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Foram encontradas 40 questões.

2676200 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Natal

É noite de Natal, e estou sozinho na casa de um amigo, que foi para a fazenda.(a) Mais tarde talvez saia. Mas vou me deixando ficar sozinho, numa confortável melancolia, na casa quieta e cômoda. Dou alguns telefonemas, abraço à distância alguns amigos. Essas poucas vozes, de homem e de mulher, que respondem alegremente à minha, são quentes, e me fazem bem. “Feliz Natal, muitas felicidades”; dizemos essas coisas simples com afetuoso calor; dizemos e creio que sentimos, e como sentimos, merecemos. Feliz Natal!

Desembrulho a garrafa que um amigo teve a lembrança de me mandar ontem;(b) vou lá dentro, abro a geladeira, preparo um uísque, e venho me sentar no jardinzinho, perto das folhagens úmidas. Sinto-me bem, oferecendo-me este copo, na casa silenciosa, nessa noite de rua quieta.(c) Este jardinzinho tem o encanto sábio e agreste da dona da casa que o formou. É um pequeno espaço folhudo e florido de cores, que parece respirar; tem a vida misteriosa das moitas perdidas, um gosto de roça, uma alegria meio caipira de verdes, vermelhos e amarelos.

Penso, sem saudade nem mágoa, no ano que passou. Há nele uma sombra dolorosa; evoco-a neste momento, sozinho, com uma espécie de religiosa emoção. Há também no fundo da paisagem escura e desarrumada desse ano, uma clara mancha de sol. Bebo silenciosamente a essas imagens da morte e da vida; dentro de mim elas são irmãs. Penso em outras pessoas. Sinto uma grande ternura pelas pessoas; sou um homem sozinho, numa noite quieta, junto de folhagens úmidas, bebendo gravemente em honra de muitas pessoas.

De repente um carro começa a buzinar com força, junto ao meu portão. Talvez seja algum amigo que venha me desejar Feliz Natal ou convidar para ir a algum lugar.(d) Hesito ainda um instante; ninguém pode pensar que eu esteja em casa a esta hora. Mas a buzina é insistente. Levanto-me com certo alvoroço, olho a rua, e sorrio; é um caminhão de lixo.

Está tão carregado, que nem se pode fechar; tão carregado como se trouxesse todo o lixo do ano que passou, todo o lixo da vida que se vai vivendo. Bonito presente de Natal!

O motorista buzina ainda algumas vezes, olhando uma janela do sobrado vizinho. Lembro-me de ter visto naquela janela uma jovem mulata de vermelho, sempre a cantarolar e espiar a rua. É certamente a ela quem procura o motorista retardatário; mas a janela permanece fechada e escura. Ele movimenta com violência seu grande carro negro e sujo; parte com ruído, estremecendo a rua.

Volto à minha paz, e ao meu uísque. Mas a frustração do lixeiro, e a minha também, quebraram o encanto solitário da noite de Natal. Fecho a casa e saio devagar; vou humildemente filar uma fatia de presunto e de alegria na casa de uma família amiga.

(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010. Adaptado.)

A língua tem uma função social; todos os textos possuem em comum uma finalidade específica: estabelecer uma situação comunicativa.

Considerando que a linguagem metafórica auxilia na compreensão de textos literários, bem como desperta a sensibilidade para distinguir o significado simbólico das palavras, assinale a afirmativa transcrita do texto que evidencia tal particularidade.

 

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2676199 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Natal

É noite de Natal, e estou sozinho na casa de um amigo, que foi para a fazenda. Mais tarde talvez saia. Mas vou me deixando ficar sozinho, numa confortável melancolia, na casa quieta e cômoda. Dou alguns telefonemas, abraço à distância alguns amigos. Essas poucas vozes, de homem e de mulher, que respondem alegremente à minha, são quentes, e me fazem bem. “Feliz Natal, muitas felicidades”; dizemos essas coisas simples com afetuoso calor; dizemos e creio que sentimos, e como sentimos, merecemos. Feliz Natal!

