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Foram encontradas 30 questões.

1044230 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
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Ao analisar o coeficiente de mortalidade geral, alguns dados ficam omitidos o que implica na necessidade de avaliar outros indicadores de saúde. É correto afirmar que o coeficiente de mortalidade geral NÃO descreve:

I. Faixa etária do óbito.

II. Causa do óbito.

III. Número de habitantes locais para sua formulação.

Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)

 

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1044229 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
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Ao efetuar um levantamento epidemiológico, verifica-se o número de óbitos de crianças menores de um ano de idade, o qual foi dividido pelo total de habitantes da região para que se configure o coeficiente de mortalidade infantil. Em relação a esse “levantamento”, afirma-se que
 

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1044228 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
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Se o coeficiente de incidência de dengue em uma determinada cidade foi de três casos para cada 10 mil habitantes, é correto inferir que se, na mesma cidade, tiver um milhão de habitantes, a frequência absoluta de casos será de
 

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1044178 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
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Pode-se perceber que algumas características necessárias para revestimento de pisos são antagônicas, como, por exemplo, a facilidade de limpeza e antiderrapância, o que dificulta encontrar o piso ideal para uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN). Diante do contexto, assinale a alternativa que apresenta a melhor opção, disponível no mercado, de material para pisos dos setores de recepção, estocagem, pré-preparo, cocção e higienização da UAN.
 

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1044177 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
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O aleitamento materno, muito benéfico para o lactente, é considerado o alimento perfeito para o lactente normal, desde que o sistema materno possa manter a lactação e que não existam contraindicações. Em relação à composição do leite humano maduro e o leite de vaca, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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1044176 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
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A nutrição antes e durante a gravidez e durante a lactação pode ter efeitos significativos na saúde prolongada dos lactentes e de suas mães. Na primeira consulta de pré-natal, a avaliação nutricional da gestante, com base em seu peso e estatura, permite conhecer seu estado nutricional atual e subsidiar a previsão do ganho de peso até o final da gestação. De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, o ganho de peso total recomendado até o final da gestação para uma gestante com sobrepeso é de
 

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1044175 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
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Na digestão do carboidrato, a principal enzima secretada pelas glândulas salivares e pelas células do pâncreas é a endoglicosidade α-amilase, que hidrolisa as ligações α-1,4 internas das moléculas de amilose e amilopectina, produzindo maltose, maltotriose e dextrina-limite. Qual é a enzima responsável pela quebra das ligações α-1,6 da dextrina-limite, atuando nos pontos de ramificação?
 

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1044174 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
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Ao avaliar o estado nutricional da criança, o nutricionista tem à sua disposição diferentes técnicas e instrumentos para serem aplicados e comparados com padrão antropométrico ideal. Sobre os critérios e técnicas a serem utilizados e suas interpretações, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O perímetro torácico possui uma alta especificidade, pois apresenta alteração quando a criança demonstra desnutrição grave.

( ) Dos seis meses aos dois anos de idade, os perímetros cefálico e torácico são aproximadamente iguais, resultando em uma relação PT/PC = 1.

( ) Uma criança que apresenta comprometimento do peso pronunciado, mas a estatura normal, segundo a curva da Organização Mundial da Saúde, classifica-se como desnutrido pregresso.

( ) A avaliação do crescimento deve ser feita através das medidas de peso, comprimento/estatura, perímetro cefálico, plotado nas curvas de crescimento de referência da OMS (2006), sendo que nos primeiros cinco anos de vida deve-se utilizar a idade corrigida para a prematuridade ao plotar os pontos nas curvas.

A sequência está correta em

 

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1044101 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
Culto do espelho

Um dos produtos mais curiosos da indústria cultural digital é a chamada selfie, autorretrato feito com celular que virou mania geral. Em lugares públicos e privados, o usuário, como quem porta um espelho, vira a câmera do telefone para o próprio rosto e, “espelho, espelho meu", descobre por meio das redes sociais que não existe no mundo ninguém mais bonito do que “eu".

O autorretrato foi prática comum na história da pintura e da fotografia. Hoje em dia ele é hábito de quem tem um celular à mão. Em qualquer dos casos, a ação de autorretratar-se diz respeito a um exercício de autoimagem no tempo histórico em que técnicas tradicionais como o óleo, a gravura, o desenho foram a base das representações de si. Hoje ele depende das novas tecnologias que, no mundo dos dispositivos, estão ao nosso alcance de forma mais simples.

Não se pode dizer que a invenção da fotografia digital tenha intensificado apenas quantitativamente a arte de autorretratar-se. Selfie não é fotografia pura e simplesmente, não é autorretrato como os outros. A selfie põe em questão uma diferença qualitativa. Ela diz respeito a um fenômeno social relacionado à mediação da própria imagem pelas tecnologias, em específico, o telefone celular. De certo modo, o aparelho celular constitui hoje tanto a democratização quanto a banalização da máquina de fotografar; sobretudo, do gesto de fotografar.

O celular tornou-se, além de tudo o que ele já era, enquanto meio de comunicação e de subjetivação, um espelho. Nosso rosto é o que jamais veremos senão por meio do espelho. Mas é o rosto do outro que é nosso primeiro espelho. O conhecimento de nosso próprio rosto surge muito depois do encontro com o rosto do outro. Em nossa época, contudo, cada um compraz-se mais com o próprio rosto do que com o alheio. O espelho, em seu sentido técnico, apenas nos dá a dimensão da imagem do que somos, não do que podemos ser. Ora, no tempo das novas tecnologias que tanto democratizam como banalizam a maior parte de nossas experiências, talvez a experiência atual com o rosto seja a de sua banalização.

