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Foram encontradas 30 questões.

116992 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Marilândia-ES
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A questão da segurança pública no Brasil

Essa responsabilidade não é só da União e dos Estados, mas
também, e sobretudo, dos municípios.

A maior preocupação da população brasileira na atualidade é, inegavelmente, a segurança pública e por motivos plenamente justificáveis. Invariavelmente, todo cidadão, independente de raça, cor, condição social ou credo religioso, tem sido atormentado de forma tão violenta por esse tema que a questão se transformou em problema de saúde pública nos últimos anos, tais os reflexos no comportamento dos brasileiros. No lar, no trabalho, na escola, nos campos de futebol, seja quem for, esteja onde estiver, lá está ela, ou melhor, a ausência dela, a nos atormentar, como assombração impiedosa a nos perseguir. Nesse ponto, não podemos nos esquecer de que a segurança pública está elencada entre as necessidades essenciais de todo ser humano.

O tema adquiriu tamanha relevância que, hoje, se fala de segurança pública com tanta propriedade que surgiram, nos últimos anos, vários especialistas na matéria, tal como os milhares de técnicos de futebol, a maioria com diagnósticos elaborados, muitas das vezes, sem qualquer base científica ou fonte segura para os números que são apresentados. Cite-se, como exemplo, o índice de reincidência criminal no Brasil, enunciado categoricamente pelo honrado Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, na semana passada, para a mídia nacional e internacional, como sendo de setenta por cento, percentual repetido por tagarelas de plantão, sem que, na verdade, jamais tenha sido elaborada qualquer pesquisa nesse sentido, fato que, além de servir de base falsa para a formulação de políticas públicas para o setor, constitui-se em forma perversa de discriminação daqueles que passaram pelo cárcere.

Mas se, de um lado, a (in) segurança pública causa fascínio no público e na mídia em geral, com discussões amplas e apaixonadas, do outro, os tais “especialistas" na matéria entraram em um círculo vicioso de repetição de velhas fórmulas ultrapassadas, obsoletas e inadequadas no enfrentamento de tão grave questão. “O crime evoluiu, o seu combate regrediu" é o que mais se ouve em qualquer esquina. Afinal, é preciso mudar essa antiga cultura, questionando-se, em primeiro lugar, qual o papel do Estado e qual o da polícia.

Não se pode olvidar: pior que a existência do crime organizado é o seu combate com instituições arcaicas, viciadas e corrompidas, orientadas por modelos equivocados de repressão, importados, muitas vezes, de países que, antes de adotá-los, promoveram mudanças significativas no seu sistema criminal, fato lamentavelmente esquecido por muitas das pessoas envolvidas.

Acreditamos, portanto, que só há uma forma de salvar o sistema de segurança da chaga da corrupção e do fracasso: a reforma das instituições, com seleção e controle rigorosos dos seus membros.

Mas isso, como já comentamos, é apenas o começo! Muito mais ainda precisa e deve ser feito.

(Lélio Lauria. Disponível em: http://acritica.uol.com.br/blogs/blog_do_lelio_lauria/seguranca-publica-Brasil_7_551414854.html. Acesso em: 01/12/2015. Adaptado.)
“... fato que, além de servir de base falsa para a formulação de políticas públicas para o setor, constitui-se em forma perversa de discriminação daqueles que passaram pelo cárcere." (2º§) O termo “discriminação" de acordo com o contexto textual significa
 

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116991 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Marilândia-ES
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A questão da segurança pública no Brasil

Essa responsabilidade não é só da União e dos Estados, mas
também, e sobretudo, dos municípios.

A maior preocupação da população brasileira na atualidade é, inegavelmente, a segurança pública e por motivos plenamente justificáveis. Invariavelmente, todo cidadão, independente de raça, cor, condição social ou credo religioso, tem sido atormentado de forma tão violenta por esse tema que a questão se transformou em problema de saúde pública nos últimos anos, tais os reflexos no comportamento dos brasileiros. No lar, no trabalho, na escola, nos campos de futebol, seja quem for, esteja onde estiver, lá está ela, ou melhor, a ausência dela, a nos atormentar, como assombração impiedosa a nos perseguir. Nesse ponto, não podemos nos esquecer de que a segurança pública está elencada entre as necessidades essenciais de todo ser humano.

