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Foram encontradas 40 questões.

3932525 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Assinale a alternativa cujo termo destacado indica uma circunstância de modo da ação, e não uma qualidade de algum ser.
 

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3932524 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Assinale a alternativa cujo elemento destacado é um modalizador, ou seja, exprime o posicionamento do locutor, não se referindo a nenhum termo do enunciado.
 

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3932523 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A nova estética digital
   Quem não tem vaidades? E quanto mais celebrados, mais vaidosos – embora alguns disfarcem melhor. O cabelo e a maquiagem das mulheres recebem atenções permanentes. Repetir a mesma roupa? Os homens, à menor oportunidade, acertam o nó da gravata e dão uma olhadinha no cabelo. E têm outras vaidades. Montblanc? Rolex?
   Com a pandemia furiosa de Covid-19, agora somos todos atores de televisão, qualquer que seja o evento. Só que não aprendemos a converter nossas vaidades para a realidade da telinha. Vale lembrar, quando Kennedy disputou as eleições com Nixon, antes de ele entrar em qualquer recinto onde houvesse câmeras de televisão, seus prepostos asseguravam que a iluminação estivesse correta. E entrava maquiado. Nixon não se deu conta dessa liturgia e suas olheiras eram exageradas por uma iluminação errada. Parece que essa condição contribuiu para sua derrota.
   Pelo abrupto das novidades, as centenas de lives, entrevistas, Zooms e transmissões pelo YouTube são feitas ao arrepio das artes cinematográficas. A maquiagem pode estar impecável. Mas e se a iluminação está horrenda? Carecas brilhando, olhos desaparecidos na escuridão? Podemos ler as lombadas dos livros atrás, mas a cara está fora de foco. Muito longe da câmera, perde-se a expressão facial. Perto demais, expõe o narigão. Luz fluorescente tinge a cara de roxo. Contraluz excessiva faz a imagem enevoada. (...)
  Após o trabalhão de aprender a se maquiar, vestir e apresentar, subitamente, isso é apenas a metade. Falta o contrarregra do estúdio cuidando de cada detalhe visual. Na TV, antes da era forçada das lives, nenhum programa ia ao ar com alguém praguejando contra panes na técnica. A eletrônica, sabemos, tanto valoriza a voz maviosa como exagera o timbre esganiçado. Por isso foi sempre preciso gravar antes, com zelo e atenção.
  Hoje, não mais. Temos de aprender tudo de novo. Esboroa a elegância dos modos e da roupa, diante da presença de dezenas de tropeços visuais. A epidemia obriga a introduzir outras habilidades na etiqueta e na elegância. Saber apresentar-se na tela de videoconferência passou a fazer parte do nosso repertório de competências sociais.
CASTRO, Claudio Moura. A nova estética
digital. Veja. 3 jun. 2020. Disponível em
<https://veja.abril.com.br/coluna/claudiomoura-castro/a-nova-estetica-digital/>.
“Pelo abrupto das novidades, as centenas de lives, entrevistas, Zooms e transmissões pelo YouTube são feitas ao arrepio das artes cinematográficas.”

Em relação ao trecho acima, transcrito do texto, é correto afirmar que:
 

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3932522 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A nova estética digital
   Quem não tem vaidades? E quanto mais celebrados, mais vaidosos – embora alguns disfarcem melhor. O cabelo e a maquiagem das mulheres recebem atenções permanentes. Repetir a mesma roupa? Os homens, à menor oportunidade, acertam o nó da gravata e dão uma olhadinha no cabelo. E têm outras vaidades. Montblanc? Rolex?
   Com a pandemia furiosa de Covid-19, agora somos todos atores de televisão, qualquer que seja o evento. Só que não aprendemos a converter nossas vaidades para a realidade da telinha. Vale lembrar, quando Kennedy disputou as eleições com Nixon, antes de ele entrar em qualquer recinto onde houvesse câmeras de televisão, seus prepostos asseguravam que a iluminação estivesse correta. E entrava maquiado. Nixon não se deu conta dessa liturgia e suas olheiras eram exageradas por uma iluminação errada. Parece que essa condição contribuiu para sua derrota.
   Pelo abrupto das novidades, as centenas de lives, entrevistas, Zooms e transmissões pelo YouTube são feitas ao arrepio das artes cinematográficas. A maquiagem pode estar impecável. Mas e se a iluminação está horrenda? Carecas brilhando, olhos desaparecidos na escuridão? Podemos ler as lombadas dos livros atrás, mas a cara está fora de foco. Muito longe da câmera, perde-se a expressão facial. Perto demais, expõe o narigão. Luz fluorescente tinge a cara de roxo. Contraluz excessiva faz a imagem enevoada. (...)
  Após o trabalhão de aprender a se maquiar, vestir e apresentar, subitamente, isso é apenas a metade. Falta o contrarregra do estúdio cuidando de cada detalhe visual. Na TV, antes da era forçada das lives, nenhum programa ia ao ar com alguém praguejando contra panes na técnica. A eletrônica, sabemos, tanto valoriza a voz maviosa como exagera o timbre esganiçado. Por isso foi sempre preciso gravar antes, com zelo e atenção.
  Hoje, não mais. Temos de aprender tudo de novo. Esboroa a elegância dos modos e da roupa, diante da presença de dezenas de tropeços visuais. A epidemia obriga a introduzir outras habilidades na etiqueta e na elegância. Saber apresentar-se na tela de videoconferência passou a fazer parte do nosso repertório de competências sociais.
CASTRO, Claudio Moura. A nova estética
digital. Veja. 3 jun. 2020. Disponível em
<https://veja.abril.com.br/coluna/claudiomoura-castro/a-nova-estetica-digital/>.
Esboroa a elegância dos modos e da roupa, diante da presença de dezenas de tropeços visuais.”

