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2140340 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE

Texto 01

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que determina as competências (gerais e específicas), as habilidades e as aprendizagens essenciais para o ensino nas escolas brasileiras englobando toda a Educação Básica - Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, de modo que tenha as segurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento.

Texto 02

A BNCC pauta seu compromisso como pleno desenvolvimento da Educação Básica apoiado em dois principais fundamentos pedagógicos que são o compromisso com a educação integral e o foco no desenvolvimento de competências como forma de garantir o desenvolvimento dos sujeitos em todas suas dimensões.

Disponívelem:http://basenacionalcomum.mec. gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaof inal_site.pdf

luz da concepção de competências e educação integral proposta pela BNCC no Texto 01 e Texto 02, avalie as afirmações a seguir.

I. A BNNC estabelece como uma das competências gerais a serem trabalhadas ao longo da educação básica o valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.

II. Ao abordar sobre o desenvolvimento de competências, a BNCC orienta as escolas sobre o que os alunos devem "saber" (conhecimentos, habilidades, atitudes e valores) e o que devem"saber fazer" (mobilização das aprendizagens para resolver as demandas da vida cotidiana) no assegurar das aprendizagens essenciais.

III. A BNCC afirma explicitamente o compromisso com a educação integral a partir da compreensão das singularidades e diversidades dos sujeitos.

IV. Para a BNCC, as instituições escolares devem construir sua proposta pedagógica com foco na equidade, que pressupõe organizar o currículo escolar permeados de conteúdos e saberes que são úteis aos alunos conforme sua condição social.

V. Independentemente da duração da jornada escolar, o conceito de educação integral com a qual a BNCC está comprometida se refere à construção intencional de processos educativos que promovam aprendizagens sintonizadas com as necessidades, as possibilidades e interesses dos estudantes, assim como os desafios da sociedade contemporânea.

É correto apenas o que se afirma em:

 

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2140339 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE

O uso das metodologias ativas no processo de ensino e aprendizagem implica novas estratégias de aprendizagem com a finalidade de transformar as aulas em experiências vivas que motive e torne os alunos protagonistas do próprio aprendizado. Dessa forma, as metodologias ativas com o apoio das tecnologias digitais constituem uma proposta pedagógica que pode potencializar a aprendizagem superando os modelos rígidos e automatismos pouco eficientes.

BACICH, Lilian; MORAN, José. Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. São Paulo: Penso Editora, 2018. (adaptado)

Considerando o texto-base e os estudos sobre as metodologias ativas de ensino e aprendizagem, avalie as afirmações a seguir

I. As metodologias ativas são estratégias de ensino centradas na participação efetiva do aluno na construção da aprendizagem, de forma flexível, interligada e híbrida.

II. As proposições e a materialização das metodologias ativas no âmbito de uma proposta pedagógica curricular exime da escola interpretação do contexto histórico, sociocultural e político do momento atual.

III. As metodologias ativas implicam uma nova postura, em mudanças de paradigma pedagógico, na qual o professor deixa de ser um transmissor de informações assumindo o papel de mediador, interventor, organizador de atividades e problematizador da práxis.

IV. O uso de algumas técnicas para a aprendizagem ativa pode ser útil, desde que equilibrada e adaptada entre o individual e o coletivo.

V. A aula invertida é uma estratégia ativa e um modelo híbrido, que otimiza o tempo de aprendizagem e do professor.

É correto apenas o que se afirma em:

 

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2140338 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACAPE
Orgão: Pref. Petrolina-PE

Texto 01

A avaliação é um processo que perpassa e orienta todo o processo educacional e, se constitui no principal mecanismo de sustentação da lógica de organização do trabalho da escola. De modo geral, no conjunto das práticas pedagógicas, os métodos de avaliação da aprendizagem escolar traduzem um referencial teórico-metodológico resultante de uma postura epistemológica explícita ou implícita no ato de avaliar.

ENRICONE, Délcia; GRILLO, Marlene. Avaliação: uma discussão em aberto. 2ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2003(adaptado).

