Foram encontradas 30 questões.
“Há, portanto, uma arte de escrever – que é a
redação. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma
atividade social indispensável, para a qual falta, não
obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar.
A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais
fácil na medida em que se beneficia da prática da fala
cotidiana, de cujos elementos parte em princípio.
O que há de comum, antes de tudo, entre a
exposição oral e a escrita é a necessidade da boa
composição, isto é, uma distribuição metódica e
compreensível de ideias.
Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo
definido. Ninguém é capaz de escrever bem, se não sabe
bem o que vai escrever.
Justamente por causa disso, as condições para a
redação no exercício da vida profissional ou no intercâmbio
amplo, dentro da sociedade, são muito diversas das da
redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a
importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da
nossa especialidade tiram à redação o caráter negativo de
mero exercício formal, como tem na escola.
Qualquer um de nós senhor de um assunto é, em
princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um jeito
especial para a redação, ao contrário do que muita gente
pensa. Há apenas uma falta de preparação inicial, que o
esforço e a prática vencem.
Por outro lado, a arte de escrever, na medida em
que consubstancia a nossa capacidade de expressão do
pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria
personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho
nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo.
[…]
A arte de escrever precisa assentar numa atividade
preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um
hábito de leitura inteligentemente conduzido; depende
muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental
adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do
que outros, com bom resultado, escreveram.”
JOAQUIM MATTOSO CÂMARA JR. Manual de expressão oral &
escrita.
7a. Edição, Vozes, Petrópolis, 1983
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“Há, portanto, uma arte de escrever – que é a
redação. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma
atividade social indispensável, para a qual falta, não
obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar.
A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais
fácil na medida em que se beneficia da prática da fala
cotidiana, de cujos elementos parte em princípio.
O que há de comum, antes de tudo, entre a
exposição oral e a escrita é a necessidade da boa
composição, isto é, uma distribuição metódica e
compreensível de ideias.
Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo
definido. Ninguém é capaz de escrever bem, se não sabe
bem o que vai escrever.
Justamente por causa disso, as condições para a
redação no exercício da vida profissional ou no intercâmbio
amplo, dentro da sociedade, são muito diversas das da
redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a
importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da
nossa especialidade tiram à redação o caráter negativo de
mero exercício formal, como tem na escola.
Qualquer um de nós senhor de um assunto é, em
princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um jeito
especial para a redação, ao contrário do que muita gente
pensa. Há apenas uma falta de preparação inicial, que o
esforço e a prática vencem.
Por outro lado, a arte de escrever, na medida em
que consubstancia a nossa capacidade de expressão do
pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria
personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho
nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo.
[…]
A arte de escrever precisa assentar numa atividade
preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um
hábito de leitura inteligentemente conduzido; depende
muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental
adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do
que outros, com bom resultado, escreveram.”
JOAQUIM MATTOSO CÂMARA JR. Manual de expressão oral &
escrita.
7a. Edição, Vozes, Petrópolis, 1983
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“Há, portanto, uma arte de escrever – que é a
redação. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma
atividade social indispensável, para a qual falta, não
obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar.
A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais
fácil na medida em que se beneficia da prática da fala
cotidiana, de cujos elementos parte em princípio.
O que há de comum, antes de tudo, entre a
exposição oral e a escrita é a necessidade da boa
composição, isto é, uma distribuição metódica e
compreensível de ideias.
Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo
definido. Ninguém é capaz de escrever bem, se não sabe
bem o que vai escrever.
Justamente por causa disso, as condições para a
redação no exercício da vida profissional ou no intercâmbio
amplo, dentro da sociedade, são muito diversas das da
redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a
importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da
nossa especialidade tiram à redação o caráter negativo de
mero exercício formal, como tem na escola.
Qualquer um de nós senhor de um assunto é, em
princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um jeito
especial para a redação, ao contrário do que muita gente
pensa. Há apenas uma falta de preparação inicial, que o
esforço e a prática vencem.
Por outro lado, a arte de escrever, na medida em
que consubstancia a nossa capacidade de expressão do
pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria
personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho
nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo.
[…]
A arte de escrever precisa assentar numa atividade
preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um
hábito de leitura inteligentemente conduzido; depende
muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental
adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do
que outros, com bom resultado, escreveram.”
JOAQUIM MATTOSO CÂMARA JR. Manual de expressão oral &
escrita.
