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Foram encontradas 60 questões.

2431272 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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De acordo com Pressman, o processo de desenvolvimento de software pode ser visualizado por meio de cinco atividades, das quais duas são descritas a seguir.
I - Combina geração de código, manual ou automática, e os testes necessários para revelar erros no código.
II - Combina a criação de modelos que permitam ao desenvolvedor e ao cliente, entender melhor os requisitos do software e o projeto que vai satisfazer a esses requisitos.
As atividades descritas são denominadas, respectivamente:
 

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2431244 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ

TEXTO 1:

Será que sou bobo?
Walcyr Carrasco

Ando perdido em uma selva de palavras. Existem termos destinados a dar a impressão de que algo não é exatamente o que é. Ou para botar verniz sobre uma atividade banal. Já estão, sim, incorporados no vocabulário. Servem para dar uma impressão enganosa. E também para ajudar as pessoas a parecer inteligentes e chiques porque parecem difíceis. Resolvi desvendar algumas dessas armadilhas verbais.

Seminovo — Já não se fala em carro usado, mas em seminovo. Vendedores adorarn. O termo sugere que o carro não é tão velho assim, mesmo que se trate de uma Brasília sem motor. Ou que o câmbio saia na mão do comprador logo depois da primeira curva. E pura técnica de vendas. Vou guardá-lo para elogiar uma amiga que fez plástica. Talvez ela adore ouvir que está “seminova”. Mas talvez...

Sale — É a boa e velha liquidação. As lojas dos shoppings devem achar liquidação muito chula. Anunciam em inglês. Sale quer dizer que o estoque encalhou. A grife está liquidando, sim! Não se envergonhe de pedir mais descontos. Pode ser que não seja chique, mas aproveite.

Loft — Quando o loft surgiu, nos Estados Unidos, era uma moradia instalada em antigos galpões industriais. Sempre enorme e sem paredes divisórias. Vejo anúncios de lofts a torto e a direito. A maioria corresponde a um antigo conjugado. Só não tem paredes, para lembrar seu similar americano. É preciso ser compreensivo. Qualquer um prefere dizer que está morando em um loft a dizer em uma quitinete de luxo.

Cult — Não aguento mais ouvir falar que alguma porcaria é cult. O cult é o brega que ganhou status. O negócio é o seguinte: um bando de intelectuais adora assistir a filmes de terceira, programas de televisão populares e afins. Mas um intelectual não pode revelar que gosta de algo considerado brega. Então diz que é cult. Assim, se pode divertir com bobagens, como qualquer ser humano normal, sem deixar de parecer inteligente. Como conceito, próximo do cult está o trash. E o lixo elogiado. Trash é muito usado para filmes de terror. Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo. Ergue o nariz e diz que é trash. Depois, agarra um saquinho de pipoca, senta na primeira fila e grita a cada vez que o Jason ergue o machado.

Workshop — E uma espécie de curso intensivo. Existem os bons. Mas o termo se presta a muita empulhação. Pois, ao contrário dos cursos, no workshop ninguém tem a obrigação de aprender alguma coisa específica. Basta participar. Muitas vezes botam um sujeito famoso para dar palestras durante dois dias seguidos. Há alunos que chegam a roncar na sala. Depois fazem bonito dizendo que participaram de um workshop com fulano ou beltrano. A palavra é imponente, não é?

Releitura — Ninguém, no meio artístico ou gastronômico, consegue sobreviver sem usar essa palavra. Está em moda. Fala-se em releitura de tudo: de músicas, de receitas, de livros. Em culinária, releitura serve para falar de alguém que achou uma receita antiga e lhe deu um toque pessoal. Críticos culinários e donos de restaurantes badalados adoram falar em cardápios com releitura disso e daquilo. Ora, um cozinheiro não bota seu tempero até na feijoada? Isso é releitura? Então minha avó fazia releitura e não sabia, coitada. O caso fica mais complicado em outras áreas. Fazer uma releitura de uma história não é disfarçar falta de ideia? Claro que existem casos e casos. Mas que releitura serve para disfarçar cópia e plágio, serve. Seria mais honesto dizer “adaptado de...” ou “inspirado em...”, como faziam antes.

