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Leia o texto e responda à questão.
Novidade criada na reforma trabalhista, contrato
intermitente ainda não decolou
Criado com a reforma trabalhista com a promessa
de formalizar o trabalhador sem jornada fixa, o contrato
intermitente ainda decepciona. No acumulado deste ano, o
saldo de vagas de emprego desse tipo – a diferença entre os
postos que foram abertos e fechados – representa 5% do
saldo total de postos entre janeiro e julho, segundo o
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(Caged), do Ministério do Trabalho.
O Caged de julho aponta que o saldo de vagas era
de 47,3 mil para todos os tipos de contratação, mas apenas
3,4 mil deles eram contratos intermitentes.
O intermitente surgiu com a reforma trabalhista,
em novembro, como uma maneira de formalizar quem
trabalha sob demanda. Esse empregado é chamado para
prestar serviços de tempos em tempos, sendo convocado
pela empresa para trabalhar com até três dias de
antecedência e recebendo por hora trabalhada. É diferente
do trabalhador temporário, contratado por até 180 dias e
que são prorrogáveis por mais 90.
Por envolver ocupações específicas, é até natural
que o contrato intermitente não represente a maioria dos
novos postos e, na saída da recessão, o mercado de
trabalho anda a passos lentos. Mas, segundo o economista
Bruno Ottoni, do Ibre/FGV e da consultoria IDados, já era
para o intermitente estar mais consolidado.
Um outro dado, do IBGE, dá pistas sobre o baixo
crescimento dos intermitentes, afirma Ottoni. No fim do
ano passado, 12 milhões de brasileiros diziam estar
satisfeitos em ter jornadas de trabalho reduzidas, mesmo
sendo informais.
“A reforma quis formalizar o trabalho que não tem
jornada contínua, mas os números decepcionam. Temos de
entender por que os informais não estão virando
intermitentes mais rapidamente e o que faz com que essa
forma de contratar ainda não esteja funcionando direito.”
Em outubro do ano passado, o governo havia
estimado que a reforma trabalhista geraria 6 milhões de
empregos. Só de intermitentes, a previsão era criar 2
milhões de ocupações em três anos.
A evolução do trabalho intermitente, ainda que
tímida, também é inflada. Os dados do Caged consideram
contratos assinados, mas o empregado não necessariamente
foi chamado para trabalhar naquele mês. Como o
trabalhador também pode ter contratos com várias
empresas, isso daria a impressão de que há mais
intermitentes empregados do que na realidade.
Quando a reforma trabalhista entrou em vigor, as
grandes varejistas foram as primeiras a celebrar o trabalho intermitente. Segundo advogados, como as grandes empresas têm uma estrutura jurídica mais consolidada, o
que aliviaria a insegurança para contratar, a abertura de
vagas intermitentes vai ocorrer antes nessas companhias.
https://economia.estadao.com.br/noticias, 11/09/2018
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Novidade criada na reforma trabalhista, contrato
intermitente ainda não decolou
Criado com a reforma trabalhista com a promessa
de formalizar o trabalhador sem jornada fixa, o contrato
intermitente ainda decepciona. No acumulado deste ano, o
saldo de vagas de emprego desse tipo – a diferença entre os
postos que foram abertos e fechados – representa 5% do
saldo total de postos entre janeiro e julho, segundo o
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(Caged), do Ministério do Trabalho.
O Caged de julho aponta que o saldo de vagas era
de 47,3 mil para todos os tipos de contratação, mas apenas
3,4 mil deles eram contratos intermitentes.
O intermitente surgiu com a reforma trabalhista,
em novembro, como uma maneira de formalizar quem
trabalha sob demanda. Esse empregado é chamado para
prestar serviços de tempos em tempos, sendo convocado
pela empresa para trabalhar com até três dias de
antecedência e recebendo por hora trabalhada. É diferente
do trabalhador temporário, contratado por até 180 dias e
que são prorrogáveis por mais 90.