Desembrulho a garrafa que um amigo teve a lembrança de me mandar ontem; vou lá dentro, abro a geladeira, preparo um uísque, e venho me sentar no jardinzinho, perto das folhagens úmidas. Sinto-me bem, oferecendo-me este copo, na casa silenciosa, nessa noite de rua quieta. Este jardinzinho tem o encanto sábio e agreste da dona da casa que o formou. É um pequeno espaço folhudo e florido de cores, que parece respirar; tem a vida misteriosa das moitas perdidas, um gosto de roça, uma alegria meio caipira de verdes, vermelhos e amarelos.

Penso, sem saudade nem mágoa, no ano que passou. Há nele uma sombra dolorosa; evoco-a neste momento, sozinho, com uma espécie de religiosa emoção. Há também no fundo da paisagem escura e desarrumada desse ano, uma clara mancha de sol. Bebo silenciosamente a essas imagens da morte e da vida; dentro de mim elas são irmãs. Penso em outras pessoas. Sinto uma grande ternura pelas pessoas; sou um homem sozinho, numa noite quieta, junto de folhagens úmidas, bebendo gravemente em honra de muitas pessoas.

De repente um carro começa a buzinar com força, junto ao meu portão. Talvez seja algum amigo que venha me desejar Feliz Natal ou convidar para ir a algum lugar. Hesito ainda um instante; ninguém pode pensar que eu esteja em casa a esta hora. Mas a buzina é insistente. Levanto-me com certo alvoroço, olho a rua, e sorrio; é um caminhão de lixo.

Está tão carregado, que nem se pode fechar; tão carregado como se trouxesse todo o lixo do ano que passou, todo o lixo da vida que se vai vivendo. Bonito presente de Natal!

O motorista buzina ainda algumas vezes, olhando uma janela do sobrado vizinho. Lembro-me de ter visto naquela janela uma jovem mulata de vermelho, sempre a cantarolar e espiar a rua. É certamente a ela quem procura o motorista retardatário; mas a janela permanece fechada e escura. Ele movimenta com violência seu grande carro negro e sujo; parte com ruído, estremecendo a rua.

Volto à minha paz, e ao meu uísque. Mas a frustração do lixeiro, e a minha também, quebraram o encanto solitário da noite de Natal. Fecho a casa e saio devagar; vou humildemente filar uma fatia de presunto e de alegria na casa de uma família amiga.

(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010. Adaptado.)

Considerando que os advérbios qualificam verbos e intensificam o sentido de adjetivos e de outros advérbios, assinale a afirmativa transcrita do texto que NÃO exprime tal classe gramatical.

 

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2676198 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Natal

É noite de Natal, e estou sozinho na casa de um amigo, que foi para a fazenda. Mais tarde talvez saia. Mas vou me deixando ficar sozinho, numa confortável melancolia, na casa quieta e cômoda. Dou alguns telefonemas, abraço à distância alguns amigos. Essas poucas vozes, de homem e de mulher, que respondem alegremente à minha, são quentes, e me fazem bem. “Feliz Natal, muitas felicidades”; dizemos essas coisas simples com afetuoso calor; dizemos e creio que sentimos, e como sentimos, merecemos. Feliz Natal!

Desembrulho a garrafa que um amigo teve a lembrança de me mandar ontem; vou lá dentro, abro a geladeira, preparo um uísque, e venho me sentar no jardinzinho, perto das folhagens úmidas. Sinto-me bem, oferecendo-me este copo, na casa silenciosa, nessa noite de rua quieta. Este jardinzinho tem o encanto sábio e agreste da dona da casa que o formou. É um pequeno espaço folhudo e florido de cores, que parece respirar; tem a vida misteriosa das moitas perdidas, um gosto de roça, uma alegria meio caipira de verdes, vermelhos e amarelos.

Penso, sem saudade nem mágoa, no ano que passou. Há nele uma sombra dolorosa; evoco-a neste momento, sozinho, com uma espécie de religiosa emoção. Há também no fundo da paisagem escura e desarrumada desse ano, uma clara mancha de sol. Bebo silenciosamente a essas imagens da morte e da vida; dentro de mim elas são irmãs. Penso em outras pessoas. Sinto uma grande ternura pelas pessoas; sou um homem sozinho, numa noite quieta, junto de folhagens úmidas, bebendo gravemente em honra de muitas pessoas.

