Foram encontradas 40 questões.
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- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Gramática - Língua InglesaVerbos | VerbsInfinitivo e gerúndio | Infinitive and gerund
I have always quite irrationally prided myself on my good health, for I have only occasionally had to take
a day off work when I have had a cold.
So I was quite offended by my doctor who, when we ran into each other in the street one day, took
one look at me and told me that I was definitely overweight and that if I did not make an effort to lose some
weight, I could expect to have a heart attack before very long. He added that, like many middle-aged men,
I led a completely sedentary life: I sat behind my office desk during the day and relaxed in my armchair in
the evening with my eyes firmly fixed on the television set.
It was true that I had been getting fatter, but this had not worried me much, for I simply attributed
it to the fact that I was getting older.
My doctor advised me to go on a diet immediately, so I tried cutting down on fattening foods, such as potatoes and butter, but without any visible signs of success, for my trouble is that I am very fond of my
food and besides, my wife is an excellent cook. I then decided that it was all a question of exercise, and for
this year’s holiday, I was determined to go somewhere which was conducive to taking exercise and not to
our usual seaside resort, where one is tempted to simply go down to the beach and lie in the sun. (In other
words – L.G. Alexander and Catherine Wilson).
“So I was quite offended by my doctor who, when we ran into each other in the street one day, took one look at me and told me that I was definitely overweight”.
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I have always quite irrationally prided myself on my good health, for I have only occasionally had to take
a day off work when I have had a cold.
So I was quite offended by my doctor who, when we ran into each other in the street one day, took
one look at me and told me that I was definitely overweight and that if I did not make an effort to lose some
weight, I could expect to have a heart attack before very long. He added that, like many middle-aged men,
I led a completely sedentary life: I sat behind my office desk during the day and relaxed in my armchair in
the evening with my eyes firmly fixed on the television set.
It was true that I had been getting fatter, but this had not worried me much, for I simply attributed
it to the fact that I was getting older.
My doctor advised me to go on a diet immediately, so I tried cutting down on fattening foods, such as potatoes and butter, but without any visible signs of success, for my trouble is that I am very fond of my
food and besides, my wife is an excellent cook. I then decided that it was all a question of exercise, and for
this year’s holiday, I was determined to go somewhere which was conducive to taking exercise and not to
our usual seaside resort, where one is tempted to simply go down to the beach and lie in the sun. (In other
words – L.G. Alexander and Catherine Wilson).
I – The doctor said the narrator might have a heart attack. II – The narrator became worried because he was getting older. III – Following doctor’s orders, he started a diet, but it didn’t work out. IV – He decided to go to the seaside on his next holiday in order to walk on the beach.
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I have always quite irrationally prided myself on my good health, for I have only occasionally had to take
a day off work when I have had a cold.
So I was quite offended by my doctor who, when we ran into each other in the street one day, took
one look at me and told me that I was definitely overweight and that if I did not make an effort to lose some
weight, I could expect to have a heart attack before very long. He added that, like many middle-aged men,
I led a completely sedentary life: I sat behind my office desk during the day and relaxed in my armchair in
the evening with my eyes firmly fixed on the television set.
It was true that I had been getting fatter, but this had not worried me much, for I simply attributed
it to the fact that I was getting older.
My doctor advised me to go on a diet immediately, so I tried cutting down on fattening foods, such as potatoes and butter, but without any visible signs of success, for my trouble is that I am very fond of my
food and besides, my wife is an excellent cook. I then decided that it was all a question of exercise, and for
this year’s holiday, I was determined to go somewhere which was conducive to taking exercise and not to
our usual seaside resort, where one is tempted to simply go down to the beach and lie in the sun. (In other
words – L.G. Alexander and Catherine Wilson).
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Marque a alternativa correta segundo a norma culta:
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Assinale a alternativa em que os termos destacados não são sinônimos:
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Assinale a alternativa incorreta de acordo com a norma culta:
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O ego se estabelece por meio de uma divisão da psique humana, na qual a identidade se separa em
duas partes que poderíamos chamar de “eu” e “meu”. Portanto, todo ego é esquizofrênico, para usar a
palavra no seu significado popular, que designa personalidade dividida. Nós vivemos com uma imagem
mental de nós mesmos, um eu conceitual com quem temos um relacionamento. A vida em si torna-se
conceitualizada e separada de quem somos quando falamos “minha vida”. No momento em que dizemos
ou pensamos “minha vida” e acreditamos nessa ideia (em vez de considerá-la uma mera convenção
linguística), entramos na esfera da ilusão. Se existe algo como “minha vida”, concluímos que “eu” e “vida”
são duas coisas separadas. Assim, podemos também perder a vida, nosso valioso bem imaginário. A morte
torna-se uma realidade aparente e uma ameaça. As palavras e os conceitos dividem a vida em segmentos
isolados que não têm realidade própria. Poderíamos até mesmo dizer que o conceito “minha vida” é a ilusão
original da separação, a origem do ego. Por exemplo, se eu e a vida somos dois, se seu existo separado
dela, então estou separado de todas as coisas, de todos os seres, de todas as pessoas. Mas como eu poderia
existir separado da vida? Qual “eu” poderia existir dissociado dela, à parte do Ser? É completamente
impossível. Portanto, não existe algo como “minha vida”, e nós não temos uma vida. Nós somos a vida.
