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Infecções do trato urinário (ITUs) são comuns na infância. Durante a fase inicial da infância, os meninos têm maior probabilidade de apresentar infecções no trato urinário. Após a infância, meninas se tornam muito mais propensas a desenvolvê-las. As ITUs são mais comuns entre meninas decorrentes da uretra curta e proximidade a região anal, sendo a Escherichia coli o isolado mais comum do trato urinário. Em relação a antibioticoterapia para crianças ambulatoriais com sintomas de doença do trato urinário inferior, ou com doença branda, assinale a alternativa incorreta:
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Paciente de 4 anos de idade, chora e se irrita com frequência, está com o trânsito intestinal lento, com constipação e evacuação a cada 3 dias. Possui peso abaixo do normal e ingestão seletiva de leite, arroz, carne e pães. Peso de 12.9 kg e comprimento de 97 cm. Na avaliação laboratorial, encontrou-se: Hb 9,3 g/dL; Htc 27%; VCM 73; RDW 19; ferritina 99 mcg/mL; d-xilose 10 mg%; anticorpos antiendomísio positivo; TSH 4 µUI/mL; T4 1,5 ng/dL; GH 2,0 ng/mL. A hipótese diagnóstica provável é:
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A criança nasce com diversos reflexos, como o reflexo da sucção (para alimentação) e o da preensão palmar (fecha a mão quando a palma é tocada) entre outros. O reflexo no qual o bebê joga a cabeça para trás, estica as pernas e abre os braços (figura abaixo) é uma resposta biológica a estímulos novos no ambiente da criança. O reflexo mostra que o sistema nervoso do bebê está se desenvolvendo adequadamente e é conhecido como:

Fonte: http://fisioterapiainovadora.blogspot.com/2017/06/reflexos-e-reacoes-no-desenvolvimento.html
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A artrite idiopática juvenil (AIJ) é caracterizada pela artrite crônica em uma ou mais articulações por pelo menos seis semanas. Existem quatro subtipos principais de AIJ: (1) oligoarticular; (2) poliarticular; (3) sistêmica; e (4) associada à entesite. A causa exata da AIJ não é conhecida, mas existe evidência significativa de que seja um processo autoimune, com fatores de suscetibilidade genéticos. Em relação aos achados laboratoriais da AIJ, assinale a alternativa correta:
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Os anuros são os anfíbios mais conhecidos, principalmente devido as várias especializações morfológicas associadas a locomoção. Entre elas destaca-se o ílio alongado que se estende bastante para a frente, além das vértebras caudais que estão fundidas em um bastão sólido chamado de:
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Atualmente são reconhecidas aproximadamente 770 espécies de mamíferos nativos com ocorrência confirmada no Brasil, e destaca-se a ordem Perissodactyla como a menos diversa. Assinale a alternativa que indica espécie da ordem Perissodactyla reconhecida para o território brasileiro:
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O Filo Cnidaria é um grupo altamente diverso, que inclui as águas-vivas, as anêmoras-do-mar, corais e a Hydra. Nos cnidários existe um tipo especial de célula que participa da defesa contra predadores e também da captura de presas. Esse tipo especial de célula é denominada:
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De acordo com a Lei da Segregação Independente de Mendel, a proporção fenotípica de 9:3:3:1 é esperada no cruzamento:
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O bem e o mal do estrangeirismo¹
Rooftop, insight, approach… O Brasil parece cada vez mais inclinado a trocar seu vocabulário todo por termos em inglês. Mas a adoção de palavras de origem estrangeira não tem nada de nova: é tão antiga quanto a capacidade do Homo sapiens de falar e fundamental para a própria evolução das línguas.
O terror dos puristas da língua em Portugal é um youtuber nascido e criado no Engenho Novo, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro: Luccas Neto. [...] o carioca também é um hit entre as crianças portuguesas. A tal ponto que, em novembro do ano passado, o jornal lisboeta Diário de Notícias publicou uma matéria em tom xenofóbico, reclamando que os miúdos de lá estão cada vez mais a falar “brasileiro”, de tanto assistir Luccas e outros influenciadores daqui.
“Dizem ‘grama’ em vez de relva, autocarro é ‘ônibus’, rebuçado é ‘bala’, riscas são ‘listras’ e leite está na ‘geladeira’ em vez de no frigorífico”, alertou o jornal. “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento – à conta de muitas horas de exposição a conteúdos feitos por youtubers brasileiros.”
Pais e educadores portugueses estão preocupados. Mas talvez não devessem levar o caso tão a sério. Afinal, mais do que o jeitinho de falar de sua antiga colônia, os lusos usam e abusam de palavras do francês e do inglês – e aí sem a mesma vergonha.
Um exemplo: enquanto, no trânsito daqui, temos em cada cruzamento uma placa indicadora que diz “Pare”, em Portugal a mesma sinalização diz “Stop”. E, lá como cá, o motorista entende muito bem o que deve fazer.
Isso porque o estrangeirismo – a influência de culturas do exterior sobre os costumes e as falas de um povo – é parte da evolução natural de qualquer língua. A forma como nos expressamos se modifica o tempo todo, e um mundo globalizado (fenômeno que não nasceu com a internet – é forte desde as Grandes Navegações dos séculos 15 e 16) acelera esse intercâmbio linguístico. Tentar proibi-lo é como enxugar gelo. [...]
[...] quando um termo de qualquer país é incorporado amplamente nos nossos diálogos e textos, ele na prática deixa de ser estrangeiro. Vira nosso. Todo dicionário nacional está inundado de vocábulos que não brotaram nem em Portugal, nem no Brasil, mas que já são tão de casa quanto receita de caipirinha.
[...] O mal do estrangeirismo nem está exatamente na substituição de termos, como rooftop no lugar de “terraço”. O problema maior é quando, no afã de pegar algo emprestado de uma língua de fora, deturpamos a lógica da nossa.
[...] Os exageros no estrangeirismo tendem a passar, como as paletas mexicanas. Mas o uso que facilita a comunicação vai vingar sempre. E a língua portuguesa no Brasil – que os portugueses chamam pejorativamente de “brasileiro” – vai continuar se enriquecendo com palavras e expressões que não teriam como surgir por aqui.
(¹Texto Alexandre Carvalho - 18 mar 2022 – https://super.abril.com.br/sociedade/o-bem-e-o-mal-do-estrangeirismo/ (acesso em 28 de março). Texto adaptado especialmente para essa prova.)
O objetivo do texto é:
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