De repente um carro começa a buzinar com força, junto ao meu portão. Talvez seja algum amigo que venha me desejar Feliz Natal ou convidar para ir a algum lugar. Hesito ainda um instante; ninguém pode pensar que eu esteja em casa a esta hora. Mas a buzina é insistente. Levanto-me com certo alvoroço, olho a rua, e sorrio; é um caminhão de lixo.

Está tão carregado, que nem se pode fechar; tão carregado como se trouxesse todo o lixo do ano que passou, todo o lixo da vida que se vai vivendo. Bonito presente de Natal!

O motorista buzina ainda algumas vezes, olhando uma janela do sobrado vizinho. Lembro-me de ter visto naquela janela uma jovem mulata de vermelho, sempre a cantarolar e espiar a rua. É certamente a ela quem procura o motorista retardatário; mas a janela permanece fechada e escura. Ele movimenta com violência seu grande carro negro e sujo; parte com ruído, estremecendo a rua.

Volto à minha paz, e ao meu uísque. Mas a frustração do lixeiro, e a minha também, quebraram o encanto solitário da noite de Natal. Fecho a casa e saio devagar; vou humildemente filar uma fatia de presunto e de alegria na casa de uma família amiga.

(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010. Adaptado.)

No excerto “Penso, sem saudade nem mágoa, no ano que passou. Há nele uma sombra dolorosa; evoco-a neste momento, sozinho, com uma espécie de religiosa emoção. Há também no fundo da paisagem escura e desarrumada desse ano, uma clara mancha de sol.”, há uma referência ao tempo, ou seja, ao ano que passou.

É possível afirmar que o articulista se encontra:

 

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2676197 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Natal

É noite de Natal, e estou sozinho na casa de um amigo, que foi para a fazenda. Mais tarde talvez saia. Mas vou me deixando ficar sozinho, numa confortável melancolia, na casa quieta e cômoda. Dou alguns telefonemas, abraço à distância alguns amigos. Essas poucas vozes, de homem e de mulher, que respondem alegremente à minha, são quentes, e me fazem bem. “Feliz Natal, muitas felicidades”; dizemos essas coisas simples com afetuoso calor; dizemos e creio que sentimos, e como sentimos, merecemos. Feliz Natal!

Desembrulho a garrafa que um amigo teve a lembrança de me mandar ontem; vou lá dentro, abro a geladeira, preparo um uísque, e venho me sentar no jardinzinho, perto das folhagens úmidas. Sinto-me bem, oferecendo-me este copo, na casa silenciosa, nessa noite de rua quieta. Este jardinzinho tem o encanto sábio e agreste da dona da casa que o formou. É um pequeno espaço folhudo e florido de cores, que parece respirar; tem a vida misteriosa das moitas perdidas, um gosto de roça, uma alegria meio caipira de verdes, vermelhos e amarelos.

Penso, sem saudade nem mágoa, no ano que passou. Há nele uma sombra dolorosa; evoco-a neste momento, sozinho, com uma espécie de religiosa emoção. Há também no fundo da paisagem escura e desarrumada desse ano, uma clara mancha de sol. Bebo silenciosamente a essas imagens da morte e da vida; dentro de mim elas são irmãs. Penso em outras pessoas. Sinto uma grande ternura pelas pessoas; sou um homem sozinho, numa noite quieta, junto de folhagens úmidas, bebendo gravemente em honra de muitas pessoas.

De repente um carro começa a buzinar com força, junto ao meu portão. Talvez seja algum amigo que venha me desejar Feliz Natal ou convidar para ir a algum lugar. Hesito ainda um instante; ninguém pode pensar que eu esteja em casa a esta hora. Mas a buzina é insistente. Levanto-me com certo alvoroço, olho a rua, e sorrio; é um caminhão de lixo.

Está tão carregado, que nem se pode fechar; tão carregado como se trouxesse todo o lixo do ano que passou, todo o lixo da vida que se vai vivendo. Bonito presente de Natal!

O motorista buzina ainda algumas vezes, olhando uma janela do sobrado vizinho. Lembro-me de ter visto naquela janela uma jovem mulata de vermelho, sempre a cantarolar e espiar a rua. É certamente a ela quem procura o motorista retardatário; mas a janela permanece fechada e escura. Ele movimenta com violência seu grande carro negro e sujo; parte com ruído, estremecendo a rua.

