Foram encontradas 35 questões.
Leia atentamente as afirmativas a seguir, considerando
os princípios da predicação verbal na norma culta da
língua portuguesa. Em seguida, identifique em quais
afirmativas ocorre o emprego de verbo transitivo direto e
indireto.
I.O gerente enviou o relatório aos diretores após revisar todos os dados do projeto.
II.Os alunos chegaram cedo ao auditório para acompanhar a palestra inaugural do evento.
III.A pesquisadora apresentou os resultados da pesquisa à comunidade acadêmica interessada.
IV.O funcionário precisava de orientação para concluir as tarefas pendentes naquele setor.
V.O professor entregou as avaliações aos estudantes no final da aula expositiva.
Em quais afirmativas há o emprego de verbo transitivo direto e indireto?
I.O gerente enviou o relatório aos diretores após revisar todos os dados do projeto.
II.Os alunos chegaram cedo ao auditório para acompanhar a palestra inaugural do evento.
III.A pesquisadora apresentou os resultados da pesquisa à comunidade acadêmica interessada.
IV.O funcionário precisava de orientação para concluir as tarefas pendentes naquele setor.
V.O professor entregou as avaliações aos estudantes no final da aula expositiva.
Em quais afirmativas há o emprego de verbo transitivo direto e indireto?
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Considere as regras de uso do acento grave indicativo
de crase na norma culta da língua portuguesa. Analise
cuidadosamente as alternativas a seguir e identifique
aquela em que há erro no emprego da crase.
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Estudo alerta que pequena porção de
ultraprocessados pode levar a demência
Aumentar o consumo diário de alimentos
ultraprocessados em 10% — basicamente o equivalente
a um pacote pequeno de batatas fritas — pode elevar o
risco de demência, mesmo que você mantenha uma
dieta saudável rica em vegetais, de acordo com um novo
estudo.
Os alimentos ultraprocessados, ou AUPs, representam
cerca de 53% de todas as calorias consumidas por
adultos nos Estados Unidos, segundo os dados mais
recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças
(CDC). Entre as crianças americanas, esse índice chega
a quase 62%.
"Nosso estudo mostrou que o consumo de AUPs está
associado a uma piora na atenção e a um maior risco de
demência em adultos de meia-idade e idosos", afirmou a
autora principal Barbara Cardoso, professora sênior de
nutrição e dietética na Universidade Monash, em
Melbourne, Austrália.
O estudo pôde mostrar apenas uma associação, não
uma relação direta de causa e efeito. No entanto, "essa
associação não mudou com a adesão à dieta
mediterrânea, indicando que o elo está no
processamento dos alimentos, e não simplesmente na
substituição de comidas saudáveis", disse Cardoso em
um e-mail.
A pesquisa é uma "adição importante" ao crescente
conjunto de evidências que mostram os danos potenciais
dos ultraprocessados ao cérebro, afirmou o Dr. W. Taylor Kimberly, professor de neurologia na Harvard Medical
School, que não participou do estudo.
Ele foi o autor sênior de um estudo semelhante
publicado em janeiro, que descobriu que aumentar a
ingestão de ultraprocessados em 10% elevava o risco de
comprometimento cognitivo em 16%, mesmo em
pessoas que comiam majoritariamente vegetais.
"Juntos, esses estudos destacam que o maior consumo
de AUPs está consistentemente associado a um pior
desempenho cognitivo", disse Kimberly.
A premiada dieta mediterrânea — que prioriza grãos
integrais, frutas, vegetais, grãos, sementes, nozes e
azeite de oliva extravirgem — já demonstrou reduzir o
risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e
demência.
Outras dietas respeitadas, como a DASH e a MIND,
também focam em alimentos integrais e na limitação de
açúcares e carnes vermelhas.
Já os ultraprocessados contêm pouco ou nenhum
alimento integral. Em vez disso, os ingredientes são
desmontados em moléculas que, com a ajuda de
corantes artificiais, aromatizantes e emulsificantes, são
aquecidos e moldados em qualquer produto que a
indústria deseje criar.
Especialistas afirmam que esses alimentos
"pré-digeridos", repletos de açúcar, sal e gordura,
carecem de nutrientes críticos para o corpo e o cérebro.
