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A Revolução Francesa (1789-1799) é
frequentemente interpretada como um marco da Idade
Contemporânea, representando a transição entre o
absolutismo e o liberalismo político. Contudo, suas
causas e consequências permanecem objeto de
intensos debates historiográficos. Com base nas
análises de Soboul (A Revolução Francesa), Hobsbawm
(A Era das Revoluções), e Furet (Repensar a Revolução
Francesa), qual das interpretações a seguir é mais
consistente com esses estudos?
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Um professor propõe a seus alunos a análise
comparativa entre as civilizações maia, asteca e inca.
Com base nas discussões de Coe (The Maya), Hassig
(Aztec Warfare), e Rowe (Inca Culture at the Time of the
Spanish Conquest), qual seria a melhor abordagem
para explorar as semelhanças e diferenças entre essas
civilizações?
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Leia o trecho a seguir:
"O sistema feudal, consolidado durante a Alta Idade Média, caracterizou-se por uma economia agrária de subsistência e uma hierarquia social rigidamente estratificada. As relações de suserania e vassalagem estruturavam-se em pactos de fidelidade, mas as condições econômicas e sociais do feudo variavam consideravelmente entre diferentes regiões da Europa. Nesse contexto, a Igreja Católica desempenhou um papel central, não apenas como autoridade espiritual, mas também como grande proprietária de terras e mediadora de conflitos."
Com base no texto e nas análises de Le Goff (A Civilização do Ocidente Medieval) e Bloch (A Sociedade Feudal), assinale a alternativa correta:
"O sistema feudal, consolidado durante a Alta Idade Média, caracterizou-se por uma economia agrária de subsistência e uma hierarquia social rigidamente estratificada. As relações de suserania e vassalagem estruturavam-se em pactos de fidelidade, mas as condições econômicas e sociais do feudo variavam consideravelmente entre diferentes regiões da Europa. Nesse contexto, a Igreja Católica desempenhou um papel central, não apenas como autoridade espiritual, mas também como grande proprietária de terras e mediadora de conflitos."
Com base no texto e nas análises de Le Goff (A Civilização do Ocidente Medieval) e Bloch (A Sociedade Feudal), assinale a alternativa correta:
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- Teoria em HistóriaAntiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
- Teoria em HistóriaAntiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
- História Geral
Sobre as civilizações da Antiguidade e sua
contribuição histórica, analise as afirmativas com base
em autores como Gombrich (A Little History of the
World), Finley (A Economia Antiga), e Fustel de
Coulanges (A Cidade Antiga):
I. A escrita cuneiforme da Mesopotâmia, desenvolvida pelos sumérios por volta de 3.200 a.C., representa o marco inicial da história registrada e foi amplamente utilizada na administração e no registro comercial.
II. O Código de Hamurabi é uma das primeiras compilações legais escritas da humanidade, e seus princípios refletem a concepção de justiça distributiva e proporcional predominante na Mesopotâmia antiga.
III. A centralização do poder no Egito faraônico baseava-se na legitimação religiosa, onde o faraó era considerado um deus vivo e mediador entre os homens e os deuses.
IV. As cidades-estado da Grécia antiga, como Atenas e Esparta, divergiam profundamente em suas estruturas políticas, mas compartilhavam um sistema econômico agrário semelhante, sustentado por uma aristocracia rural.
V. A queda do Império Romano do Ocidente em 476 d.C. foi resultado de fatores exclusivamente externos, como as invasões bárbaras, não havendo contribuição de crises internas no colapso imperial.
Assinale a alternativa correta:
I. A escrita cuneiforme da Mesopotâmia, desenvolvida pelos sumérios por volta de 3.200 a.C., representa o marco inicial da história registrada e foi amplamente utilizada na administração e no registro comercial.
II. O Código de Hamurabi é uma das primeiras compilações legais escritas da humanidade, e seus princípios refletem a concepção de justiça distributiva e proporcional predominante na Mesopotâmia antiga.
III. A centralização do poder no Egito faraônico baseava-se na legitimação religiosa, onde o faraó era considerado um deus vivo e mediador entre os homens e os deuses.
IV. As cidades-estado da Grécia antiga, como Atenas e Esparta, divergiam profundamente em suas estruturas políticas, mas compartilhavam um sistema econômico agrário semelhante, sustentado por uma aristocracia rural.
V. A queda do Império Romano do Ocidente em 476 d.C. foi resultado de fatores exclusivamente externos, como as invasões bárbaras, não havendo contribuição de crises internas no colapso imperial.
Assinale a alternativa correta:
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- História da América LatinaIndependências das regiões hispano-americanas: México, América Central e América do Sul
A independência dos países latino-americanos
foi profundamente influenciada por ideias iluministas,
revoluções atlânticas e tensões sociais internas.
Contudo, os processos de formação dos Estados
nacionais enfrentaram desafios significativos, como o
caudilhismo e as intervenções estrangeiras. Com base nas análises de Lynch (1987) e Bethell (1984), qual das
alternativas reflete uma interpretação crítica desses
processos?