Por envolver ocupações específicas, é até natural
que o contrato intermitente não represente a maioria dos
novos postos e, na saída da recessão, o mercado de
trabalho anda a passos lentos. Mas, segundo o economista
Bruno Ottoni, do Ibre/FGV e da consultoria IDados, já era
para o intermitente estar mais consolidado.
Um outro dado, do IBGE, dá pistas sobre o baixo
crescimento dos intermitentes, afirma Ottoni. No fim do
ano passado, 12 milhões de brasileiros diziam estar
satisfeitos em ter jornadas de trabalho reduzidas, mesmo
sendo informais.
“A reforma quis formalizar o trabalho que não tem
jornada contínua, mas os números decepcionam. Temos de
entender por que os informais não estão virando
intermitentes mais rapidamente e o que faz com que essa
forma de contratar ainda não esteja funcionando direito.”
Em outubro do ano passado, o governo havia
estimado que a reforma trabalhista geraria 6 milhões de
empregos. Só de intermitentes, a previsão era criar 2
milhões de ocupações em três anos.
A evolução do trabalho intermitente, ainda que
tímida, também é inflada. Os dados do Caged consideram
contratos assinados, mas o empregado não necessariamente
foi chamado para trabalhar naquele mês. Como o
trabalhador também pode ter contratos com várias
empresas, isso daria a impressão de que há mais
intermitentes empregados do que na realidade.
Quando a reforma trabalhista entrou em vigor, as
grandes varejistas foram as primeiras a celebrar o trabalho intermitente. Segundo advogados, como as grandes empresas têm uma estrutura jurídica mais consolidada, o
que aliviaria a insegurança para contratar, a abertura de
vagas intermitentes vai ocorrer antes nessas companhias.
https://economia.estadao.com.br/noticias, 11/09/2018
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Novidade criada na reforma trabalhista, contrato
intermitente ainda não decolou
Criado com a reforma trabalhista com a promessa
de formalizar o trabalhador sem jornada fixa, o contrato
intermitente ainda decepciona. No acumulado deste ano, o
saldo de vagas de emprego desse tipo – a diferença entre os
postos que foram abertos e fechados – representa 5% do
saldo total de postos entre janeiro e julho, segundo o
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(Caged), do Ministério do Trabalho.
O Caged de julho aponta que o saldo de vagas era
de 47,3 mil para todos os tipos de contratação, mas apenas
3,4 mil deles eram contratos intermitentes.
O intermitente surgiu com a reforma trabalhista,
em novembro, como uma maneira de formalizar quem
trabalha sob demanda. Esse empregado é chamado para
prestar serviços de tempos em tempos, sendo convocado
pela empresa para trabalhar com até três dias de
antecedência e recebendo por hora trabalhada. É diferente
do trabalhador temporário, contratado por até 180 dias e
que são prorrogáveis por mais 90.
Por envolver ocupações específicas, é até natural
que o contrato intermitente não represente a maioria dos
novos postos e, na saída da recessão, o mercado de
trabalho anda a passos lentos. Mas, segundo o economista
Bruno Ottoni, do Ibre/FGV e da consultoria IDados, já era
para o intermitente estar mais consolidado.
Um outro dado, do IBGE, dá pistas sobre o baixo
crescimento dos intermitentes, afirma Ottoni. No fim do
ano passado, 12 milhões de brasileiros diziam estar
satisfeitos em ter jornadas de trabalho reduzidas, mesmo
sendo informais.
“A reforma quis formalizar o trabalho que não tem
jornada contínua, mas os números decepcionam. Temos de
entender por que os informais não estão virando
intermitentes mais rapidamente e o que faz com que essa
forma de contratar ainda não esteja funcionando direito.”
Em outubro do ano passado, o governo havia
estimado que a reforma trabalhista geraria 6 milhões de
empregos. Só de intermitentes, a previsão era criar 2
milhões de ocupações em três anos.