Daria para escrever um livro inteiro a respeito. Fico arrepiado quando alguém vem com uma conversa abarrotada de termos como esses. Parece que vão me passar a perna. Ou a culpa é minha, e não sou capaz de entender a profundidade da conversa. Nessas horas, fico pensando: será que sou bobo? Ou tem gente esperta demais?

(CARRASCO, Walcyr. In: SILVA, Carmem Lucia da & SILVA, Nilson Joaquim da. (orgs.)

Lições de Gramática para quem gosta de Literatura. São Paulo: Panda Books, 2007. p. 77-79.)

A crônica de Walcyr Carrasco é construída a partir da seguinte premissa:

 

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2431090 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Na construção de um programa Java, deve-se seguir diversas regras. Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir.
I - Todo arquivo Java pode ter a extensão .java escrita com letras minúsculas ou maiúsculas. Um arquivo com extensão .Java constitui um arquivo Java.
II - Um arquivo Java pode conter várias classes. Entretanto, somente uma deles deve ser rotulada como public.
III - Cada classe em um arquivo Java poderá ter diversos atributos e métodos. A classe pública terá que ser suprida, obrigatoriamente, por um método público chamado main.
Está correto APENAS o que se afirma na seguinte alternativa:
 

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2430323 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Analise a função recursiva abaixo, codificada na linguagem de programação Pascal.
Enunciado 2789329-1
Após a execução, os valores de B, X e W serão, respectivamente:
 

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2430269 Ano: 2012
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Embora o Linux possua várias interfaces gráficas de usuários amigáveis como KDE, ainda assim requer que se faça uso da linha de comando. Os comandos do Linux podem ser internos - a um determinado shell, não ao sistema operacional, e externos – programas utilitários armazenados em disco. Um dos shells mais utilizados e disponíveis para o Linux é conhecido por:
 

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2429653 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ

TEXTO 1:

Será que sou bobo?
Walcyr Carrasco

Ando perdido em uma selva de palavras. Existem termos destinados a dar a impressão de que algo não é exatamente o que é. Ou para botar verniz sobre uma atividade banal. Já estão, sim, incorporados no vocabulário. Servem para dar uma impressão enganosa. E também para ajudar as pessoas a parecer inteligentes e chiques porque parecem difíceis. Resolvi desvendar algumas dessas armadilhas verbais.

Seminovo — Já não se fala em carro usado, mas em seminovo. Vendedores adorarn. O termo sugere que o carro não é tão velho assim, mesmo que se trate de uma Brasília sem motor. Ou que o câmbio saia na mão do comprador logo depois da primeira curva. E pura técnica de vendas. Vou guardá-lo para elogiar uma amiga que fez plástica. Talvez ela adore ouvir que está “seminova”. Mas talvez...

Sale — É a boa e velha liquidação. As lojas dos shoppings devem achar liquidação muito chula. Anunciam em inglês. Sale quer dizer que o estoque encalhou. A grife está liquidando, sim! Não se envergonhe de pedir mais descontos. Pode ser que não seja chique, mas aproveite.

Loft — Quando o loft surgiu, nos Estados Unidos, era uma moradia instalada em antigos galpões industriais. Sempre enorme e sem paredes divisórias. Vejo anúncios de lofts a torto e a direito. A maioria corresponde a um antigo conjugado. Só não tem paredes, para lembrar seu similar americano. É preciso ser compreensivo. Qualquer um prefere dizer que está morando em um loft a dizer em uma quitinete de luxo.

Cult — Não aguento mais ouvir falar que alguma porcaria é cult. O cult é o brega que ganhou status. O negócio é o seguinte: um bando de intelectuais adora assistir a filmes de terceira, programas de televisão populares e afins. Mas um intelectual não pode revelar que gosta de algo considerado brega. Então diz que é cult. Assim, se pode divertir com bobagens, como qualquer ser humano normal, sem deixar de parecer inteligente. Como conceito, próximo do cult está o trash. E o lixo elogiado. Trash é muito usado para filmes de terror. Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo. Ergue o nariz e diz que é trash. Depois, agarra um saquinho de pipoca, senta na primeira fila e grita a cada vez que o Jason ergue o machado.

