Foram encontradas 50 questões.
Leia o texto para responder à questão.
Outro dia, mostrei uma máquina de escrever a um grupo de adolescentes. Observaram, depois tocaram o pequeno
objeto azul e prateado que jazia ao lado do estojo preto.
“Isso aí imprime?” Você escreve e imprime ao mesmo
tempo, respondi.
A fita era velha, do século passado; mesmo assim, datilografei cinco letras: as marcas cinzentas na folha branca formaram a palavra “tempo”. Eles riram, examinando o objeto
como se fosse um totem. Mas não era nem foi um totem, e
sim uma musa sempre presente, inseparável. Com ela saí do
Brasil numa noite da década de 1970; moramos juntos num
quartinho em Madri.
“E se você quiser cortar umas frases…? Tem que escrever tudo de novo?” Sim, tudo de novo. “Perda de tempo”, resmungou um menino, impaciente.
Mas naquela época ainda se perdia tempo, pensei. E
o tempo perdido parecia fora do tempo, que é o tempo do
sonho e do prazer.
Recordei as primeiras aulas de datilografia no porão de
uma casa manauara, perto do Luso Sporting Clube. Eu era
o único curumim* numa sala de cunhantãs*, mas isso não
me envergonhava. E ali, entre o Luso e a Escola Normal,
moravam duas irmãs, amigas de minha irmã. A mais nova,
rechonchuda e baixinha, sorria com uma alegria solar; parecia desconhecer a angústia e a aspereza da vida. É provável
que uma pessoa muito deprimida, ao lado dela, encontrasse
algum sentido à vida. Mas eu não era esse deprimido, e sim
um tímido fascinado pela irmã dessa Eufrosina do Amazonas.
Alta e esguia, essa irmã mais velha era séria, fechada
feito um cofre. Não sabia, até hoje não sei o que guardava
aquele cofre. Eu emergia do porão e passava em frente à
casa das duas irmãs, com a esperança de ver o rosto misterioso na varanda. Quando dava sorte, o rosto olhava para
mim e sorria, mas era um sorriso também guardado, talvez
condescendente: os lábios se separavam e se alongavam
um pouco, e eu via nessa morosa dança labial uma remota
promessa de amor. O tempo me revelou que era apenas um
aceno para o irmão de uma amiga.
Mal sabe ela quantos poemas escrevi para o seu sorriso,
o rosto e o corpo inteiro. Poemas e cartas datilografados no
porão mais úmido de Manaus, onde eu cruzava a fronteira da
infância com a juventude: fronteira imaginária, mas a travessia era real, com seus perigos e prazeres.
A barulheira dos jovens ao redor me tirou desse devaneio.
Dedos fortes batiam no teclado e escreviam letras invisíveis.
Mais um pouco, arrebentariam a musa de metal. Não sabem
datilografar, esses moleques. E ainda não sabem nada do
amor… Mas será que alguém sabe, de verdade?
(Milton Hatoum. O Estado de S.Paulo.17.06.2016. Adaptado)
* curumim e cunhantã, palavras de origem tupi que designam, respectivamente, menino, criança e menina, mulher.
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Outro dia, mostrei uma máquina de escrever a um grupo de adolescentes. Observaram, depois tocaram o pequeno
objeto azul e prateado que jazia ao lado do estojo preto.
“Isso aí imprime?” Você escreve e imprime ao mesmo
tempo, respondi.
A fita era velha, do século passado; mesmo assim, datilografei cinco letras: as marcas cinzentas na folha branca formaram a palavra “tempo”. Eles riram, examinando o objeto
como se fosse um totem. Mas não era nem foi um totem, e
sim uma musa sempre presente, inseparável. Com ela saí do
Brasil numa noite da década de 1970; moramos juntos num
quartinho em Madri.
“E se você quiser cortar umas frases…? Tem que escrever tudo de novo?” Sim, tudo de novo. “Perda de tempo”, resmungou um menino, impaciente.
Mas naquela época ainda se perdia tempo, pensei. E
o tempo perdido parecia fora do tempo, que é o tempo do
sonho e do prazer.
Recordei as primeiras aulas de datilografia no porão de
uma casa manauara, perto do Luso Sporting Clube. Eu era
o único curumim* numa sala de cunhantãs*, mas isso não
me envergonhava. E ali, entre o Luso e a Escola Normal,
moravam duas irmãs, amigas de minha irmã. A mais nova,
rechonchuda e baixinha, sorria com uma alegria solar; parecia desconhecer a angústia e a aspereza da vida. É provável
que uma pessoa muito deprimida, ao lado dela, encontrasse
algum sentido à vida. Mas eu não era esse deprimido, e sim
um tímido fascinado pela irmã dessa Eufrosina do Amazonas.
