Foram encontradas 50 questões.
Leia um trecho da crônica “História da minha infância”, de Rubem Braga, para responder às questões de números 08 a 10.
Só hoje pego para ler a “História de minha infância”, de Gilberto Amado. E quando reparo, já passou a hora de ir à praia; almoço tarde, sem largar o livro.
Perdi o banho de mar, mas não fez mal: fui com tio Gole tomar banho num poço do Piauitinga, fui ver a baleia, peguei guaiamuns1 em Itaporanga, ouvi cantar a saracura2, montei em carneiro.
Tudo isso é milagre, porque minha infância tem tudo de diferente dessa de Gilberto Amado vivida em Sergipe de outro século – a paisagem, o tempo, os costumes. Fui principalmente um menino de cidade, nascido em cidade, criado em cidade. Mas brincando no rio, no córrego, no morro, passando as férias de junho na roça e as de verão na praia ainda pude aprender o bastante para poder sentir esse livro, me sentir vivendo essa vida em outros tempos, entre outros bichos e árvores e gentes.
(Instituto Moreira Salles. https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/11320/historia-de-minha-infancia. Adaptado)
1 Guaiamuns: espécie de caranguejo.
2 Saracura: tipo de ave.
Com base na norma-padrão de colocação pronominal, está correta a alternativa:
Provas
Leia um trecho da crônica “História da minha infância”, de Rubem Braga, para responder às questões de números 08 a 10.
Só hoje pego para ler a “História de minha infância”, de Gilberto Amado. E quando reparo, já passou a hora de ir à praia; almoço tarde, sem largar o livro.
Perdi o banho de mar, mas não fez mal: fui com tio Gole tomar banho num poço do Piauitinga, fui ver a baleia, peguei guaiamuns1 em Itaporanga, ouvi cantar a saracura2, montei em carneiro.
Tudo isso é milagre, porque minha infância tem tudo de diferente dessa de Gilberto Amado vivida em Sergipe de outro século – a paisagem, o tempo, os costumes. Fui principalmente um menino de cidade, nascido em cidade, criado em cidade. Mas brincando no rio, no córrego, no morro, passando as férias de junho na roça e as de verão na praia ainda pude aprender o bastante para poder sentir esse livro, me sentir vivendo essa vida em outros tempos, entre outros bichos e árvores e gentes.
(Instituto Moreira Salles. https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/11320/historia-de-minha-infancia. Adaptado)
1 Guaiamuns: espécie de caranguejo.
2 Saracura: tipo de ave.
Considere o trecho reescrito com base no segundo parágrafo.
Pela manhã, fui com tio Gole tomar banho no poço do Piauitinga; fui ver a baleia; com destreza peguei vários guaiamuns em Itaporanga; ouvi cantar a saracura e, por pura diversão, montei em carneiro.
Nessa reescrita, encontra-se expressão adverbial de modo em:
Provas
Leia um trecho da crônica “História da minha infância”, de Rubem Braga, para responder às questões de números 08 a 10.
Só hoje pego para ler a “História de minha infância”, de Gilberto Amado. E quando reparo, já passou a hora de ir à praia; almoço tarde, sem largar o livro.
Perdi o banho de mar, mas não fez mal: fui com tio Gole tomar banho num poço do Piauitinga, fui ver a baleia, peguei guaiamuns1 em Itaporanga, ouvi cantar a saracura2, montei em carneiro.
Tudo isso é milagre, porque minha infância tem tudo de diferente dessa de Gilberto Amado vivida em Sergipe de outro século – a paisagem, o tempo, os costumes. Fui principalmente um menino de cidade, nascido em cidade, criado em cidade. Mas brincando no rio, no córrego, no morro, passando as férias de junho na roça e as de verão na praia ainda pude aprender o bastante para poder sentir esse livro, me sentir vivendo essa vida em outros tempos, entre outros bichos e árvores e gentes.