Texto 02

A avaliação da aprendizagem sob a ótica operacional é um ato de investigação e, se necessário, conduz a uma intervenção, ou seja, é um recurso pedagógico disponível para que o professor auxilie o aluno na busca de sua autoconstrução e de seu modo de estar na vida mediante as aprendizagens satisfatórias e produtivas.

LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem: componentes do ato pedagógico.1ª.ed.São Paulo:Cortez,2011(adaptado).

Considerando os textos apresentados sobre a avaliação da aprendizagem, sua compreensão e seus procedimentos, avalie as afirmações a seguir:

I. A função da avaliação da aprendizagem está subordinada à função educativa, permeada de princípios axiológicos e tendo como ponto de referência o conhecimento profissional do docente.

II. A avaliação da aprendizagem como prática formal ainda é valorizada, seja pela escola, família, sociedade ou até mesmo pelo aluno, influindo na autoestima e autoimagem, o que exige priorizar dois princípios: transparência e justiça.

III. A avaliação da aprendizagem é um processo permanente que tem início na ação do planejamento de ensino e dimensionado na totalidade do processo.

IV. A avaliação da aprendizagem sob a ótica operacional é um recurso subsidiário da ação pedagógica, na formação do aluno como sujeito cidadão ciente de si, do outro, do meio ambiente e do sagrado, na medida em que consiste em um modo de investigar para intervir.

V. A avaliação da aprendizagem retrata a qualidade dos resultados obtidos, cabendo ao professor, com base nessa constatação, decidir e investir na obtenção do que foi planificado.

É correto o que se afirma em:

 

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Texto 01


No campo educacional, numa nova perspectiva, o tema currículo constituiu-se objeto perseverante de discussão e análise, tendo como visão mais ampla as práticas de educação para além dos objetivos de transmissão e reprodução de conteúdo. De certa forma, compreender os fenômenos da prática curricular implica percorrer as diferentes épocas e as diversas teorias sobre currículo, que subsiste na educação.


Disponível em: https: //www.editorarealize.com.br /editora/anais/conedu/2019/TRABALHO_EV127_M D1_SA2_ID11859_26092019205143.pdf.


Texto 02


Uma das questões que vem suscitando amplo debate no campo do currículo se refere à interdisciplinaridade na sala de aula como possibilidade de restabelecer um diálogo entre os diferentes saberes, proporcionando, na prática, um ensino contextualizado, uma aprendizagem eficaz e na compreensão da realidade em sua complexidade.


FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: Didática e Prática de Ensino. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.6 - abr.2015. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/interdisciplin aridadeqarticle/view/22623/16405.

A Lei nº 8.069, conhecida como Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), criada em 13 de julho de 1990 consolidou-se como principal documento normativo do Brasil que dispõe sobre os direitos fundamentais das crianças e dos adolescentes. É um documento importantíssimo, um norte muito claro para a elaboração das políticas públicas referentes à criança e ao adolescente.

ECA: Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 – Brasília, DF: Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, 2019. Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/centrais-deconteudo/crianca-e-adolescente/estatuto-dacrianca-versao-2019.pdf.

Considerando os dispositivos legais do ECA , no que trata o Capítulo IV sobre “ Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer nos Artigos 53 e 54 e seus parágrafos e incisos que versa sobre os direitos da criança e do adolescente e os deveres do Estado, avalie as afirmações a seguir.

I. A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes o direito de ser respeitado por seus educadores.

II. Constitui dever do Estado assegurar a criança e ao adolescente o ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria.

III. É dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.

IV. É assegurado a criança e o adolescente o a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.

V. Cabe ao Estado o dever de atendimento no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático- escolar, transporte, alimentação e assistência a saúde.

É correto o que se afirma em:

 

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Texto 01


No campo educacional, numa nova perspectiva, o tema currículo constituiu-se objeto perseverante de discussão e análise, tendo como visão mais ampla as práticas de educação para além dos objetivos de transmissão e reprodução de conteúdo. De certa forma, compreender os fenômenos da prática curricular implica percorrer as diferentes épocas e as diversas teorias sobre currículo, que subsiste na educação.


Disponível em: https: //www.editorarealize.com.br /editora/anais/conedu/2019/TRABALHO_EV127_M D1_SA2_ID11859_26092019205143.pdf.