Alta e esguia, essa irmã mais velha era séria, fechada
feito um cofre. Não sabia, até hoje não sei o que guardava
aquele cofre. Eu emergia do porão e passava em frente à
casa das duas irmãs, com a esperança de ver o rosto misterioso na varanda. Quando dava sorte, o rosto olhava para
mim e sorria, mas era um sorriso também guardado, talvez
condescendente: os lábios se separavam e se alongavam
um pouco, e eu via nessa morosa dança labial uma remota
promessa de amor. O tempo me revelou que era apenas um
aceno para o irmão de uma amiga.
Mal sabe ela quantos poemas escrevi para o seu sorriso,
o rosto e o corpo inteiro. Poemas e cartas datilografados no
porão mais úmido de Manaus, onde eu cruzava a fronteira da
infância com a juventude: fronteira imaginária, mas a travessia era real, com seus perigos e prazeres.
A barulheira dos jovens ao redor me tirou desse devaneio.
Dedos fortes batiam no teclado e escreviam letras invisíveis.
Mais um pouco, arrebentariam a musa de metal. Não sabem
datilografar, esses moleques. E ainda não sabem nada do
amor… Mas será que alguém sabe, de verdade?
(Milton Hatoum. O Estado de S.Paulo.17.06.2016. Adaptado)
* curumim e cunhantã, palavras de origem tupi que designam, respectivamente, menino, criança e menina, mulher.
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Outro dia, mostrei uma máquina de escrever a um grupo de adolescentes. Observaram, depois tocaram o pequeno
objeto azul e prateado que jazia ao lado do estojo preto.
“Isso aí imprime?” Você escreve e imprime ao mesmo
tempo, respondi.
A fita era velha, do século passado; mesmo assim, datilografei cinco letras: as marcas cinzentas na folha branca formaram a palavra “tempo”. Eles riram, examinando o objeto
como se fosse um totem. Mas não era nem foi um totem, e
sim uma musa sempre presente, inseparável. Com ela saí do
Brasil numa noite da década de 1970; moramos juntos num
quartinho em Madri.
“E se você quiser cortar umas frases…? Tem que escrever tudo de novo?” Sim, tudo de novo. “Perda de tempo”, resmungou um menino, impaciente.
Mas naquela época ainda se perdia tempo, pensei. E
o tempo perdido parecia fora do tempo, que é o tempo do
sonho e do prazer.
Recordei as primeiras aulas de datilografia no porão de
uma casa manauara, perto do Luso Sporting Clube. Eu era
o único curumim* numa sala de cunhantãs*, mas isso não
me envergonhava. E ali, entre o Luso e a Escola Normal,
moravam duas irmãs, amigas de minha irmã. A mais nova,
rechonchuda e baixinha, sorria com uma alegria solar; parecia desconhecer a angústia e a aspereza da vida. É provável
que uma pessoa muito deprimida, ao lado dela, encontrasse
algum sentido à vida. Mas eu não era esse deprimido, e sim
um tímido fascinado pela irmã dessa Eufrosina do Amazonas.
Alta e esguia, essa irmã mais velha era séria, fechada
feito um cofre. Não sabia, até hoje não sei o que guardava
aquele cofre. Eu emergia do porão e passava em frente à
casa das duas irmãs, com a esperança de ver o rosto misterioso na varanda. Quando dava sorte, o rosto olhava para
mim e sorria, mas era um sorriso também guardado, talvez
condescendente: os lábios se separavam e se alongavam
um pouco, e eu via nessa morosa dança labial uma remota
promessa de amor. O tempo me revelou que era apenas um
aceno para o irmão de uma amiga.
Mal sabe ela quantos poemas escrevi para o seu sorriso,
o rosto e o corpo inteiro. Poemas e cartas datilografados no
porão mais úmido de Manaus, onde eu cruzava a fronteira da
infância com a juventude: fronteira imaginária, mas a travessia era real, com seus perigos e prazeres.
A barulheira dos jovens ao redor me tirou desse devaneio.
Dedos fortes batiam no teclado e escreviam letras invisíveis.
Mais um pouco, arrebentariam a musa de metal. Não sabem
datilografar, esses moleques. E ainda não sabem nada do
amor… Mas será que alguém sabe, de verdade?
(Milton Hatoum. O Estado de S.Paulo.17.06.2016. Adaptado)
* curumim e cunhantã, palavras de origem tupi que designam, respectivamente, menino, criança e menina, mulher.
