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Foram encontradas 140 questões.

2488438 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Em uma planilha do MS-Excel 2010, na sua configuração padrão, utilizada para controle de funcionários de uma escola municipal, a coluna A contém o nome do funcionário, a coluna B contém o cargo e a coluna C contém a idade do funcionário, conforme está ilustrado na figura. A fórmula a ser aplicada na célula C9 para calcular o total de professoras é:
Enunciado 2885312-1
 

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2488348 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

Segundo considerações do autor, os torcedores holandeses

 

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2488347 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Uma caixa contendo copos de vidro cai acidentalmente quebrando !$ \dfrac {2} {5} !$ dos copos, e !$ \dfrac {1} {3} !$ dos demais copos apresentaram pequenas trincas, restando apenas 10 copos perfeitos. O número total de copos que havia na caixa era:
 

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2488253 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Ideia

Tive uma ideia! Vamos lá ... Todos já sabemos dos surreais índices de trânsito do nosso país. A indústria da multa cresce a olhos vistos, o trânsito está um caos, a falta de educação nas ruas é evidente. Lei Seca, radar, pessoas falando ao celular, mandando mensagens enquanto dirigem, enfim, virou uma lei da selva.

Todas as infrações, supostamente, seriam coibidas com as multas, mas as pessoas não estão nem aí. Não pagam, recorrem, ou pagam e se lixam pra isso, arranjam um esquema. Na verdade, a multa não se mostra tão eficiente na diminuição das infrações.

Quando a gente é criança e faz alguma malcriação, nossos pais podem brigar, gritar, ameaçar, mas o que sempre acaba acontecendo, invariavelmente, é: Vai já ficar no quarto e pensar no que você fez. Opa! E se, ao ser flagrado fechando um cruzamento, o motorista abordado por um fiscal tomasse a multa, mas também tivesse que parar seu carro no acostamento por 30 minutos? Sem poder sair dali. Entendeu?

O policial viu o sujeito falando ao celular. Para o carro, pede a documentação, aplica a multa e a pessoa é obrigada, por lei, a esperar por 30 minutos ali, “pensando” no que fez.

Hoje em dia, tempo não é dinheiro, tempo vale muito mais. Então, punição mesmo, é fazer a pessoa perder seu tempo, não somente o seu dinheiro. Prefere-se pagar R$ 100 de multa a chegar 30 minutos atrasado a uma reunião. Se a pessoa se recusar a esperar, voz de prisão. E uma multa maior. Ela terá que ir até uma delegacia assinar uma papelada qualquer, ou seja, perderá mais do que os 30 minutos. Pense nisso.

Dessa forma, você pega no ponto fraco da sociedade de hoje. O infrator pode alegar que isso vai atrapalhar a vida dele, que ele vai perder uma reunião importantíssima, que ele está atrasadíssimo, que é um absurdo parar a vida dele ... Ele que não cometesse nenhuma infração. Que não falasse ao celular dirigindo. A lei é clara, não pode fechar o cruzamento, ninguém mandou fechar. Dessa forma, aí sim, você estaria dando uma “lição” de verdade nas pessoas.

A falta de tempo é o pesadelo do mundo moderno. Que seja por meio desse medo que as pessoas comecem a respeitar as leis de trânsito.

(Fábio Porchat, O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Considere o período a seguir, do 2.º parágrafo, para responder à questão.

Todas as infrações, supostamente, seriam coibidas com as multas, mas as pessoas não estão nem aí.

A conjunção mas, em destaque na frase, pode ser substituída, corretamente, sem alteração de sentido da frase, por:

 

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2488245 Ano: 2014
Disciplina: Mecânica de Autos
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Durante uma viagem em uma pista muito irregular, um motorista percebeu que os pneus oscilavam muito, causando desconforto aos passageiros, bem como comprometendo a segurança. Nesse caso, uma das possíveis causas poderá ser
 

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2488060 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

Considerando o contexto da crônica, no trecho – O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também. – (4.º parágrafo), o advérbio em destaque reforça a ideia de que

 

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2487985 Ano: 2014
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Entre as alternativas, assinale aquela que, em direção defensiva, depende do condutor e do veículo ao mesmo tempo para evitar acidente.
 

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2487969 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.