(Instituto Moreira Salles. https://cronicabrasileira.org.br/ cronicas/11320/historia-de-minha-infancia. Adaptado)
1 Guaiamuns: espécie de caranguejo.
2 Saracura: tipo de ave.
Pelo relato do cronista, nota-se que ele
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Brincar: distração e necessidade
Brincadeiras, ainda que vistas como mera distração, desenvolvem várias habilidades, ou seja, brincar é uma necessidade.
“Na interação com outras crianças, é necessário olhar no olho, esperar o outro falar, escutar o que ele tem a dizer e pensar juntos em uma mesma brincadeira”, explica Aline De Rosa, especialista em desenvolvimento infantil.
Segundo a psicopedagoga Neide de Aquino, da PUC de São Paulo, ao brincar, os pequenos aprendem sobre eles mesmos, descobrem em quais atividades têm maior aptidão e em quais sentem mais dificuldade. Eles entram em contato com suas preferências ao descobrir do que gostam ou não de brincar.
Esse autoconhecimento envolve emoções. É comum que, durante uma brincadeira, a criança precise lidar com o sentimento de frustração. Seja porque perdeu em algum jogo ou porque não conseguiu executar determinada brincadeira, mas a frustração pode ser positiva, desde que os pequenos aprendam a superá-la. E os adultos devem ajudar as crianças nessa tarefa.
Não são apenas as crianças que participam das brincadeiras. Pais, responsáveis e cuidadores também devem fazê-lo, mas com prudência. Isso porque a função dos adultos é a de ser um facilitador das brincadeiras, mas sem estimular competição, punir ou fazer comparações. O mais indicado é dar autonomia à criança para que ela decida a forma como vai brincar. “A criança precisa brincar no tempo dela e não no tempo do adulto”, afirma Neide.
Para Aline, “Brincar é aquilo que acontece de forma livre, que a criança determina o que será feito e como será feito”. E isso não é o que acontece com as telas. “As imagens chegam prontas para a criança. Ela não precisa criar, se movimentar, nem se relacionar com nada ou ninguém. Sem nenhum esforço, ela recebe uma enorme carga de prazer.” Esse comportamento pode diminuir a criatividade. “São crianças que podem ver muitos brinquedos na sua frente e não vão saber o que fazer, porque nada é tão fácil quanto olhar para uma tela”, afirma a especialista.
Foi na tentativa de fugir desses efeitos que Stella C. adotou o hábito de passear com o filho, visitando praças, teatros, bibliotecas e exposições. O resultado, conforme ela conta, é que seu filho de 3 anos mal sente falta de televisão, celular e tablets.
Existem várias formas para entreter as crianças longe das telas, mas ensiná-las a lidar com o tédio também pode ajudar. “É importante mostrar que o tédio faz parte da vida e que não é um problema não ter algo para fazer”, diz Aline.
(Guilherme Santiago. https://www.estadao.com.br/saude/por-que-e-importante-propor-brincadeiras-variadas-para-o-desenvolvimento-das-criancas/?utm_source=estadao:mail. Adaptado)
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a ortografia oficial.
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Brincar: distração e necessidade
Brincadeiras, ainda que vistas como mera distração, desenvolvem várias habilidades, ou seja, brincar é uma necessidade.
“Na interação com outras crianças, é necessário olhar no olho, esperar o outro falar, escutar o que ele tem a dizer e pensar juntos em uma mesma brincadeira”, explica Aline De Rosa, especialista em desenvolvimento infantil.
Segundo a psicopedagoga Neide de Aquino, da PUC de São Paulo, ao brincar, os pequenos aprendem sobre eles mesmos, descobrem em quais atividades têm maior aptidão e em quais sentem mais dificuldade. Eles entram em contato com suas preferências ao descobrir do que gostam ou não de brincar.
Esse autoconhecimento envolve emoções. É comum que, durante uma brincadeira, a criança precise lidar com o sentimento de frustração. Seja porque perdeu em algum jogo ou porque não conseguiu executar determinada brincadeira, mas a frustração pode ser positiva, desde que os pequenos aprendam a superá-la. E os adultos devem ajudar as crianças nessa tarefa.
