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Em uma cidade, para cada 7 habitantes, há 6 linhas telefônicas ativas. Se 202 linhas telefônicas forem desativadas, então para cada 6 habitantes haverá 5 linhas telefônicas ativas. O número de habitantes dessa cidade é
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Um certo produto custa R$ 40 a mais na loja X do que na loja Y. Se, para esse produto, a loja X oferecer um desconto de R$ 151 e a loja Y oferecer um desconto de 15%, os preços cobrados nas duas lojas passarão a ser o mesmo. O preço desse produto, sem o desconto, na loja X, está compreendido entre
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Uma prefeitura recebeu 488 livros de português e 528 livros de matemática e pretende distribuir todos esses livros para o maior número possível de escolas, de maneira que, cada escola, receba o mesmo número de livros de português e o mesmo número de livros de matemática. Nessa distribuição, o total de escolas beneficiadas será
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Um encontro de corredores contou com a participação de certo número de equipes, que participaram de quatro corridas, com cada pessoa correndo apenas uma vez. Na primeira corrida, participaram 3 corredores de cada equipe e, na segunda corrida, participaram 8 corredores de cada equipe. Na terceira corrida, participaram, da metade das equipes, 5 corredores por equipe, e, da outra metade, 6 corredores por equipe. A última corrida contou com a participação das 90 pessoas que ainda não tinham corrido. Se o número de corredores na primeira corrida excedeu o número de corredores da quarta corrida em 18, o total de corredores que participaram desse encontro foi
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23 DE JUNHO Passei no açougue para comprar meio quilo de carne para bife. Os preços era 24 e 28. Fiquei nervosa com a diferença dos preços. O açougueiro explicou-me que o filé é mais caro. Pensei na desventura da vaca, a escrava do homem. Que passa a existência no mato, se alimenta com vegetais, gosta de sal mas o homem não dá porque custa caro. Depois de morta é dividida. Tabelada e selecionada. E morre quando o homem quer. Em vida dá dinheiro ao homem. E morta enriquece o homem. Enfim, o mundo é como o branco quer. Eu não sou branca, não tenho nada com estas desorganizações.
(Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada)
O trecho do texto – Que passa a existência no mato, se alimenta com vegetais, gosta de sal mas o homem não dá porque custa caro. – mantém o sentido original substituindo-se as conjunções destacadas e fazendo-se a pontuação de acordo com a norma-padrão em:
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23 DE JUNHO Passei no açougue para comprar meio quilo de carne para bife. Os preços era 24 e 28. Fiquei nervosa com a diferença dos preços. O açougueiro explicou-me que o filé é mais caro. Pensei na desventura da vaca, a escrava do homem. Que passa a existência no mato, se alimenta com vegetais, gosta de sal mas o homem não dá porque custa caro. Depois de morta é dividida. Tabelada e selecionada. E morre quando o homem quer. Em vida dá dinheiro ao homem. E morta enriquece o homem. Enfim, o mundo é como o branco quer. Eu não sou branca, não tenho nada com estas desorganizações.
(Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada)
Considere as passagens do texto:
- Passei no açougue para comprar meio quilo de carne para bife.
- Fiquei nervosa com a diferença dos preços.
- Depois de morta é dividida.
Nos contextos em que estão empregados, os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de
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23 DE JUNHO Passei no açougue para comprar meio quilo de carne para bife. Os preços era 24 e 28. Fiquei nervosa com a diferença dos preços. O açougueiro explicou-me que o filé é mais caro. Pensei na desventura da vaca, a escrava do homem. Que passa a existência no mato, se alimenta com vegetais, gosta de sal mas o homem não dá porque custa caro. Depois de morta é dividida. Tabelada e selecionada. E morre quando o homem quer. Em vida dá dinheiro ao homem. E morta enriquece o homem. Enfim, o mundo é como o branco quer. Eu não sou branca, não tenho nada com estas desorganizações.
(Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada)
No texto, os termos “desventura” e “Tabelada” significam, correta e respectivamente:
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23 DE JUNHO Passei no açougue para comprar meio quilo de carne para bife. Os preços era 24 e 28. Fiquei nervosa com a diferença dos preços. O açougueiro explicou-me que o filé é mais caro. Pensei na desventura da vaca, a escrava do homem. Que passa a existência no mato, se alimenta com vegetais, gosta de sal mas o homem não dá porque custa caro. Depois de morta é dividida. Tabelada e selecionada. E morre quando o homem quer. Em vida dá dinheiro ao homem. E morta enriquece o homem. Enfim, o mundo é como o branco quer. Eu não sou branca, não tenho nada com estas desorganizações.
(Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada)
Ao refletir sobre a situação da vaca, a narradora do texto pondera que
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Carolina Maria de Jesus: quem foi a escritora que denunciou a fome no país
A intimidade com a fome e a discriminação sentida na pele deixaram marcas na obra de uma das mais importantes escritoras negras da literatura brasileira. Mulher negra, mãe solo e moradora de uma comunidade pobre, Carolina Maria de Jesus nunca deixou de retratar em seus livros problemas sociais e de atribuir culpas a governantes do país já no início do século passado.
Sua voz ativa e atenta lhe conferiu relevância não apenas literária, mas também na política. Em um momento em que metade da população brasileira se encontra em insegurança alimentar, Ecoa conta um pouco da história inspiradora dessa escritora mineira, nascida na cidade Sacramento em 14 de março de 1914.
A fome sempre aparece nos textos da escritora. O professor mineiro Warley de Souza, especialista em literatura, conta que o jornalista Audálio Dantas, que apresentou Carolina para o mundo, chegou a comentar sobre isso declarando, à época, que a fome aparecia nos textos com “uma frequência irritante”.
É que Carolina sentiu a fome na pele e levou seus desabafos e críticas aos governos para dentro de suas narrativas, demonstrando profunda consciência social. Criticou bastante o governo da época.
Carolina Maria de Jesus não se casou. Levou a vida com toda a independência, fazendo da literatura seu lugar de prazer e indignação. E assim viveu até 1977. A escritora morreu no dia 13 de fevereiro, no bairro de Parelheiros, na cidade de São Paulo.
(Ed Rodrigues. Em https://www.uol.com.br/ecoa, 08.11.2022. Adaptado)
Leia a charge.

(Chargista Lute. Em: www.hojeemdia.com.br, 27.09.2022)
Analisando-se a charge, conclui-se corretamente que ela estabelece um diálogo com o texto, pois
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Carolina Maria de Jesus: quem foi a escritora que denunciou a fome no país
A intimidade com a fome e a discriminação sentida na pele deixaram marcas na obra de uma das mais importantes escritoras negras da literatura brasileira. Mulher negra, mãe solo e moradora de uma comunidade pobre, Carolina Maria de Jesus nunca deixou de retratar em seus livros problemas sociais e de atribuir culpas a governantes do país já no início do século passado.
Sua voz ativa e atenta lhe conferiu relevância não apenas literária, mas também na política. Em um momento em que metade da população brasileira se encontra em insegurança alimentar, Ecoa conta um pouco da história inspiradora dessa escritora mineira, nascida na cidade Sacramento em 14 de março de 1914.
A fome sempre aparece nos textos da escritora. O professor mineiro Warley de Souza, especialista em literatura, conta que o jornalista Audálio Dantas, que apresentou Carolina para o mundo, chegou a comentar sobre isso declarando, à época, que a fome aparecia nos textos com “uma frequência irritante”.
É que Carolina sentiu a fome na pele e levou seus desabafos e críticas aos governos para dentro de suas narrativas, demonstrando profunda consciência social. Criticou bastante o governo da época.
Carolina Maria de Jesus não se casou. Levou a vida com toda a independência, fazendo da literatura seu lugar de prazer e indignação. E assim viveu até 1977. A escritora morreu no dia 13 de fevereiro, no bairro de Parelheiros, na cidade de São Paulo.
(Ed Rodrigues. Em https://www.uol.com.br/ecoa, 08.11.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o enunciado atende à norma-padrão de concordância.
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