Volto à minha paz, e ao meu uísque. Mas a frustração do lixeiro, e a minha também, quebraram o encanto solitário da noite de Natal. Fecho a casa e saio devagar; vou humildemente filar uma fatia de presunto e de alegria na casa de uma família amiga.

(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010. Adaptado.)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada expressa qualidade.

 

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2676196 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Natal

É noite de Natal, e estou sozinho na casa de um amigo, que foi para a fazenda. Mais tarde talvez saia. Mas vou me deixando ficar sozinho, numa confortável melancolia, na casa quieta e cômoda. Dou alguns telefonemas, abraço à distância alguns amigos. Essas poucas vozes, de homem e de mulher, que respondem alegremente à minha, são quentes, e me fazem bem. “Feliz Natal, muitas felicidades”; dizemos essas coisas simples com afetuoso calor; dizemos e creio que sentimos, e como sentimos, merecemos. Feliz Natal!

Desembrulho a garrafa que um amigo teve a lembrança de me mandar ontem; vou lá dentro, abro a geladeira, preparo um uísque, e venho me sentar no jardinzinho, perto das folhagens úmidas. Sinto-me bem, oferecendo-me este copo, na casa silenciosa, nessa noite de rua quieta. Este jardinzinho tem o encanto sábio e agreste da dona da casa que o formou. É um pequeno espaço folhudo e florido de cores, que parece respirar; tem a vida misteriosa das moitas perdidas, um gosto de roça, uma alegria meio caipira de verdes, vermelhos e amarelos.

Penso, sem saudade nem mágoa, no ano que passou. Há nele uma sombra dolorosa; evoco-a neste momento, sozinho, com uma espécie de religiosa emoção. Há também no fundo da paisagem escura e desarrumada desse ano, uma clara mancha de sol. Bebo silenciosamente a essas imagens da morte e da vida; dentro de mim elas são irmãs. Penso em outras pessoas. Sinto uma grande ternura pelas pessoas; sou um homem sozinho, numa noite quieta, junto de folhagens úmidas, bebendo gravemente em honra de muitas pessoas.

De repente um carro começa a buzinar com força, junto ao meu portão. Talvez seja algum amigo que venha me desejar Feliz Natal ou convidar para ir a algum lugar. Hesito ainda um instante; ninguém pode pensar que eu esteja em casa a esta hora. Mas a buzina é insistente. Levanto-me com certo alvoroço, olho a rua, e sorrio; é um caminhão de lixo.

Está tão carregado, que nem se pode fechar; tão carregado como se trouxesse todo o lixo do ano que passou, todo o lixo da vida que se vai vivendo. Bonito presente de Natal!

O motorista buzina ainda algumas vezes, olhando uma janela do sobrado vizinho. Lembro-me de ter visto naquela janela uma jovem mulata de vermelho, sempre a cantarolar e espiar a rua. É certamente a ela quem procura o motorista retardatário; mas a janela permanece fechada e escura. Ele movimenta com violência seu grande carro negro e sujo; parte com ruído, estremecendo a rua.

Volto à minha paz, e ao meu uísque. Mas a frustração do lixeiro, e a minha também, quebraram o encanto solitário da noite de Natal. Fecho a casa e saio devagar; vou humildemente filar uma fatia de presunto e de alegria na casa de uma família amiga.

(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010. Adaptado.)

Podemos inferir que nesse texto, o autor

 

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2676184 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Uso de máscaras volta a ser obrigatório nos transportes coletivos em São Paulo a partir de hoje

No primeiro dia do retorno da obrigatoriedade do uso de máscaras nos transportes coletivos da cidade de São Paulo, a adesão foi grande, mas não integral. “Só soube agora que a proteção voltou a ser exigida”, disse à CNN o montador Júlio Garcia. Na Estação de Metrô da Consolação, a todo momento o sistema de som avisava aos passageiros sobre a regra. As máscaras foram obrigatórias nos transportes coletivos de São Paulo por mais de dois anos, por causa da pandemia. Em setembro deste ano, houve a flexibilização da medida. Mas ela durou pouco mais de dois meses. A decisão pelo retorno da proteção foi para cumprir a recomendação do Conselho Gestor da Secretaria Estadual de Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, que indicou o uso em situações de maior risco de transmissão e para pessoas que fazem parte de grupos de risco.

