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“É lembrado nesta quinta-feira (06/08/2015) o 70º aniversário do primeiro ataque nuclear da história: quando uma aeronave americana lançou a bomba atômica sobre a cidade japonesa de Hiroshima, em 1945, matando cerca de 140 mil pessoas até o final daquele ano – de um total de 350 mil que viviam ali.”
(Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/videos_e_ fotos/2015/08/150805_ hiroshima_70anos_pai.)
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Argentina, Brasil, Paraguai (suspenso), Uruguai, Venezuela e em 2012 o início da adesão da Bolívia, são os países que formam o bloco econômico denominado Mercado Comum do Sul (MERCOSUL). Os quatro primeiros países assinaram, em 1991, o Tratado de Assunção, com o objetivo de criar o MERCOSUL, que se estabeleceu institucionalmente em 1994.
(Miyazaki, Silvio Y. Horizontes do MERCOSUL. Geografia e Conhecimento Prático. Edição 56- Agosto de 2014 p. 12.)
Sobre o MERCOSUL, analise as afirmativas a seguir.
I. Uma das cláusulas do MERCOSUL é de que as negociações para acordos de comércio devem ser sempre individualmente.
II. A Argentina é um importante parceiro comercial do Brasil, sendo o mais importante item nesse fluxo o comércio automotivo.
III. Entre os acordos comerciais em que o MERCOSUL está em negociação há anos, um destaque é com a União Europeia.
IV. Passados vinte anos desde o início do MERCOSUL, há plena liberdade para a circulação de mercadorias, como se pode observar entre os seus sócios: Brasil e Argentina.
V. No que se refere à entrada de novos membros no MERCOSUL, ainda que haja concordância dos governos nacionais, o ingresso somente se efetiva, quando é aprovado pelos parlamentos de cada um dos países.
Estão corretas as afirmativas
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“Os sistemas urbanos são grandes consumidores de água. Todo lançamento de esgoto doméstico em um rio, sem tratamento prévio, origina o zoneamento espacial no corpo hídrico.”
(Troppmair, Helmut. Biogeografia e Meio Ambiente. 9ª ed. Rio de Janeiro. Technical Books 2012. P. 151.)
Relacione adequadamente a zona espacial no corpo hídrico às suas respectivas características.
1. Zona de águas limpas.
2. Zona de degradação.
3. Zona morta.
4. Zona de recuperação.
5. Zona de águas límpidas.
( ) É o trecho do rio em que não há oxigênio dissolvido.
( ) É o trecho do rio antes do lançamento dos efluentes. As condições físico-químicas e biológicas, ou seja, todo hidroecossistema está em equilíbrio.
( ) É o trecho em que o rio realiza a autodepuração, ou recebe afluentes mais limpos, responsáveis pela lenta reintegração de oxigênio que permite o reaparecimento gradativo dos elementos bióticos.
( ) É o local a partir do qual são restabelecidas as condições bioecológicas iniciais.
( ) Após o lançamento dos esgotos, verifica-se o enriquecimento por matéria orgânica, a eutrofização com proliferação de micro-organismos, bactérias e peixes, levando à redução gradativa do oxigênio dissolvido.
A sequência está correta em
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Patos Minas-MG
p1: ou Rafaela pega um táxi ou Cíntia não vai ao cinema de carro;
p2: Rafaela compra pipoca se e somente se Cíntia também comprar;
p3: Cíntia vai ao cinema de carro se e somente se tiver dinheiro para a gasolina; e,
P4: ou Cíntia tem dinheiro para a gasolina ou compra pipoca.
Sabendo-se que Cíntia não tem dinheiro para a gasolina, conclui-se que:
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Estamos tão acostumados a ler e escrever na nossa vida diária, que não percebemos que nem todos leem e escrevem como nós, mesmo os que vivem bem próximo. Em muitas famílias de classe social baixa, escrever pode se restringir apenas a assinar o próprio nome ou, no máximo, a redigir listas de palavras e recados curtos. Para quem vive nesse mundo, escrever como a escola propõe pode ser estranhíssimo, indesejável, inútil. Porém, os que vivem num meio social onde se leem jornais, revistas, livros, onde os adultos escrevem frequentemente e as crianças, desde muito cedo, têm seu estojo cheio de lápis, canetas, borrachas, régua etc. acham muito natural o que a escola faz, porque, na verdade, representa uma continuação do que já faziam e esperavam que a escola fizesse. Portanto, alfabetizar grupos sociais que encaram a comunicação como uma simples garantia de sobrevivência na sociedade é diferente de alfabetizar grupos sociais que acham que a escrita e fala, além de necessária, é uma forma de expressão individual de arte, de passatempo. [...]
Ninguém escreve ou lê sem motivo, sem motivação. É justamente por isso que, em certas culturas, o uso da escrita se apresenta como algo secundário e dispensável mesmo e, em outras, como absolutamente imprescindível. Essa atitude perante a escrita não se observa só comparando, por exemplo, a cultura europeia com a cultura de tribos indígenas. Atitudes conflitantes com relação à escrita se podem observar numa grande cidade. Entre seus habitantes, sem dúvida alguma, todos necessitam de um modo ou de outro saber ler certas coisas, mas o número cai enormemente quando se conta quem necessita produzir a escrita na proporção do que lê. Muitas pessoas podem até ler jornal todos os dias, mas escrevem raramente.
