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Perto do bosque de Chapultepec viveu faz tempo um homem
que enriqueceu e se fez famoso criando Corvos para os
melhores parques zoológicos do país e do mundo e os quais
se tornaram tão excelentes que depois de algumas gerações
e à força de boa vontade e perseverança já não tentavam
arrancar os olhos do seu criador mas antes pelo contrário
se especializaram em arrancar os dos curiosos que sem exceção
e dando mostra do pior gosto repetiam diante deles a
vulgaridade de que não se deviam criar Corvos porque arrancam
os olhos de quem os cria.
(Augusto Monterroso, Os corvos bem criados.
A ovelha negra e outras fábulas)
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Imagine uma discussão, após um jogo de futebol, sobre
um pênalti. “Ele obviamente foi empurrado”, diz o torcedor de
um time. “Que nada, se jogou”, diz o outro.
O mais interessante: ambos acreditam no que dizem. Ou
seja, não se trata de uma distorção deliberada da realidade,
uma “malandragem”, mas de um viés involuntariamente criado
pelo cérebro.
Apostando que isso não se aplica só ao futebol, mas também
se aplica a várias outras áreas (como a política), um
físico e professor da USP tem se dedicado a mapear todos
os mecanismos mentais que nos tornam seres tendenciosos
– ele já publicou artigos sobre o tema em revistas científicas
e prepara um livro. Para André Martins, isso é um problema
inclusive para o método científico.
Além do viés de confirmação – primeiro escolhemos um
lado, depois selecionamos os fatos que sejam adequados –,
existem muitos outros mecanismos de parcialidade no nosso
cérebro. Um dos mais famosos é o pensamento de grupo.
Estudos mostram que, se um voluntário desavisado é colocado
em uma sala cheia de atores, ele vai concordar com
eles em várias questões, mesmo que estejam obviamente errados.
A maior parte dos voluntários chega a dizer que duas
retas evidentemente diferentes têm o mesmo tamanho, só
porque os outros concluíram isso antes deles.
“Um exemplo disso é uma assembleia estudantil”, diz
Martins. “Não existe muita permissão para ideias próprias,
só alguns pensamentos são permitidos. Dissidentes são de
alguma forma humilhados”.
Uma historieta norte-americana sintetiza o assunto: em
uma sala de reuniões, o chefão dá o diagnóstico: “Nosso problema
é que precisamos de mais opiniões divergentes”, ao
que os subordinados reagem, dizendo “com certeza, chefe”,
“exatamente o que eu penso”.
Estudos mais recentes, em que os cérebros dos voluntários são mapeados, mostram que estar isolado, discordando
da maioria, ativa regiões ligadas à dor, ou seja, a rejeição de
ser diferente machuca.
(Ricardo Mioto, Como estragar um raciocínio. Folha de S.Paulo, 28.11.2015.
Adaptado)
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Imagine uma discussão, após um jogo de futebol, sobre
um pênalti. “Ele obviamente foi empurrado”, diz o torcedor de
um time. “Que nada, se jogou”, diz o outro.
O mais interessante: ambos acreditam no que dizem. Ou
seja, não se trata de uma distorção deliberada da realidade,
uma “malandragem”, mas de um viés involuntariamente criado
pelo cérebro.
Apostando que isso não se aplica só ao futebol, mas também
se aplica a várias outras áreas (como a política), um
físico e professor da USP tem se dedicado a mapear todos
os mecanismos mentais que nos tornam seres tendenciosos
– ele já publicou artigos sobre o tema em revistas científicas
e prepara um livro. Para André Martins, isso é um problema
inclusive para o método científico.
Além do viés de confirmação – primeiro escolhemos um
lado, depois selecionamos os fatos que sejam adequados –,
existem muitos outros mecanismos de parcialidade no nosso
cérebro. Um dos mais famosos é o pensamento de grupo.
Estudos mostram que, se um voluntário desavisado é colocado
em uma sala cheia de atores, ele vai concordar com
eles em várias questões, mesmo que estejam obviamente errados.
A maior parte dos voluntários chega a dizer que duas
retas evidentemente diferentes têm o mesmo tamanho, só
porque os outros concluíram isso antes deles.
“Um exemplo disso é uma assembleia estudantil”, diz
Martins. “Não existe muita permissão para ideias próprias,
só alguns pensamentos são permitidos. Dissidentes são de
alguma forma humilhados”.
Uma historieta norte-americana sintetiza o assunto: em
uma sala de reuniões, o chefão dá o diagnóstico: “Nosso problema
é que precisamos de mais opiniões divergentes”, ao
que os subordinados reagem, dizendo “com certeza, chefe”,
“exatamente o que eu penso”.
Estudos mais recentes, em que os cérebros dos voluntários são mapeados, mostram que estar isolado, discordando
da maioria, ativa regiões ligadas à dor, ou seja, a rejeição de
ser diferente machuca.