Workshop — E uma espécie de curso intensivo. Existem os bons. Mas o termo se presta a muita empulhação. Pois, ao contrário dos cursos, no workshop ninguém tem a obrigação de aprender alguma coisa específica. Basta participar. Muitas vezes botam um sujeito famoso para dar palestras durante dois dias seguidos. Há alunos que chegam a roncar na sala. Depois fazem bonito dizendo que participaram de um workshop com fulano ou beltrano. A palavra é imponente, não é?

Releitura — Ninguém, no meio artístico ou gastronômico, consegue sobreviver sem usar essa palavra. Está em moda. Fala-se em releitura de tudo: de músicas, de receitas, de livros. Em culinária, releitura serve para falar de alguém que achou uma receita antiga e lhe deu um toque pessoal. Críticos culinários e donos de restaurantes badalados adoram falar em cardápios com releitura disso e daquilo. Ora, um cozinheiro não bota seu tempero até na feijoada? Isso é releitura? Então minha avó fazia releitura e não sabia, coitada. O caso fica mais complicado em outras áreas. Fazer uma releitura de uma história não é disfarçar falta de ideia? Claro que existem casos e casos. Mas que releitura serve para disfarçar cópia e plágio, serve. Seria mais honesto dizer “adaptado de...” ou “inspirado em...”, como faziam antes.

Daria para escrever um livro inteiro a respeito. Fico arrepiado quando alguém vem com uma conversa abarrotada de termos como esses. Parece que vão me passar a perna. Ou a culpa é minha, e não sou capaz de entender a profundidade da conversa. Nessas horas, fico pensando: será que sou bobo? Ou tem gente esperta demais?

(CARRASCO, Walcyr. In: SILVA, Carmem Lucia da & SILVA, Nilson Joaquim da. (orgs.)

Lições de Gramática para quem gosta de Literatura. São Paulo: Panda Books, 2007. p. 77-79.)

As classes gramaticais das palavras grifadas foram corretamente identificadas em quase todas as alternativas, EXCETO EM UMA. Assinale-a:

 

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2429002 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Existem oito tipos interno em Java, também denominados tipos primitivos. Destes, dois são descritos a seguir.
I - Tipo de dado que suporta números de 32 bits, com sinal, em complemento de dois. Pode armazenar valores no intervalo de -21474883648 a 2147482647.
II - Tipo de dado que armazena valores sem sinal, em 16 bits. Podem ser representados dados de caracteres ou máscara de bit e foi construído para armazenar caracteres Unicode.
Esses tipos de dados são conhecidos, respectivamente, como:
 

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2428591 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
Provas:
Independente do seu domínio de enfoque, a engenharia de sistemas abrange uma coleção de métodos descendentes e ascendentes para navegar na hierarquia mostrada na figura abaixo.
Enunciado 2761753-1
As visões identificadas por I, II, III e IV são conhecidas, respectivamente, por:
 

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2428173 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
Provas:
No que diz aos meios de transmissão empregados na implementação de redes de computadores, a norma ANSI/ TIA-568-C.2 trata do cabeamento de telecomunicações em par balanceado, enquanto que a ANSI/TIA-568-C.3 trata dos componentes de cabeamento em fibra ótica. Nesse sentido, observe a figura abaixo, que ilustra um conector miniaturizado, que vem crescendo em popularidade, particularmente para utilizado em fibras ópticas monomodo, sendo mais comumente usado em transceivers 10 Gigabit Ethernet.
Enunciado 2755917-1
Esse conector é conhecido pela sigla:
 

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2428170 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
Provas:
O ciclo de vida de um sistema de informações consiste em um conjunto de fases necessárias ao desenvolvimento. Na última fase, existem quatro tipos de manutenção, das quais duas são caracterizadas a seguir.
I - Tem por objetivo evitar problemas futuros ou melhorar o estado atual, particularmente sua confiabilidade e robustez. Um exemplo de ação que pode ser feita é a compactação do banco de dados ou de algumas tabelas, de modo a reduzir o espaço ocupado por este e evitar a fragmentação de dados.
II - Tem por objetivo eliminar erros que não foram detectados durante a fase de desenvolvimento e teste do sistema. Um exemplo de possível erro de implementação e a gravação em arquivos sem que se previsto a possibilidade do arquivo de destino ser do tipo read only ou ficar cheio durante o processo.
Os tipos de manutenção são denominados, respectivamente:
 

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