Texto 02


Uma das questões que vem suscitando amplo debate no campo do currículo se refere à interdisciplinaridade na sala de aula como possibilidade de restabelecer um diálogo entre os diferentes saberes, proporcionando, na prática, um ensino contextualizado, uma aprendizagem eficaz e na compreensão da realidade em sua complexidade.


FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: Didática e Prática de Ensino. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.6 - abr.2015. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/interdisciplin aridadeqarticle/view/22623/16405.

No âmago das políticas públicas educacionais que objetivam o direito de todo ser humano o acesso à educação e, consequentemente, na sociedade, vêm sempre colocando em evidência reformas radicais no sistema educacional. Urge assim, a necessidade de mergulhar no mundo de conhecimento e experiências onde a educação inclusiva possa possibilitar uma reestruturação da educação fundamentada na concepção dos direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis.

NETO.A.O.S.; ÁVILA, É.G.; SALES,T.R.R.; AMORIM,S.S.; NUNES, A.K.N.; SANTOS,V.M. Educação Inclusiva: uma escola para todos. Revista Educação Especial, vol.31, núm.60, pp.81-92, jan./mar.2018. Disponível em: htt p://dx.doi.org/10.5902/1984686X24091.

Nessa perspectiva, acerca dos enfoques apresentados acima sobre Educação Inclusiva, avalie as afirmações a seguir.

I. Historicamente a trajetória da inclusão foi construída num processo marcado pela segregação, discriminação e até morte.

II. O ensino inclusivo não deve ser confundido com educação especial, embora o contemple. A educação especial nasceu a partir de uma proposta de educação para todos, independente da origem social de cada um. E a escola inclusiva, juntamente com uma sociedade inclusiva.

III. Entende-se a educação inclusiva como uma abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos.

IV. Escolarização que atenda à proposta de inclusão no que trata de aluno com deficiência precisa compreender que o processo de aprendizagem é possível dentro de sala de aula regular e modificar o pensamento excludente de que esses alunos não são capazes de estudar, conviver e aprender com os demais.

V. A inclusão escolar perpassa pelas várias dimensões humanas, sociais e políticas, e vem gradualmente se expandindo na sociedade contemporânea, de forma a auxiliar no desenvolvimento das pessoas em geral, de maneira a contribuir para a reestruturação de práticas e ações cada vez mais inclusivas e sem preconceitos.

É correto o que se afirma em:

 

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Texto 01


No campo educacional, numa nova perspectiva, o tema currículo constituiu-se objeto perseverante de discussão e análise, tendo como visão mais ampla as práticas de educação para além dos objetivos de transmissão e reprodução de conteúdo. De certa forma, compreender os fenômenos da prática curricular implica percorrer as diferentes épocas e as diversas teorias sobre currículo, que subsiste na educação.


Disponível em: https: //www.editorarealize.com.br /editora/anais/conedu/2019/TRABALHO_EV127_M D1_SA2_ID11859_26092019205143.pdf.


Texto 02


Uma das questões que vem suscitando amplo debate no campo do currículo se refere à interdisciplinaridade na sala de aula como possibilidade de restabelecer um diálogo entre os diferentes saberes, proporcionando, na prática, um ensino contextualizado, uma aprendizagem eficaz e na compreensão da realidade em sua complexidade.


FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: Didática e Prática de Ensino. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.6 - abr.2015. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/interdisciplin aridadeqarticle/view/22623/16405.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento originado para nortear a elaboração dos currículos e das propostas pedagógicas das instituições escolares no Brasil. Dessa forma, regulamenta as aprendizagens essenciais para o ensino nas escolas públicas e particulares. A BNCC integra a política nacional da Educação Básica ao destacar as competências gerais que inter-relacionam-se e desdobram-se no tratamento didático, articulando-se na construção de conhecimentos, no desenvolvimento de habilidades e na formação de atitudes e valores, nos termos da LDB.

Disponível em:

http://basenacionalcomum.mec.gov. br/images

/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf.

Considerando as competências gerais que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento para a Educação Básica expressas na BNCC, avalie as afirmações a seguir.

I. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

II. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.

III. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

IV. Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais.

V. Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias.

É correto apenas o que se afirma em:

 

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Texto 01


No campo educacional, numa nova perspectiva, o tema currículo constituiu-se objeto perseverante de discussão e análise, tendo como visão mais ampla as práticas de educação para além dos objetivos de transmissão e reprodução de conteúdo. De certa forma, compreender os fenômenos da prática curricular implica percorrer as diferentes épocas e as diversas teorias sobre currículo, que subsiste na educação.


Disponível em: https: //www.editorarealize.com.br /editora/anais/conedu/2019/TRABALHO_EV127_M D1_SA2_ID11859_26092019205143.pdf.


Texto 02


Uma das questões que vem suscitando amplo debate no campo do currículo se refere à interdisciplinaridade na sala de aula como possibilidade de restabelecer um diálogo entre os diferentes saberes, proporcionando, na prática, um ensino contextualizado, uma aprendizagem eficaz e na compreensão da realidade em sua complexidade.


FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: Didática e Prática de Ensino. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.6 - abr.2015. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/interdisciplin aridadeqarticle/view/22623/16405.

Na atualidade, situar uma discussão em torno da alfabetização é retomar a trajetória das sucessivas mudanças conceituais e, consequentemente, as metodologias que prevaleceram nas últimas três décadas, cujas pesquisas identificavam problemas nos processos e resultados da alfabetização de crianças no contexto escolar; o que provocou críticas e estímulo na busca de novos caminhos rumo a uma construção conceitual para além do aprendizado do alfabeto e sua utilização como código de comunicação. Em decorrência, surge a necessidade de configurar e nomear comportamentos e práticas sociais na área da leitura e da escrita que ultrapassem o domínio do sistema alfabético e ortográfico tradicional no processo de alfabetização, nomeado como letramento.

SOARES, Magda. Alfabetização e letramento: caminhos e descaminhos. Disponível em: https://acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/ 40142/1/01d16t07.pdf.

Tendo como referência o texto apresentado sobre alfabetização e letramento à luz dos estudos de Magda Soares, avalie as afirmações a seguir.

I. Alfabetizar significa a aquisição de um código de transcrição da fala.

II. Entende-se a alfabetização como a aquisição do sistema convencional de escrita, cuja diferenciação de letramento entendido como o desenvolvimento de comportamentos e habilidades de uso competente da leitura e da escrita em práticas sociais.

III. Alfabetização e letramento são independentes e dissociáveis, tanto na perspectiva teórica quanto na perspectiva da prática pedagógica.

IV. Numa concepção atual devemos compreender a alfabetização como um processo desvinculado do contexto de e por meio das práticas sociais da leitura e da escrita.

V. Em termos sociais mais amplos o ato de alfabetizar letrando ou letrar alfabetizando não traz consigo a idéia de integração e articulação das várias facetas do processo ensino aprendizagem inicial da língua escrita, como o caminho para a superação dos problemas enfrentados nesta etapa de escolarização.

É correto apenas o que se afirma em:

 

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Texto 01


No campo educacional, numa nova perspectiva, o tema currículo constituiu-se objeto perseverante de discussão e análise, tendo como visão mais ampla as práticas de educação para além dos objetivos de transmissão e reprodução de conteúdo. De certa forma, compreender os fenômenos da prática curricular implica percorrer as diferentes épocas e as diversas teorias sobre currículo, que subsiste na educação.


Disponível em: https: //www.editorarealize.com.br /editora/anais/conedu/2019/TRABALHO_EV127_M D1_SA2_ID11859_26092019205143.pdf.


Texto 02


Uma das questões que vem suscitando amplo debate no campo do currículo se refere à interdisciplinaridade na sala de aula como possibilidade de restabelecer um diálogo entre os diferentes saberes, proporcionando, na prática, um ensino contextualizado, uma aprendizagem eficaz e na compreensão da realidade em sua complexidade.


FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: Didática e Prática de Ensino. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.6 - abr.2015. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/interdisciplin aridadeqarticle/view/22623/16405.