O tema adquiriu tamanha relevância que, hoje, se fala de segurança pública com tanta propriedade que surgiram, nos últimos anos, vários especialistas na matéria, tal como os milhares de técnicos de futebol, a maioria com diagnósticos elaborados, muitas das vezes, sem qualquer base científica ou fonte segura para os números que são apresentados. Cite-se, como exemplo, o índice de reincidência criminal no Brasil, enunciado categoricamente pelo honrado Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, na semana passada, para a mídia nacional e internacional, como sendo de setenta por cento, percentual repetido por tagarelas de plantão, sem que, na verdade, jamais tenha sido elaborada qualquer pesquisa nesse sentido, fato que, além de servir de base falsa para a formulação de políticas públicas para o setor, constitui-se em forma perversa de discriminação daqueles que passaram pelo cárcere.

Mas se, de um lado, a (in) segurança pública causa fascínio no público e na mídia em geral, com discussões amplas e apaixonadas, do outro, os tais “especialistas" na matéria entraram em um círculo vicioso de repetição de velhas fórmulas ultrapassadas, obsoletas e inadequadas no enfrentamento de tão grave questão. “O crime evoluiu, o seu combate regrediu" é o que mais se ouve em qualquer esquina. Afinal, é preciso mudar essa antiga cultura, questionando-se, em primeiro lugar, qual o papel do Estado e qual o da polícia.

Não se pode olvidar: pior que a existência do crime organizado é o seu combate com instituições arcaicas, viciadas e corrompidas, orientadas por modelos equivocados de repressão, importados, muitas vezes, de países que, antes de adotá-los, promoveram mudanças significativas no seu sistema criminal, fato lamentavelmente esquecido por muitas das pessoas envolvidas.

Acreditamos, portanto, que só há uma forma de salvar o sistema de segurança da chaga da corrupção e do fracasso: a reforma das instituições, com seleção e controle rigorosos dos seus membros.

Mas isso, como já comentamos, é apenas o começo! Muito mais ainda precisa e deve ser feito.

(Lélio Lauria. Disponível em: http://acritica.uol.com.br/blogs/blog_do_lelio_lauria/seguranca-publica-Brasil_7_551414854.html. Acesso em: 01/12/2015. Adaptado.)
“Acreditamos, portanto, que só há uma forma de salvar o sistema de segurança da chaga da corrupção e do fracasso: a reforma das instituições, com seleção e controle rigorosos dos seus membros." (5º§) O termo destacado anteriormente expressa ideia de
 

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116989 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Marilândia-ES
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A questão da segurança pública no Brasil

Essa responsabilidade não é só da União e dos Estados, mas
também, e sobretudo, dos municípios.

A maior preocupação da população brasileira na atualidade é, inegavelmente, a segurança pública e por motivos plenamente justificáveis. Invariavelmente, todo cidadão, independente de raça, cor, condição social ou credo religioso, tem sido atormentado de forma tão violenta por esse tema que a questão se transformou em problema de saúde pública nos últimos anos, tais os reflexos no comportamento dos brasileiros. No lar, no trabalho, na escola, nos campos de futebol, seja quem for, esteja onde estiver, lá está ela, ou melhor, a ausência dela, a nos atormentar, como assombração impiedosa a nos perseguir. Nesse ponto, não podemos nos esquecer de que a segurança pública está elencada entre as necessidades essenciais de todo ser humano.

