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A possibilidade do reencontro presencial não significa a retomada da educação escolar nos mesmos moldes do período pré-pandêmico. Entre o início de 2020 e o de 2022, a crise da Covid-19 impactou a vida, a aprendizagem e o percurso escolar dos estudantes, o que não pode ser descartado.
No que diz respeito aos alunos dos Anos Iniciais, é preciso considerar também que eles viveram essa fase enquanto passavam por outra importante etapa de mudança e adaptação, a transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental.
“Muitos estudantes não tiveram acesso real ao ensino remoto. Crianças que ingressaram no 1º ano em 2020 praticamente não entraram na escola e estão começando a vida escolar já no 3º ano, em 2022”, comenta Patrícia Barreto, assessora da Educativa Consultoria Pedagógica e consultora da (revista) Nova Escola. Segundo ela, agora, a pergunta que deve nortear o trabalho docente é: como as escolas vão se organizar para dar conta das aprendizagens que já deveriam ter sido desenvolvidas?
Nesse contexto, um termo vem ganhando força e importância: a recomposição de aprendizagens. O conceito traz a ideia de que a aprendizagem não ocorreu de forma adequada – no caso, em função da pandemia – e, por isso, deve ser reorganizada com foco no desenvolvimento dos alunos, indo além da mera “recuperação de aprendizagem”. Para isso, são necessárias diferentes estratégias, como acolhimento aos estudantes, avaliação diagnóstica, flexibilização curricular, tutoria, acompanhamento pedagógico e formação dos professores.
A consultora alerta, no entanto, que em muitos casos não existe aprendizagem para recompor, mas sim para reiniciar. “Os alunos dos Anos Iniciais passaram dois anos acostumados a estudar em casa, e agora é necessário desenvolver até mesmo a forma de aprender. A escola precisa ajudar as crianças a construírem conhecimento por meio de orientação e mediação didática.”
(Nairim Bernardo, “Como trabalhar a recomposição de aprendizagens nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental?” Em: https://novaescola.org.br/, 24.03.2022. Adaptado)
A vírgula pode ser substituída por sinal de dois-pontos no trecho:
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A possibilidade do reencontro presencial não significa a retomada da educação escolar nos mesmos moldes do período pré-pandêmico. Entre o início de 2020 e o de 2022, a crise da Covid-19 impactou a vida, a aprendizagem e o percurso escolar dos estudantes, o que não pode ser descartado.
No que diz respeito aos alunos dos Anos Iniciais, é preciso considerar também que eles viveram essa fase enquanto passavam por outra importante etapa de mudança e adaptação, a transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental.
“Muitos estudantes não tiveram acesso real ao ensino remoto. Crianças que ingressaram no 1º ano em 2020 praticamente não entraram na escola e estão começando a vida escolar já no 3º ano, em 2022”, comenta Patrícia Barreto, assessora da Educativa Consultoria Pedagógica e consultora da (revista) Nova Escola. Segundo ela, agora, a pergunta que deve nortear o trabalho docente é: como as escolas vão se organizar para dar conta das aprendizagens que já deveriam ter sido desenvolvidas?
Nesse contexto, um termo vem ganhando força e importância: a recomposição de aprendizagens. O conceito traz a ideia de que a aprendizagem não ocorreu de forma adequada – no caso, em função da pandemia – e, por isso, deve ser reorganizada com foco no desenvolvimento dos alunos, indo além da mera “recuperação de aprendizagem”. Para isso, são necessárias diferentes estratégias, como acolhimento aos estudantes, avaliação diagnóstica, flexibilização curricular, tutoria, acompanhamento pedagógico e formação dos professores.
A consultora alerta, no entanto, que em muitos casos não existe aprendizagem para recompor, mas sim para reiniciar. “Os alunos dos Anos Iniciais passaram dois anos acostumados a estudar em casa, e agora é necessário desenvolver até mesmo a forma de aprender. A escola precisa ajudar as crianças a construírem conhecimento por meio de orientação e mediação didática.”
(Nairim Bernardo, “Como trabalhar a recomposição de aprendizagens nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental?” Em: https://novaescola.org.br/, 24.03.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão quanto aos aspectos de concordância e de colocação pronominal.
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A possibilidade do reencontro presencial não significa a retomada da educação escolar nos mesmos moldes do período pré-pandêmico. Entre o início de 2020 e o de 2022, a crise da Covid-19 impactou a vida, a aprendizagem e o percurso escolar dos estudantes, o que não pode ser descartado.
No que diz respeito aos alunos dos Anos Iniciais, é preciso considerar também que eles viveram essa fase enquanto passavam por outra importante etapa de mudança e adaptação, a transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental.
“Muitos estudantes não tiveram acesso real ao ensino remoto. Crianças que ingressaram no 1º ano em 2020 praticamente não entraram na escola e estão começando a vida escolar já no 3º ano, em 2022”, comenta Patrícia Barreto, assessora da Educativa Consultoria Pedagógica e consultora da (revista) Nova Escola. Segundo ela, agora, a pergunta que deve nortear o trabalho docente é: como as escolas vão se organizar para dar conta das aprendizagens que já deveriam ter sido desenvolvidas?
Nesse contexto, um termo vem ganhando força e importância: a recomposição de aprendizagens. O conceito traz a ideia de que a aprendizagem não ocorreu de forma adequada – no caso, em função da pandemia – e, por isso, deve ser reorganizada com foco no desenvolvimento dos alunos, indo além da mera “recuperação de aprendizagem”. Para isso, são necessárias diferentes estratégias, como acolhimento aos estudantes, avaliação diagnóstica, flexibilização curricular, tutoria, acompanhamento pedagógico e formação dos professores.
A consultora alerta, no entanto, que em muitos casos não existe aprendizagem para recompor, mas sim para reiniciar. “Os alunos dos Anos Iniciais passaram dois anos acostumados a estudar em casa, e agora é necessário desenvolver até mesmo a forma de aprender. A escola precisa ajudar as crianças a construírem conhecimento por meio de orientação e mediação didática.”
(Nairim Bernardo, “Como trabalhar a recomposição de aprendizagens nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental?” Em: https://novaescola.org.br/, 24.03.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada veicula sentido de causa.
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A possibilidade do reencontro presencial não significa a retomada da educação escolar nos mesmos moldes do período pré-pandêmico. Entre o início de 2020 e o de 2022, a crise da Covid-19 impactou a vida, a aprendizagem e o percurso escolar dos estudantes, o que não pode ser descartado.
No que diz respeito aos alunos dos Anos Iniciais, é preciso considerar também que eles viveram essa fase enquanto passavam por outra importante etapa de mudança e adaptação, a transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental.
“Muitos estudantes não tiveram acesso real ao ensino remoto. Crianças que ingressaram no 1º ano em 2020 praticamente não entraram na escola e estão começando a vida escolar já no 3º ano, em 2022”, comenta Patrícia Barreto, assessora da Educativa Consultoria Pedagógica e consultora da (revista) Nova Escola. Segundo ela, agora, a pergunta que deve nortear o trabalho docente é: como as escolas vão se organizar para dar conta das aprendizagens que já deveriam ter sido desenvolvidas?
Nesse contexto, um termo vem ganhando força e importância: a recomposição de aprendizagens. O conceito traz a ideia de que a aprendizagem não ocorreu de forma adequada – no caso, em função da pandemia – e, por isso, deve ser reorganizada com foco no desenvolvimento dos alunos, indo além da mera “recuperação de aprendizagem”. Para isso, são necessárias diferentes estratégias, como acolhimento aos estudantes, avaliação diagnóstica, flexibilização curricular, tutoria, acompanhamento pedagógico e formação dos professores.
