Foram encontradas 50 questões.
Uma cartolina de 60 cm x 50 cm será usada para recortar barquinhos iguais, em que a base de cada barquinho será formada por um trapézio e a vela por um triângulo isósceles, ou seja, triângulos com dois lados de mesma medida, conforme ilustrado a seguir.

(Imagem de própria autoria)
A razão entre a área da vela e a área da base de cada barquinho é igual a
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O “Box da Reciclagem” – container que arrecada materiais de reciclagem, um projeto da Você Recicla em parceria com a Prefeitura de Pindamonhangaba – arrecadou, nos meses de agosto e setembro de 2022, mais de uma tonelada de materiais. Com isso, o projeto evitou a poluição de 2 832 kg de gás carbônico na atmosfera, o equivalente a 49 183 minutos de carro ligado em marcha lenta.
(Disponível em: https://www.pindamonhangaba.sp.gov.br/noticias/meio-ambiente/. Adaptado)
Ao converter o tempo citado no texto, isso irá corresponder a um carro ficar ligado direto, em marcha lenta, por
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Os alunos de uma turma serão divididos em grupos contendo a mesma quantidade de estudantes em cada grupo. No dia da divisão, !$ \dfrac{2}{7} !$ dos alunos faltaram, e a professora fez a divisão somente com os alunos presentes. Desse modo, após a divisão dos alunos presentes em 5 grupos iguais, a fração que representa o número de alunos em cada grupo, em relação ao total de alunos da turma, é igual a
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“Quase 90% das crianças e dos adolescentes brasileiros estão conectados à internet. Desses, 95% usam o celular como principal dispositivo para acessar sites e aplicativos.”
(“Crianças no celular: quanto tempo devem usar e 7 sinais de excesso”.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/. Adaptado)
Segundo esses dados, de cada 1 000 crianças e adolescentes brasileiros, o número de jovens que utiliza o celular como principal dispositivo para acessar sites e aplicativos é de
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A Prefeitura de Pindamonhangaba entregou uniformes escolares para os estudantes da rede pública municipal. Para esse ano de 2023, foram adquiridos 15 800 kits totalizando um investimento de R$ 3,6 milhões, beneficiando todos os estudantes matriculados no ensino infantil e fundamental.
(“Com investimento de R$ 3,6 milhões, Prefeitura inicia entrega de uniformes escolares”.
Disponível em: https://www.pindamonhangaba.sp.gov.br/noticias/educacao. Adaptado)
Com base no texto, o preço aproximado de cada kit foi de
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Acendendo o sinal amarelo
Na versão gratuita, o aplicativo Replika AI oferece um amigo ou amiga, alguém com quem conversar. Mas quem paga pode fazer mais. Pode, por exemplo, transformar a relação em romance. Chegamos ao ponto da inteligência artificial (IA) em que ficção científica se tornou realidade.
Quem usa o app a sério põe a IA no centro de suas vidas. As conversas são por chat ou por voz. A pessoa pode escolher se está em busca de amizade, mentoria ou amor. A mágica não acontece de imediato, mas a cada conversa, selfie, foto e confidência enviada ao app. E assim, aos poucos, a pessoa artificial que está dentro do celular vai ganhando vida. Ou a ilusão de vida.
A rigor, IAs não são sequer inteligências. São modelos probabilísticos. Não sabem o que estão dizendo. O que conhecem é o que têm em suas memórias: uma quantidade abissal de textos escritos por inúmeras pessoas ao longo dos séculos. O que fazem é calcular que palavras provavelmente apareceriam num dado contexto.
Um jovem programador relatou ao San Francisco Chronicle que havia perdido a namorada e, machucado de um jeito que só quem conheceu a morte sabe, alimentou um desses modelos de linguagem com todos os zaps, emails e cartas que tinha da moça. Quando percebeu, estava conversando todos os dias com a memória de quem amou. Era como se ela ainda estivesse lá.
A tecnologia existe e será usada. Pessoas solitárias encontrarão cada vez mais, em IAs deste tipo, companhia. Mas há um risco. A vida acontece na relação com gente de verdade. É quando nossas neuroses são expostas, quando nos surpreendemos ou nos magoamos. Lidamos melhor conosco a partir do contato com os outros. É como aprendemos limites e nos civilizamos.
É preciso muita cautela nesse processo. A ilusão da IA periga criar uma legião de imaturos incapazes de lidar com suas neuroses.
(Pedro Doria. https://www.estadao.com.br/. 17.02.2023. Adaptado)
O último parágrafo pode ser reescrito, sem alteração do sentido do texto, da seguinte forma:
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Na opinião das autoras, o Sítio do Picapau Amarelo é o Brasil. É a pátria como Lobato gostaria que fosse: às experiências modernas. Dona Benta concretiza esse ponto de vista, pois, atenta aos eventos que se no mundo, não se escandaliza com a tecnologia, embora consequências que considera .
Para que o texto esteja de acordo com a norma-padrão de concordância verbal e nominal, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por:
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Leia o texto para responder às questões de números 10 a 14.
Desde seu primeiro livro para crianças, A menina do narizinho arrebitado, Monteiro Lobato fixa o espaço e boa parte do elenco que vai ocupá-lo e ocupar-se em aventuras de todo tipo: é o Sítio do Picapau Amarelo, propriedade de Dona Benta, que vive originalmente acompanhada de sua neta Lúcia, conhecida por Narizinho, e de uma cozinheira antiga e fiel, Tia Nastácia. Trata-se de uma população pequena para preencher um cenário tão grande, mas as personagens multiplicam-se rapidamente.