Não basta saber escrever, para escrever. É preciso ter uma motivação para isso. Grande parte da população das cidades trabalha em serviços que não exigem a escrita. Por isso, os programas de alfabetização – sobretudo de adultos – precisam ser elaborados não em função de uma cultura julgada ideal e excelente para todos, mas de acordo com as reais necessidades e anseios de cada um. A arte literária não é motivação para a escrita para todas as pessoas [...].
A escrita se diferencia de outras formas de representação do mundo, não só porque induz à leitura, mas também porque essa leitura é motivada, isto é, quem escreve, diferentemente por exemplo de quem desenha, pede ao leitor que interprete o que está escrito, não pelo puro prazer de fazê-lo, mas para realizar algo que a escrita indica. [...]
A motivação da escrita é sua própria razão de ser; a decifração constitui apenas um aspecto mecânico de seu funcionamento. Assim, a leitura não pode ser só decifração; deve, através da decifração, chegar à motivação do que está escrito, ao seu conteúdo semântico e pragmático completo. Por isso é que a leitura não se reduz à somatória dos significados individuais dos símbolos (letras, palavras etc.), mas obriga o leitor a enquadrar todos esses elementos no universo cultural, social, histórico etc. em que o escritor se baseou para escrever.
(CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística. 11. Ed. São Paulo: Scipione, 2010.)
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Estamos tão acostumados a ler e escrever na nossa vida diária, que não percebemos que nem todos leem e escrevem como nós, mesmo os que vivem bem próximo. Em muitas famílias de classe social baixa, escrever pode se restringir apenas a assinar o próprio nome ou, no máximo, a redigir listas de palavras e recados curtos. Para quem vive nesse mundo, escrever como a escola propõe pode ser estranhíssimo, indesejável, inútil. Porém, os que vivem num meio social onde se leem jornais, revistas, livros, onde os adultos escrevem frequentemente e as crianças, desde muito cedo, têm seu estojo cheio de lápis, canetas, borrachas, régua etc. acham muito natural o que a escola faz, porque, na verdade, representa uma continuação do que já faziam e esperavam que a escola fizesse. Portanto, alfabetizar grupos sociais que encaram a comunicação como uma simples garantia de sobrevivência na sociedade é diferente de alfabetizar grupos sociais que acham que a escrita e fala, além de necessária, é uma forma de expressão individual de arte, de passatempo. [...]
Ninguém escreve ou lê sem motivo, sem motivação. É justamente por isso que, em certas culturas, o uso da escrita se apresenta como algo secundário e dispensável mesmo e, em outras, como absolutamente imprescindível. Essa atitude perante a escrita não se observa só comparando, por exemplo, a cultura europeia com a cultura de tribos indígenas. Atitudes conflitantes com relação à escrita se podem observar numa grande cidade. Entre seus habitantes, sem dúvida alguma, todos necessitam de um modo ou de outro saber ler certas coisas, mas o número cai enormemente quando se conta quem necessita produzir a escrita na proporção do que lê. Muitas pessoas podem até ler jornal todos os dias, mas escrevem raramente.
Não basta saber escrever, para escrever. É preciso ter uma motivação para isso. Grande parte da população das cidades trabalha em serviços que não exigem a escrita. Por isso, os programas de alfabetização – sobretudo de adultos – precisam ser elaborados não em função de uma cultura julgada ideal e excelente para todos, mas de acordo com as reais necessidades e anseios de cada um. A arte literária não é motivação para a escrita para todas as pessoas [...].
A escrita se diferencia de outras formas de representação do mundo, não só porque induz à leitura, mas também porque essa leitura é motivada, isto é, quem escreve, diferentemente por exemplo de quem desenha, pede ao leitor que interprete o que está escrito, não pelo puro prazer de fazê-lo, mas para realizar algo que a escrita indica. [...]
A motivação da escrita é sua própria razão de ser; a decifração constitui apenas um aspecto mecânico de seu funcionamento. Assim, a leitura não pode ser só decifração; deve, através da decifração, chegar à motivação do que está escrito, ao seu conteúdo semântico e pragmático completo. Por isso é que a leitura não se reduz à somatória dos significados individuais dos símbolos (letras, palavras etc.), mas obriga o leitor a enquadrar todos esses elementos no universo cultural, social, histórico etc. em que o escritor se baseou para escrever.
(CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística. 11. Ed. São Paulo: Scipione, 2010.)
Considerando as informações e ideias trazidas ao 1º§ do texto, analise as afirmativas a seguir.
I. A habilidade da escrita é limitada em indivíduos de classe baixa social.
II. O meio social atua como fator de grande interferência de determinada aprendizagem.
III.Diferentes grupos sociais possuem diferentes necessidades que podem ser sanadas com as mesmas estratégias.
Está(ão) correta(s) apenas afirmativa(s)
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