A consultora alerta, no entanto, que em muitos casos não existe aprendizagem para recompor, mas sim para reiniciar. “Os alunos dos Anos Iniciais passaram dois anos acostumados a estudar em casa, e agora é necessário desenvolver até mesmo a forma de aprender. A escola precisa ajudar as crianças a construírem conhecimento por meio de orientação e mediação didática.”
(Nairim Bernardo, “Como trabalhar a recomposição de aprendizagens nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental?” Em: https://novaescola.org.br/, 24.03.2022. Adaptado)
Considere as passagens do texto:
- ... é preciso considerar também que eles viveram essa fase enquanto passavam por outra importante etapa de mudança e adaptação... (2º parágrafo)
- A consultora alerta, no entanto, que em muitos casos não existe aprendizagem para recompor, mas sim para reiniciar. (5º parágrafo)
As conjunções destacadas nas passagens estabelecem entre as orações, correta e respectivamente, relações de sentido de
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A possibilidade do reencontro presencial não significa a retomada da educação escolar nos mesmos moldes do período pré-pandêmico. Entre o início de 2020 e o de 2022, a crise da Covid-19 impactou a vida, a aprendizagem e o percurso escolar dos estudantes, o que não pode ser descartado.
No que diz respeito aos alunos dos Anos Iniciais, é preciso considerar também que eles viveram essa fase enquanto passavam por outra importante etapa de mudança e adaptação, a transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental.
“Muitos estudantes não tiveram acesso real ao ensino remoto. Crianças que ingressaram no 1º ano em 2020 praticamente não entraram na escola e estão começando a vida escolar já no 3º ano, em 2022”, comenta Patrícia Barreto, assessora da Educativa Consultoria Pedagógica e consultora da (revista) Nova Escola. Segundo ela, agora, a pergunta que deve nortear o trabalho docente é: como as escolas vão se organizar para dar conta das aprendizagens que já deveriam ter sido desenvolvidas?
Nesse contexto, um termo vem ganhando força e importância: a recomposição de aprendizagens. O conceito traz a ideia de que a aprendizagem não ocorreu de forma adequada – no caso, em função da pandemia – e, por isso, deve ser reorganizada com foco no desenvolvimento dos alunos, indo além da mera “recuperação de aprendizagem”. Para isso, são necessárias diferentes estratégias, como acolhimento aos estudantes, avaliação diagnóstica, flexibilização curricular, tutoria, acompanhamento pedagógico e formação dos professores.
A consultora alerta, no entanto, que em muitos casos não existe aprendizagem para recompor, mas sim para reiniciar. “Os alunos dos Anos Iniciais passaram dois anos acostumados a estudar em casa, e agora é necessário desenvolver até mesmo a forma de aprender. A escola precisa ajudar as crianças a construírem conhecimento por meio de orientação e mediação didática.”
(Nairim Bernardo, “Como trabalhar a recomposição de aprendizagens nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental?” Em: https://novaescola.org.br/, 24.03.2022. Adaptado)
Na passagem do terceiro parágrafo – Segundo ela, agora, a pergunta que deve nortear o trabalho docente é... –, o termo destacado refere-se ao período de
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A possibilidade do reencontro presencial não significa a retomada da educação escolar nos mesmos moldes do período pré-pandêmico. Entre o início de 2020 e o de 2022, a crise da Covid-19 impactou a vida, a aprendizagem e o percurso escolar dos estudantes, o que não pode ser descartado.
No que diz respeito aos alunos dos Anos Iniciais, é preciso considerar também que eles viveram essa fase enquanto passavam por outra importante etapa de mudança e adaptação, a transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental.
“Muitos estudantes não tiveram acesso real ao ensino remoto. Crianças que ingressaram no 1º ano em 2020 praticamente não entraram na escola e estão começando a vida escolar já no 3º ano, em 2022”, comenta Patrícia Barreto, assessora da Educativa Consultoria Pedagógica e consultora da (revista) Nova Escola. Segundo ela, agora, a pergunta que deve nortear o trabalho docente é: como as escolas vão se organizar para dar conta das aprendizagens que já deveriam ter sido desenvolvidas?