(Ricardo Mioto, Como estragar um raciocínio. Folha de S.Paulo, 28.11.2015.
Adaptado)
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Passar quatro dias e quatro noites em casa, vendo o carnaval
passar; ou não vendo nem isso, mas entregue a uma
outra e cifrada folia, que nesta quarta-feira de cinzas abre
suas pétalas de cansaço, como se também tivéssemos pulado
e berrado no clube. Não ligar televisão, esquecer-se de
rádio; deixar os locutores falando sozinhos, na ânsia de encher
de discurso uma festa à base de movimento e canto.
Perceber apenas o grito trêmulo, trazido e levado pelo vento,
de um samba que marca a realidade lúdica sem nos convidar
à integração. Beneficiar-se com a ausência de jornais que
prova a inexistência provisória do mundo como arquitetura de
notícias. Ter como companheiro o irmão gato Crispim, exemplo
de abstenção sem sacrifício, manual de silêncio e sabedoria,
aventureiro que experimentou a vertigem da luta-livre
nos telhados e homologa a invenção da poltrona.
(Carlos Drummond de Andrade, Ficar em casa. A bolsa e a vida)
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Imagine uma discussão, após um jogo de futebol, sobre
um pênalti. “Ele obviamente foi empurrado”, diz o torcedor de
um time. “Que nada, se jogou”, diz o outro.
O mais interessante: ambos acreditam no que dizem. Ou
seja, não se trata de uma distorção deliberada da realidade,
uma “malandragem”, mas de um viés involuntariamente criado
pelo cérebro.
Apostando que isso não se aplica só ao futebol, mas também
se aplica a várias outras áreas (como a política), um
físico e professor da USP tem se dedicado a mapear todos
os mecanismos mentais que nos tornam seres tendenciosos
– ele já publicou artigos sobre o tema em revistas científicas
e prepara um livro. Para André Martins, isso é um problema
inclusive para o método científico.
Além do viés de confirmação – primeiro escolhemos um
lado, depois selecionamos os fatos que sejam adequados –,
existem muitos outros mecanismos de parcialidade no nosso
cérebro. Um dos mais famosos é o pensamento de grupo.
Estudos mostram que, se um voluntário desavisado é colocado
em uma sala cheia de atores, ele vai concordar com
eles em várias questões, mesmo que estejam obviamente errados.
A maior parte dos voluntários chega a dizer que duas
retas evidentemente diferentes têm o mesmo tamanho, só
porque os outros concluíram isso antes deles.
“Um exemplo disso é uma assembleia estudantil”, diz
Martins. “Não existe muita permissão para ideias próprias,
só alguns pensamentos são permitidos. Dissidentes são de
alguma forma humilhados”.
Uma historieta norte-americana sintetiza o assunto: em
uma sala de reuniões, o chefão dá o diagnóstico: “Nosso problema
é que precisamos de mais opiniões divergentes”, ao
que os subordinados reagem, dizendo “com certeza, chefe”,
“exatamente o que eu penso”.
Estudos mais recentes, em que os cérebros dos voluntários são mapeados, mostram que estar isolado, discordando
da maioria, ativa regiões ligadas à dor, ou seja, a rejeição de
ser diferente machuca.
(Ricardo Mioto, Como estragar um raciocínio. Folha de S.Paulo, 28.11.2015.
Adaptado)
Estudos mostram que, se um voluntário desavisado é colocado em uma sala cheia de atores, ele vai concordar com eles em várias questões, mesmo que estejam obviamente errados.
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Imagine uma discussão, após um jogo de futebol, sobre
um pênalti. “Ele obviamente foi empurrado”, diz o torcedor de
um time. “Que nada, se jogou”, diz o outro.
O mais interessante: ambos acreditam no que dizem. Ou
seja, não se trata de uma distorção deliberada da realidade,
uma “malandragem”, mas de um viés involuntariamente criado
pelo cérebro.
Apostando que isso não se aplica só ao futebol, mas também
se aplica a várias outras áreas (como a política), um
físico e professor da USP tem se dedicado a mapear todos
os mecanismos mentais que nos tornam seres tendenciosos
– ele já publicou artigos sobre o tema em revistas científicas
e prepara um livro. Para André Martins, isso é um problema
inclusive para o método científico.
Além do viés de confirmação – primeiro escolhemos um
lado, depois selecionamos os fatos que sejam adequados –,
existem muitos outros mecanismos de parcialidade no nosso
cérebro. Um dos mais famosos é o pensamento de grupo.
Estudos mostram que, se um voluntário desavisado é colocado
em uma sala cheia de atores, ele vai concordar com
eles em várias questões, mesmo que estejam obviamente errados.
A maior parte dos voluntários chega a dizer que duas
retas evidentemente diferentes têm o mesmo tamanho, só
porque os outros concluíram isso antes deles.
“Um exemplo disso é uma assembleia estudantil”, diz
Martins. “Não existe muita permissão para ideias próprias,
só alguns pensamentos são permitidos. Dissidentes são de
alguma forma humilhados”.