As palavras destacadas no trecho acima, transcrito do texto, na mesma ordem em que se apresentam, têm o mesmo sentido de:
 

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3932521 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A nova estética digital
   Quem não tem vaidades? E quanto mais celebrados, mais vaidosos – embora alguns disfarcem melhor. O cabelo e a maquiagem das mulheres recebem atenções permanentes. Repetir a mesma roupa? Os homens, à menor oportunidade, acertam o nó da gravata e dão uma olhadinha no cabelo. E têm outras vaidades. Montblanc? Rolex?
   Com a pandemia furiosa de Covid-19, agora somos todos atores de televisão, qualquer que seja o evento. Só que não aprendemos a converter nossas vaidades para a realidade da telinha. Vale lembrar, quando Kennedy disputou as eleições com Nixon, antes de ele entrar em qualquer recinto onde houvesse câmeras de televisão, seus prepostos asseguravam que a iluminação estivesse correta. E entrava maquiado. Nixon não se deu conta dessa liturgia e suas olheiras eram exageradas por uma iluminação errada. Parece que essa condição contribuiu para sua derrota.
   Pelo abrupto das novidades, as centenas de lives, entrevistas, Zooms e transmissões pelo YouTube são feitas ao arrepio das artes cinematográficas. A maquiagem pode estar impecável. Mas e se a iluminação está horrenda? Carecas brilhando, olhos desaparecidos na escuridão? Podemos ler as lombadas dos livros atrás, mas a cara está fora de foco. Muito longe da câmera, perde-se a expressão facial. Perto demais, expõe o narigão. Luz fluorescente tinge a cara de roxo. Contraluz excessiva faz a imagem enevoada. (...)
  Após o trabalhão de aprender a se maquiar, vestir e apresentar, subitamente, isso é apenas a metade. Falta o contrarregra do estúdio cuidando de cada detalhe visual. Na TV, antes da era forçada das lives, nenhum programa ia ao ar com alguém praguejando contra panes na técnica. A eletrônica, sabemos, tanto valoriza a voz maviosa como exagera o timbre esganiçado. Por isso foi sempre preciso gravar antes, com zelo e atenção.
  Hoje, não mais. Temos de aprender tudo de novo. Esboroa a elegância dos modos e da roupa, diante da presença de dezenas de tropeços visuais. A epidemia obriga a introduzir outras habilidades na etiqueta e na elegância. Saber apresentar-se na tela de videoconferência passou a fazer parte do nosso repertório de competências sociais.
CASTRO, Claudio Moura. A nova estética
digital. Veja. 3 jun. 2020. Disponível em
<https://veja.abril.com.br/coluna/claudiomoura-castro/a-nova-estetica-digital/>.
Em relação ao tipo e gênero textuais em que se enquadra o texto “A nova estética digital”, é correto afirmar que se trata de um(a):
 

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De acordo com Paulo Freire em Pedagogia da autonomia, não há docência sem discência e, para o autor, ensinar exige rigorosidade metódica. A respeito do tema, assinale a alternativa correta:
 

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As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de nove anos, tratam, entre outros temas, da relevância dos conteúdos. Analise as assertivas abaixo a respeito do tema e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F).

(___) Os professores levarão em conta a diversidade sociocultural da população escolar.
(___) As desigualdades de acesso ao consumo de bens culturais devem ser consideradas pelos docentes.
(___) Os educadores considerarão a multiplicidade de interesses e necessidades apresentadas pelos alunos no desenvolvimento de metodologias.
(___) Os professores devem desenvolver estratégias variadas que melhor respondam às diferenças de aprendizagem entre os estudantes e às suas demandas em relação à variedade de necessidades apresentadas pelos alunos.

Assinale a alternativa correta.
 

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Assinale a alternativa correta a respeito dos objetivos das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica:
 

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Com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, marque a alternativa que preenche a lacuna a seguir corretamente:

“A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade _________________________, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.”
 

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Para realizar atendimento de primeiros-socorros é necessário seguir alguns procedimentos para que a criança fique em segurança. Assinale a alternativa INCORRETA em caso de engasgo em crianças:
 

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