A evolução do trabalho intermitente, ainda que
tímida, também é inflada. Os dados do Caged consideram
contratos assinados, mas o empregado não necessariamente
foi chamado para trabalhar naquele mês. Como o
trabalhador também pode ter contratos com várias
empresas, isso daria a impressão de que há mais
intermitentes empregados do que na realidade.
Quando a reforma trabalhista entrou em vigor, as
grandes varejistas foram as primeiras a celebrar o trabalho intermitente. Segundo advogados, como as grandes empresas têm uma estrutura jurídica mais consolidada, o
que aliviaria a insegurança para contratar, a abertura de
vagas intermitentes vai ocorrer antes nessas companhias.
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intermitente ainda não decolou
Criado com a reforma trabalhista com a promessa
de formalizar o trabalhador sem jornada fixa, o contrato
intermitente ainda decepciona. No acumulado deste ano, o
saldo de vagas de emprego desse tipo – a diferença entre os
postos que foram abertos e fechados – representa 5% do
saldo total de postos entre janeiro e julho, segundo o
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(Caged), do Ministério do Trabalho.
O Caged de julho aponta que o saldo de vagas era
de 47,3 mil para todos os tipos de contratação, mas apenas
3,4 mil deles eram contratos intermitentes.
O intermitente surgiu com a reforma trabalhista,
em novembro, como uma maneira de formalizar quem
trabalha sob demanda. Esse empregado é chamado para
prestar serviços de tempos em tempos, sendo convocado
pela empresa para trabalhar com até três dias de
antecedência e recebendo por hora trabalhada. É diferente
do trabalhador temporário, contratado por até 180 dias e
que são prorrogáveis por mais 90.
Por envolver ocupações específicas, é até natural
que o contrato intermitente não represente a maioria dos
novos postos e, na saída da recessão, o mercado de
trabalho anda a passos lentos. Mas, segundo o economista
Bruno Ottoni, do Ibre/FGV e da consultoria IDados, já era
para o intermitente estar mais consolidado.
Um outro dado, do IBGE, dá pistas sobre o baixo
crescimento dos intermitentes, afirma Ottoni. No fim do
ano passado, 12 milhões de brasileiros diziam estar
satisfeitos em ter jornadas de trabalho reduzidas, mesmo
sendo informais.
“A reforma quis formalizar o trabalho que não tem
jornada contínua, mas os números decepcionam. Temos de
entender por que os informais não estão virando
intermitentes mais rapidamente e o que faz com que essa
forma de contratar ainda não esteja funcionando direito.”
Em outubro do ano passado, o governo havia
estimado que a reforma trabalhista geraria 6 milhões de
empregos. Só de intermitentes, a previsão era criar 2
milhões de ocupações em três anos.
A evolução do trabalho intermitente, ainda que
tímida, também é inflada. Os dados do Caged consideram
contratos assinados, mas o empregado não necessariamente
foi chamado para trabalhar naquele mês. Como o
trabalhador também pode ter contratos com várias
empresas, isso daria a impressão de que há mais
intermitentes empregados do que na realidade.
Quando a reforma trabalhista entrou em vigor, as
grandes varejistas foram as primeiras a celebrar o trabalho intermitente. Segundo advogados, como as grandes empresas têm uma estrutura jurídica mais consolidada, o
que aliviaria a insegurança para contratar, a abertura de
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- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
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intermitente ainda não decolou
Criado com a reforma trabalhista com a promessa
de formalizar o trabalhador sem jornada fixa, o contrato
intermitente ainda decepciona. No acumulado deste ano, o
saldo de vagas de emprego desse tipo – a diferença entre os
postos que foram abertos e fechados – representa 5% do
saldo total de postos entre janeiro e julho, segundo o
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(Caged), do Ministério do Trabalho.
O Caged de julho aponta que o saldo de vagas era
de 47,3 mil para todos os tipos de contratação, mas apenas
3,4 mil deles eram contratos intermitentes.
