Foram encontradas 40 questões.
A imagem a seguir é um print de um vídeo do canal do YouTube Beto Ribeiro Canal Oficial. Ela mostra a manchete de uma reportagem
do Canal UOL.
Fonte: RIBEIRO, Beto. Bebê reborn – Por que tanta briga com a boneca? Mãe de reborn é mãe? Fantasia x Realidade. YouTube, 21 de maio de 2025. 40min16s. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Z0O8MV10NfQ. Acesso em: 24 jun. 2025.
Com relação à manchete “Bebê reborn chega ao Congresso com projetos sobre fura-fila e saúde mental”, considere as seguintes assertivas.
I- A manchete explora o sentido figurado, conotativo, pois um bebê reborn é um objeto. Ele seria incapaz de chegar ao Congresso com reivindicações.
II- A informatividade é importante nessa manchete, pois é necessário saber o que é um bebê reborn e a controvérsia que essas bonecas ultrarrealistas têm gerado na sociedade para atribuir-lhe sentido.
III- Há uma ambiguidade na manchete, que é um mero defeito da construção da linguagem, inviabilizando sua aceitabilidade. Logo, esta ambiguidade não acarreta nenhum efeito de sentido na manchete.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: RIBEIRO, Beto. Bebê reborn – Por que tanta briga com a boneca? Mãe de reborn é mãe? Fantasia x Realidade. YouTube, 21 de maio de 2025. 40min16s. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Z0O8MV10NfQ. Acesso em: 24 jun. 2025.
Com relação à manchete “Bebê reborn chega ao Congresso com projetos sobre fura-fila e saúde mental”, considere as seguintes assertivas.
I- A manchete explora o sentido figurado, conotativo, pois um bebê reborn é um objeto. Ele seria incapaz de chegar ao Congresso com reivindicações.
II- A informatividade é importante nessa manchete, pois é necessário saber o que é um bebê reborn e a controvérsia que essas bonecas ultrarrealistas têm gerado na sociedade para atribuir-lhe sentido.
III- Há uma ambiguidade na manchete, que é um mero defeito da construção da linguagem, inviabilizando sua aceitabilidade. Logo, esta ambiguidade não acarreta nenhum efeito de sentido na manchete.
É CORRETO o que se afirma em:
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Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DKKTSvDOFFH/?img_index=1. Acesso em: 24 jun. 2025.
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Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DKKTSvDOFFH/?img_index=1. Acesso em: 24 jun. 2025.
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RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO
Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04
Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela
sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.
Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um
animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.
Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não
foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em
humanos.
Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que
Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico.
"Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home
run".
Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era
adequado, disse Montgomery.
“A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele.
Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata
pela oportunidade de participar do procedimento inovador.
“Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de
diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.
“Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e
que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.
Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo
investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava
tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.
Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24
jun. 2025.
Observe o seguinte período composto e em seguida analise as assertivas sobre ele.

I- Aoração (1) é subordinada adverbial concessiva.
II- Aoração (2) é coordenada assindética.
III- Apalavra que na oração (3) é uma conjunção integrante.
IV- A oração (3) é subordinada substantiva completiva nominal.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO
Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04
Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela
sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.
Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um
animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.
Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não
foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em
humanos.
Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que
Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico.
"Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home
run".
Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era
adequado, disse Montgomery.
“A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele.
Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata
pela oportunidade de participar do procedimento inovador.
“Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de
diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.
“Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e
que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.
Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo
investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava
tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.
Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24
jun. 2025.
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RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO
Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04
Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela
sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.
Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um
animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.
Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não
foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em
humanos.
Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que
Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico.
"Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home
run".
Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era
adequado, disse Montgomery.
“A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele.
Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata
pela oportunidade de participar do procedimento inovador.
“Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de
diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.
“Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e
que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.
Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo
investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava
tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.
Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24
jun. 2025.
I- Apalavra xenotransplante é formada por derivação prefixal composta, pois apresenta dois prefixos: xeno e trans. II- As palavras explante e renal resultam do mesmo processo de formação. III- A palavra relacionada é formada por derivação parassintética. IV- A palavra redução é formada por derivação regressiva.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO
Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04
Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela
sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.
Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um
animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.
Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não
foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em
humanos.
Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que
Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico.
"Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home
run".
Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era
adequado, disse Montgomery.
“A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele.
Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata
pela oportunidade de participar do procedimento inovador.
“Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de
diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.
“Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e
que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.
Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo
investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava
tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.
Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24
jun. 2025.
I- No período "Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", o pronome demonstrativo em destaque tem como referente a expressão “130 dias”.
II- No período “[...] o explante não foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em humanos”, o pronome demonstrativo aqueles retoma anaforicamente o referente “órgãos”.
III- No período “'Tudo isso leva tempo', disse ele. 'Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home run'”, não é possível identificar no texto a que se referem as expressões em destaque, o que acarreta uma coesão problemática.
É CORRETO o que se afirma em:
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RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO
Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04
Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela
sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.
Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um
animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.
Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não
foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em
humanos.
Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que
Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico.
"Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home
run".
Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era
adequado, disse Montgomery.
“A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele.
Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata
pela oportunidade de participar do procedimento inovador.
“Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de
diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.
“Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e
que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.
Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo
investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava
tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.
Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24
jun. 2025.
I- O fato de Looney ter rejeitado o rim de porco significa o fracasso da técnica inovadora do xenotransplante. II- O fato de Looney ter comorbidades pode ter contribuído para a rejeição do órgão. III- Afunção renal de Looney piorou após ela ter rejeitado o rim de porco.
É CORRETO o que se afirma em:
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Conforme a BNCC, a análise linguística é uma prática de linguagem a ser desenvolvida nas aulas de Língua Portuguesa. Ela envolve
“[...] o conhecimento sobre a língua, sobre a norma-padrão e sobre as outras semioses, que se desenvolve transversalmente aos dois
eixos – leitura/escuta e produção oral, escrita e multissemiótica – e que envolve análise textual, gramatical, lexical, fonológica e das
materialidades das outras semioses” (Brasil, 2018, p. 15).
Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular:Ensino Fundamental. Brasília: Ministério da Educação, 2018.
Considerando este contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- O conhecimento sobre a norma-padrão faz parte do saber sobre a língua, mas não deve ser o carro-chefe do ensino de Língua Portuguesa.
PORQUE
II- O ensino de português deve priorizar o conhecimento sobre a língua em suas diversas semioses, implicando a análise textual, gramatical, lexical, fonológica e das materialidades dessas semioses.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular:Ensino Fundamental. Brasília: Ministério da Educação, 2018.
Considerando este contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- O conhecimento sobre a norma-padrão faz parte do saber sobre a língua, mas não deve ser o carro-chefe do ensino de Língua Portuguesa.
PORQUE
II- O ensino de português deve priorizar o conhecimento sobre a língua em suas diversas semioses, implicando a análise textual, gramatical, lexical, fonológica e das materialidades dessas semioses.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
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“A finalização da atividade [de escrita] não pode se satisfazer com a construção de representações fragmentárias justapostas, cada uma
correspondente a uma compreensão parcial eventualmente correta, mas sem articulação com o conjunto que lhes dá unidade e
coerência. [...] O problema, portanto, para todos os que se preocupam com aprendizagem e ensino, é tentar compreender esses desvios
ou insuficiências da conduta da atividade de leitura, para melhor preveni-los e corrigi-los” (Fayol, 2017, p. 25).
Fonte: FAYOL, Michel. Aquisição da escrita.Tradução de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola Editorial, 2014 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 45).
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