Nós e a vida somos um. Não é possível ser de outra maneira. Portanto, como poderíamos perder nossa
vida? Como poderíamos perder algo que não temos? Como poderíamos perder algo que nós somos? É
impossível.
(Eckhart Tolle – Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência.)
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O ego se estabelece por meio de uma divisão da psique humana, na qual a identidade se separa em
duas partes que poderíamos chamar de “eu” e “meu”. Portanto, todo ego é esquizofrênico, para usar a
palavra no seu significado popular, que designa personalidade dividida. Nós vivemos com uma imagem
mental de nós mesmos, um eu conceitual com quem temos um relacionamento. A vida em si torna-se
conceitualizada e separada de quem somos quando falamos “minha vida”. No momento em que dizemos
ou pensamos “minha vida” e acreditamos nessa ideia (em vez de considerá-la uma mera convenção
linguística), entramos na esfera da ilusão. Se existe algo como “minha vida”, concluímos que “eu” e “vida”
são duas coisas separadas. Assim, podemos também perder a vida, nosso valioso bem imaginário. A morte
torna-se uma realidade aparente e uma ameaça. As palavras e os conceitos dividem a vida em segmentos
isolados que não têm realidade própria. Poderíamos até mesmo dizer que o conceito “minha vida” é a ilusão
original da separação, a origem do ego. Por exemplo, se eu e a vida somos dois, se seu existo separado
dela, então estou separado de todas as coisas, de todos os seres, de todas as pessoas. Mas como eu poderia
existir separado da vida? Qual “eu” poderia existir dissociado dela, à parte do Ser? É completamente
impossível. Portanto, não existe algo como “minha vida”, e nós não temos uma vida. Nós somos a vida.
Nós e a vida somos um. Não é possível ser de outra maneira. Portanto, como poderíamos perder nossa
vida? Como poderíamos perder algo que não temos? Como poderíamos perder algo que nós somos? É
impossível.
(Eckhart Tolle – Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência.)
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O ego se estabelece por meio de uma divisão da psique humana, na qual a identidade se separa em
duas partes que poderíamos chamar de “eu” e “meu”. Portanto, todo ego é esquizofrênico, para usar a
palavra no seu significado popular, que designa personalidade dividida. Nós vivemos com uma imagem
mental de nós mesmos, um eu conceitual com quem temos um relacionamento. A vida em si torna-se
conceitualizada e separada de quem somos quando falamos “minha vida”. No momento em que dizemos
ou pensamos “minha vida” e acreditamos nessa ideia (em vez de considerá-la uma mera convenção
linguística), entramos na esfera da ilusão. Se existe algo como “minha vida”, concluímos que “eu” e “vida”
são duas coisas separadas. Assim, podemos também perder a vida, nosso valioso bem imaginário. A morte
torna-se uma realidade aparente e uma ameaça. As palavras e os conceitos dividem a vida em segmentos
isolados que não têm realidade própria. Poderíamos até mesmo dizer que o conceito “minha vida” é a ilusão
original da separação, a origem do ego. Por exemplo, se eu e a vida somos dois, se seu existo separado
dela, então estou separado de todas as coisas, de todos os seres, de todas as pessoas. Mas como eu poderia
existir separado da vida? Qual “eu” poderia existir dissociado dela, à parte do Ser? É completamente
impossível. Portanto, não existe algo como “minha vida”, e nós não temos uma vida. Nós somos a vida.
Nós e a vida somos um. Não é possível ser de outra maneira. Portanto, como poderíamos perder nossa
vida? Como poderíamos perder algo que não temos? Como poderíamos perder algo que nós somos? É
impossível.
(Eckhart Tolle – Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência.)
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Marque a alternativa incorreta quanto ao uso do pronome relativo:
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