O novo estudo, publicado na revista Alzheimer's &
Dementia, analisou mais de 2.100 australianos entre 40
e 70 anos.
"Para cada aumento de 10% nos ultraprocessados,
vimos uma queda distinta na capacidade de foco",
explicou Cardoso.
Embora não tenha sido encontrada uma ligação direta
imediata com a memória, o estudo estimou o declínio
mental geral usando uma ferramenta que prevê o risco
de demência em 20 anos. Cada aumento de 10% no
consumo diário foi associado a um incremento de 0,24
pontos no risco de demência (em uma escala de 0 a 7).
Remover esses alimentos da dieta pode reduzir o risco,
especialmente se feito antes que complicações
neurológicas se instalem. "A meia-idade é uma fase que
oferece uma oportunidade fundamental para lidar com
fatores de risco modificáveis", concluiu Cardoso.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-alerta-que-pequena-porcaode-ultraprocessados-pode-levar-a-demencia/
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Estudo alerta que pequena porção de
ultraprocessados pode levar a demência
Aumentar o consumo diário de alimentos
ultraprocessados em 10% — basicamente o equivalente
a um pacote pequeno de batatas fritas — pode elevar o
risco de demência, mesmo que você mantenha uma
dieta saudável rica em vegetais, de acordo com um novo
estudo.
Os alimentos ultraprocessados, ou AUPs, representam
cerca de 53% de todas as calorias consumidas por
adultos nos Estados Unidos, segundo os dados mais
recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças
(CDC). Entre as crianças americanas, esse índice chega
a quase 62%.
"Nosso estudo mostrou que o consumo de AUPs está
associado a uma piora na atenção e a um maior risco de
demência em adultos de meia-idade e idosos", afirmou a
autora principal Barbara Cardoso, professora sênior de
nutrição e dietética na Universidade Monash, em
Melbourne, Austrália.
O estudo pôde mostrar apenas uma associação, não
uma relação direta de causa e efeito. No entanto, "essa
associação não mudou com a adesão à dieta
mediterrânea, indicando que o elo está no
processamento dos alimentos, e não simplesmente na
substituição de comidas saudáveis", disse Cardoso em
um e-mail.
A pesquisa é uma "adição importante" ao crescente
conjunto de evidências que mostram os danos potenciais
dos ultraprocessados ao cérebro, afirmou o Dr. W. Taylor Kimberly, professor de neurologia na Harvard Medical
School, que não participou do estudo.
Ele foi o autor sênior de um estudo semelhante
publicado em janeiro, que descobriu que aumentar a
ingestão de ultraprocessados em 10% elevava o risco de
comprometimento cognitivo em 16%, mesmo em
pessoas que comiam majoritariamente vegetais.
"Juntos, esses estudos destacam que o maior consumo
de AUPs está consistentemente associado a um pior
desempenho cognitivo", disse Kimberly.
A premiada dieta mediterrânea — que prioriza grãos
integrais, frutas, vegetais, grãos, sementes, nozes e
azeite de oliva extravirgem — já demonstrou reduzir o
risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e
demência.
Outras dietas respeitadas, como a DASH e a MIND,
também focam em alimentos integrais e na limitação de
açúcares e carnes vermelhas.
Já os ultraprocessados contêm pouco ou nenhum
alimento integral. Em vez disso, os ingredientes são
desmontados em moléculas que, com a ajuda de
corantes artificiais, aromatizantes e emulsificantes, são
aquecidos e moldados em qualquer produto que a
indústria deseje criar.
Especialistas afirmam que esses alimentos
"pré-digeridos", repletos de açúcar, sal e gordura,
carecem de nutrientes críticos para o corpo e o cérebro.
O novo estudo, publicado na revista Alzheimer's &
Dementia, analisou mais de 2.100 australianos entre 40
e 70 anos.
"Para cada aumento de 10% nos ultraprocessados,
vimos uma queda distinta na capacidade de foco",
explicou Cardoso.
Embora não tenha sido encontrada uma ligação direta
imediata com a memória, o estudo estimou o declínio
mental geral usando uma ferramenta que prevê o risco
de demência em 20 anos. Cada aumento de 10% no
consumo diário foi associado a um incremento de 0,24
pontos no risco de demência (em uma escala de 0 a 7).