Não são apenas as crianças que participam das brincadeiras. Pais, responsáveis e cuidadores também devem fazê-lo, mas com prudência. Isso porque a função dos adultos é a de ser um facilitador das brincadeiras, mas sem estimular competição, punir ou fazer comparações. O mais indicado é dar autonomia à criança para que ela decida a forma como vai brincar. “A criança precisa brincar no tempo dela e não no tempo do adulto”, afirma Neide.
Para Aline, “Brincar é aquilo que acontece de forma livre, que a criança determina o que será feito e como será feito”. E isso não é o que acontece com as telas. “As imagens chegam prontas para a criança. Ela não precisa criar, se movimentar, nem se relacionar com nada ou ninguém. Sem nenhum esforço, ela recebe uma enorme carga de prazer.” Esse comportamento pode diminuir a criatividade. “São crianças que podem ver muitos brinquedos na sua frente e não vão saber o que fazer, porque nada é tão fácil quanto olhar para uma tela”, afirma a especialista.
Foi na tentativa de fugir desses efeitos que Stella C. adotou o hábito de passear com o filho, visitando praças, teatros, bibliotecas e exposições. O resultado, conforme ela conta, é que seu filho de 3 anos mal sente falta de televisão, celular e tablets.
Existem várias formas para entreter as crianças longe das telas, mas ensiná-las a lidar com o tédio também pode ajudar. “É importante mostrar que o tédio faz parte da vida e que não é um problema não ter algo para fazer”, diz Aline.
(Guilherme Santiago. https://www.estadao.com.br/saude/por-que-e-importante-propor-brincadeiras-variadas-para-o-desenvolvimento-das-criancas/?utm_source=estadao:mail. Adaptado)
Ao brincar, a criança se descobre, pois percebe se está apta ou não realizar determinada atividade. No entanto, quando sua dependência das telas é grande, ela pode se tornar alheia realidade que a cerca. Por isso, os adultos têm de estar atentos todas as variáveis e garantir criança um desenvolvimento pleno e adequado.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Brincar: distração e necessidade
Brincadeiras, ainda que vistas como mera distração, desenvolvem várias habilidades, ou seja, brincar é uma necessidade.
“Na interação com outras crianças, é necessário olhar no olho, esperar o outro falar, escutar o que ele tem a dizer e pensar juntos em uma mesma brincadeira”, explica Aline De Rosa, especialista em desenvolvimento infantil.
Segundo a psicopedagoga Neide de Aquino, da PUC de São Paulo, ao brincar, os pequenos aprendem sobre eles mesmos, descobrem em quais atividades têm maior aptidão e em quais sentem mais dificuldade. Eles entram em contato com suas preferências ao descobrir do que gostam ou não de brincar.
Esse autoconhecimento envolve emoções. É comum que, durante uma brincadeira, a criança precise lidar com o sentimento de frustração. Seja porque perdeu em algum jogo ou porque não conseguiu executar determinada brincadeira, mas a frustração pode ser positiva, desde que os pequenos aprendam a superá-la. E os adultos devem ajudar as crianças nessa tarefa.
Não são apenas as crianças que participam das brincadeiras. Pais, responsáveis e cuidadores também devem fazê-lo, mas com prudência. Isso porque a função dos adultos é a de ser um facilitador das brincadeiras, mas sem estimular competição, punir ou fazer comparações. O mais indicado é dar autonomia à criança para que ela decida a forma como vai brincar. “A criança precisa brincar no tempo dela e não no tempo do adulto”, afirma Neide.
Para Aline, “Brincar é aquilo que acontece de forma livre, que a criança determina o que será feito e como será feito”. E isso não é o que acontece com as telas. “As imagens chegam prontas para a criança. Ela não precisa criar, se movimentar, nem se relacionar com nada ou ninguém. Sem nenhum esforço, ela recebe uma enorme carga de prazer.” Esse comportamento pode diminuir a criatividade. “São crianças que podem ver muitos brinquedos na sua frente e não vão saber o que fazer, porque nada é tão fácil quanto olhar para uma tela”, afirma a especialista.
Foi na tentativa de fugir desses efeitos que Stella C. adotou o hábito de passear com o filho, visitando praças, teatros, bibliotecas e exposições. O resultado, conforme ela conta, é que seu filho de 3 anos mal sente falta de televisão, celular e tablets.
Existem várias formas para entreter as crianças longe das telas, mas ensiná-las a lidar com o tédio também pode ajudar. “É importante mostrar que o tédio faz parte da vida e que não é um problema não ter algo para fazer”, diz Aline.
(Guilherme Santiago. https://www.estadao.com.br/saude/por-que-e-importante-propor-brincadeiras-variadas-para-o-desenvolvimento-das-criancas/?utm_source=estadao:mail. Adaptado)
Assinale a alternativa cuja frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Brincar: distração e necessidade
Brincadeiras, ainda que vistas como mera distração, desenvolvem várias habilidades, ou seja, brincar é uma necessidade.
“Na interação com outras crianças, é necessário olhar no olho, esperar o outro falar, escutar o que ele tem a dizer e pensar juntos em uma mesma brincadeira”, explica Aline De Rosa, especialista em desenvolvimento infantil.
Segundo a psicopedagoga Neide de Aquino, da PUC de São Paulo, ao brincar, os pequenos aprendem sobre eles mesmos, descobrem em quais atividades têm maior aptidão e em quais sentem mais dificuldade. Eles entram em contato com suas preferências ao descobrir do que gostam ou não de brincar.
Esse autoconhecimento envolve emoções. É comum que, durante uma brincadeira, a criança precise lidar com o sentimento de frustração. Seja porque perdeu em algum jogo ou porque não conseguiu executar determinada brincadeira, mas a frustração pode ser positiva, desde que os pequenos aprendam a superá-la. E os adultos devem ajudar as crianças nessa tarefa.
Não são apenas as crianças que participam das brincadeiras. Pais, responsáveis e cuidadores também devem fazê-lo, mas com prudência. Isso porque a função dos adultos é a de ser um facilitador das brincadeiras, mas sem estimular competição, punir ou fazer comparações. O mais indicado é dar autonomia à criança para que ela decida a forma como vai brincar. “A criança precisa brincar no tempo dela e não no tempo do adulto”, afirma Neide.
Para Aline, “Brincar é aquilo que acontece de forma livre, que a criança determina o que será feito e como será feito”. E isso não é o que acontece com as telas. “As imagens chegam prontas para a criança. Ela não precisa criar, se movimentar, nem se relacionar com nada ou ninguém. Sem nenhum esforço, ela recebe uma enorme carga de prazer.” Esse comportamento pode diminuir a criatividade. “São crianças que podem ver muitos brinquedos na sua frente e não vão saber o que fazer, porque nada é tão fácil quanto olhar para uma tela”, afirma a especialista.
Foi na tentativa de fugir desses efeitos que Stella C. adotou o hábito de passear com o filho, visitando praças, teatros, bibliotecas e exposições. O resultado, conforme ela conta, é que seu filho de 3 anos mal sente falta de televisão, celular e tablets.
Existem várias formas para entreter as crianças longe das telas, mas ensiná-las a lidar com o tédio também pode ajudar. “É importante mostrar que o tédio faz parte da vida e que não é um problema não ter algo para fazer”, diz Aline.
(Guilherme Santiago. https://www.estadao.com.br/saude/por-que-e-importante-propor-brincadeiras-variadas-para-o-desenvolvimento-das-criancas/?utm_source=estadao:mail. Adaptado)
Para que os trechos destacados em – Eles entram em contato com suas preferências ao descobrir do que gostam ou não de brincar. (3º parágrafo) – e – … a função dos adultos é a de ser um facilitador das brincadeiras, mas sem estimular competição… (5º parágrafo) – mantenham, respectivamente, ideia de tempo e de condição, podem ser reescritos como indicado em:
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Brincar: distração e necessidade
Brincadeiras, ainda que vistas como mera distração, desenvolvem várias habilidades, ou seja, brincar é uma necessidade.
“Na interação com outras crianças, é necessário olhar no olho, esperar o outro falar, escutar o que ele tem a dizer e pensar juntos em uma mesma brincadeira”, explica Aline De Rosa, especialista em desenvolvimento infantil.
