Foram encontradas 40 questões.
Um triângulo retângulo possui uma área de 180 centímetros quadrados. Se um de seus catetos mede 40
centímetros, então, qual é a medida da hipotenusa desse triângulo?
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Considere o sistema linear formado pelas duas equações 2x + 4y = 8 e 3x + y = 7. Se o par (x , y) é a
solução desse sistema, logo, qual é o valor de x + y?
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Um prisma de base triangular tem volume de 480 centímetros cúbicos. Se o triângulo da base do
prisma possui uma altura de 8 centímetros e uma base de 4 centímetros, então, qual é a altura do
prisma?
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Se a área de um triângulo é 400 centímetros quadrados e sua altura mede o dobro do comprimento da
base, logo, qual é o valor de sua altura?
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Considere a função afim definida por f(x) = 2x + 2. Se a e b são números reais tais que f(a) = 4 e f(b) =
10, então, qual é o valor de a + b?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Fabiano, Sinhá Vitória e os meninos iam [*] festa de Natal na cidade. (_____) três horas, fazia grande
calor, redemoinhos espalhavam por cima das árvores amarelas nuvens de poeira e folhas secas.
Tinham fechado [*] casa, atravessado o pátio, descido [*] ladeira, e pezunhavam nos seixos como bois
doentes dos cascos. Fabiano, apertado na roupa de brim branco (_____) por Sinhá Terta, com chapéu
de beata, colarinho, gravata, botinas de vaqueta e elástico, procurava erguer o espinhaço, o que
ordinariamente não fazia. Sinhá Vitória, enfronhada no vestido vermelho de ramagens, equilibrava-se
mal nos sapatos de salto (_____). Teimava em calçar-se como as moças da rua - e dava topadas no
caminho. Os meninos estreavam calça e paletó. Em casa sempre usavam camisinhas de riscado ou
andavam nus. Mas Fabiano tinha comprado dez varas de pano (_____) na loja e incumbira Sinhá Terta
de arranjar farpelas para ele e para os filhos. Sinhá Terta achara pouca a fazenda, e Fabiano se
mostrara desentendido, certo de que a velha pretendia furtar-lhe os retalhos. Em consequência as
roupas tinham saído curtas, estreitas e cheias de emendas.
Fabiano tentava não perceber essas desvantagens. Marchava direito, a barriga para fora, as costas
aprumadas, olhando a serra distante. De ordinário olhava o chão, evitando as pedras, os tocos, os
buracos e as cobras. A posição forçada cansou-o. E ao pisar a areia do rio, notou que assim não poderia
vencer as três léguas que o separavam da cidade. Descalçou-se, meteu as meias no bolso, tirou o paletó,
a gravata e o colarinho, roncou aliviado. Sinhá Vitória decidiu imitá-lo: arrancou os sapatos e as meias,
que amarrou no lenço. Os meninos puseram as chinelinhas debaixo do braço e sentiram-se [*] vontade.
[...]
Retomou a posição natural: andou cambaio, a cabeça inclinada. Sinhá Vitória, os dois meninos e Baleia
acompanharam-no. A tarde foi comida facilmente e ao cair da noite estavam na beira do riacho, [*]
entrada da rua.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Fabiano, Sinhá Vitória e os meninos iam [*] festa de Natal na cidade. (_____) três horas, fazia grande
calor, redemoinhos espalhavam por cima das árvores amarelas nuvens de poeira e folhas secas.
Tinham fechado [*] casa, atravessado o pátio, descido [*] ladeira, e pezunhavam nos seixos como bois
doentes dos cascos. Fabiano, apertado na roupa de brim branco (_____) por Sinhá Terta, com chapéu
de beata, colarinho, gravata, botinas de vaqueta e elástico, procurava erguer o espinhaço, o que
ordinariamente não fazia. Sinhá Vitória, enfronhada no vestido vermelho de ramagens, equilibrava-se
mal nos sapatos de salto (_____). Teimava em calçar-se como as moças da rua - e dava topadas no
caminho. Os meninos estreavam calça e paletó. Em casa sempre usavam camisinhas de riscado ou
andavam nus. Mas Fabiano tinha comprado dez varas de pano (_____) na loja e incumbira Sinhá Terta
de arranjar farpelas para ele e para os filhos. Sinhá Terta achara pouca a fazenda, e Fabiano se
mostrara desentendido, certo de que a velha pretendia furtar-lhe os retalhos. Em consequência as
roupas tinham saído curtas, estreitas e cheias de emendas.
