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Foram encontradas 50 questões.

2738243 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Para a limpeza e manutenção de todas as cadeiras de um hotel, foram escalados 4 funcionários, que executaram essa tarefa em 3 dias, trabalhando 3 horas por dia. Considerando que o tempo para a limpeza e manutenção de cada cadeira é sempre o mesmo, se tivessem sidos escalados 3 funcionários, para que toda a tarefa fosse finalizada em 5 dias, o número de horas diárias que cada um deveria trabalhar seria
 

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2738242 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Em uma escola de basquetebol, para cada 14 alunos há rascunHo 3 bolas. Para que essa razão aumente para 4 bolas a cada 14 alunos, é necessária a compra de mais 12 bolas. O número de alunos dessa escola é
 

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2738241 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Ana está guardando suas moedas em 3 potes, etiquetados, respectivamente, com as letras L, R, X. Em dado momento, o número de moedas no pote L é igual a 80% do número de moedas do pote R, e o número de moedas no pote X é igual a 70% do número de moedas do pote L. Nesse momento, o número de moedas no pote R excede o número de moedas no pote L em 20. Logo, o total de moedas nesses 3 potes é
 

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2738240 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Dois funcionários de uma escola iniciaram um curso de especialização no dia 1 de março. Um desses funcionários terá aulas a cada 8 dias e o outro a cada 18 dias, e essas aulas podem acontecer em qualquer dia da semana. Cada um deles deve fazer um total de 10 aulas. Logo, o número de dias, incluindo a aula do dia 1 de março, em que ambos terão tido aula no mesmo dia será
 

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2738239 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
A secretaria de uma escola precisa atualizar as fichas de direito de utilização de imagem de todos os 2 100 alunos e, para essa tarefa, foram designados três secretários. Cada um deles recebeu 28 pastas, cada pasta com o mesmo número de fichas e, após uma semana, esses funcionários atualizaram, respectivamente, 13 pastas, 16 pastas e 20 pastas. Logo, o número de fichas que ainda precisam ser atualizadas é
 

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2738228 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Assinale a alternativa em que a frase está redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância da língua portuguesa.
 

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2738227 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Assinale a alternativa em que o termo entre parênteses substitui corretamente a expressão.
 

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2738226 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Se de uma coisa há certeza no cais, mas certeza absoluta, inabalável, é que o dr. Rodrigo é de família de marinheiros, seus pais, seus avós ou outros mais antigos cruzaram os mares nas embarcações, fizeram daquilo seu meio de vida. Porque essa é a única explicação para que um doutor, de diploma e quadro, largasse as ruas bonitas da cidade e viesse morar na beira do cais, numa casa tosca junto com livros, um gato e as garrafas de bebidas. Mal de amor não era. Dr. Rodrigo estava muito moço ainda para sofrer no peito um mal sem cura. Com certeza – repetiam os canoeiros – ele era de família de marítimos, voltara para o mar. E como era magro e fraco, incapaz de levar um saveiro pelas águas e suspender um saco cheio, tratava das moléstias dos marinheiros, dava vida aos que chegavam quase mortos das tempestades. E em geral era quem dava dinheiro para o enterro dos mais pobres, quem ajudava as viúvas. Tirava da cadeia aqueles que se embriagavam e eram presos. Muito fazia por eles e era estimado no cais, sua fama chegara mesmo a lugares aonde só chegava a fama dos marinheiros mais valentes. Outras coisas fazia, mas os marinheiros não tinham conhecimento. Talvez só dona Dulce soubesse que ele fazia poemas sobre o mar, porque ele achava a sua poesia fraca demais para o motivo. Também dona Dulce não compreendia perfeitamente por que ele morava ali, sendo rico e estimado na cidade lá em cima. Vestia uma roupa coçada, sem gravata, e quando não visitava os seus doentes (tinha muitos que nada lhe rendiam), fumava um cachimbo e olhava a paisagem sempre nova do mar.
(Jorge Amado. Mar morto. Companhia das Letras, 2008)
O vocábulo em destaque foi empregado com valor de finalidade em:
 

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2738225 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Se de uma coisa há certeza no cais, mas certeza absoluta, inabalável, é que o dr. Rodrigo é de família de marinheiros, seus pais, seus avós ou outros mais antigos cruzaram os mares nas embarcações, fizeram daquilo seu meio de vida. Porque essa é a única explicação para que um doutor, de diploma e quadro, largasse as ruas bonitas da cidade e viesse morar na beira do cais, numa casa tosca junto com livros, um gato e as garrafas de bebidas. Mal de amor não era. Dr. Rodrigo estava muito moço ainda para sofrer no peito um mal sem cura. Com certeza – repetiam os canoeiros – ele era de família de marítimos, voltara para o mar. E como era magro e fraco, incapaz de levar um saveiro pelas águas e suspender um saco cheio, tratava das moléstias dos marinheiros, dava vida aos que chegavam quase mortos das tempestades. E em geral era quem dava dinheiro para o enterro dos mais pobres, quem ajudava as viúvas. Tirava da cadeia aqueles que se embriagavam e eram presos. Muito fazia por eles e era estimado no cais, sua fama chegara mesmo a lugares aonde só chegava a fama dos marinheiros mais valentes. Outras coisas fazia, mas os marinheiros não tinham conhecimento. Talvez só dona Dulce soubesse que ele fazia poemas sobre o mar, porque ele achava a sua poesia fraca demais para o motivo. Também dona Dulce não compreendia perfeitamente por que ele morava ali, sendo rico e estimado na cidade lá em cima. Vestia uma roupa coçada, sem gravata, e quando não visitava os seus doentes (tinha muitos que nada lhe rendiam), fumava um cachimbo e olhava a paisagem sempre nova do mar.
(Jorge Amado. Mar morto. Companhia das Letras, 2008)
Um vocábulo empregado em sentido figurado, no contexto em que se encontra, está destacado em:
 

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2738224 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Se de uma coisa há certeza no cais, mas certeza absoluta, inabalável, é que o dr. Rodrigo é de família de marinheiros, seus pais, seus avós ou outros mais antigos cruzaram os mares nas embarcações, fizeram daquilo seu meio de vida. Porque essa é a única explicação para que um doutor, de diploma e quadro, largasse as ruas bonitas da cidade e viesse morar na beira do cais, numa casa tosca junto com livros, um gato e as garrafas de bebidas. Mal de amor não era. Dr. Rodrigo estava muito moço ainda para sofrer no peito um mal sem cura. Com certeza – repetiam os canoeiros – ele era de família de marítimos, voltara para o mar. E como era magro e fraco, incapaz de levar um saveiro pelas águas e suspender um saco cheio, tratava das moléstias dos marinheiros, dava vida aos que chegavam quase mortos das tempestades. E em geral era quem dava dinheiro para o enterro dos mais pobres, quem ajudava as viúvas. Tirava da cadeia aqueles que se embriagavam e eram presos. Muito fazia por eles e era estimado no cais, sua fama chegara mesmo a lugares aonde só chegava a fama dos marinheiros mais valentes. Outras coisas fazia, mas os marinheiros não tinham conhecimento. Talvez só dona Dulce soubesse que ele fazia poemas sobre o mar, porque ele achava a sua poesia fraca demais para o motivo. Também dona Dulce não compreendia perfeitamente por que ele morava ali, sendo rico e estimado na cidade lá em cima. Vestia uma roupa coçada, sem gravata, e quando não visitava os seus doentes (tinha muitos que nada lhe rendiam), fumava um cachimbo e olhava a paisagem sempre nova do mar.
(Jorge Amado. Mar morto. Companhia das Letras, 2008)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
 

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