabilidade partilhada.
IV. A solidariedade pelo individualismo.
V. A reflexão coletiva pela separação do fazer e do pensar.
VI. A ajuda pela problematização.
VII. A criação pela receita.
Estão corretas apenas as alternativas
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O supervisor pedagógico deve ter como desafio central da educação o trabalho em equipe, cuja execução requer liderança e comunicação, como forma de viabilizar as ações para o alcance do sucesso e das mudanças necessárias. Acerca do exposto, são pressupostos coerentes com esta postura:
I. A instituição é constituída por pessoas, profissionais, também em desenvolvimento pessoal e profissional.
II. O desenvolvimento humano, individual e coletivo é a pedra de toque para o desenvolvimento organizacional.
III. A liderança estratégica, baseada numa visão partilhada da escola, num pensamento sistêmico e no diálogo, é de importância capital.
IV. A resolução cooperativa dos problemas é fator de aprendizagem e de coesão organizacional.
V. A linguagem como expressão do pensamento crítico e fator de conscientização aumenta o nível de empenho.
Estão corretas as afirmativas
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Essa tendência analisa de forma crítica as realidades sociais, cuja educação possibilita a compreensão da realidade histórico-social, explicando o papel do sujeito como um ser que constrói sua realidade. Para o autor, essa tendência divide-se em três vertentes. NÃO é uma das vertentes:
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914980
Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Na educação no campo, é preciso considerar a diversidade contida nos espaços rurais, contemplando no currículo escolar as características de cada local, bem como os saberes ali presentes. De acordo com a Lei nº 9.394/1996, na oferta de educação básica para a população rural, os sistemas de ensino promoverão as adaptações necessárias à sua adequação às peculiaridades da vida rural e de cada região, especialmente:
I. Conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais necessidades e interesses dos alunos da zona rural.
II. Organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas.
III. Adequação à natureza do trabalho na zona rural, observando a possibilidade de concessão de certificados intermediários de qualificação para o trabalho.
II. Organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas.
III. Adequação à natureza do trabalho na zona rural, observando a possibilidade de concessão de certificados intermediários de qualificação para o trabalho.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Analise as afirmativas correlatadas.
I. “Na maioria das vezes em que se fala de cultura organizacional, está-se falando dos valores que o segmento gerencial considera ideais para ‘tocar’ a organização, e não dos valores que efetivamente existem subjacentes às práticas, às políticas administrativas, às estratégias, à identidade organizacional etc. dos diferentes segmentos num determinado momento da vida de uma empresa.”
(BARBOSA, 1999, p. 137.)
DESTE MODO
II. “A cultura, tal como a entendem os antropólogos, é um sistema de símbolos e significados de domínio público, em cujo contexto das tarefas e práticas de determinado grupo podem ser descritas de forma inteligível para as pessoas que dela participam ou não (...). No caso das organizações, pode ser pensada como uma rede de significados cujas tramas se combinam e recombinam gerando sempre novos padrões que formam o contexto no qual se desenrola e se torna significativa a ação social.”
Assinale a alternativa correta.
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