Foram encontradas 330 questões.
Considere as regras de uso do acento grave indicativo
de crase na norma culta da língua portuguesa. Analise
atentamente as alternativas a seguir e identifique aquela
em que o emprego da crase está correto.
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Analise atentamente a oração a seguir:
"O professor pediu para que todos os alunos subissem para cima do palco ao final da apresentação."
Assinale a alternativa que identifica corretamente o vício de linguagem presente na oração:
"O professor pediu para que todos os alunos subissem para cima do palco ao final da apresentação."
Assinale a alternativa que identifica corretamente o vício de linguagem presente na oração:
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Analise atentamente a oração a seguir, observando a
relação sintática entre seus termos e a função exercida
pelo segmento destacado.
"Machado de Assis, um dos maiores escritores da literatura brasileira , publicou obras de grande relevância histórica."
Assinale a alternativa que classifica corretamente a função sintática do termo destacado
"Machado de Assis, um dos maiores escritores da literatura brasileira , publicou obras de grande relevância histórica."
Assinale a alternativa que classifica corretamente a função sintática do termo destacado
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Analise atentamente as alternativas a seguir e identifique
aquela em que a concordância verbal está correta.
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Leia atentamente as afirmativas a seguir, considerando
as regras de regência nominal na norma culta da língua
portuguesa. Analise cada construção com atenção e
identifique aquelas em que há erro de regência nominal.
I.O aluno afirmou estar convicto que a solução apresentada era adequada ao problema discutido.
II.A equipe demonstrou estar adaptada ao novo sistema implementado pela instituição.
III.O pesquisador revelou estar desconfiado sobre os resultados obtidos na primeira análise.
IV.A proposta apresentada é compatível com os objetivos definidos no projeto inicial.
V.A gestora afirmou ter urgência que o relatório fosse concluído até o final do prazo estipulado.
Em quais afirmativas há erro de regência nominal?
I.O aluno afirmou estar convicto que a solução apresentada era adequada ao problema discutido.
II.A equipe demonstrou estar adaptada ao novo sistema implementado pela instituição.
III.O pesquisador revelou estar desconfiado sobre os resultados obtidos na primeira análise.
IV.A proposta apresentada é compatível com os objetivos definidos no projeto inicial.
V.A gestora afirmou ter urgência que o relatório fosse concluído até o final do prazo estipulado.
Em quais afirmativas há erro de regência nominal?
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Leia atentamente as afirmativas a seguir, considerando a
classificação das orações subordinadas adverbiais na
língua portuguesa. Analise cada período e identifique
aqueles em que há oração subordinada adverbial
concessiva.
I.Embora estivesse cansado após o trabalho, continuou estudando para a prova final.
II.Quando chegou ao local da reunião, percebeu que o evento já havia começado.
III.Ainda que os dados fossem inconclusivos, o pesquisador apresentou suas hipóteses ao grupo.
IV.Se houver tempo suficiente, revisaremos todo o conteúdo antes da avaliação.
V.Mesmo que enfrente dificuldades iniciais, o projeto poderá alcançar bons resultados.
Em quais afirmativas há oração subordinada adverbial concessiva?
I.Embora estivesse cansado após o trabalho, continuou estudando para a prova final.
II.Quando chegou ao local da reunião, percebeu que o evento já havia começado.
III.Ainda que os dados fossem inconclusivos, o pesquisador apresentou suas hipóteses ao grupo.
IV.Se houver tempo suficiente, revisaremos todo o conteúdo antes da avaliação.
V.Mesmo que enfrente dificuldades iniciais, o projeto poderá alcançar bons resultados.
Em quais afirmativas há oração subordinada adverbial concessiva?
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Conheça a guabiroba, a potência nativa que é aliada
da saúde metabólica
Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja
vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem
potencial de blindar as artérias, com impactos positivos
no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males
cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido
analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do
Estado de Santa Catarina), que também estudam outros
frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da
pitanga e do araçá.
"Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos,
sobretudo os flavonoides", conta a engenheira de
alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do
grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no
periódico Foods. Por meio de simulação do processo
digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o
comportamento dessas e demais substâncias vindas
tanto do fruto quanto das folhas. "Vários desses
compostos permaneceram acessíveis após a digestão
simulada", revela Kempka.
Significa que os efeitos benéficos se mantêm no
organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e
elágico, além do kaempferol, da quercetina e da
miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba.
Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de
atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.
Os pesquisadores também prepararam um tipo de
biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que
foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se
que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a
modular as taxas de açúcar na circulação. "Ocorreu
ainda a redução dos níveis de colesterol total", comenta
a pesquisadora.
Tais resultados confirmam indícios, encontrados na
literatura científica, de que os flavonoides atuam em prol
da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos
seriam necessárias para confirmar esses achados.