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Um professor de história busca explorar as
narrativas sobre a conquista da América do ponto de
vista dos povos indígenas, utilizando fontes primárias
como os códices astecas e as crônicas de Guamán
Poma de Ayala. Segundo as discussões de Todorov (A
Conquista da América) e Gruzinski (A Colonização do
Imaginário), qual seria a abordagem mais adequada
para problematizar essas fontes em sala de aula?
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Leia o trecho a seguir:
"Marc Bloch, em sua obra Apologia da História (1949), questiona a tradicional fragmentação da história em períodos estanques e defende a interdisciplinaridade como ferramenta indispensável para compreender as complexidades das sociedades humanas. Essa visão encontra eco em Fernand Braudel, que, ao estruturar a história em níveis temporais — curta, média e longa duração —, reforça a necessidade de analisar estruturas econômicas e geográficas que transcendem os acontecimentos imediatos. Contudo, ambas as abordagens enfrentaram críticas, especialmente de correntes que priorizam a agência individual e o papel do acaso histórico."
Com base no texto e nos debates historiográficos, assinale a alternativa correta:
"Marc Bloch, em sua obra Apologia da História (1949), questiona a tradicional fragmentação da história em períodos estanques e defende a interdisciplinaridade como ferramenta indispensável para compreender as complexidades das sociedades humanas. Essa visão encontra eco em Fernand Braudel, que, ao estruturar a história em níveis temporais — curta, média e longa duração —, reforça a necessidade de analisar estruturas econômicas e geográficas que transcendem os acontecimentos imediatos. Contudo, ambas as abordagens enfrentaram críticas, especialmente de correntes que priorizam a agência individual e o papel do acaso histórico."
Com base no texto e nos debates historiográficos, assinale a alternativa correta:
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Sobre os fundamentos teóricos e
metodológicos da historiografia ocidental, analise as
afirmativas com base nos postulados de Auguste Comte
(Curso de Filosofia Positiva), Marx (O Capital), Braudel
(O Mediterrâneo), e Ginzburg (O Queijo e os Vermes):
I. A historiografia positivista prioriza a neutralidade do historiador, buscando os fatos “tal como ocorreram”, conforme a máxima de Leopold von Ranke, mas ignora a subjetividade intrínseca ao processo de seleção documental.
II. O materialismo histórico marxista compreende a história como um processo dialético, fundamentado nas contradições entre as forças produtivas e as relações de produção, o que explica a transformação dos modos de produção ao longo do tempo.
III. A Escola dos Annales propõe uma ruptura com a história factual e política ao enfatizar o estudo das estruturas econômicas e sociais de longa duração, abordando também as mentalidades coletivas.
IV. A Nova História, influenciada por perspectivas antropológicas e sociológicas, desloca o foco para os sujeitos anônimos, explorando as práticas cotidianas e as experiências de grupos marginalizados.
V. A história cultural, segundo Peter Burke, reforça a centralidade dos grandes eventos políticos na construção da cultura, ignorando as práticas culturais de grupos subalternos.
Assinale a alternativa correta:
I. A historiografia positivista prioriza a neutralidade do historiador, buscando os fatos “tal como ocorreram”, conforme a máxima de Leopold von Ranke, mas ignora a subjetividade intrínseca ao processo de seleção documental.
II. O materialismo histórico marxista compreende a história como um processo dialético, fundamentado nas contradições entre as forças produtivas e as relações de produção, o que explica a transformação dos modos de produção ao longo do tempo.
III. A Escola dos Annales propõe uma ruptura com a história factual e política ao enfatizar o estudo das estruturas econômicas e sociais de longa duração, abordando também as mentalidades coletivas.
IV. A Nova História, influenciada por perspectivas antropológicas e sociológicas, desloca o foco para os sujeitos anônimos, explorando as práticas cotidianas e as experiências de grupos marginalizados.
V. A história cultural, segundo Peter Burke, reforça a centralidade dos grandes eventos políticos na construção da cultura, ignorando as práticas culturais de grupos subalternos.
Assinale a alternativa correta:
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Segundo Pierre Nora (1984), os lugares de
memória são fundamentais para compreender como as
sociedades constroem suas identidades históricas. No
entanto, o conceito de patrimônio material e imaterial
introduz novos desafios para a preservação cultural no
contexto contemporâneo. Considerando as análises de
Nora e Choay (1992), qual das práticas abaixo estaria
mais alinhada à conservação do patrimônio cultural no
século XXI?
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Um professor de história organiza um projeto
com seus alunos sobre o Renascimento e seu impacto
cultural e científico na Europa. Para relacionar os
conceitos de humanismo e antropocentrismo às
inovações da época, o professor decide analisar obras
como as de Leonardo da Vinci e Michelangelo. Qual
abordagem metodológica, segundo Burke (1998) e
Gombrich (1950), seria mais eficaz para estimular o
pensamento crítico e contextualizar as mudanças
culturais do Renascimento?
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