Holandeses e japoneses

Lia o jornal enquanto aguardava meu voo para São Paulo, no pequeno e charmoso aeroporto Santos Dumont. Viajei muito de avião dentro do país desde um pouco antes do início da Copa até a semana passada e tive a impressão de que os aeroportos começaram a funcionar melhor do que em tempos normais. Meus voos todos saíram na hora. Vai entender. O Brasil é sempre uma caixinha de surpresas.

Não foram os adereços holandeses que chamaram a minha atenção nos dois sujeitos altos, esguios e endinheirados. Já estava acostumado a identificar a origem de torcedores. Gosto de pensar que essa capacidade de observação é meu superpoder. Mas tive de parar de ler para tentar entender o trambolho grande que um dos dois carregava com carinho em direção ao portão de embarque. O que poderia ser aquilo? Embrulhado em um pano branco, deveria ter 1,50 metro de altura. Não parecia pesar muito. Ele o levava em uma só mão. Era um berimbau, meu Deus.

Concluí que viajariam muito com o novo instrumento musical. Fiquei comovido com a ideia. A demonstração de carinho para com a cultura musical brasileira me emocionou. Estavam dispostos a sacrificar seu conforto para levar o instrumento para a Europa.

A Copa do Mundo é linda, pensei. Era cedo, domingo de manhã para ser exato. À minha frente, no caixa, havia outro holandês. Este me parecia já um pouco mais malandro. Solicitara a ajuda de uma comissária de bordo brasileira, bonita, para traduzir seu pedido ali na lanchonete. Ela estava ciente das verdadeiras intenções do forasteiro. Começou ali um flerte. Sugeriu um cheesebread. Explicou que era pão misturado com queijo, muito bom, e que ele iria gostar, tinha certeza. O cheesebread é capaz de sair vitorioso desta Copa. Esse holandês é capaz de se dar bem, também.

Não tenho dúvida de que o Brasil sairá ganhando da Copa. Muitos estrangeiros voltarão, recomendarão a música, falarão da simpatia e do acolhimento por parte do povo daqui. Crescerá o interesse pela cultura do país para além das suas fronteiras.

Mas seria de maior valor ainda se o Brasil soubesse aproveitar também algumas lições do Mundial. Quando os torcedores japoneses coletaram o lixo deixado no estádio do Recife após a derrota diante da Costa do Marfim, a atitude causou comoção na imprensa nacional, para dar um exemplo. E, convenhamos, não era para menos. A ideia é tão exótica que nunca ninguém aqui tinha pensado nela. A Copa, afinal, é um evento privado, lucrativo. A responsabilidade pelo lixo deveria ser dos organizadores. Ou não, mostraram os asiáticos. Eles levaram a discussão sobre os resíduos sólidos para outro patamar ético. Disseram, em suma, que somos responsáveis pelo nosso próprio impacto sobre o ambiente, qualquer que seja, onde quer que seja. Se soubermos aproveitar, essa lição trará um ganho histórico para o país. A Copa é linda.

(Matthew Shirts,Veja São Paulo, 02 de julho de 2014. Adaptado)

O autor do texto usa, em dois momentos, as seguintes frases – A Copa do Mundo é linda. – (após o 3.º parágrafo) e – A Copa é linda. – (no final do texto). Considerando o contexto, é correto afirmar que essa foi uma forma de o autor expressar

 

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2487667 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Geração ‘‘nem-nem’’ é
fenômeno mundial, diz relatório da OIT
A entidade chama atenção para o aumento dos jovens “nem-nem”, ou, na sigla internacional, os NEET (neither in employment, nor in education or training). Entre 2007 e 2012, a proporção de pessoas entre 15 e 29 anos nesse grupo cresceu em 30 dos 40 países analisados. “Jovens entre os NEETs podem ser menos comprometidos e menos satisfeitos com suas respectivas sociedades do que aqueles empregados ou que fazem parte do sistema educacional”, afirma o texto.
(fen-meno-mundial-diz-relat-rio-da-oit_26992 - 24.1.2014. Adaptado)
A geração “nem nem”, fenômeno estudado pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), refere-se à geração de jovens que
 

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2487528 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Ribeirão Preto-SP
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Uma pessoa quer confeccionar uma colcha, com 4,5 m2 de área, utilizando para isso retalhos de tecido, cada um deles com 12 cm2 de área. O menor número de retalhos necessários será
 

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