Fabiano tentava não perceber essas desvantagens. Marchava direito, a barriga para fora, as costas
aprumadas, olhando a serra distante. De ordinário olhava o chão, evitando as pedras, os tocos, os
buracos e as cobras. A posição forçada cansou-o. E ao pisar a areia do rio, notou que assim não poderia
vencer as três léguas que o separavam da cidade. Descalçou-se, meteu as meias no bolso, tirou o paletó,
a gravata e o colarinho, roncou aliviado. Sinhá Vitória decidiu imitá-lo: arrancou os sapatos e as meias,
que amarrou no lenço. Os meninos puseram as chinelinhas debaixo do braço e sentiram-se [*] vontade.
[...]
Retomou a posição natural: andou cambaio, a cabeça inclinada. Sinhá Vitória, os dois meninos e Baleia
acompanharam-no. A tarde foi comida facilmente e ao cair da noite estavam na beira do riacho, [*]
entrada da rua.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Fabiano, Sinhá Vitória e os meninos iam [*] festa de Natal na cidade. (_____) três horas, fazia grande
calor, redemoinhos espalhavam por cima das árvores amarelas nuvens de poeira e folhas secas.
Tinham fechado [*] casa, atravessado o pátio, descido [*] ladeira, e pezunhavam nos seixos como bois
doentes dos cascos. Fabiano, apertado na roupa de brim branco (_____) por Sinhá Terta, com chapéu
de beata, colarinho, gravata, botinas de vaqueta e elástico, procurava erguer o espinhaço, o que
ordinariamente não fazia. Sinhá Vitória, enfronhada no vestido vermelho de ramagens, equilibrava-se
mal nos sapatos de salto (_____). Teimava em calçar-se como as moças da rua - e dava topadas no
caminho. Os meninos estreavam calça e paletó. Em casa sempre usavam camisinhas de riscado ou
andavam nus. Mas Fabiano tinha comprado dez varas de pano (_____) na loja e incumbira Sinhá Terta
de arranjar farpelas para ele e para os filhos. Sinhá Terta achara pouca a fazenda, e Fabiano se
mostrara desentendido, certo de que a velha pretendia furtar-lhe os retalhos. Em consequência as
roupas tinham saído curtas, estreitas e cheias de emendas.
Fabiano tentava não perceber essas desvantagens. Marchava direito, a barriga para fora, as costas
aprumadas, olhando a serra distante. De ordinário olhava o chão, evitando as pedras, os tocos, os
buracos e as cobras. A posição forçada cansou-o. E ao pisar a areia do rio, notou que assim não poderia
vencer as três léguas que o separavam da cidade. Descalçou-se, meteu as meias no bolso, tirou o paletó,
a gravata e o colarinho, roncou aliviado. Sinhá Vitória decidiu imitá-lo: arrancou os sapatos e as meias,
que amarrou no lenço. Os meninos puseram as chinelinhas debaixo do braço e sentiram-se [*] vontade.
[...]
Retomou a posição natural: andou cambaio, a cabeça inclinada. Sinhá Vitória, os dois meninos e Baleia
acompanharam-no. A tarde foi comida facilmente e ao cair da noite estavam na beira do riacho, [*]
entrada da rua.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Fabiano, Sinhá Vitória e os meninos iam [*] festa de Natal na cidade. (_____) três horas, fazia grande
calor, redemoinhos espalhavam por cima das árvores amarelas nuvens de poeira e folhas secas.
Tinham fechado [*] casa, atravessado o pátio, descido [*] ladeira, e pezunhavam nos seixos como bois
doentes dos cascos. Fabiano, apertado na roupa de brim branco (_____) por Sinhá Terta, com chapéu
de beata, colarinho, gravata, botinas de vaqueta e elástico, procurava erguer o espinhaço, o que
ordinariamente não fazia. Sinhá Vitória, enfronhada no vestido vermelho de ramagens, equilibrava-se
mal nos sapatos de salto (_____). Teimava em calçar-se como as moças da rua - e dava topadas no
caminho. Os meninos estreavam calça e paletó. Em casa sempre usavam camisinhas de riscado ou
andavam nus. Mas Fabiano tinha comprado dez varas de pano (_____) na loja e incumbira Sinhá Terta
de arranjar farpelas para ele e para os filhos. Sinhá Terta achara pouca a fazenda, e Fabiano se
mostrara desentendido, certo de que a velha pretendia furtar-lhe os retalhos. Em consequência as
roupas tinham saído curtas, estreitas e cheias de emendas.