Nesse contexto, um termo vem ganhando força e importância: a recomposição de aprendizagens. O conceito traz a ideia de que a aprendizagem não ocorreu de forma adequada – no caso, em função da pandemia – e, por isso, deve ser reorganizada com foco no desenvolvimento dos alunos, indo além da mera “recuperação de aprendizagem”. Para isso, são necessárias diferentes estratégias, como acolhimento aos estudantes, avaliação diagnóstica, flexibilização curricular, tutoria, acompanhamento pedagógico e formação dos professores.
A consultora alerta, no entanto, que em muitos casos não existe aprendizagem para recompor, mas sim para reiniciar. “Os alunos dos Anos Iniciais passaram dois anos acostumados a estudar em casa, e agora é necessário desenvolver até mesmo a forma de aprender. A escola precisa ajudar as crianças a construírem conhecimento por meio de orientação e mediação didática.”
(Nairim Bernardo, “Como trabalhar a recomposição de aprendizagens nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental?” Em: https://novaescola.org.br/, 24.03.2022. Adaptado)
Nas passagens – ... a retomada da educação escolar nos mesmos moldes do período pré-pandêmico. (1º parágrafo) – e – ... a pergunta que deve nortear o trabalho docente é... (3º parágrafo) –, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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A possibilidade do reencontro presencial não significa a retomada da educação escolar nos mesmos moldes do período pré-pandêmico. Entre o início de 2020 e o de 2022, a crise da Covid-19 impactou a vida, a aprendizagem e o percurso escolar dos estudantes, o que não pode ser descartado.
No que diz respeito aos alunos dos Anos Iniciais, é preciso considerar também que eles viveram essa fase enquanto passavam por outra importante etapa de mudança e adaptação, a transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental.
“Muitos estudantes não tiveram acesso real ao ensino remoto. Crianças que ingressaram no 1º ano em 2020 praticamente não entraram na escola e estão começando a vida escolar já no 3º ano, em 2022”, comenta Patrícia Barreto, assessora da Educativa Consultoria Pedagógica e consultora da (revista) Nova Escola. Segundo ela, agora, a pergunta que deve nortear o trabalho docente é: como as escolas vão se organizar para dar conta das aprendizagens que já deveriam ter sido desenvolvidas?
Nesse contexto, um termo vem ganhando força e importância: a recomposição de aprendizagens. O conceito traz a ideia de que a aprendizagem não ocorreu de forma adequada – no caso, em função da pandemia – e, por isso, deve ser reorganizada com foco no desenvolvimento dos alunos, indo além da mera “recuperação de aprendizagem”. Para isso, são necessárias diferentes estratégias, como acolhimento aos estudantes, avaliação diagnóstica, flexibilização curricular, tutoria, acompanhamento pedagógico e formação dos professores.
A consultora alerta, no entanto, que em muitos casos não existe aprendizagem para recompor, mas sim para reiniciar. “Os alunos dos Anos Iniciais passaram dois anos acostumados a estudar em casa, e agora é necessário desenvolver até mesmo a forma de aprender. A escola precisa ajudar as crianças a construírem conhecimento por meio de orientação e mediação didática.”
(Nairim Bernardo, “Como trabalhar a recomposição de aprendizagens nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental?” Em: https://novaescola.org.br/, 24.03.2022. Adaptado)
De acordo com o texto, a ideia de recomposição de aprendizagens deve ser entendida como
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 03.05.2022)
Na frase – Figurinos radicais para sair e mascar... –, o termo destacado opõe-se à ideia de
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 03.05.2022)
As informações verbais e não verbais do texto permitem concluir corretamente que
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 03.05.2022)
Na tira, a oração que precisa ser reescrita para ajustar-se à norma-padrão de regência é:
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