Foram encontradas 40 questões.
4274303
Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Morro Redondo-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Morro Redondo-RS
Provas:
Analise o texto que segue, com base no
Regime Jurídico dos Servidores Públicos:
Poderá ser concedida licença ao servidor, efetivo ou comissionado, por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, pai, mãe, filho, ou pessoa que viva às suas expensas, mediante comprovação médica do profissional responsável pelo paciente.
Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
Poderá ser concedida licença ao servidor, efetivo ou comissionado, por motivo de doença do cônjuge ou companheiro, pai, mãe, filho, ou pessoa que viva às suas expensas, mediante comprovação médica do profissional responsável pelo paciente.
Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
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4274302
Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Morro Redondo-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Morro Redondo-RS
Provas:
Analise as assertivas que seguem acerca do
direito de petição, conforme o Regime Jurídico dos
Servidores Públicos:
I. É assegurado ao servidor o direito de requerer, pedir reconsideração, recorrer e representar, em defesa de direito ou de interesse legítimo.
II. As petições, salvo determinação expressa em lei ou regulamento, serão dirigidas ao Prefeito Municipal e terão decisão final no prazo de trinta dias.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
I. É assegurado ao servidor o direito de requerer, pedir reconsideração, recorrer e representar, em defesa de direito ou de interesse legítimo.
II. As petições, salvo determinação expressa em lei ou regulamento, serão dirigidas ao Prefeito Municipal e terão decisão final no prazo de trinta dias.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
( ) A palavra infraestrutura é formada pelo processo de composição por aglutinação, visto que houve a fusão de dois radicais sem perda de elementos mórficos.
( ) No vocábulo ingresso, o elemento in- atua como prefixo de valor negativo ou privativo, indicando a negação do ato de progredir na instituição.
() O elemento mórfico estud- constitui o radical do vocábulo estudos, mantendo-se invariável em termos cognatos da mesma família.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
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Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
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Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
I. O termo No Brasil cumpre a função de adjunto adverbial, encontrando-se deslocado para o início da oração.
II. O verbo assume atua como transitivo indireto, introduzindo um objeto indireto encabeçado pelo vocábulo mais na função de conectivo prepositivo.
III.O núcleo do sujeito da oração é o substantivo problema, sendo o termo esse classificado sintaticamente como adjunto adnominal.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
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Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
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Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
I. A caracterização da evasão enquanto fenômeno multifacetado pressupõe o abandono de abordagens unidimensionais, exigindo a articulação de variáveis individuais, institucionais e contextuais para a formulação de diagnósticos e políticas de permanência eficazes.
II. A evasão no contexto brasileiro apresenta contornos de elevada complexidade em virtude da articulação entre dinâmicas individuaiseasdisparidades socioeconômicas e regionais que estruturam o país.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Tipos de evasão no ensino superior
A evasão no ensino superior é um fenômeno
amplamente reconhecido como um dos maiores desafios
enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas
educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema
assume proporções ainda mais preocupantes, dada a
complexidade das desigualdades sociais, econômicas e
regionais que caracterizam o país. A literatura
especializada converge para a ideia de que a evasão é um
fenômeno multifacetado, envolvendo interações
dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e
contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na
diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes
que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e
metodológicas robustas para sua compreensão.
A análise dos tipos de evasão revela que diferentes
formas de abandono ou migração no ensino superior
estão associadas a causas específicas, que demandam
intervenções igualmente específicas. A evasão de curso
pode estar relacionada a questões vocacionais ou
acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir
insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores
oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica,
considerada a mais grave, indica uma desistência completa
do sistema educacional superior e está frequentemente
associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.
Diante desse cenário, torna-se essencial
compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao
longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como
granularidade (curso, instituição e sistema) e
temporalidade (imediata, temporária e definitiva),
juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas
dimensões permitem uma caracterização mais precisa do
fenômeno, superando as limitações das abordagens
tradicionais que tratam a evasão como um evento
uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão
no contexto brasileiro é fundamental para identificar os
fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas
taxas de abandono no ensino superior.
Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão
no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma
genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno
específico está se referindo. A esmagadora maioria das
pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns
casos, da evasão de instituição) devido à restrição de
acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente
explicitada de forma sistemática. Como resultado,
fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma
denominação, dificultando a comparação entre estudos e
a acumulação de conhecimento no campo.
Nesse contexto, a construção de uma tipologia de
evasão constitui uma contribuição relevante ao propor
uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao
distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia
permite que pesquisas empíricas explicitem com maior
clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada,
aumentando a comparabilidade entre estudos que
investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo,
evitando a comparação indevida entre resultados que se
referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um
esforço de uniformização conceitual que contribui para
maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no
ensino superior.
Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um
arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases
empíricas e acomodar outras dimensões e recortes
analíticos relevantes, como forma de ingresso;
participação em programas específicos; recortes de raça,
gênero e origem geográfica; bem como a crescente
diferenciação institucional associada à expansão e à
mercantilização da oferta de ensino superior, já que é
possível calcular indicadores para cada uma dessas
perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões
sejam incorporadas de forma explícita à análise, a
tipologia entrega maior transparência na especificação do
objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação
entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.
Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino
superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc.,
Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
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