Remover esses alimentos da dieta pode reduzir o risco,
especialmente se feito antes que complicações
neurológicas se instalem. "A meia-idade é uma fase que
oferece uma oportunidade fundamental para lidar com
fatores de risco modificáveis", concluiu Cardoso.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-alerta-que-pequena-porcaode-ultraprocessados-pode-levar-a-demencia/
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Estudo alerta que pequena porção de
ultraprocessados pode levar a demência
Aumentar o consumo diário de alimentos
ultraprocessados em 10% — basicamente o equivalente
a um pacote pequeno de batatas fritas — pode elevar o
risco de demência, mesmo que você mantenha uma
dieta saudável rica em vegetais, de acordo com um novo
estudo.
Os alimentos ultraprocessados, ou AUPs, representam
cerca de 53% de todas as calorias consumidas por
adultos nos Estados Unidos, segundo os dados mais
recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças
(CDC). Entre as crianças americanas, esse índice chega
a quase 62%.
"Nosso estudo mostrou que o consumo de AUPs está
associado a uma piora na atenção e a um maior risco de
demência em adultos de meia-idade e idosos", afirmou a
autora principal Barbara Cardoso, professora sênior de
nutrição e dietética na Universidade Monash, em
Melbourne, Austrália.
O estudo pôde mostrar apenas uma associação, não
uma relação direta de causa e efeito. No entanto, "essa
associação não mudou com a adesão à dieta
mediterrânea, indicando que o elo está no
processamento dos alimentos, e não simplesmente na
substituição de comidas saudáveis", disse Cardoso em
um e-mail.
A pesquisa é uma "adição importante" ao crescente
conjunto de evidências que mostram os danos potenciais
dos ultraprocessados ao cérebro, afirmou o Dr. W. Taylor Kimberly, professor de neurologia na Harvard Medical
School, que não participou do estudo.
Ele foi o autor sênior de um estudo semelhante
publicado em janeiro, que descobriu que aumentar a
ingestão de ultraprocessados em 10% elevava o risco de
comprometimento cognitivo em 16%, mesmo em
pessoas que comiam majoritariamente vegetais.
"Juntos, esses estudos destacam que o maior consumo
de AUPs está consistentemente associado a um pior
desempenho cognitivo", disse Kimberly.
A premiada dieta mediterrânea — que prioriza grãos
integrais, frutas, vegetais, grãos, sementes, nozes e
azeite de oliva extravirgem — já demonstrou reduzir o
risco de câncer, diabetes, doenças cardíacas e
demência.
Outras dietas respeitadas, como a DASH e a MIND,
também focam em alimentos integrais e na limitação de
açúcares e carnes vermelhas.
Já os ultraprocessados contêm pouco ou nenhum
alimento integral. Em vez disso, os ingredientes são
desmontados em moléculas que, com a ajuda de
corantes artificiais, aromatizantes e emulsificantes, são
aquecidos e moldados em qualquer produto que a
indústria deseje criar.
Especialistas afirmam que esses alimentos
"pré-digeridos", repletos de açúcar, sal e gordura,
carecem de nutrientes críticos para o corpo e o cérebro.
O novo estudo, publicado na revista Alzheimer's &
Dementia, analisou mais de 2.100 australianos entre 40
e 70 anos.
"Para cada aumento de 10% nos ultraprocessados,
vimos uma queda distinta na capacidade de foco",
explicou Cardoso.
Embora não tenha sido encontrada uma ligação direta
imediata com a memória, o estudo estimou o declínio
mental geral usando uma ferramenta que prevê o risco
de demência em 20 anos. Cada aumento de 10% no
consumo diário foi associado a um incremento de 0,24
pontos no risco de demência (em uma escala de 0 a 7).
Remover esses alimentos da dieta pode reduzir o risco,
especialmente se feito antes que complicações
neurológicas se instalem. "A meia-idade é uma fase que
oferece uma oportunidade fundamental para lidar com
fatores de risco modificáveis", concluiu Cardoso.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-alerta-que-pequena-porcaode-ultraprocessados-pode-levar-a-demencia/
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