7a. Edição, Vozes, Petrópolis, 1983
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“Há, portanto, uma arte de escrever – que é a
redação. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma
atividade social indispensável, para a qual falta, não
obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar.
A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais
fácil na medida em que se beneficia da prática da fala
cotidiana, de cujos elementos parte em princípio.
O que há de comum, antes de tudo, entre a
exposição oral e a escrita é a necessidade da boa
composição, isto é, uma distribuição metódica e
compreensível de ideias.
Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo
definido. Ninguém é capaz de escrever bem, se não sabe
bem o que vai escrever.
Justamente por causa disso, as condições para a
redação no exercício da vida profissional ou no intercâmbio
amplo, dentro da sociedade, são muito diversas das da
redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a
importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da
nossa especialidade tiram à redação o caráter negativo de
mero exercício formal, como tem na escola.
Qualquer um de nós senhor de um assunto é, em
princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um jeito
especial para a redação, ao contrário do que muita gente
pensa. Há apenas uma falta de preparação inicial, que o
esforço e a prática vencem.
Por outro lado, a arte de escrever, na medida em
que consubstancia a nossa capacidade de expressão do
pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria
personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho
nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo.
[…]
A arte de escrever precisa assentar numa atividade
preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um
hábito de leitura inteligentemente conduzido; depende
muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental
adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do
que outros, com bom resultado, escreveram.”
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7a. Edição, Vozes, Petrópolis, 1983
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359505
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Em agosto de 2017, Kim Jong-un ameaçou a
bombardear a ilha de Guam, um território organizado,
mas não incorporado aos Estados Unidos, localizada na
Micronésia. A ilha possui uma base militar americana
com seis mil soldados e aviões bombardeiros B-52. O
presidente americano Donald Trump ameaçou retaliar
fazendo as ameaças transitarem em questões
diplomáticas. Em maio de 2018 já está marcada uma
reunião com os dois lideres que pode pôr fim a essa
tensão que o mundo inteiro está cuidando. Kim Jong-un
é o mandatário da(o):
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359504
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
Provas:
O assassinato de Marielle Franco e seu motorista
Anderson Pedro Gomes, movimentou o país que deseja
a resolução do caso e da crise de segurança que
assombra o Rio de Janeiro. Marielle Franco era:
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359503
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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O ano de 2018 ficará marcado como o ano em que o
mundo perdeu um dos cientistas mais importantes dos
últimos séculos. Atuou na área de cosmologia e
astrofísica, dedicou-se por anos aos estudos do buraco
negro, descobrindo que os mesmos emitem radiação
térmica. Considerado por muitos como o cientista mais
importante depois de Einstein. Nos referimos a:
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359502
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
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Banca: IESES
Orgão: Pref. Palhoça-SC
Provas:
Recentemente, devido a insegurança no Estado do Rio
de Janeiro, o Presidente da República Michel Temer,
utilizou-se de uma possibilidade regulamentada na
Constituição Federal de 1988, que nunca havia sido
utilizada na história do Brasil. Tal medida fez com que o
secretário de segurança do Estado do Rio de Janeiro
deixasse o cargo, ficando sob responsabilidade militar
esta função. A medida tomada foi:
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Conforme o PNE, a determinação legal (Lei nº
10.172/2001, meta 2 do Ensino Fundamental) de
implantar progressivamente o Ensino Fundamental de
nove anos, pela inclusão das crianças de seis anos de
idade, tem duas intenções: “oferecer maiores
oportunidades de aprendizagem no período da
escolarização obrigatória e assegurar que, ingressando
mais cedo no sistema de ensino, as crianças prossigam
nos estudos, alcançando maior nível de escolaridade”. O
PNE estabelece, ainda, que a implantação progressiva
do Ensino Fundamental de nove anos, com a inclusão
das crianças de seis anos, deve se dar em consonância
com a universalização do atendimento na faixa etária de:
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Em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional evidenciou a importância da Educação Infantil,
que passou a ser considerada como primeira etapa da
Educação Básica. Dessa forma, o trabalho pedagógico
com a criança de 0 a 6 anos adquiriu reconhecimento e
ganhou uma dimensão mais ampla no sistema
educacional, qual seja: atender às especificidades do
desenvolvimento das crianças dessa faixa etária e
contribuir para a construção e o exercício de sua
cidadania. No capítulo sobre a Educação Básica, essa
lei define a finalidade da Educação Infantil como:
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