Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

3300481 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08.

Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.

Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.

A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.

Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.

Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.

(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

No 4º parágrafo, o vocábulo ‘almejar’ tem como sinônimo, no contexto em que foi utilizado, a palavra

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3300480 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08.

Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.

Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.

A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.

Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.

Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.

(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

O autor do texto afirma que a idealização dos profissionais de saúde em geral

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3300479 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia a tira para responder às questões de números 01 a 03.

Enunciado 3701977-1

(Bill Watterson. O essencial de Calvin e Haroldo, 2018)

A frase do 4º quadro pode ser substituída, mantendo o sentido original e a correção gramatical, por:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3300411 Ano: 2023
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Um agente social escolar, ao navegar pelo site da Secretaria Municipal de Educação, decide adicionar a página sendo visualizada aos favoritos. Por meio do Google Chrome, versão 109, em sua configuração padrão, o atalho por teclado usado para adicionar uma página aos favoritos é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3300410 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Ao longo da realização de uma reforma em sua escola, Mauro fez duas compras em uma loja de materiais de construção. Na primeira, comprou 3 sacos de cimento e 4 sacos de areia, pagando o valor total de R$ 121,10, e, na segunda, comprou 2 sacos de cimento e 1 saco de areia, pagando o valor total de R$ 70,90, sendo que os preços unitários do saco de cimento e do saco de areia não mudaram da primeira para a segunda compra.

Com base nessas informações, é correto afirmar que, nessa loja, o saco de cimento foi vendido ao preço unitário de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3300409 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

O terceiro ano do Ensino Fundamental de uma escola possui certa quantidade de alunos. Se esses alunos forem divididos em grupos com 6 alunos em cada, será formado um grupo a mais do que os grupos que seriam formados se, em cada grupo, houvesse 7 alunos. Então, se 2 alunos da referida turma forem transferidos para outra escola, e os alunos remanescentes forem divididos em grupos com 4 alunos em cada, o número de grupos formados será igual a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3300408 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08.

Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.

Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.

A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.

Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.

Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.

(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

Assinale a alternativa em que o vocábulo em destaque se refere à palavra ou expressão indicada entre parênteses.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3300407 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08.

Em regra, idealizamos nossos profissionais da saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicoterapeutas, a lista é longa). Quando os consultamos, levando-lhes nossas dores, depositamos neles toda nossa confiança, porque imaginamos, supomos que eles saibam sobre nós e nossos males exatamente o que é preciso para que eles possam nos curar. É bem possível que essa confiança seja excessiva, mas, mesmo em seu excesso, ela é útil para que um tratamento funcione.

Acreditar no médico que nos prescreve um remédio não é tudo, claro; ainda é preciso que ele prescreva o remédio certo. Mas é bem provável que, para quem acredita em seu médico, aumentem as chances de que o remédio prescrito seja eficaz, de que o paciente não caia na percentagem estatística dos que (sempre existem) não obtêm efeito algum com o remédio.

A importância da confiança para que os tratamentos funcionem vale provavelmente para todas as profissões da saúde. E vale mais ainda no caso da psicoterapia.

Então, por que o psicoterapeuta não poderia esperar o tipo de vínculo duradouro e afetuoso que garante panetones, vinho e outros presentes nas festas? Porque nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente. Transformar a confiança inicial numa eterna admiração e gratidão seria como substituir uma doença por um vício: você não tem mais pneumonia, mas tem uma necessidade visceral de tomar e venerar antibióticos. De fato, se a psicoterapia faz seu efeito, o paciente para de idealizar o terapeuta.

Há terapeutas que, aparentemente, cultivam o amor, a admiração e a gratidão de seus pacientes acima de tudo. Eles parecem se importar mais com isso do que com a eficácia dos tratamentos. Ou seja, há terapeutas que escolheram a profissão com uma boa dose daquela vontade de ser amado e admirado, a mesma que talvez seja uma contraindicação para o exercício da profissão.

(Contardo Calligaris. Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos. Paidós, 2021)

Segundo o autor, no caso específico da psicoterapia a idealização

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3300406 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia a tira para responder às questões de números 01 a 03.

Enunciado 3701895-1

(Bill Watterson. O essencial de Calvin e Haroldo, 2018)

No 3ºquadro, os vocábulos destacados expressam, respectivamente, os sentidos de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3300405 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP

Leia a tira para responder às questões de números 01 a 03.

Enunciado 3701894-1

(Bill Watterson. O essencial de Calvin e Haroldo, 2018)

O efeito de humor da tira deriva, principalmente, do fato de que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas