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Foram encontradas 40 questões.

3661688 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Morungaba-SP
Assinale a alternativa que contém a frase INCORRETA em relação à concordância nominal.
 

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3661687 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Morungaba-SP
Quanto à posição dos pronomes oblíquos átonos em relação ao verbo, pode ocorrer próclise se o pronome estiver antes do verbo, mesóclise se estiver intercalado com o verbo e ênclise se estiver depois do verbo. Assim, relacione cada frase à sua correta colocação pronominal.

I. Adiantei-me demais, por isso tive que ficar esperando.
II. Recusar-me-ei a tal atitude!
III. Quem te avisou sobre a mudança de local?

a) Ênclise
b) Próclise
c) Mesóclise I

Indique a alternativa que estabelece as relações corretamente.
 

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3661686 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Morungaba-SP
Marque a alternativa que preenche as lacunas a seguir conforme a regência verbal da língua portuguesa e o correto uso da crase:

O feirante oferecia os legumes ________ senhoras que passavam. Ele gritava ________ quatro ventos. Quem estava perto quase ensurdecia. Quem estava ________ distância ouvia em alto e bom som. ________ outros feirantes restava calar.
 

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3661685 Ano: 2025
Disciplina: Secretariado
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Morungaba-SP
Sobre documentos utilizados na redação oficial, analise as afirmativas abaixo e marque, posteriormente, a alternativa correta.

I. “Atenciosamente” é o fecho padrão em e-mails utilizados para comunicações oficiais.
II. Com o uso do e-mail, popularizou-se a abreviação “Att.”, que, portanto, pode ser utilizada em redação oficial.
III. Outros fechos, como “Abraços” e “Saudações”, apesar de amplamente usados, não são fechos oficiais.
 

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3661684 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Morungaba-SP
Assinale a alternativa em que a grafia da palavra está INCORRETA:
 

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3661683 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Morungaba-SP
Os advérbios são palavras que modificam o verbo, o adjetivo ou outro advérbio. Eles recebem a denominação da circunstância ou de outra ideia acessória que expressam. Na frase “Falou livremente para a plateia naquele dia.”, o advérbio destacado modifica “Falou” e é classificado como:
 

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3661682 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Morungaba-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Conversinha mineira



— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?

— Sei dizer não senhor: não tomo café.

— Você é dono do café, não sabe dizer?

— Ninguém tem reclamado dele não senhor.

— Então me dá café com leite, pão e manteiga.

— Café com leite só se for sem leite. — Não tem leite?

— Hoje, não senhor. — Por que hoje não?

— Porque hoje o leiteiro não veio.

— Ontem ele veio?

— Ontem não.

— Quando é que ele vem?

— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.


— Mas ali fora está escrito “Leiteria”!

— Ah, isso está, sim senhor.

— Quando é que tem leite?

— Quando o leiteiro vem.

— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?

— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?

— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?

— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.

— E há quanto tempo o senhor mora aqui?

— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.


— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?

— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.

— Para que Partido? — Para todos os Partidos, parece.

— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.

— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...

— E o Prefeito?

— Que é que tem o Prefeito?

— Que tal o Prefeito daqui?

— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.

— Que é que falam dele?

— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.

— Você, certamente, já tem candidato.

— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.

— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?

— Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...



SABINO, Fernando. Conversinha mineira. In: A mulher do vizinho. Editora do Autor, 1962, p. 144-146. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13152/conversinh a-mineira. Acesso em: 04 abr. 2025.

Em “Sei dizer não senhor: não tomo café.” e “Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.” O emprego de dois-pontos serve para:
 

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3661681 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Morungaba-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Conversinha mineira



— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?

— Sei dizer não senhor: não tomo café.

— Você é dono do café, não sabe dizer?

— Ninguém tem reclamado dele não senhor.

— Então me dá café com leite, pão e manteiga.

— Café com leite só se for sem leite. — Não tem leite?

— Hoje, não senhor. — Por que hoje não?

— Porque hoje o leiteiro não veio.

— Ontem ele veio?

— Ontem não.

— Quando é que ele vem?

— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.


— Mas ali fora está escrito “Leiteria”!

— Ah, isso está, sim senhor.

— Quando é que tem leite?