No porão mais úmido de Manaus, __________ as fronteiras da infância com a juventude e elas __________.
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- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
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Outro dia, mostrei uma máquina de escrever a um grupo de adolescentes. Observaram, depois tocaram o pequeno
objeto azul e prateado que jazia ao lado do estojo preto.
“Isso aí imprime?” Você escreve e imprime ao mesmo
tempo, respondi.
A fita era velha, do século passado; mesmo assim, datilografei cinco letras: as marcas cinzentas na folha branca formaram a palavra “tempo”. Eles riram, examinando o objeto
como se fosse um totem. Mas não era nem foi um totem, e
sim uma musa sempre presente, inseparável. Com ela saí do
Brasil numa noite da década de 1970; moramos juntos num
quartinho em Madri.
“E se você quiser cortar umas frases…? Tem que escrever tudo de novo?” Sim, tudo de novo. “Perda de tempo”, resmungou um menino, impaciente.
Mas naquela época ainda se perdia tempo, pensei. E
o tempo perdido parecia fora do tempo, que é o tempo do
sonho e do prazer.
Recordei as primeiras aulas de datilografia no porão de
uma casa manauara, perto do Luso Sporting Clube. Eu era
o único curumim* numa sala de cunhantãs*, mas isso não
me envergonhava. E ali, entre o Luso e a Escola Normal,
moravam duas irmãs, amigas de minha irmã. A mais nova,
rechonchuda e baixinha, sorria com uma alegria solar; parecia desconhecer a angústia e a aspereza da vida. É provável
que uma pessoa muito deprimida, ao lado dela, encontrasse
algum sentido à vida. Mas eu não era esse deprimido, e sim
um tímido fascinado pela irmã dessa Eufrosina do Amazonas.
Alta e esguia, essa irmã mais velha era séria, fechada
feito um cofre. Não sabia, até hoje não sei o que guardava
aquele cofre. Eu emergia do porão e passava em frente à
casa das duas irmãs, com a esperança de ver o rosto misterioso na varanda. Quando dava sorte, o rosto olhava para
mim e sorria, mas era um sorriso também guardado, talvez
condescendente: os lábios se separavam e se alongavam
um pouco, e eu via nessa morosa dança labial uma remota
promessa de amor. O tempo me revelou que era apenas um
aceno para o irmão de uma amiga.
Mal sabe ela quantos poemas escrevi para o seu sorriso,
o rosto e o corpo inteiro. Poemas e cartas datilografados no
porão mais úmido de Manaus, onde eu cruzava a fronteira da
infância com a juventude: fronteira imaginária, mas a travessia era real, com seus perigos e prazeres.
A barulheira dos jovens ao redor me tirou desse devaneio.
Dedos fortes batiam no teclado e escreviam letras invisíveis.
Mais um pouco, arrebentariam a musa de metal. Não sabem
datilografar, esses moleques. E ainda não sabem nada do
amor… Mas será que alguém sabe, de verdade?
(Milton Hatoum. O Estado de S.Paulo.17.06.2016. Adaptado)
* curumim e cunhantã, palavras de origem tupi que designam, respectivamente, menino, criança e menina, mulher.
Datilografei cinco letras, __________. Se você quisesse cortar umas frases, __________.
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Leia o texto para responder à questão.
Outro dia, mostrei uma máquina de escrever a um grupo de adolescentes. Observaram, depois tocaram o pequeno
objeto azul e prateado que jazia ao lado do estojo preto.
“Isso aí imprime?” Você escreve e imprime ao mesmo
tempo, respondi.
A fita era velha, do século passado; mesmo assim, datilografei cinco letras: as marcas cinzentas na folha branca formaram a palavra “tempo”. Eles riram, examinando o objeto
como se fosse um totem. Mas não era nem foi um totem, e
sim uma musa sempre presente, inseparável. Com ela saí do
Brasil numa noite da década de 1970; moramos juntos num
quartinho em Madri.
“E se você quiser cortar umas frases…? Tem que escrever tudo de novo?” Sim, tudo de novo. “Perda de tempo”, resmungou um menino, impaciente.
Mas naquela época ainda se perdia tempo, pensei. E
o tempo perdido parecia fora do tempo, que é o tempo do
sonho e do prazer.