A Avaliação da Aprendizagem ainda suscita muitos questionamentos no respeito às concepções, aplicabilidade e a preponderância dos resultados obtidos na organização e no desenvolvimento do trabalho pedagógico, tanto na escola, como na sala de aula. Atravessada e configurada pelas dimensões da ética e da política, o processo de avaliação da aprendizagem quando instaurada numa atitude crítica e nos princípios democráticos pode superar o seu sentido comum, conservador e regulador e firmar a emancipação, com vistas a uma escola verdadeiramente de qualidade.

GRILLO, M. C.; GESSINGER, R. M. (orgs.). Por que falar ainda em avaliação? In: GRILLO, Marlene; LIMA, v. M. do R. Especialidades da Avaliação que Convém Conhecer. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010. (adaptado)

A partir de uma nova perspectiva de avaliação da aprendizagem à luz de suas especificidades, avalie as afirmações a seguir.

I. Como compromisso político, a avaliação constitui um instrumento a serviço da aprendizagem, auxiliando o educando no desenvolvimento da cidadania.

II. Ao assumir o caráter de atualidade e dinamicidade, a avaliação deixa de ser um instrumento de controle e passa a ser um instrumento a serviço do aluno para diagnosticar e qualificar a aprendizagem.

III. Numa abordagem crítica e construtiva o que caracteriza a avaliação da aprendizagem é o poder de corroboração para uma autoimagem do aluno e imprimir maior força à evasão escolar.

IV. Quanto ao compromisso ético, a avaliação ganha visibilidade na vivência de uma avaliação fundada no princípio do respeito, da solidariedade e do bem coletivo.

V. Ensinar, aprender e avaliar são fenômenos distintos, mas pertencentes a uma mesma atividade pedagógica, portanto, não pode ser tratada de forma estranha ou esporádica, mas entendida como atividade de rotina e intrínseca à ação educativa.

É correto apenas o que se afirma em:

 

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Texto 01


No campo educacional, numa nova perspectiva, o tema currículo constituiu-se objeto perseverante de discussão e análise, tendo como visão mais ampla as práticas de educação para além dos objetivos de transmissão e reprodução de conteúdo. De certa forma, compreender os fenômenos da prática curricular implica percorrer as diferentes épocas e as diversas teorias sobre currículo, que subsiste na educação.


Disponível em: https: //www.editorarealize.com.br /editora/anais/conedu/2019/TRABALHO_EV127_M D1_SA2_ID11859_26092019205143.pdf.


Texto 02


Uma das questões que vem suscitando amplo debate no campo do currículo se refere à interdisciplinaridade na sala de aula como possibilidade de restabelecer um diálogo entre os diferentes saberes, proporcionando, na prática, um ensino contextualizado, uma aprendizagem eficaz e na compreensão da realidade em sua complexidade.


FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: Didática e Prática de Ensino. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.6 - abr.2015. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/interdisciplin aridadeqarticle/view/22623/16405.

O Projeto Político Pedagógico (PPP) é concebido como planejamento dialógico da escola e como documento norteador das práticas escolares institucionais com base nos princípios e diretrizes educativas. Sua articulação com a prática pedagógica denota as finalidades, o papel social e os caminhos que a escola deve percorrer para a construção e consolidação de uma escola democrática.

Como instrumento que explicita a intencionalidade e retrata a identidade da escola, o PPP eleva sua importância e relevância quando construído coletivamente por todos os segmentos que participam da vida escolar, em uma perspectiva mais ampla, crítica e reflexiva no sentido de mudanças em torno da realidade existente para a realidade desejada.

REZENDE. Lucia Maria Gonçalves de; VEIGA, IIma Passos Alencastro (Org.). Escola: espaço do projeto político-pedagógico. In: VEIGA, IIma Passos Alencastro. Perspectivas para reflexão em torno do projeto político-pedagógico. 13ª. ed. Campinas: Papirus, 2008. (adaptado)

Tendo como referência o texto acima e os pressupostos relativos ao tema apresentado por Ilma, avalie as afirmações a seguir.