Uma historieta norte-americana sintetiza o assunto: em
uma sala de reuniões, o chefão dá o diagnóstico: “Nosso problema
é que precisamos de mais opiniões divergentes”, ao
que os subordinados reagem, dizendo “com certeza, chefe”,
“exatamente o que eu penso”.
Estudos mais recentes, em que os cérebros dos voluntários são mapeados, mostram que estar isolado, discordando
da maioria, ativa regiões ligadas à dor, ou seja, a rejeição de
ser diferente machuca.
(Ricardo Mioto, Como estragar um raciocínio. Folha de S.Paulo, 28.11.2015.
Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Imagine uma discussão, após um jogo de futebol, sobre
um pênalti. “Ele obviamente foi empurrado”, diz o torcedor de
um time. “Que nada, se jogou”, diz o outro.
O mais interessante: ambos acreditam no que dizem. Ou
seja, não se trata de uma distorção deliberada da realidade,
uma “malandragem”, mas de um viés involuntariamente criado
pelo cérebro.
Apostando que isso não se aplica só ao futebol, mas também
se aplica a várias outras áreas (como a política), um
físico e professor da USP tem se dedicado a mapear todos
os mecanismos mentais que nos tornam seres tendenciosos
– ele já publicou artigos sobre o tema em revistas científicas
e prepara um livro. Para André Martins, isso é um problema
inclusive para o método científico.
Além do viés de confirmação – primeiro escolhemos um
lado, depois selecionamos os fatos que sejam adequados –,
existem muitos outros mecanismos de parcialidade no nosso
cérebro. Um dos mais famosos é o pensamento de grupo.
Estudos mostram que, se um voluntário desavisado é colocado
em uma sala cheia de atores, ele vai concordar com
eles em várias questões, mesmo que estejam obviamente errados.
A maior parte dos voluntários chega a dizer que duas
retas evidentemente diferentes têm o mesmo tamanho, só
porque os outros concluíram isso antes deles.
“Um exemplo disso é uma assembleia estudantil”, diz
Martins. “Não existe muita permissão para ideias próprias,
só alguns pensamentos são permitidos. Dissidentes são de
alguma forma humilhados”.
Uma historieta norte-americana sintetiza o assunto: em
uma sala de reuniões, o chefão dá o diagnóstico: “Nosso problema
é que precisamos de mais opiniões divergentes”, ao
que os subordinados reagem, dizendo “com certeza, chefe”,
“exatamente o que eu penso”.
Estudos mais recentes, em que os cérebros dos voluntários são mapeados, mostram que estar isolado, discordando
da maioria, ativa regiões ligadas à dor, ou seja, a rejeição de
ser diferente machuca.
(Ricardo Mioto, Como estragar um raciocínio. Folha de S.Paulo, 28.11.2015.
Adaptado)
Ou seja, não se trata de uma distorção deliberada da realidade, uma “malandragem”, mas de um viés involuntariamente criado pelo cérebro. Não existe muita permissão para ideias próprias, só alguns pensamentos são permitidos.
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- SintaxeColocação Pronominal
- SintaxeRegência
- SintaxeCrase
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente,
as lacunas do trecho, conforme prevê a norma-padrão.
“Vai pegar melhor com os meus amigos ser ______ favor ou contra a prisão?” Vários estudos nos ______ que se posicionar contra o grupo ativa áreas cerebrais relacionadas ______ dor. É o efeito manada: se todos ______ minha volta pensam assim, vou ______.
“Vai pegar melhor com os meus amigos ser ______ favor ou contra a prisão?” Vários estudos nos ______ que se posicionar contra o grupo ativa áreas cerebrais relacionadas ______ dor. É o efeito manada: se todos ______ minha volta pensam assim, vou ______.
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1212264
Ano: 2016
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Registro-SP
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Registro-SP
Provas:
- CPC 1973CPC-1973: Agravo retido
- CPC 1973CPC-1973: Recursos
- CPC 1973CPC-1973: Apelação
- CPC 1973CPC-1973: Embargos de declaração
Durante uma audiência de instrução e julgamento, o juiz
deferiu a contradita da testemunha do réu, indeferiu a
produção de prova pericial requerida pelo autor, fundamentando
claramente suas decisões, e, ao final, julgou
antecipadamente a lide, considerando a demanda improcedente.
Diante da atual sistemática processual, frente
aos atos praticados pelo juiz, é correto afirmar que
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1212263
Ano: 2016
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Registro-SP
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Registro-SP
Provas:
- CPC 1973CPC-1973: Do Litisconsórcio
- CPC 1973CPC-1973: Respostas do réu - Contestação
- CPC 1973CPC-1973: Procedimento ordinário
Numa ação de indenização que tramita pelo rito ordinário, em que o polo passivo é composto por duas pessoas,
com relação aos prazos de defesa, assinale a alternativa
correta.
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