Foram encontradas 50 questões.
Para a limpeza e manutenção de todas as cadeiras de
um hotel, foram escalados 4 funcionários, que executaram essa tarefa em 3 dias, trabalhando 3 horas por dia.
Considerando que o tempo para a limpeza e manutenção
de cada cadeira é sempre o mesmo, se tivessem sidos
escalados 3 funcionários, para que toda a tarefa fosse
finalizada em 5 dias, o número de horas diárias que cada
um deveria trabalhar seria
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em uma escola de basquetebol, para cada 14 alunos há rascunHo
3 bolas. Para que essa razão aumente para 4 bolas a
cada 14 alunos, é necessária a compra de mais 12 bolas.
O número de alunos dessa escola é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ana está guardando suas moedas em 3 potes, etiquetados, respectivamente, com as letras L, R, X. Em dado
momento, o número de moedas no pote L é igual a 80%
do número de moedas do pote R, e o número de moedas
no pote X é igual a 70% do número de moedas do pote L.
Nesse momento, o número de moedas no pote R excede
o número de moedas no pote L em 20. Logo, o total de
moedas nesses 3 potes é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Dois funcionários de uma escola iniciaram um curso de
especialização no dia 1 de março. Um desses funcionários terá aulas a cada 8 dias e o outro a cada 18 dias, e
essas aulas podem acontecer em qualquer dia da semana. Cada um deles deve fazer um total de 10 aulas. Logo,
o número de dias, incluindo a aula do dia 1 de março, em
que ambos terão tido aula no mesmo dia será
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A secretaria de uma escola precisa atualizar as fichas de
direito de utilização de imagem de todos os 2 100 alunos
e, para essa tarefa, foram designados três secretários.
Cada um deles recebeu 28 pastas, cada pasta com o
mesmo número de fichas e, após uma semana, esses
funcionários atualizaram, respectivamente, 13 pastas, 16
pastas e 20 pastas. Logo, o número de fichas que ainda
precisam ser atualizadas é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa em que a frase está redigida em
conformidade com a norma-padrão de concordância da
língua portuguesa.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa em que o termo entre parênteses
substitui corretamente a expressão.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Se de uma coisa há certeza no cais, mas certeza absoluta, inabalável, é que o dr. Rodrigo é de família de marinheiros, seus pais, seus avós ou outros mais antigos cruzaram os
mares nas embarcações, fizeram daquilo seu meio de vida.
Porque essa é a única explicação para que um doutor, de diploma e quadro, largasse as ruas bonitas da cidade e viesse
morar na beira do cais, numa casa tosca junto com livros, um
gato e as garrafas de bebidas. Mal de amor não era. Dr. Rodrigo estava muito moço ainda para sofrer no peito um mal
sem cura. Com certeza – repetiam os canoeiros – ele era de
família de marítimos, voltara para o mar. E como era magro e
fraco, incapaz de levar um saveiro pelas águas e suspender
um saco cheio, tratava das moléstias dos marinheiros, dava
vida aos que chegavam quase mortos das tempestades. E
em geral era quem dava dinheiro para o enterro dos mais pobres, quem ajudava as viúvas. Tirava da cadeia aqueles que
se embriagavam e eram presos. Muito fazia por eles e era estimado no cais, sua fama chegara mesmo a lugares aonde só
chegava a fama dos marinheiros mais valentes. Outras coisas
fazia, mas os marinheiros não tinham conhecimento. Talvez
só dona Dulce soubesse que ele fazia poemas sobre o mar,
porque ele achava a sua poesia fraca demais para o motivo.
Também dona Dulce não compreendia perfeitamente por que
ele morava ali, sendo rico e estimado na cidade lá em cima.
Vestia uma roupa coçada, sem gravata, e quando não visitava
os seus doentes (tinha muitos que nada lhe rendiam), fumava
um cachimbo e olhava a paisagem sempre nova do mar.
(Jorge Amado. Mar morto. Companhia das Letras, 2008)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Se de uma coisa há certeza no cais, mas certeza absoluta, inabalável, é que o dr. Rodrigo é de família de marinheiros, seus pais, seus avós ou outros mais antigos cruzaram os
mares nas embarcações, fizeram daquilo seu meio de vida.
Porque essa é a única explicação para que um doutor, de diploma e quadro, largasse as ruas bonitas da cidade e viesse
morar na beira do cais, numa casa tosca junto com livros, um
gato e as garrafas de bebidas. Mal de amor não era. Dr. Rodrigo estava muito moço ainda para sofrer no peito um mal
sem cura. Com certeza – repetiam os canoeiros – ele era de
família de marítimos, voltara para o mar. E como era magro e
fraco, incapaz de levar um saveiro pelas águas e suspender
um saco cheio, tratava das moléstias dos marinheiros, dava
vida aos que chegavam quase mortos das tempestades. E
em geral era quem dava dinheiro para o enterro dos mais pobres, quem ajudava as viúvas. Tirava da cadeia aqueles que
se embriagavam e eram presos. Muito fazia por eles e era estimado no cais, sua fama chegara mesmo a lugares aonde só
chegava a fama dos marinheiros mais valentes. Outras coisas
fazia, mas os marinheiros não tinham conhecimento. Talvez
só dona Dulce soubesse que ele fazia poemas sobre o mar,
porque ele achava a sua poesia fraca demais para o motivo.
Também dona Dulce não compreendia perfeitamente por que
ele morava ali, sendo rico e estimado na cidade lá em cima.
Vestia uma roupa coçada, sem gravata, e quando não visitava
os seus doentes (tinha muitos que nada lhe rendiam), fumava
um cachimbo e olhava a paisagem sempre nova do mar.
(Jorge Amado. Mar morto. Companhia das Letras, 2008)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Se de uma coisa há certeza no cais, mas certeza absoluta, inabalável, é que o dr. Rodrigo é de família de marinheiros, seus pais, seus avós ou outros mais antigos cruzaram os
mares nas embarcações, fizeram daquilo seu meio de vida.
Porque essa é a única explicação para que um doutor, de diploma e quadro, largasse as ruas bonitas da cidade e viesse
morar na beira do cais, numa casa tosca junto com livros, um
gato e as garrafas de bebidas. Mal de amor não era. Dr. Rodrigo estava muito moço ainda para sofrer no peito um mal
sem cura. Com certeza – repetiam os canoeiros – ele era de
família de marítimos, voltara para o mar. E como era magro e
fraco, incapaz de levar um saveiro pelas águas e suspender
um saco cheio, tratava das moléstias dos marinheiros, dava
vida aos que chegavam quase mortos das tempestades. E
em geral era quem dava dinheiro para o enterro dos mais pobres, quem ajudava as viúvas. Tirava da cadeia aqueles que
se embriagavam e eram presos. Muito fazia por eles e era estimado no cais, sua fama chegara mesmo a lugares aonde só
chegava a fama dos marinheiros mais valentes. Outras coisas
fazia, mas os marinheiros não tinham conhecimento. Talvez
só dona Dulce soubesse que ele fazia poemas sobre o mar,
porque ele achava a sua poesia fraca demais para o motivo.
Também dona Dulce não compreendia perfeitamente por que
ele morava ali, sendo rico e estimado na cidade lá em cima.
Vestia uma roupa coçada, sem gravata, e quando não visitava
os seus doentes (tinha muitos que nada lhe rendiam), fumava
um cachimbo e olhava a paisagem sempre nova do mar.
(Jorge Amado. Mar morto. Companhia das Letras, 2008)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container