Foram encontradas 50 questões.
Leia o texto a seguir e responda a questão.
Camila participou de um encontro de educadores promovido pela Secretaria de Educação de sua cidade. Vários temas foram abordados, todos voltados para “o desenvolvimento integral da criança e o trabalho pedagógico”. Entre os referidos temas, um dedicou-se à educação inclusiva e outro à educação integral e à escola de tempo integral.
Já o segundo tema, educação integral e escola de tempo integral, teve como suporte teórico o texto de Gonçalves (2006). Esse autor, citando Hora e Coelho, afirma: “Entendemos Educação Integral dentro de uma concepção crítico-emancipadora em educação. Na prática, ela eclode como um amplo conjunto de atividades diversificadas que, integrando e integradas ao currículo escolar, possibilitam uma formação mais completa ao ser humano. Nesse sentido, essas atividades constituem-se por práticas que incluem os conhecimentos gerais; a cultura; as artes; a saúde; os esportes e o trabalho”. Contudo, dizem os autores citados por Gonçalves, para que se complete essa formação de modo crítico-emancipador, é necessário que essas práticas sejam trabalhadas em uma perspectiva político-filosófica crítica e
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Camila participou de um encontro de educadores promovido pela Secretaria de Educação de sua cidade. Vários temas foram abordados, todos voltados para “o desenvolvimento integral da criança e o trabalho pedagógico”. Entre os referidos temas, um dedicou-se à educação inclusiva e outro à educação integral e à escola de tempo integral.
Quanto ao primeiro tema, educação inclusiva, a obra de Sassaki Construindo uma sociedade para todos (1997) foi adotada como referência teórica. De acordo com o autor, cabe à sociedade modificar-se para incluir todas as pessoas, atendendo às necessidades de seus membros e, assim, equiparando oportunidades para todos. No caso específico da educação, Sassaki cita Kunc: “A educação inclusiva representa um passo muito concreto e manejável que pode ser dado em nossos sistemas escolares para assegurar que todos os estudantes comecem a aprender que o é um direito, não um status privilegiado que deva ser conquistado”.
Assinale a alternativa que preenche a lacuna e completa de forma adequada o texto.
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Joana é aluna do curso de Pedagogia. Em uma aula da disciplina Psicologia da Infância, o tema foi “o desenvolvimento integral da criança e o trabalho pedagógico”; a obra de Bassedas, Huguet e Solé (1999) foi adotada como suporte teórico. Dessa obra, o professor retirou o seguinte trecho para ser debatido pelos alunos: “Entender o processo de desenvolvimento a partir da perspectiva construtivista tem repercussões no momento de intervir e planejar como professores no processo de aprendizagem dos alunos”. Partindo dessa perspectiva, entre os aspectos a serem ressaltados, o professor pontuou que desenvolvimento e aprendizagem são processos indissociáveis e é precisamente a aprendizagem, em algumas condições determinadas, que permitirá o desenvolvimento. Dessa forma, segundo as autoras da obra, entre as implicações educativas, está a de não esperar que a criança amadureça para
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Ao estudar para o concurso de Auxiliar de Desenvolvimento Infantil, promovido pela prefeitura de Mogi das Cruzes, Anderson leu a obra de Veiga (1999). Entre os textos nela constantes, chamou-lhe a atenção o intitulado “Perspectivas para reflexão em torno do Projeto Político- -Pedagógico”. Neste, aprendeu que “Construir um projeto pedagógico significa enfrentar o desafio da mudança e da transformação, tanto na forma como a escola organiza seu processo de trabalho pedagógico como na gestão que é exercida pelos interessados (...)”. Completando esse pensamento, a autora afirma, no mesmo texto, que essa perspectiva implica
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Maria Eveline Pinheiro (in Veiga, 1998) afirma que “Muito se tem criticado e buscado a superação dos currículos que apresentam seus componentes curriculares como elementos estanques, determinando características independentes para os objetivos de ensino e de aprendizagem. Se o trabalho escolar tende a ser organizado de acordo com referenciais isolados, baseados, inicialmente, nas características de cada componente curricular, pode-se observar que, na sua aplicação, questões do cotidiano, relacionadas ao aprendizado e às características derivadas do contexto, tendem também a ser resolvidas isoladamente [...]”. Dessa situação, comenta Pinheiro, “Resulta, para o aluno, uma concepção fragmentada do trabalho escolar, de acordo com as características da matéria ou do professor (...)”. Para finalizar, ela pontua que a concepção que o aluno constrói do trabalho escolar fica sem relação com
