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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: RBO
Orgão: Pref. Porto Ferreira-SP
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: RBO
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Na figura a seguir, temos uma placa de rede que pode ser conectado a um cabo de rede por meio de:

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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: RBO
Orgão: Pref. Porto Ferreira-SP
A configuração de um computador é:
Computador Intel Dual Core, 4GB, HD 500GB, DVD-RW
A partir dessa informação podemos afirmar que:
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Assinale a alternativa que preencha adequadamente as lacunas da oração abaixo:
____________ o RH calcula o orçamento _________ solicitei?
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A LIÇÃO DO JARDINEIRO
Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.
Chegando em casa, a senhora viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.
Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casa permissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima ao aparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa do garoto que ligou para uma mulher e perguntou:
"A senhora está precisando de um jardineiro?"
"Não. Eu já tenho um", foi a resposta. "Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."
"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."
E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."
"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."
"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."
"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."
Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."
"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."
Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro: "Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, você perdeu um cliente."
"Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."
Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?
Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos? Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da mais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” de trabalho?
(Autor Desconhecido) http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html
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A LIÇÃO DO JARDINEIRO
Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiroautônomo para fazer a manutenção do seu jardim.
Chegando em casa, a senhora viu que estava contratandoum garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como jáestava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.
Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casapermissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima aoaparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa dogaroto que ligou para uma mulher e perguntou:
"A senhora está precisando de um jardineiro?"
"Não. Eu já tenho um", foi a resposta."Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu tambémtiro o lixo."
"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha.O meu jardineiro também faz isso."
E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas asferramentas no final do serviço."
"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."
"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápidopossível."
"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente.Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."
Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço éum dos melhores."
"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! Opreço do meu jardineiro também é muito bom."
Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro:"Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, vocêperdeu um cliente."
"Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou ojardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estavasatisfeita comigo."
Em se falando do jardim das afeições, quantos de nósteríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, sefizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o graude satisfação da cliente do pequeno jardineiro?
Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso,aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e daindiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores damais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” detrabalho?
(Autor Desconhecido)http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html
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A LIÇÃO DO JARDINEIRO
Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.
Chegando em casa, a senhora viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.
Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casa permissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima ao aparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa do garoto que ligou para uma mulher e perguntou:
"A senhora está precisando de um jardineiro?"
"Não. Eu já tenho um", foi a resposta. "Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."
"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."
E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."
"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."
"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."
"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."
Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."
"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."
Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro: "Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, você perdeu um cliente."
"Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."
Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?
Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos? Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da mais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” de trabalho?
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A LIÇÃO DO JARDINEIRO
Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiroautônomo para fazer a manutenção do seu jardim.
Chegando em casa, a senhora viu que estava contratandoum garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como jáestava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.
Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casapermissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima aoaparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa dogaroto que ligou para uma mulher e perguntou:
"A senhora está precisando de um jardineiro?"
"Não. Eu já tenho um", foi a resposta."Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu tambémtiro o lixo."
"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha.O meu jardineiro também faz isso."
E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas asferramentas no final do serviço."
"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."
"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápidopossível."
"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente.Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."
Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço éum dos melhores."
"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! Opreço do meu jardineiro também é muito bom."
Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro:"Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, vocêperdeu um cliente."
"Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou ojardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estavasatisfeita comigo."
Em se falando do jardim das afeições, quantos de nósteríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, sefizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o graude satisfação da cliente do pequeno jardineiro?
Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso,aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e daindiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores damais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” detrabalho?
(Autor Desconhecido)http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html
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