(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/uso-de-mascarasvolta- a-ser- obrigatorio-

nos-transportes-coletivos-em-sao-paulo-apartir- de-hoje. Acesso em: 26/11/2022.)

Sobre a Covid-19, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) É uma infecção respiratória aguda causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, potencialmente grave, de elevada transmissibilidade e distribuição global.

( ) O SARS-CoV-2 é um betacoronavírus descoberto em amostras de lavado broncoalveolar obtidas de pacientes com pneumonia de causa desconhecida na cidade de Wuhan, província de Hubei, China, em dezembro de 2019.

( ) Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns em muitas espécies diferentes de animais; incluindo o homem, camelos, gados, gatos e morcegos.

A sequência está correta em

 

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2676183 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Considerando que são várias as fontes de energias existentes – fontes de energias primárias renováveis e não renováveis –, analise as afirmativas a seguir.

I. A energia solar é considerada uma fonte de energia primária e renovável.

II. O petróleo, apesar de ser uma fonte de energia primária, é considerado também renovável.

III. A energia nuclear é considerada uma fonte de energia não renovável.

IV. O calor do interior da Terra é considerado como energia geotérmica; porém, renovável.

Está correto o que se afirma apenas em

 

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2676182 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Genebra, 10 de junho de 2022 – A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) atualizou o seu portal de dados sobre a situação das pessoas refugiadas na Ucrânia. A guerra da Ucrânia causou uma das maiores crises de deslocamento forçado até hoje no mundo. Milhões de refugiados atravessaram para países vizinhos, e muitos se tornaram deslocados internos. O ACNUR tem respondido à medida que a situação evolui e que novos dados se tornam disponíveis. O portal apresenta agora o número estimado de pessoas refugiadas em 44 países em toda a Europa, bem como atualizações sobre os postos de fronteira da Ucrânia desde o dia 24 de fevereiro, movimentos de retorno à Ucrânia, e registros de solicitação de proteção temporária na Europa.

(Disponível em: https://www.acnur.org. Acesso em: 29/11/2022.)

Considerando a assistência humanitária prestada pela ONU em relação aos refugiados ucranianos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Fornece dinheiro às pessoas para o básico, como comida e aluguel.

( ) Entrega suprimentos de oeste para leste como, por exemplo, alimentos e lonas para casas danificadas por bombardeios.

( ) Fornece camas dobráveis para pessoas em abrigos antiaéreos.

A sequência está correta em

 

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2676181 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Aprovados relatórios parciais da apuração do 2º turno das Eleições 2022 para Presidente da República

Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, em sessão administrativa, os documentos referentes à apuração dos resultados para os cargos de Presidente e Vice- -Presidente da República no segundo turno das Eleições Gerais de 2022. Foram aprovados os relatórios parciais dos grupos de relatorias dos ministros Raul Araújo (Grupo 1); Carlos Horbach (Grupo 2); Ricardo Lewandowski (Grupo 3); Benedito Gonçalves (Grupo 5); e, Sérgio Banhos (Grupo 6), sem divergências e manifestações. Os relatórios foram acolhidos integralmente, uma vez que não foram registradas intercorrências, reclamações, impugnações ou inconsistências. Além disso, todos os requisitos legais foram devidamente cumpridos, conforme destacaram os relatores. Com tais decisões, resta agora somente a análise do relatório do Grupo 4, de relatoria da ministra Cármen Lúcia.

(Disponível em: https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2022/Novembro/aprova dos-relatorios- parciais-da-

apuracao-do-2o-turno-das-eleicoes-2022- para-presidente-da-republica. Acesso em: 22/11/2022. Adaptado.)

No Brasil foram presidentes eleitos no pelo voto direito, EXCETO:

 

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2676180 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Quando falamos sobre formas de governo, referimo-nos ao modo como um determinado governo organiza e divide seus poderes e, sobretudo, como aplica o poder sobre quem é governado. Com o passar dos tempos, as formas de governo sofreram mudanças e foram teorizadas por diferentes filósofos e teóricos políticos. Entre as formas mais conhecidas podemos citar: tirania; monarquia; democracia; república; principado; e, despotismo.

(Disponível em: Mundo Educação.)

Emmanuel Macron, Joe Biden e Vladimir Putin são presidentes dos respectivos países:

 

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