Recordei as primeiras aulas de datilografia no porão de
uma casa manauara, perto do Luso Sporting Clube. Eu era
o único curumim* numa sala de cunhantãs*, mas isso não
me envergonhava. E ali, entre o Luso e a Escola Normal,
moravam duas irmãs, amigas de minha irmã. A mais nova,
rechonchuda e baixinha, sorria com uma alegria solar; parecia desconhecer a angústia e a aspereza da vida. É provável
que uma pessoa muito deprimida, ao lado dela, encontrasse
algum sentido à vida. Mas eu não era esse deprimido, e sim
um tímido fascinado pela irmã dessa Eufrosina do Amazonas.
Alta e esguia, essa irmã mais velha era séria, fechada
feito um cofre. Não sabia, até hoje não sei o que guardava
aquele cofre. Eu emergia do porão e passava em frente à
casa das duas irmãs, com a esperança de ver o rosto misterioso na varanda. Quando dava sorte, o rosto olhava para
mim e sorria, mas era um sorriso também guardado, talvez
condescendente: os lábios se separavam e se alongavam
um pouco, e eu via nessa morosa dança labial uma remota
promessa de amor. O tempo me revelou que era apenas um
aceno para o irmão de uma amiga.
Mal sabe ela quantos poemas escrevi para o seu sorriso,
o rosto e o corpo inteiro. Poemas e cartas datilografados no
porão mais úmido de Manaus, onde eu cruzava a fronteira da
infância com a juventude: fronteira imaginária, mas a travessia era real, com seus perigos e prazeres.
A barulheira dos jovens ao redor me tirou desse devaneio.
Dedos fortes batiam no teclado e escreviam letras invisíveis.
Mais um pouco, arrebentariam a musa de metal. Não sabem
datilografar, esses moleques. E ainda não sabem nada do
amor… Mas será que alguém sabe, de verdade?
(Milton Hatoum. O Estado de S.Paulo.17.06.2016. Adaptado)
* curumim e cunhantã, palavras de origem tupi que designam, respectivamente, menino, criança e menina, mulher.
Você escreve e imprime ao mesmo tempo. Era uma musa sempre presente. Mas será que alguém sabe, de verdade?
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403885
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Leia a notícia de 28 de junho.
O problema ocasionado pela mineradora Samarco parece ter impactado o olhar dos brasileiros sobre a atuação do setor privado em relação à responsabilidade socioambiental. (Carta Capital. http://goo.gl/mMVnPj. Adaptado)
Foi de responsabilidade da Samarco
O problema ocasionado pela mineradora Samarco parece ter impactado o olhar dos brasileiros sobre a atuação do setor privado em relação à responsabilidade socioambiental. (Carta Capital. http://goo.gl/mMVnPj. Adaptado)
Foi de responsabilidade da Samarco
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403880
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Provas:
Em 29 de junho, o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) divulgou nova pesquisa sobre a economia brasileira. Um dos dados mais importantes da pesquisa foi
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403878
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Provas:
Apenas até março de 2016, o Alto Comissariado da
ONU para Refugiados (Acnur) contabilizou a chegada de
cerca de 130 mil refugiados e imigrantes de diversas
nacionalidades na Europa pelo mar, sendo que mais de
um terço deles vieram de um mesmo país.
(G1, http://glo.bo/1nJVPIb. Adaptado)
O país de origem da maioria dos refugiados é
O país de origem da maioria dos refugiados é
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403870
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Provas:
Leia a notícia de 7 de maio.
Um ano depois que o vírus começou a circular no país, as dúvidas sobre ele continuam maiores que as certezas, e pesquisadores apontam que os efeitos da infecção durante a gestação podem ir além da microcefalia em bebês: “A criança pode vir com um cérebro menor, mas a cabeça do tamanho normal ou até maior por acumular muito líquido”. (Agência Brasil, http://goo.gl/EGkWTF. Adaptado)
O texto refere-se ao vírus
Um ano depois que o vírus começou a circular no país, as dúvidas sobre ele continuam maiores que as certezas, e pesquisadores apontam que os efeitos da infecção durante a gestação podem ir além da microcefalia em bebês: “A criança pode vir com um cérebro menor, mas a cabeça do tamanho normal ou até maior por acumular muito líquido”. (Agência Brasil, http://goo.gl/EGkWTF. Adaptado)
O texto refere-se ao vírus
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403868
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Em 23 de junho, com todos os votos apurados, a opção
da população desse país por deixar a União Europeia
venceu por 51,9% a 48,1%, abalando mercados financeiros e provocando uma onda de choque e incredulidade
global.
(Folha de S.Paulo, http://folha.com/no1785097. Adaptado)
O país que optou por deixar a União Europeia foi
O país que optou por deixar a União Europeia foi
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