— Quando o leiteiro vem.

— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?

— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?

— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?

— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.

— E há quanto tempo o senhor mora aqui?

— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.


— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?

— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.

— Para que Partido? — Para todos os Partidos, parece.

— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.

— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...

— E o Prefeito?

— Que é que tem o Prefeito?

— Que tal o Prefeito daqui?

— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.

— Que é que falam dele?

— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.

— Você, certamente, já tem candidato.

— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.

— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?

— Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...



SABINO, Fernando. Conversinha mineira. In: A mulher do vizinho. Editora do Autor, 1962, p. 144-146. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13152/conversinh a-mineira. Acesso em: 04 abr. 2025.

Considerando-se que o radical é a parte da estrutura de uma palavra que contém seu significado básico, as palavras “leiteria” e “coalhada”, presentes no texto, são formadas por qual dos processos abaixo descritos?
 

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3661680 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Morungaba-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Conversinha mineira



— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?

— Sei dizer não senhor: não tomo café.

— Você é dono do café, não sabe dizer?

— Ninguém tem reclamado dele não senhor.

— Então me dá café com leite, pão e manteiga.

— Café com leite só se for sem leite. — Não tem leite?

— Hoje, não senhor. — Por que hoje não?

— Porque hoje o leiteiro não veio.

— Ontem ele veio?

— Ontem não.

— Quando é que ele vem?

— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.


— Mas ali fora está escrito “Leiteria”!

— Ah, isso está, sim senhor.

— Quando é que tem leite?

— Quando o leiteiro vem.

— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?

— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?

— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?

— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.

— E há quanto tempo o senhor mora aqui?

— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.


— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?

— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.

— Para que Partido? — Para todos os Partidos, parece.

— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.

— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...

— E o Prefeito?

— Que é que tem o Prefeito?

— Que tal o Prefeito daqui?

— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.

— Que é que falam dele?

— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.

— Você, certamente, já tem candidato.

— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.

— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?

— Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...



SABINO, Fernando. Conversinha mineira. In: A mulher do vizinho. Editora do Autor, 1962, p. 144-146. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13152/conversinh a-mineira. Acesso em: 04 abr. 2025.

Em relação à expressão destacada no trecho “O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.”, analise as afirmativas e marque-as como verdadeiras (V) ou falsas (F). Em seguida, marque a alternativa correta.

( ) “tal e qual”, no contexto, pode ser corretamente substituído, sem prejuízo do sentido, por “exatamente como”.
( ) Para que a frase tivesse sentido oposto, “tal e qual” poderia ser substituído por “diferente do que”.
( ) O personagem utiliza “tal e qual”, mas poderia ter usado a expressão “cada qual” com o mesmo sentido.
 

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3661679 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Morungaba-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Conversinha mineira



— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?

— Sei dizer não senhor: não tomo café.

— Você é dono do café, não sabe dizer?

— Ninguém tem reclamado dele não senhor.

— Então me dá café com leite, pão e manteiga.

— Café com leite só se for sem leite. — Não tem leite?

— Hoje, não senhor. — Por que hoje não?

— Porque hoje o leiteiro não veio.

— Ontem ele veio?

— Ontem não.

— Quando é que ele vem?

— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.


— Mas ali fora está escrito “Leiteria”!

— Ah, isso está, sim senhor.

— Quando é que tem leite?

— Quando o leiteiro vem.

— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?

— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?

— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?

— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.

— E há quanto tempo o senhor mora aqui?

— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.


— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?

— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.

— Para que Partido? — Para todos os Partidos, parece.

— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.

— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...

— E o Prefeito?

— Que é que tem o Prefeito?

— Que tal o Prefeito daqui?

— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.

— Que é que falam dele?

— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.

— Você, certamente, já tem candidato.

— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.

— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?

— Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí...



SABINO, Fernando. Conversinha mineira. In: A mulher do vizinho. Editora do Autor, 1962, p. 144-146. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13152/conversinh a-mineira. Acesso em: 04 abr. 2025.

No texto de Fernando Sabino, as respostas do dono do café demonstram que ele é desatento em relação ao que acontece em seu entorno. Qual dos trechos transcritos a seguir melhor serve para confirmar esse julgamento sobre o personagem?
 

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