I. Ao se constituir como processo participativo de decisões, o projeto político pedagógico preocupa-se em instaurar uma forma de organização do trabalho pedagógico que desvele os conflitos e as contradições, elimine as relações competitivas, corporativas e autoritárias, quebre a rotina de mando pessoal e racionalizado da burocracia dando lugar às relações horizontais na escola.

II. Compreendendo o PPP como um projeto permeado de intenções, a sua elaboração deve constituir-se em uma tarefa exclusiva do gestor ou supervisor escolar visando atender as demandas pedagógicas e administrativas da escola.

III. O processo de construção do PPP aglutinará crenças, convicções, conhecimento da comunidade escolar e o contexto social e científico, constituindo-se como campo político e pedagógico coletivo.

IV. A construção coletiva do PPP ao discutir sobre o trabalho pedagógico numa perspectiva mais ampla fortalece a própria autonomia da escola, que envolve apenas as dimensões pedagógica e financeira.

V. Como proposta de qualidade o PPP deve apresentar algumas características, entre elas conter opções explícitas em direção à superação de problemas, no decorrer do trabalho educativo voltado para uma realidade específica.

É correto apenas o que se afirma em:

 

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Texto 01


No campo educacional, numa nova perspectiva, o tema currículo constituiu-se objeto perseverante de discussão e análise, tendo como visão mais ampla as práticas de educação para além dos objetivos de transmissão e reprodução de conteúdo. De certa forma, compreender os fenômenos da prática curricular implica percorrer as diferentes épocas e as diversas teorias sobre currículo, que subsiste na educação.


Disponível em: https: //www.editorarealize.com.br /editora/anais/conedu/2019/TRABALHO_EV127_M D1_SA2_ID11859_26092019205143.pdf.


Texto 02


Uma das questões que vem suscitando amplo debate no campo do currículo se refere à interdisciplinaridade na sala de aula como possibilidade de restabelecer um diálogo entre os diferentes saberes, proporcionando, na prática, um ensino contextualizado, uma aprendizagem eficaz e na compreensão da realidade em sua complexidade.


FAZENDA, I. C. A. Interdisciplinaridade: Didática e Prática de Ensino. Revista Interdisciplinaridade, São Paulo, v.1, n.6 - abr.2015. Disponível em:https://revistas.pucsp.br/index.php/interdisciplin aridadeqarticle/view/22623/16405.

As Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) têm adquirido nos últimos tempos uma dimensão mais efetiva no processo de ensino aprendizagem, exigindo dos educadores repensar os processos pedagógicos e curriculares a partir de outras tecnologias para além das já consagradas que impactam os tempos, práticas e saberes.

Disponível em:

https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/2

3/a-utilizacao-das-tecnologias-de-informacao-e-

comunicacao-como-recurso-didatico-pedagogico-

no-processo-de-ensino-aprendizagem.

A partir das informações apresentadas, avalie as afirmações a seguir.

I. A aplicabilidade das tecnologias em sala de aula contribui para o processo de aprendizagem do aluno, interação com o ambiente no qual está inserido e com indivíduos que os rodeia transformando a sala de aula em um lugar atrativo e interativo.

II. Na contemporaneidade as tecnologias digitais são concebidas como recursos tecnológicos que incorporados ao sistema de ensino transforma-o ao proporcionar uma comunicação diversificada e coopera com um diferencial muito produtivo melhorando a interação entre professor e aluno no modo de transmitir e aprender.

III. As TIC como processo eficaz de mediação pedagógica nas séries iniciais da educação não dependem, entre outros aspectos, capacidade articuladora do professor com os recursos tecnológicos numa perspectiva crítica, instigadora e desafiadora.

IV. Na Educação Infantil o professor ao introduzir em suas atividades pedagógicas as tecnologias desperta no aluno a curiosidade e gera a capacidade de criar novas idéias, além de estimular o uso, a relevância pelas tarefas realizadas e possibilitar uma transformação no modo de aprender.

V. A introdução das TIC no espaço escolar depende em primeira instância da formação do professor e o entendimento quanto à maneira de pensar e rever seus conceitos sobre a práxis para transformar o ensino em aulas dinâmicas e desafiadoras.

É correto o que se afirma em:

 

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