"A guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja
para a alimentação no dia a dia, seja para o
desenvolvimento de alimentos funcionais", afirma a
nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital
Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende
Machado (HMAP), gerido pelo Einstein Hospital Israelita.
Investigar ingredientes nativos amplifica o repertório
alimentar, fortalece cadeias produtivas locais e contribui
para modelos de produção sustentáveis. "Trata-se de
algo estratégico em differentes perspectivas: científica, nutricional, econômica ou ambiental", analisa Freitas.
Dietas monótonas reduzem a exposição a diferentes
micronutrientes e compostos bioativos. "Quando
ampliamos a variedade de frutas, verduras, legumes,
entre outros alimentos, há o aumento no consumo de
fibras, antioxidantes e fitoquímicos, o que impacta
positivamente a microbiota intestinal, o metabolismo e a
saúde em longo prazo", observa a nutricionista.
Além dessas substâncias, análises da Embrapa
Florestas revelam que a guabiroba esbanja vitamina C, a
aliada da imunidade; minerais como o potássio, que
favorece a pressão arterial; e ainda carotenoides, grupo
de pigmentos com potente ação antioxidante. Inclusive,
são eles os responsáveis pela cor amarela do fruto.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-a-guabiroba-a-potencia-n
ativa-que-e-aliada-da-saude-metabolica/
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Conheça a guabiroba, a potência nativa que é aliada
da saúde metabólica
Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja
vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem
potencial de blindar as artérias, com impactos positivos
no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males
cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido
analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do
Estado de Santa Catarina), que também estudam outros
frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da
pitanga e do araçá.
"Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos,
sobretudo os flavonoides", conta a engenheira de
alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do
grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no
periódico Foods. Por meio de simulação do processo
digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o
comportamento dessas e demais substâncias vindas
tanto do fruto quanto das folhas. "Vários desses
compostos permaneceram acessíveis após a digestão
simulada", revela Kempka.
Significa que os efeitos benéficos se mantêm no
organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e
elágico, além do kaempferol, da quercetina e da
miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba.
Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de
atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.
Os pesquisadores também prepararam um tipo de
biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que
foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se
que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a
modular as taxas de açúcar na circulação. "Ocorreu
ainda a redução dos níveis de colesterol total", comenta
a pesquisadora.
Tais resultados confirmam indícios, encontrados na
literatura científica, de que os flavonoides atuam em prol
da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos
seriam necessárias para confirmar esses achados.
"A guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja
para a alimentação no dia a dia, seja para o
desenvolvimento de alimentos funcionais", afirma a
nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital
Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende
Machado (HMAP), gerido pelo Einstein Hospital Israelita.
Investigar ingredientes nativos amplifica o repertório
alimentar, fortalece cadeias produtivas locais e contribui
para modelos de produção sustentáveis. "Trata-se de
algo estratégico em differentes perspectivas: científica, nutricional, econômica ou ambiental", analisa Freitas.
Dietas monótonas reduzem a exposição a diferentes
micronutrientes e compostos bioativos. "Quando
ampliamos a variedade de frutas, verduras, legumes,
entre outros alimentos, há o aumento no consumo de
fibras, antioxidantes e fitoquímicos, o que impacta
positivamente a microbiota intestinal, o metabolismo e a
saúde em longo prazo", observa a nutricionista.
Além dessas substâncias, análises da Embrapa
Florestas revelam que a guabiroba esbanja vitamina C, a
aliada da imunidade; minerais como o potássio, que
favorece a pressão arterial; e ainda carotenoides, grupo
de pigmentos com potente ação antioxidante. Inclusive,
são eles os responsáveis pela cor amarela do fruto.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-a-guabiroba-a-potencia-n
ativa-que-e-aliada-da-saude-metabolica/
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Conheça a guabiroba, a potência nativa que é aliada
da saúde metabólica
Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja
vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem
potencial de blindar as artérias, com impactos positivos
no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males
cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido
analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do
Estado de Santa Catarina), que também estudam outros
frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da
pitanga e do araçá.
"Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos,
sobretudo os flavonoides", conta a engenheira de
alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do
grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no
periódico Foods. Por meio de simulação do processo
digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o
comportamento dessas e demais substâncias vindas
tanto do fruto quanto das folhas. "Vários desses
compostos permaneceram acessíveis após a digestão
simulada", revela Kempka.
Significa que os efeitos benéficos se mantêm no
organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e
elágico, além do kaempferol, da quercetina e da
miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba.
Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de
atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.
Os pesquisadores também prepararam um tipo de
biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que
foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se
que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a
modular as taxas de açúcar na circulação. "Ocorreu
ainda a redução dos níveis de colesterol total", comenta
a pesquisadora.