O tema adquiriu tamanha relevância que, hoje, se fala de segurança pública com tanta propriedade que surgiram, nos últimos anos, vários especialistas na matéria, tal como os milhares de técnicos de futebol, a maioria com diagnósticos elaborados, muitas das vezes, sem qualquer base científica ou fonte segura para os números que são apresentados. Cite-se, como exemplo, o índice de reincidência criminal no Brasil, enunciado categoricamente pelo honrado Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, na semana passada, para a mídia nacional e internacional, como sendo de setenta por cento, percentual repetido por tagarelas de plantão, sem que, na verdade, jamais tenha sido elaborada qualquer pesquisa nesse sentido, fato que, além de servir de base falsa para a formulação de políticas públicas para o setor, constitui-se em forma perversa de discriminação daqueles que passaram pelo cárcere.

Mas se, de um lado, a (in) segurança pública causa fascínio no público e na mídia em geral, com discussões amplas e apaixonadas, do outro, os tais “especialistas" na matéria entraram em um círculo vicioso de repetição de velhas fórmulas ultrapassadas, obsoletas e inadequadas no enfrentamento de tão grave questão. “O crime evoluiu, o seu combate regrediu" é o que mais se ouve em qualquer esquina. Afinal, é preciso mudar essa antiga cultura, questionando-se, em primeiro lugar, qual o papel do Estado e qual o da polícia.

Não se pode olvidar: pior que a existência do crime organizado é o seu combate com instituições arcaicas, viciadas e corrompidas, orientadas por modelos equivocados de repressão, importados, muitas vezes, de países que, antes de adotá-los, promoveram mudanças significativas no seu sistema criminal, fato lamentavelmente esquecido por muitas das pessoas envolvidas.

Acreditamos, portanto, que só há uma forma de salvar o sistema de segurança da chaga da corrupção e do fracasso: a reforma das instituições, com seleção e controle rigorosos dos seus membros.

Mas isso, como já comentamos, é apenas o começo! Muito mais ainda precisa e deve ser feito.

(Lélio Lauria. Disponível em: http://acritica.uol.com.br/blogs/blog_do_lelio_lauria/seguranca-publica-Brasil_7_551414854.html. Acesso em: 01/12/2015. Adaptado.)
Em relação à segurança pública no Brasil, conforme as ideias do texto, é correto afirmar que
 

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116988 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Marilândia-ES
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Espuma do rio Tietê invade ruas e deixa ponte intransitável em salto.

(Disponível em: http://g1.globo.com/.)

Sobre a lagoa Rodrigo de Freitas no RJ: atletas podem contrair doenças nas “águas olímpicas" do rio, diz agência...

(Disponível em: http://g1.globo.com/.)

Considerando a relação entre as duas notícias, é correto afirmar que
 

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116983 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Marilândia-ES
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enunciado 116983-1

Os quadros anteriores mostram nomes de movimentos
 

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116982 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Marilândia-ES
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enunciado 116982-1

O etanol é um biocombustível cada vez mais usado no Brasil. Muitas usinas têm sido ampliadas em função desse aumento de consumo. Nesse sentido, analise as imagens a seguir.

enunciado 116982-2

Possui(em) uma ligação direta com a cadeia de produção do etanol apenas a(s) imagem(ns)
 

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116981 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Marilândia-ES
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enunciado 116981-1

No ano de 2006, o IBGE realizou o Censo Agropecuário Brasileiro. Nele, verificou-se a força e a importância da agricultura familiar para a produção de alimentos no país. São características da agricultura familiar, EXCETO:
 

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116979 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Marilândia-ES
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Josué, atleta em treinamento, é capaz de correr 24 km em três horas. Se sua velocidade diminuir em 25%, quanto tempo ele levará para correr 48 km?
 

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116978 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Marilândia-ES
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Um estudante de estatística fez um levantamento com um grupo de 80 pessoas sobre a idades que elas possuem. Sabendo-se que o levantamento constatou que 37,5% dessas pessoas possuem idade inferior a 25 anos, pode-se concluir que o número de pessoas deste grupo com idade superior a 25 anos é
 

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116977 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Marilândia-ES
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Um frasco de remédio para dores possui volume total de 150 ml. A composição deste remédio é apresentada na tabela a seguir.

enunciado 116977-1

O volume de composto B no remédio supera em quantos mililitros os volumes somados dos compostos A e C?

 

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