O autorretrato do tipo selfie não seria possível sem o dispositivo dos celulares e suas câmeras fotográficas capazes de inverter o foco na direção do próprio autor da foto. Celular como espelho, a prática da selfie precisa ser pensada em relação à atual experiência com a imagem de si. Ora, a autoimagem foi, desde sempre, fascinante. Daí o verdadeiro culto que temos com os espelhos. Assim é que Narciso é o personagem da autoadmiração, que em um grau de desmesura, destrói o todo da vida. Representante da vaidade como amor à máscara que todos necessariamente usamos para apresentarmo-nos uns diante dos outros, Narciso foi frágil diante de si mesmo. Não escaparemos dessa máscara e de seus efeitos perigosos se não meditarmos no sentido do próprio fato de “aparecer" em nosso tempo. Por trás da máscara deveria haver um rosto. Mas não é esse que o espelho captura.

Um julgamento de valor no caso da hiperexposição dos rostos seria mero moralismo se não colocasse em jogo um dos valores mais importantes de nossa época, o que Walter Benjamin chamou de “valor de exposição". Somos vítimas e reprodutores de sua lógica. No tempo da exposição total criamos a dialética perversa entre amar a própria imagem, sermos vistos e acreditarmos que isso assegura, de algum modo, nosso existir. No tempo da existência submetida à aparência, em que falar de algo como “essência" tem algo de bizarro, talvez que, com a selfie fique claro que somos todos máscaras sem rosto e que este modo de aparecer seja o nosso novo modo de ser.

(Marcia Tiburi. Coluna CULT, Culto do espelho. Disponível em: http: http://revistacult.uol.com.br/home/2014/11/culto-do-espelho//.)
Acerca do trecho “O conhecimento de nosso próprio rosto surge muito depois do encontro com o rosto do outro." (4º§), considere as afirmativas a seguir e assinale a correta.
 

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1044086 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Rio Novo do Sul-ES
Culto do espelho

Um dos produtos mais curiosos da indústria cultural digital é a chamada selfie, autorretrato feito com celular que virou mania geral. Em lugares públicos e privados, o usuário, como quem porta um espelho, vira a câmera do telefone para o próprio rosto e, “espelho, espelho meu", descobre por meio das redes sociais que não existe no mundo ninguém mais bonito do que “eu".

O autorretrato foi prática comum na história da pintura e da fotografia. Hoje em dia ele é hábito de quem tem um celular à mão. Em qualquer dos casos, a ação de autorretratar-se diz respeito a um exercício de autoimagem no tempo histórico em que técnicas tradicionais como o óleo, a gravura, o desenho foram a base das representações de si. Hoje ele depende das novas tecnologias que, no mundo dos dispositivos, estão ao nosso alcance de forma mais simples.

Não se pode dizer que a invenção da fotografia digital tenha intensificado apenas quantitativamente a arte de autorretratar-se. Selfie não é fotografia pura e simplesmente, não é autorretrato como os outros. A selfie põe em questão uma diferença qualitativa. Ela diz respeito a um fenômeno social relacionado à mediação da própria imagem pelas tecnologias, em específico, o telefone celular. De certo modo, o aparelho celular constitui hoje tanto a democratização quanto a banalização da máquina de fotografar; sobretudo, do gesto de fotografar.

O celular tornou-se, além de tudo o que ele já era, enquanto meio de comunicação e de subjetivação, um espelho. Nosso rosto é o que jamais veremos senão por meio do espelho. Mas é o rosto do outro que é nosso primeiro espelho. O conhecimento de nosso próprio rosto surge muito depois do encontro com o rosto do outro. Em nossa época, contudo, cada um compraz-se mais com o próprio rosto do que com o alheio. O espelho, em seu sentido técnico, apenas nos dá a dimensão da imagem do que somos, não do que podemos ser. Ora, no tempo das novas tecnologias que tanto democratizam como banalizam a maior parte de nossas experiências, talvez a experiência atual com o rosto seja a de sua banalização.

O autorretrato do tipo selfie não seria possível sem o dispositivo dos celulares e suas câmeras fotográficas capazes de inverter o foco na direção do próprio autor da foto. Celular como espelho, a prática da selfie precisa ser pensada em relação à atual experiência com a imagem de si. Ora, a autoimagem foi, desde sempre, fascinante. Daí o verdadeiro culto que temos com os espelhos. Assim é que Narciso é o personagem da autoadmiração, que em um grau de desmesura, destrói o todo da vida. Representante da vaidade como amor à máscara que todos necessariamente usamos para apresentarmo-nos uns diante dos outros, Narciso foi frágil diante de si mesmo. Não escaparemos dessa máscara e de seus efeitos perigosos se não meditarmos no sentido do próprio fato de “aparecer" em nosso tempo. Por trás da máscara deveria haver um rosto. Mas não é esse que o espelho captura.

Um julgamento de valor no caso da hiperexposição dos rostos seria mero moralismo se não colocasse em jogo um dos valores mais importantes de nossa época, o que Walter Benjamin chamou de “valor de exposição". Somos vítimas e reprodutores de sua lógica. No tempo da exposição total criamos a dialética perversa entre amar a própria imagem, sermos vistos e acreditarmos que isso assegura, de algum modo, nosso existir. No tempo da existência submetida à aparência, em que falar de algo como “essência" tem algo de bizarro, talvez que, com a selfie fique claro que somos todos máscaras sem rosto e que este modo de aparecer seja o nosso novo modo de ser.

(Marcia Tiburi. Coluna CULT, Culto do espelho. Disponível em: http: http://revistacult.uol.com.br/home/2014/11/culto-do-espelho//.)
A partir das várias relações estabelecidas pelas preposições, o emprego da preposição “de" no título do texto possui o mesmo sentido visto em:
 

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