O intermitente surgiu com a reforma trabalhista,
em novembro, como uma maneira de formalizar quem
trabalha sob demanda. Esse empregado é chamado para
prestar serviços de tempos em tempos, sendo convocado
pela empresa para trabalhar com até três dias de
antecedência e recebendo por hora trabalhada. É diferente
do trabalhador temporário, contratado por até 180 dias e
que são prorrogáveis por mais 90.
Por envolver ocupações específicas, é até natural
que o contrato intermitente não represente a maioria dos
novos postos e, na saída da recessão, o mercado de
trabalho anda a passos lentos. Mas, segundo o economista
Bruno Ottoni, do Ibre/FGV e da consultoria IDados, já era
para o intermitente estar mais consolidado.
Um outro dado, do IBGE, dá pistas sobre o baixo
crescimento dos intermitentes, afirma Ottoni. No fim do
ano passado, 12 milhões de brasileiros diziam estar
satisfeitos em ter jornadas de trabalho reduzidas, mesmo
sendo informais.
“A reforma quis formalizar o trabalho que não tem
jornada contínua, mas os números decepcionam. Temos de
entender por que os informais não estão virando
intermitentes mais rapidamente e o que faz com que essa
forma de contratar ainda não esteja funcionando direito.”
Em outubro do ano passado, o governo havia
estimado que a reforma trabalhista geraria 6 milhões de
empregos. Só de intermitentes, a previsão era criar 2
milhões de ocupações em três anos.
A evolução do trabalho intermitente, ainda que
tímida, também é inflada. Os dados do Caged consideram
contratos assinados, mas o empregado não necessariamente
foi chamado para trabalhar naquele mês. Como o
trabalhador também pode ter contratos com várias
empresas, isso daria a impressão de que há mais
intermitentes empregados do que na realidade.
Quando a reforma trabalhista entrou em vigor, as
grandes varejistas foram as primeiras a celebrar o trabalho intermitente. Segundo advogados, como as grandes empresas têm uma estrutura jurídica mais consolidada, o
que aliviaria a insegurança para contratar, a abertura de
vagas intermitentes vai ocorrer antes nessas companhias.
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A concordância nominal está DE ACORDO com as
normas gramaticais em:
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Questão presente nas seguintes provas
A colocação pronominal está em DESACORDO com as
normas gramaticais em:
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Questão presente nas seguintes provas
A regência verbal está DE ACORDO com as normas
gramaticais em:
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Questão presente nas seguintes provas
Para Paulo Nader “o atributo jurídico denominada
vigência significa que a norma, por atender a determinados requisitos técnico-formais que a norma jurídica de elaboração e positividade, acha-se posta à
executoriedade. É com ela que a norma jurídica obtém
obrigatoriedade e são estabelecidos seus marcos
temporais de validez: início e fim da obrigatoriedade.” Quanto a Eficácia da lei processual no tempo e no espaço, analise as assertivas a seguir: I. Quanto ao espaço, a
lei processual é regulada pelo princípio da territorialidade. Assim, a lei processual
tem eficácia em território nacional. Isto, porque a
norma processual tem por objeto disciplinar a
atividade estatal (jurisdição), e essa atividade é
manifestação do poder
soberano do Estado, desse modo, não poderia ser regulada por leis estrangeiras. II. No tempo, as leis processuais estão reguladas na Lei
de Introdução às normas do Direito Brasileiro – LINDB (Decreto-Lei n° 4.657/1942). Assim, em
regra, começam a viger após o período de vacatio legis (quarenta e cinco dias depois de publicada). III. A vigência da norma equivale ao seu período de
vida, desde o início da sua obrigatoriedade e
observância até a sua revogação, quando deixa de
existir no mundo jurídico. Tal ocorre no período de vacatio legis. IV. Não se destinando à vigência temporária, a lei terá
vigor até que outra a modifique ou revogue.
V. Em regra, aplicam-se, no território brasileiro, as leis
brasileiras. Excluindo, aplicação as leis estrangeiras (Princípio da Territorialidade e Temperada). Estão CORRETAS as assertivas:
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