Segundo a psicopedagoga Neide de Aquino, da PUC de São Paulo, ao brincar, os pequenos aprendem sobre eles mesmos, descobrem em quais atividades têm maior aptidão e em quais sentem mais dificuldade. Eles entram em contato com suas preferências ao descobrir do que gostam ou não de brincar.
Esse autoconhecimento envolve emoções. É comum que, durante uma brincadeira, a criança precise lidar com o sentimento de frustração. Seja porque perdeu em algum jogo ou porque não conseguiu executar determinada brincadeira, mas a frustração pode ser positiva, desde que os pequenos aprendam a superá-la. E os adultos devem ajudar as crianças nessa tarefa.
Não são apenas as crianças que participam das brincadeiras. Pais, responsáveis e cuidadores também devem fazê-lo, mas com prudência. Isso porque a função dos adultos é a de ser um facilitador das brincadeiras, mas sem estimular competição, punir ou fazer comparações. O mais indicado é dar autonomia à criança para que ela decida a forma como vai brincar. “A criança precisa brincar no tempo dela e não no tempo do adulto”, afirma Neide.
Para Aline, “Brincar é aquilo que acontece de forma livre, que a criança determina o que será feito e como será feito”. E isso não é o que acontece com as telas. “As imagens chegam prontas para a criança. Ela não precisa criar, se movimentar, nem se relacionar com nada ou ninguém. Sem nenhum esforço, ela recebe uma enorme carga de prazer.” Esse comportamento pode diminuir a criatividade. “São crianças que podem ver muitos brinquedos na sua frente e não vão saber o que fazer, porque nada é tão fácil quanto olhar para uma tela”, afirma a especialista.
Foi na tentativa de fugir desses efeitos que Stella C. adotou o hábito de passear com o filho, visitando praças, teatros, bibliotecas e exposições. O resultado, conforme ela conta, é que seu filho de 3 anos mal sente falta de televisão, celular e tablets.
Existem várias formas para entreter as crianças longe das telas, mas ensiná-las a lidar com o tédio também pode ajudar. “É importante mostrar que o tédio faz parte da vida e que não é um problema não ter algo para fazer”, diz Aline.
(Guilherme Santiago. https://www.estadao.com.br/saude/por-que-e-importante-propor-brincadeiras-variadas-para-o-desenvolvimento-das-criancas/?utm_source=estadao:mail. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita da frase inicial do texto preserva o sentido original.
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Brincar: distração e necessidade
Brincadeiras, ainda que vistas como mera distração, desenvolvem várias habilidades, ou seja, brincar é uma necessidade.
“Na interação com outras crianças, é necessário olhar no olho, esperar o outro falar, escutar o que ele tem a dizer e pensar juntos em uma mesma brincadeira”, explica Aline De Rosa, especialista em desenvolvimento infantil.
Segundo a psicopedagoga Neide de Aquino, da PUC de São Paulo, ao brincar, os pequenos aprendem sobre eles mesmos, descobrem em quais atividades têm maior aptidão e em quais sentem mais dificuldade. Eles entram em contato com suas preferências ao descobrir do que gostam ou não de brincar.
Esse autoconhecimento envolve emoções. É comum que, durante uma brincadeira, a criança precise lidar com o sentimento de frustração. Seja porque perdeu em algum jogo ou porque não conseguiu executar determinada brincadeira, mas a frustração pode ser positiva, desde que os pequenos aprendam a superá-la. E os adultos devem ajudar as crianças nessa tarefa.
Não são apenas as crianças que participam das brincadeiras. Pais, responsáveis e cuidadores também devem fazê-lo, mas com prudência. Isso porque a função dos adultos é a de ser um facilitador das brincadeiras, mas sem estimular competição, punir ou fazer comparações. O mais indicado é dar autonomia à criança para que ela decida a forma como vai brincar. “A criança precisa brincar no tempo dela e não no tempo do adulto”, afirma Neide.