Fabiano tentava não perceber essas desvantagens. Marchava direito, a barriga para fora, as costas
aprumadas, olhando a serra distante. De ordinário olhava o chão, evitando as pedras, os tocos, os
buracos e as cobras. A posição forçada cansou-o. E ao pisar a areia do rio, notou que assim não poderia
vencer as três léguas que o separavam da cidade. Descalçou-se, meteu as meias no bolso, tirou o paletó,
a gravata e o colarinho, roncou aliviado. Sinhá Vitória decidiu imitá-lo: arrancou os sapatos e as meias,
que amarrou no lenço. Os meninos puseram as chinelinhas debaixo do braço e sentiram-se [*] vontade.
[...]
Retomou a posição natural: andou cambaio, a cabeça inclinada. Sinhá Vitória, os dois meninos e Baleia
acompanharam-no. A tarde foi comida facilmente e ao cair da noite estavam na beira do riacho, [*]
entrada da rua.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Fabiano, Sinhá Vitória e os meninos iam [*] festa de Natal na cidade. (_____) três horas, fazia grande
calor, redemoinhos espalhavam por cima das árvores amarelas nuvens de poeira e folhas secas.
Tinham fechado [*] casa, atravessado o pátio, descido [*] ladeira, e pezunhavam nos seixos como bois
doentes dos cascos. Fabiano, apertado na roupa de brim branco (_____) por Sinhá Terta, com chapéu
de beata, colarinho, gravata, botinas de vaqueta e elástico, procurava erguer o espinhaço, o que
ordinariamente não fazia. Sinhá Vitória, enfronhada no vestido vermelho de ramagens, equilibrava-se
mal nos sapatos de salto (_____). Teimava em calçar-se como as moças da rua - e dava topadas no
caminho. Os meninos estreavam calça e paletó. Em casa sempre usavam camisinhas de riscado ou
andavam nus. Mas Fabiano tinha comprado dez varas de pano (_____) na loja e incumbira Sinhá Terta
de arranjar farpelas para ele e para os filhos. Sinhá Terta achara pouca a fazenda, e Fabiano se
mostrara desentendido, certo de que a velha pretendia furtar-lhe os retalhos. Em consequência as
roupas tinham saído curtas, estreitas e cheias de emendas.
Fabiano tentava não perceber essas desvantagens. Marchava direito, a barriga para fora, as costas
aprumadas, olhando a serra distante. De ordinário olhava o chão, evitando as pedras, os tocos, os
buracos e as cobras. A posição forçada cansou-o. E ao pisar a areia do rio, notou que assim não poderia
vencer as três léguas que o separavam da cidade. Descalçou-se, meteu as meias no bolso, tirou o paletó,
a gravata e o colarinho, roncou aliviado. Sinhá Vitória decidiu imitá-lo: arrancou os sapatos e as meias,
que amarrou no lenço. Os meninos puseram as chinelinhas debaixo do braço e sentiram-se [*] vontade.
[...]
Retomou a posição natural: andou cambaio, a cabeça inclinada. Sinhá Vitória, os dois meninos e Baleia
acompanharam-no. A tarde foi comida facilmente e ao cair da noite estavam na beira do riacho, [*]
entrada da rua.
I. Fabiano e sua família estão fazendo uma caminhada até a cidade para participar de festividades.
II. Fabiano sente-se incomodado ao usar as roupas feitas por Sinhá Terta.
III. Sinhá Vitória demonstra tristeza por seus saltos não serem altos o suficiente.
IV. As roupas feitas por Sinhá Terta ficaram pequenas porque a costureira furtou retalhos do pano que Fabiano havia comprado.
V. Ao retirar a roupa nova, Fabiano sentiu-se aliviado.
Está CORRETO o que se afirma em:
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