São os laços familiares que garantem a união do grupo, mas o Sítio do Picapau Amarelo constitui sempre o ponto de entrada de todas as narrativas: as desempenhadas pelos netos de Dona Benta e as que alojam heróis provenientes do exterior e de outras histórias, introduzidos pela voz da velha senhora.
Assim, o sítio não é apenas o cenário onde a ação pode transcorrer. Ele representa igualmente uma concepção do mundo, da sociedade e do Brasil, bem como uma tomada de posição a propósito da criação de obras para a infância, como se vê no trecho de O irmão de Pinóquio:
A moda de Dona Benta ler era boa. Lia “diferente” dos livros. Como quase todos os livros para crianças que há no Brasil são muito sem graça, cheios de termos do tempo do Onça ou só usados em Portugal, a boa velha lia traduzindo aquele português de defunto em língua do Brasil de hoje. Onde estava, por exemplo, “lume”, lia “fogo”; onde estava “lareira”, lia “varanda”. E sempre que dava com um “botou-o” ou “comeu-o”, lia “botou ele”, “comeu ele” – e ficava o dobro mais interessante.
(Marisa Lajolo e Regina Zilberman. Literatura infantil brasileira – história & histórias. Editora Unesp. Adaptado)
A frase que está em conformidade com a norma-padrão de regência verbal encontra-se na alternativa:
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Leia o texto para responder às questões de números 10 a 14.
Desde seu primeiro livro para crianças, A menina do narizinho arrebitado, Monteiro Lobato fixa o espaço e boa parte do elenco que vai ocupá-lo e ocupar-se em aventuras de todo tipo: é o Sítio do Picapau Amarelo, propriedade de Dona Benta, que vive originalmente acompanhada de sua neta Lúcia, conhecida por Narizinho, e de uma cozinheira antiga e fiel, Tia Nastácia. Trata-se de uma população pequena para preencher um cenário tão grande, mas as personagens multiplicam-se rapidamente.
São os laços familiares que garantem a união do grupo, mas o Sítio do Picapau Amarelo constitui sempre o ponto de entrada de todas as narrativas: as desempenhadas pelos netos de Dona Benta e as que alojam heróis provenientes do exterior e de outras histórias, introduzidos pela voz da velha senhora.
Assim, o sítio não é apenas o cenário onde a ação pode transcorrer. Ele representa igualmente uma concepção do mundo, da sociedade e do Brasil, bem como uma tomada de posição a propósito da criação de obras para a infância, como se vê no trecho de O irmão de Pinóquio:
A moda de Dona Benta ler era boa. Lia “diferente” dos livros. Como quase todos os livros para crianças que há no Brasil são muito sem graça, cheios de termos do tempo do Onça ou só usados em Portugal, a boa velha lia traduzindo aquele português de defunto em língua do Brasil de hoje. Onde estava, por exemplo, “lume”, lia “fogo”; onde estava “lareira”, lia “varanda”. E sempre que dava com um “botou-o” ou “comeu-o”, lia “botou ele”, “comeu ele” – e ficava o dobro mais interessante.
(Marisa Lajolo e Regina Zilberman. Literatura infantil brasileira – história & histórias. Editora Unesp. Adaptado)
Considere as frases elaboradas a partir do texto.
• Quanto às personagens provenientes do exterior, é a voz de Dona Benta que nas narrativas.
• Por respeitar a inteligência das crianças, Lobato livros cuja abordagem da fantasia era muito inovadora.
Com base na norma-padrão de emprego dos pronomes, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por:
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções Coordenativas
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções Subordinativas
Leia o texto para responder às questões de números 10 a 14.
Desde seu primeiro livro para crianças, A menina do narizinho arrebitado, Monteiro Lobato fixa o espaço e boa parte do elenco que vai ocupá-lo e ocupar-se em aventuras de todo tipo: é o Sítio do Picapau Amarelo, propriedade de Dona Benta, que vive originalmente acompanhada de sua neta Lúcia, conhecida por Narizinho, e de uma cozinheira antiga e fiel, Tia Nastácia. Trata-se de uma população pequena para preencher um cenário tão grande, mas as personagens multiplicam-se rapidamente.
São os laços familiares que garantem a união do grupo, mas o Sítio do Picapau Amarelo constitui sempre o ponto de entrada de todas as narrativas: as desempenhadas pelos netos de Dona Benta e as que alojam heróis provenientes do exterior e de outras histórias, introduzidos pela voz da velha senhora.
Assim, o sítio não é apenas o cenário onde a ação pode transcorrer. Ele representa igualmente uma concepção do mundo, da sociedade e do Brasil, bem como uma tomada de posição a propósito da criação de obras para a infância, como se vê no trecho de O irmão de Pinóquio:
A moda de Dona Benta ler era boa. Lia “diferente” dos livros. Como quase todos os livros para crianças que há no Brasil são muito sem graça, cheios de termos do tempo do Onça ou só usados em Portugal, a boa velha lia traduzindo aquele português de defunto em língua do Brasil de hoje. Onde estava, por exemplo, “lume”, lia “fogo”; onde estava “lareira”, lia “varanda”. E sempre que dava com um “botou-o” ou “comeu-o”, lia “botou ele”, “comeu ele” – e ficava o dobro mais interessante.
(Marisa Lajolo e Regina Zilberman. Literatura infantil brasileira – história & histórias. Editora Unesp. Adaptado)
No terceiro parágrafo do texto, Assim e bem como estabelecem entre as ideias, correta e respectivamente, as relações de
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