Para Aline, “Brincar é aquilo que acontece de forma livre, que a criança determina o que será feito e como será feito”. E isso não é o que acontece com as telas. “As imagens chegam prontas para a criança. Ela não precisa criar, se movimentar, nem se relacionar com nada ou ninguém. Sem nenhum esforço, ela recebe uma enorme carga de prazer.” Esse comportamento pode diminuir a criatividade. “São crianças que podem ver muitos brinquedos na sua frente e não vão saber o que fazer, porque nada é tão fácil quanto olhar para uma tela”, afirma a especialista.
Foi na tentativa de fugir desses efeitos que Stella C. adotou o hábito de passear com o filho, visitando praças, teatros, bibliotecas e exposições. O resultado, conforme ela conta, é que seu filho de 3 anos mal sente falta de televisão, celular e tablets.
Existem várias formas para entreter as crianças longe das telas, mas ensiná-las a lidar com o tédio também pode ajudar. “É importante mostrar que o tédio faz parte da vida e que não é um problema não ter algo para fazer”, diz Aline.
(Guilherme Santiago. https://www.estadao.com.br/saude/por-que-e-importante-propor-brincadeiras-variadas-para-o-desenvolvimento-das-criancas/?utm_source=estadao:mail. Adaptado)
Aline de Rosa faz críticas ao uso indiscriminado da internet, pois ele
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 07.
Brincar: distração e necessidade
Brincadeiras, ainda que vistas como mera distração, desenvolvem várias habilidades, ou seja, brincar é uma necessidade.
“Na interação com outras crianças, é necessário olhar no olho, esperar o outro falar, escutar o que ele tem a dizer e pensar juntos em uma mesma brincadeira”, explica Aline De Rosa, especialista em desenvolvimento infantil.
Segundo a psicopedagoga Neide de Aquino, da PUC de São Paulo, ao brincar, os pequenos aprendem sobre eles mesmos, descobrem em quais atividades têm maior aptidão e em quais sentem mais dificuldade. Eles entram em contato com suas preferências ao descobrir do que gostam ou não de brincar.
Esse autoconhecimento envolve emoções. É comum que, durante uma brincadeira, a criança precise lidar com o sentimento de frustração. Seja porque perdeu em algum jogo ou porque não conseguiu executar determinada brincadeira, mas a frustração pode ser positiva, desde que os pequenos aprendam a superá-la. E os adultos devem ajudar as crianças nessa tarefa.
Não são apenas as crianças que participam das brincadeiras. Pais, responsáveis e cuidadores também devem fazê-lo, mas com prudência. Isso porque a função dos adultos é a de ser um facilitador das brincadeiras, mas sem estimular competição, punir ou fazer comparações. O mais indicado é dar autonomia à criança para que ela decida a forma como vai brincar. “A criança precisa brincar no tempo dela e não no tempo do adulto”, afirma Neide.
Para Aline, “Brincar é aquilo que acontece de forma livre, que a criança determina o que será feito e como será feito”. E isso não é o que acontece com as telas. “As imagens chegam prontas para a criança. Ela não precisa criar, se movimentar, nem se relacionar com nada ou ninguém. Sem nenhum esforço, ela recebe uma enorme carga de prazer.” Esse comportamento pode diminuir a criatividade. “São crianças que podem ver muitos brinquedos na sua frente e não vão saber o que fazer, porque nada é tão fácil quanto olhar para uma tela”, afirma a especialista.
Foi na tentativa de fugir desses efeitos que Stella C. adotou o hábito de passear com o filho, visitando praças, teatros, bibliotecas e exposições. O resultado, conforme ela conta, é que seu filho de 3 anos mal sente falta de televisão, celular e tablets.
Existem várias formas para entreter as crianças longe das telas, mas ensiná-las a lidar com o tédio também pode ajudar. “É importante mostrar que o tédio faz parte da vida e que não é um problema não ter algo para fazer”, diz Aline.
(Guilherme Santiago. https://www.estadao.com.br/saude/por-que-e-importante-propor-brincadeiras-variadas-para-o-desenvolvimento-das-criancas/?utm_source=estadao:mail. Adaptado)
Com base no texto, em relação ao processo de autoconhecimento das crianças, é correto concluir que os adultos devem
Provas
Caderno Container