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Um Gigabyte (GB) é igual a 1024 MegaBytes (MB) e um MegaBytes é igual a 1024 KiloBytes (KB). E, um Terabyte (TB) é igual a 1024 GigaBytes. Então, 4 TB é igual a:
 

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O Microcomputador da Isabella possui um processador de 64 bits. Esse processador gerencia no máximo memória RAM de capacidade:
 

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Assinale a incorreta, em relação aos requisitos de sistema do Windows 7 necessários para a boa execução do Windows 7, no microcomputador:
 

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Na figura a seguir, temos uma placa de rede que pode ser conectado a um cabo de rede por meio de:


enunciado 954274-1

 

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A configuração de um computador é:

Computador Intel Dual Core, 4GB, HD 500GB, DVD-RW



A partir dessa informação podemos afirmar que:

 

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Assinale a alternativa que preencha adequadamente as lacunas da oração abaixo:


____________ o RH calcula o orçamento _________ solicitei?

 

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A LIÇÃO DO JARDINEIRO


Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, a senhora viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casa permissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima ao aparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa do garoto que ligou para uma mulher e perguntou:

"A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta. "Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."

E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro: "Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, você perdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos? Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da mais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” de trabalho?

(Autor Desconhecido) http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html

Observe a seguinte oração: “Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa.", justifica-se o uso da vírgula para:
 

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A LIÇÃO DO JARDINEIRO


Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiroautônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, a senhora viu que estava contratandoum garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como jáestava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casapermissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima aoaparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa dogaroto que ligou para uma mulher e perguntou:

"A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta."Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu tambémtiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha.O meu jardineiro também faz isso."

E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas asferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápidopossível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente.Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço éum dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! Opreço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro:"Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, vocêperdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou ojardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estavasatisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nósteríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, sefizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o graude satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso,aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e daindiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores damais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” detrabalho?

(Autor Desconhecido)http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html

Observe o seguinte trecho: “Chegando em casa, a senhora viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade.” A palavra sublinhada possui respectivamente:
 

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A LIÇÃO DO JARDINEIRO


Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, a senhora viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casa permissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima ao aparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa do garoto que ligou para uma mulher e perguntou:

"A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta. "Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso."

E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço é um dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro: "Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, você perdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos? Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da mais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” de trabalho?

(Autor Desconhecido) http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html

Observa-se, no texto, a recorrência em relação ao emprego das aspas. Identifique a alternativa que justifica seu uso.
 

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A LIÇÃO DO JARDINEIRO


Um dia, uma senhora contratou pelo telefone um jardineiroautônomo para fazer a manutenção do seu jardim.

Chegando em casa, a senhora viu que estava contratandoum garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como jáestava contratado, pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando terminou, o garoto solicitou à dono da casapermissão para utilizar o telefone, entretanto, estando próxima aoaparelho, a gentil senhora não pôde deixar de ouvir a conversa dogaroto que ligou para uma mulher e perguntou:

"A senhora está precisando de um jardineiro?"

"Não. Eu já tenho um", foi a resposta."Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu tambémtiro o lixo."

"Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha.O meu jardineiro também faz isso."

E o garoto insistiu: "eu limpo e lubrifico todas asferramentas no final do serviço."

"O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora."

"Eu faço a programação de atendimento, o mais rápidopossível."

"Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente.Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa."

Numa última tentativa, o menino arriscou: "o meu preço éum dos melhores."

"Não", disse firme a voz ao telefone. "Muito obrigada! Opreço do meu jardineiro também é muito bom."

Desligado o telefone, a dona da casa disse ao jardineiro:"Meu rapaz, não pude deixar de ouvir a conversa. Que pena, vocêperdeu um cliente."

"Claro que não", respondeu rápido o garoto. "Eu sou ojardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estavasatisfeita comigo."

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nósteríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, sefizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o graude satisfação da cliente do pequeno jardineiro?

Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso,aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?Ou estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e daindiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores damais pura? Como temos lubrificado nossas “ferramentas” detrabalho?

(Autor Desconhecido)http://www.drcamilo.odo.br/parabolas/parabola_015.html

No trecho: “Quando terminou, o garoto solicitou à dona da casa permissão para utilizar o telefone [...]”, o termo em destaque possui na ordem em que aparece:
 

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