Tais resultados confirmam indícios, encontrados na
literatura científica, de que os flavonoides atuam em prol
da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos
seriam necessárias para confirmar esses achados.
"A guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja
para a alimentação no dia a dia, seja para o
desenvolvimento de alimentos funcionais", afirma a
nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital
Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende
Machado (HMAP), gerido pelo Einstein Hospital Israelita.
Investigar ingredientes nativos amplifica o repertório
alimentar, fortalece cadeias produtivas locais e contribui
para modelos de produção sustentáveis. "Trata-se de
algo estratégico em differentes perspectivas: científica, nutricional, econômica ou ambiental", analisa Freitas.
Dietas monótonas reduzem a exposição a diferentes
micronutrientes e compostos bioativos. "Quando
ampliamos a variedade de frutas, verduras, legumes,
entre outros alimentos, há o aumento no consumo de
fibras, antioxidantes e fitoquímicos, o que impacta
positivamente a microbiota intestinal, o metabolismo e a
saúde em longo prazo", observa a nutricionista.
Além dessas substâncias, análises da Embrapa
Florestas revelam que a guabiroba esbanja vitamina C, a
aliada da imunidade; minerais como o potássio, que
favorece a pressão arterial; e ainda carotenoides, grupo
de pigmentos com potente ação antioxidante. Inclusive,
são eles os responsáveis pela cor amarela do fruto.
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ativa-que-e-aliada-da-saude-metabolica/
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Questão presente nas seguintes provas
Conheça a guabiroba, a potência nativa que é aliada
da saúde metabólica
Da mesma família da goiaba, a guabiroba esbanja
vitaminas, sais minerais e fitoquímicos. Esse mix tem
potencial de blindar as artérias, com impactos positivos
no equilíbrio glicêmico e na redução do risco de males
cardiovasculares e diabetes. A espécie tem sido
analisada por pesquisadores da Udesc (Universidade do
Estado de Santa Catarina), que também estudam outros
frutos nativos da Mata Atlântica, caso da jabuticaba, da
pitanga e do araçá.
"Entre os destaques da guabiroba estão os fenólicos,
sobretudo os flavonoides", conta a engenheira de
alimentos Aniela Kempka, professora da Udesc e líder do
grupo por trás de um artigo publicado em 2025 no
periódico Foods. Por meio de simulação do processo
digestivo no laboratório, os cientistas avaliaram o
comportamento dessas e demais substâncias vindas
tanto do fruto quanto das folhas. "Vários desses
compostos permaneceram acessíveis após a digestão
simulada", revela Kempka.
Significa que os efeitos benéficos se mantêm no
organismo. Os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e
elágico, além do kaempferol, da quercetina e da
miricetina, são exemplos de fenólicos da guabiroba.
Todos apresentam ação antioxidante e há evidências de
atuação anti-inflamatória, o que resguarda as artérias.
Os pesquisadores também prepararam um tipo de
biscoito com o extrato da espécie (folhas e frutos), que
foi oferecido a cães e, entre os achados, observou-se
que o alimento age no controle glicêmico, ajudando a
modular as taxas de açúcar na circulação. "Ocorreu
ainda a redução dos níveis de colesterol total", comenta
a pesquisadora.
Tais resultados confirmam indícios, encontrados na
literatura científica, de que os flavonoides atuam em prol
da saúde metabólica. Contudo, análises em humanos
seriam necessárias para confirmar esses achados.
"A guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja
para a alimentação no dia a dia, seja para o
desenvolvimento de alimentos funcionais", afirma a
nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital
Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende
Machado (HMAP), gerido pelo Einstein Hospital Israelita.
Investigar ingredientes nativos amplifica o repertório
alimentar, fortalece cadeias produtivas locais e contribui
para modelos de produção sustentáveis. "Trata-se de
algo estratégico em differentes perspectivas: científica, nutricional, econômica ou ambiental", analisa Freitas.
Dietas monótonas reduzem a exposição a diferentes
micronutrientes e compostos bioativos. "Quando
ampliamos a variedade de frutas, verduras, legumes,
entre outros alimentos, há o aumento no consumo de
fibras, antioxidantes e fitoquímicos, o que impacta
positivamente a microbiota intestinal, o metabolismo e a
saúde em longo prazo", observa a nutricionista.
Além dessas substâncias, análises da Embrapa
Florestas revelam que a guabiroba esbanja vitamina C, a
aliada da imunidade; minerais como o potássio, que
favorece a pressão arterial; e ainda carotenoides, grupo
de pigmentos com potente ação antioxidante. Inclusive,
são eles os responsáveis pela cor amarela do fruto.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/conheca-a-guabiroba-a-potencia-n
ativa-que-e-aliada-da-saude-metabolica/
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