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Ao finalizar sua apresentação e com base na obra citada (Mantoan, 2015), a palestrante comentou que “Se o que pretendemos é que a escola seja inclusiva, é urgente que seus planos se redefinam para uma educação voltada para a cidadania global, plena, livre de preconceitos e que reconhece e valoriza as diferenças (...) As creches e escolas de educação infantil, dentro de sua atual e reconhecida função de cuidar e educar, não podem mais deixar de receber crianças PNEE [portadores de necessidades educativas especiais], a partir de zero ano (...), oferecendo-lhes cuidados diários que favoreçam sua estimulação precoce, sem prejuízo dos atendimentos clínicos individualizados”. E concluiu, fundamentando-se na mesma obra, que, se tais cuidados não forem realizados no mesmo ambiente, eles devem ser
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Helenice, auxiliar de desenvolvimento infantil em um município paulista, inscreveu-se em uma palestra sobre a inclusão e o trabalho nas diferentes áreas de conhecimento, proferida por Maria Teresa Mantoan. Nessa ocasião, para dar sustentação a seu pensamento, Mantoan citou uma de suas obras, Inclusão escolar: O que é? Por quê? Como fazer? (2015).
Nessa mesma ocasião, a palestrante afirmou que “O tempo de aprender é o das séries escolares, porque é necessário hierarquizar a complexidade do conhecimento, sequenciar as etapas de sua aprendizagem, mesmo sendo este o básico, o elementar do saber. Também às disciplinas é atribuída uma escala de valores, em que a Matemática reina absoluta, como a mais importante e poderosa, enquanto as Artes e a Educação Física quase sempre estão lá para trás. O erro tem de ser banido, pois o que é ‘passado’ aos alunos pelo professor é uma verdade pronta, absoluta e imutável” (Mantoan, 2015). Dando continuidade à afirmação feita, Mantoan comentou que, nessas condições, são reprovados os alunos “(...) que tentam transformar tal verdade ou
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Helenice, auxiliar de desenvolvimento infantil em um município paulista, inscreveu-se em uma palestra sobre a inclusão e o trabalho nas diferentes áreas de conhecimento, proferida por Maria Teresa Mantoan. Nessa ocasião, para dar sustentação a seu pensamento, Mantoan citou uma de suas obras, Inclusão escolar: O que é? Por quê? Como fazer? (2015).
Logo no início da exposição, com apoio na referida obra, Mantoan afirmou: “É certo que o ensino básico, como um todo, é prisioneiro da transmissão dos conhecimentos acadêmicos, e os alunos, de sua reprodução, nas aulas e nas provas. A divisão do currículo em disciplinas como Matemática, Língua Portuguesa e outras fragmenta e especializa os saberes e faz de cada matéria escolar um fim em si mesmo, e não um dos meios de que dispomos para esclarecer o mundo em que vivemos (...)”. A seguir, Mantoan completou o pensamento da citação, acrescentando que as disciplinas trabalhadas também devem ser meios para
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Tomando como referência as informações a seguir, responda a questão.
Visando propor um planejamento e alcançar o máximo possível de crianças de 0 a 6 anos, com ou sem deficiência, e buscando contar com a plena cooperação de professores, e de todos que trabalham com crianças nas escolas de primeira infância, tais como creches e abrigos, Laura Tisi escreveu a obra “Estimulação precoce para bebês” (2010).
Conforme Tisi, uma das finalidades da referida obra consiste em proporcionar técnicas de facilitação de movimento e postura até
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Tomando como referência as informações a seguir, responda a questão.
Visando propor um planejamento e alcançar o máximo possível de crianças de 0 a 6 anos, com ou sem deficiência, e buscando contar com a plena cooperação de professores, e de todos que trabalham com crianças nas escolas de primeira infância, tais como creches e abrigos, Laura Tisi escreveu a obra “Estimulação precoce para bebês” (2010).
Segundo a obra citada, cabe ao educador que trabalha com crianças de 0 a 6 anos investir no pleno desenvolvimento da criança, etapa por etapa, tendo em vista
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